Artigo - Um modelo progressivo do Dilúvio Global confirmado por dados geológicos em cinco continentes - "A progressive Global Flood Model Confirmed by Rock Data Across Five Continents"

 Um modelo progressivo do Dilúvio Global confirmado por dados geológicos em cinco continentes

https://cedarville.tind.io/record/21187?ln=en&v=pdf 


Clarey, Timothy L; Werner, Davis J

2023


Abstract

Over 3000 stratigraphic columns have been compiled across North and South America, Europe, Africa and Asia using oil wells, measured sections and seismic data. Phanerozoic fossil-bearing rocks are divided into six packages of sedimentation based on the “mega-sequences” concept of Sloss. Maps of individual megasequences across the continents and the total volumes show the earliest megasequences have the least extent and lowest average volume of sediment. Subsequent megasequences show progressively more coverage and more sediment volume. Most continents show a maximum peak in both coverage and thickness in the in the 4th or 5th megasequence.

Mais de 3.000 colunas estratigráficas foram compiladas na América do Norte e do Sul, Europa, África e Ásia, utilizando poços de petróleo, seções medidas e dados sísmicos. As rochas do Fanerozóico que contêm fósseis são divididas em seis pacotes sedimentares com base no conceito de “megassequências” de Sloss. Mapas de megassequências individuais nos continentes e os volumes totais mostram que as megassequências mais antigas têm a menor extensão e o menor volume médio de sedimentos. As megassequências subsequentes apresentam progressivamente maior cobertura e maior volume de sedimentos. A maioria dos continentes apresenta um pico máximo tanto em cobertura quanto em espessura na 4ª ou 5ª megassequência.


Traduzido com a versão gratuita do tradutor - DeepL.com


[Nota - IA: Uma megassequência na geologia refere-se a um pacote de estratos rochosos de grande escala, geralmente com centenas de metros a quilômetros de espessura, que se estende por vastas áreas continentais. Elas representam ciclos deposicionais contínuos e abrangentes, frequentemente delimitados por descontinuidades tectônicas ou erosivas significativas (inconformidades)


Principais Conceitos e Exemplos:

Definição: Diferente de sequências menores, as megassequências são usadas para analisar grandes mudanças no nível do mar e tectônica ao longo de longos períodos.

Megassequências Cratônicas: São pacotes sedimentares contínuos depositados sobre crátons (porções antigas e estáveis da crosta).

Contexto de Bacias Marginais (Brasil): A megassequência marinha nas bacias marginais brasileiras (Sul, Sudeste e Nordeste) iniciou-se com a sedimentação marinha após a abertura do Oceano Atlântico, marcando uma fase pós-rift.

Exemplos Estratigráficos:

Megassequência Andrelândia: Unidade metassedimentar importante na Faixa Ribeira (Minas Gerais), associada ao Neoproterozoico.

Megassequência Macaúbas: Fácies glaciocontinentais (outwash plain) presentes na Serra da Água Fria/MG.

Supersequência Bauru: Referente ao Cretáceo da Bacia do Paraná.

Aplicações: A análise de megassequências é fundamental para entender a evolução geotectônica, incluindo a separação de supercontinentes, fases de rifteamento e ciclos orogenéticos. 

Elas são frequentemente utilizadas em estudos de estratigrafia de sequências para reconstruir paleogeografias e analisar a evolução de bacias sedimentares, tanto em margens continentais quanto no interior dos continentes.]


We interpret these data to represent a progressive Flood that aligns with Genesis 7 and with the predictions of catastrophic plate tectonics (CPT). Initial plate motion and the creation of small amounts of new seafloor spread the earliest megasequences across limited portions of the continental crust. These earliest megasequences stack one on top of the another in the same locations. Continued creation of new seafloor pushed the water progressively upward. This process peaked near the end of the 5th sequence (Zuni) where we observe the maximum extent of sediment and maximum volume of sediment globally. Subsequent cooling of the new seafloor caused ocean basins to sink, drawing water off the continents. This caused a shift in sedimentation to the offshore as the Flood rapidly receded during the 6th megasequence (Tejas).


Interpretamos esses dados como representando um Dilúvio progressivo que se alinha com Gênesis 7 e com as previsões da tectônica de placas catastrófica (CPT). O movimento inicial das placas e a criação de pequenas quantidades de novo leito marinho espalharam as megassequências mais antigas por porções limitadas da crosta continental. Essas megassequências mais antigas se sobrepõem umas às outras nos mesmos locais. A criação contínua de novo leito marinho empurrou a água progressivamente para cima. Esse processo atingiu seu pico perto do final da 5ª sequência (Zuni), onde observamos a extensão máxima de sedimentos e o volume máximo de sedimentos globalmente. O resfriamento subsequente do novo leito marinho fez com que as bacias oceânicas afundassem, retirando a água dos continentes. Isso causou uma mudança na sedimentação para o litoral, à medida que o Dilúvio recuava rapidamente durante a 6ª megassequência (Tejas).


Traduzido com a versão gratuita do tradutor - DeepL.com


A progressive Flood model also provides a framework for the fossil record. The earliest three megasequences (Sauk, Tippecanoe and Kaskaskia) seem to have inundated only shallow marine environments as the fossils within these megasequences are almost exclusively marine. We interpret these were deposited in the first 40 Days of the Flood. As the water rose higher, floating the Ark (on or after Day 40) and flooding the dry land, the first massive coal seams appear and the first land animal fossils appear in great numbers. This process continued flooding higher elevations, depositing the Absaroka and Zuni megasequences between Days 40-150 of the Flood, until the water covered the highest hills.


Um modelo de Dilúvio progressivo também oferece uma estrutura para o registro fóssil. As três megassequências mais antigas (Sauk, Tippecanoe e Kaskaskia) parecem ter inundado apenas ambientes marinhos rasos, já que os fósseis encontrados nessas megassequências são quase exclusivamente marinhos. Interpretamos que estes foram depositados nos primeiros 40 dias do Dilúvio. À medida que a água subia, fazendo flutuar a Arca (no dia 40 ou após) e inundando a terra firme, surgem as primeiras camadas massivas de carvão e os primeiros fósseis de animais terrestres aparecem em grande número. Esse processo continuou inundando elevações mais altas, depositando as megassequências Absaroka e Zuni entre os dias 40 e 150 do Dilúvio, até que a água cobriu as colinas mais altas.

[minha observaçãohttps://www.bibliaonline.com.br/acf+nvi/gn/7 

¹⁷ E durou o dilúvio quarenta dias sobre a terra, e cresceram as águas e levantaram a arca, e ela se elevou sobre a terra.

¹⁸ E prevaleceram as águas e cresceram grandemente sobre a terra; e a arca andava sobre a face das águas.

¹⁹ E as águas prevaleceram excessivamente sobre a terra; e todos os altos montes que havia debaixo de todo o céu, foram cobertos.

²⁰ Quinze côvados acima prevaleceram as águas; e os montes foram cobertos


Gênesis 7:17-20 (ACF)


¹⁶ .

¹⁷ Quarenta dias durou o Dilúvio sobre a terra, e as águas aumentaram e elevaram a arca acima da terra.

¹⁸ As águas prevaleceram, aumentando muito sobre a terra, e a arca flutuava na superfície das águas.

¹⁹ As águas dominavam cada vez mais a terra, e foram cobertas todas as altas montanhas debaixo do céu.

²⁰ As águas subiram até quase sete metros acima das montanhas 


Gênesis 7:17-20]



[²¹ E expirou toda a carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de gado e de feras, e de todo o réptil que se arrasta sobre a terra, e todo o homem.

²² Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu.

²³ Assim foi destruído todo o ser vivente que havia sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; e foram extintos da terra; e ficou somente Noé, e os que com ele estavam na arca.

²⁴ E prevaleceram as águas sobre a terra cento e cinquenta dias. 


Gênesis 7:21-24


²⁰ .

²¹ Todos os seres vivos que se movem sobre a terra pereceram: aves, rebanhos domésticos, animais selvagens, todas as pequenas criaturas que povoam a terra e toda a humanidade.

²² Tudo o que havia em terra seca e tinha nas narinas o fôlego de vida morreu.

²³ Todos os seres vivos foram exterminados da face da terra; tanto os homens, como os animais grandes, os animais pequenos que se movem rente ao chão e as aves do céu foram exterminados da terra. Só restaram Noé e aqueles que com ele estavam na arca.

²⁴ E as águas prevaleceram sobre a terra cento e cinqüenta dias 


Gênesis 7:21-24]


[https://www.bibliaonline.com.br/acf+nvi/gn/6


¹⁵ E desta maneira a farás: De trezentos côvados o comprimento da arca, e de cinquenta côvados a sua largura, e de trinta côvados a sua altura. 


Gênesis 6:15

trinta x 0,45 (45 cm como referência) = o artigo consideraria, portanto, que o Dilúvio ainda não teria coberto 13,5 metros de altura em 40 dias, ou que a arca já estaria a uma certa altura] 



The beginning of the Flood is often marked by the rocks of the Sauk megasequence, and at times coincides with the Cambrian explosion. In other places, later megasequences were deposited directly on crystalline basement, such as the Absaroka and Zuni. These locations represent the onset of flooding at these sites as the waters rose high enough to inundate the higher land elevations. However, in some locations, particularly near Late Proterozoic volcanic activity, the Flood record appears to have begun prior to the Sauk megasequence. These pre-Sauk rocks may represent sediments and volcanic rocks deposited and extruded during the earliest days or weeks of the Flood.

Rock data also indicate that the Middle East, North Africa and much of Europe was still inundated through the time of deposition of most of the Upper Cenozoic (Tejas) sediments. Stratigraphic columns across Syria and Iraq show continuous carbonate, salt and/or marine sand deposition from the Cretaceous up through, and including, the Miocene and sometimes the Pliocene level. These rock data suggest the post-Flood boundary is high in the Cenozoic.


O início do Dilúvio é frequentemente marcado pelas rochas da megassequência de Sauk e, por vezes, coincide com a explosão cambriana. Em outros locais, megassequências posteriores foram depositadas diretamente sobre o embasamento cristalino, como as de Absaroka e Zuni. Esses locais representam o início da inundação nessas áreas, à medida que as águas subiram o suficiente para inundar as elevações mais altas do terreno. No entanto, em alguns locais, particularmente perto da atividade vulcânica do Proterozoico Superior, o registro do Dilúvio parece ter começado antes da megassequência de Sauk. Essas rochas pré-Sauk podem representar sedimentos e rochas vulcânicas depositadas e extrudadas durante os primeiros dias ou semanas do Dilúvio.


[minha observação - IA - Extrusado é um material (alimento, plástico ou metal) que passou pelo processo industrial de extrusão, sendo forçado através de um orifício sob alta pressão, temperatura e umidade. Esse processo molda o material em formas contínuas e homogêneas, resultando em produtos de alta digestibilidade (no caso de alimentos) ou com características estruturais específicas


Principais características e usos:

Rações e Alimentos: A ração extrusada para pets e aves é cozida, o que melhora a digestibilidade e esteriliza o produto, garantindo maior durabilidade fora da geladeira.

Indústria (Plásticos/Metais): Utilizado para criar perfis de alumínio, tubos e mangueiras plásticas através de uma matriz, garantindo um formato alongado e consistente.

Vantagens: O processo permite controle preciso da textura, formato e densidade do produto final. 


Em resumo, é um produto "moldado e cozido sob pressão" para adquirir características superiores de formato e nutrição ou resistência. 

https://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/busca/portugues-brasileiro/extrudar/

extrudar

ex·tru·dar

vtd

1 Forçar ou empurrar para fora; expulsar.

vtd

2 Forçar metal, borracha, matéria plástica etc., através de matrizes, por pressão, para formar tubos, varetas, artefatos etc.]




Dados rochosos também indicam que o Oriente Médio, o Norte da África e grande parte da Europa ainda estavam inundados durante o período de deposição da maior parte dos sedimentos do Cenozóico Superior (Tejas). Colunas estratigráficas na Síria e no Iraque mostram deposição contínua de carbonato, sal e/ou areia marinha desde o Cretáceo até, e incluindo, o Mioceno e, às vezes, o nível do Plioceno. Esses dados rochosos sugerem que o limite pós-diluviano se situa no alto do Cenozóico.


[minha observação:





imagens para minha observação]



A teoria da CPT e de um Dilúvio progressivo também é corroborada pelas razões de estrôncio. Valores mais elevados de 87Sr/86Sr são causados principalmente pelo aumento da intemperização da crosta continental e pela sua entrada nos oceanos. Valores mais baixos de 87Sr/86Sr provavelmente resultam da formação de nova crosta oceânica e da atividade hidrotermal. A razão global 87Sr/86Sr observada diminui progressivamente ao longo do Fanerozóico até atingir seus valores mais baixos na megassequência Zuni (por volta do nível jurássico), correspondendo estreitamente aos dados estratigráficos mapeados globalmente, uma vez que ambos atingem picos simultaneamente na megassequência Zuni, um baixo e outro alto (uma relação inversa).


Sugerimos que as mudanças na razão 87Sr/86Sr foram impulsionadas principalmente pela formação de novo leito marinho. Durante a deposição das megassequências mais antigas, apenas pequenas quantidades de novo leito marinho foram adicionadas. Isso elevou ligeiramente o nível do mar no início do ano do Dilúvio, depositando as três primeiras megassequências e reduzindo a razão 87Sr/86Sr. À medida que mais fundo-marinho foi criado, a água subiu mais, depositando as megassequências posteriores, até que a água atingiu seu nível mais alto (e os valores mais baixos de 87Sr/86Sr) durante a megassequência Zuni. As razões 87Sr/86Sr aumentaram novamente durante a megassequência Tejas, à medida que menos fundo-marinho foi criado e o nível do mar baixou.



The global stratigraphic record documents a progressive Flood that was limited in the first 40 Days of the Flood year. Data indicate the Flood peaked at about the K-Pg boundary on Day 150. CPT provides the most viable mechanism for the Flood through the production of new seafloor. Shifts in the global 87Sr/86Sr ratio confirm that rapid production of new seafloor likely controlled the increase in the water level until peaking on Day 150, matching the stratigraphic data.


O registro estratigráfico global documenta um Dilúvio progressivo que se limitou aos primeiros 40 dias do ano do Dilúvio. Os dados indicam que o Dilúvio atingiu seu pico por volta da fronteira K-Pg, no dia 150. O CPT fornece o mecanismo mais viável para o Dilúvio por meio da formação de novo leito marinho. Mudanças na razão global 87Sr/86Sr confirmam que a rápida formação de novo leito marinho provavelmente controlou o aumento do nível da água até atingir o pico no dia 150, correspondendo aos dados estratigráficos.



I. INTRODUCTION

9th

2023

columns. We conclude that the data are best explained as a There have been few truly comprehensive Flood geology models proposed since the one described in The Genesis Flood (Whitcomb and Morris, 1961). A few ideas have been proposed as a general model of the Flood, such as hydroplate theory (Brown, 2008), and other pieces have been added, such as catastrophic plate tectonics (Baumgardner, 1986, 1994a, 1994b; Austin et al, 1994), but certainly none that were based on a detailed examination of the sedimentary rocks across the globe. 

Since 1961, much has been added to the general geological database, including the first ocean bathymetry maps, the collection of deep sea drilling cores, and the gathering of new types of geophysical data across the oceans. This has led to the general acceptance of the theory of plate tectonics among conventional geologists. New technology has also contributed greatly to the knowledge base, with extreme deep-water oil wells and seismic tomography. Any model needs to adopt a mechanism that fits and explains as much of these data as possible.

This paper presents a new and globally comprehensive model for the Genesis Flood. It is based primarily on sedimentary rock data across five continents, entailing nearly 3000 compiled stratigraphic progressive Flood that utilizes catastrophic plate tectonics (CPT) as the most likely mechanism. We also incorporate the Biblical timeline into our data, matching Days 1, 40, 150 and 314 of the Flood to our stratigraphic data. In addition, the stratigraphic data are consistent with a high Flood/post-Flood boundary in or above the Pliocene (Upper Cenozoic). 

We suggest the top of the Pliocene or N-Q boundary (Neogene-Quaternary) as the end of the Flood. A progressive Flood model also provides a framework for the fossil record. Our data suggest that the Flood waters buried the same ecological zones at approximately the same time globally. 

As the Flood progressed upward, it inundated similar topographic elevations on each continent simultaneously, and different ecological zones. This provides an explanation for the consistent changes in the fossils that are observed across every continent.

The mechanism of CPT, and its ability to rapidly form new ocean lithosphere, tracks consistently with the results of our stratigraphic study. Seismic tomography data collected in the last few decades across many of the world’s subduction zones further confirm the modeling of Baumgardner (1986, 1994). CPT can also explain why the Flood peaked on Day 150 (Johnson and Clarey, 2021) and to drain the floodwaters off the continents. And CPT offers a reason why the tectonic plates are moving so slowly today. 

Furthermore, it is capable of producing the conditions necessary for a post-Flood Ice Age. Other models do not adequately explain all of these causes and effects, while still honoring the massive amount of data collected in the last 30 years. Finally, published 87Sr/86Sr ratios from ocean rocks independently confirm the production of new oceanic lithosphere during the Flood year and match our interpretation of a progressive Flood.

We feel this progressive Flood model, based on stratigraphic data across the globe, and incorporating the mechanism of CPT, provides a superior and comprehensive framework for a new understanding of the geology of the global Flood. It is based on the latest discoveries from onshore and offshore oil well exploration and the newest seismic data. 


[a partir daqui: Google tradutor]


I. INTRODUÇÃO

2023

colunas. Concluímos que os dados são melhor explicados como um 

Poucos modelos geológicos verdadeiramente abrangentes do Dilúvio foram propostos desde o descrito em O Dilúvio do Gênesis (Whitcomb e Morris, 1961). Algumas ideias foram propostas como um modelo geral do Dilúvio, como a teoria das hidroplacas (Brown, 2008), e outras peças foram adicionadas, como a tectônica de placas catastrófica (Baumgardner, 1986, 1994a, 1994b; Austin et al, 1994), mas certamente nenhuma que se baseasse em um exame detalhado das rochas sedimentares em todo o globo.

Desde 1961, muito foi adicionado ao banco de dados geológico geral, incluindo os primeiros mapas de batimetria oceânica, a coleta de testemunhos de perfuração em águas profundas e a coleta de novos tipos de dados geofísicos em todos os oceanos. Isso levou à aceitação geral da teoria da tectônica de placas entre os geólogos convencionais. Novas tecnologias também contribuíram muito para a base de conhecimento, com poços de petróleo em águas extremamente profundas e tomografia sísmica. 

[NOTA: Dicionário

Definições de Oxford Languages · Saiba mais

batimetria

substantivo feminino - oceanografia física

1.

ciência do mensuramento da profundidade das massas de água (oceanos, mares, lagos etc.) para determinação da topografia do seu leito.

2.

ato de determinar esse relevo.]


Qualquer modelo precisa adotar um mecanismo que se ajuste e explique o máximo possível desses dados.

Este artigo apresenta um novo modelo globalmente abrangente para o Dilúvio de Gênesis. Ele se baseia principalmente em dados de rochas sedimentares em cinco continentes, abrangendo quase 3.000 estratigrafias compiladas de um Dilúvio progressivo que utiliza a tectônica de placas catastrófica (TPC) como o mecanismo mais provável. Também incorporamos a cronologia bíblica em nossos dados, relacionando os dias 1, 40, 150 e 314 do Dilúvio aos nossos dados estratigráficos. Além disso, os dados estratigráficos são consistentes com um limite superior Dilúvio/pós-Dilúvio no Plioceno ou acima dele (Cenozoico Superior). Sugerimos o topo do Plioceno ou limite N-Q (Neógeno-Quaternário) como o fim do Dilúvio.


Um modelo progressivo do Dilúvio também fornece uma estrutura para o registro fóssil. Nossos dados sugerem que as águas do Dilúvio soterraram as mesmas zonas ecológicas aproximadamente ao mesmo tempo em todo o mundo.

À medida que o Dilúvio progredia para cima, inundava elevações topográficas semelhantes em cada continente simultaneamente, e diferentes zonas ecológicas. Isso fornece uma explicação para as mudanças consistentes nos fósseis que são observadas em todos os continentes.

O mecanismo de CPT e sua capacidade de formar rapidamente nova litosfera oceânica estão em consonância com os resultados de nosso estudo estratigráfico.

Dados de tomografia sísmica coletados nas últimas décadas em muitas das zonas de subducção do mundo confirmam ainda mais a modelagem de Baumgardner (1986, 1994). A Teoria Crítica da Perspectiva (CPT) também pode explicar por que o Dilúvio atingiu seu pico no 150º dia (Johnson e Clarey, 2021) e para drenar as águas da inundação dos continentes. E o CPT oferece uma razão para o fato de as placas tectônicas estarem se movendo tão lentamente hoje

Além disso, é capaz de produzir as condições necessárias para uma Era Glacial pós-Dilúvio. Outros modelos não explicam adequadamente todas essas causas e efeitos, ao mesmo tempo que levam em consideração a enorme quantidade de dados coletados nos últimos 30 anos. Finalmente, as razões 87Sr/86Sr publicadas em rochas oceânicas confirmam independentemente a produção de nova litosfera oceânica durante o ano do Dilúvio e correspondem à nossa interpretação de um Dilúvio progressivo.


Acreditamos que este modelo de Dilúvio progressivo, baseado em dados estratigráficos em todo o mundo e incorporando o mecanismo do CPT, fornece uma estrutura superior e abrangente para uma nova compreensão da geologia do Dilúvio global. Ele se baseia nas últimas descobertas da exploração de poços de petróleo em terra e no mar e nos mais recentes dados sísmicos.


II. PREVIOUS WORK

Many geologic questions are actively debated within the creation geoscience community. For example, did the Flood end at the K-Pg or was it higher? And, what was the mechanism of the Flood, catastrophic plate tectonics or something else?

In addition, many Biblical questions about the Flood are still debated. 
For example, did the Flood cover the continents early and then again later, or did the water rise once and eventually reach a peak on Day 150? Or was it some combination of all of these interpretations?

Whitcomb and Morris (1961) believed the Floodwaters reached a peak height on Day 40 and stayed high until Day 150 when the water level began to recede. Others like Coffin (1983) thought the Floodwaters rose from Day 1 to Day 150, reaching a peak, and then subsiding. Walker (2011) suggested that the Floodwaters reached a zenith episode that may have lasted over a period of 60 days, from Days 90-150 of the Flood, but reaching an apex on Day 150 (T. Walker, pers. comm., 2017). 

Barrick and Sigler (2003) put forth a modified Whitcomb and Morris (1961) model, suggesting that the Floodwaters rose until possibly a few days after Day 40 then maintained that high level until Day 150, before subsiding.

Snelling (2009, 2014a) attempted to correlate the Floodwater levels to the uniformitarian sea level curve through time developed by Vail and Mitchum (1979) and Haq et al. (1988) (Fig. 1). Snelling has suggested that the Floodwaters rose until Day 40, peaked, and then dropped and fluctuated until rising again to a second peak on Day 150 of the Flood. Snelling (2014a) made a further attempt to tie his first peak in Floodwaters to the Sauk megasequence, near the Cambrian/Ordovician boundary, and his second peak to the Zuni megasequence, near the end of the Cretaceous. 

Both of these megasequences show the highest sea levels on the uniformitarian global sea level curve (Fig. 1), but are not reflective of the sedimentary rock record (Clarey and Parkes 2019).
Furthermore, a progressive Flood that peaks after 150 days is consistent with the Bible (Johnson and Clarey 2021) and with all stratigraphic and geophysical data. Genesis 7 gives insight into the water levels and flooding of the continents on Days 1, 40 and 150 of the Flood year (Johnson and Clarey 2021). Previous attempts have been made to merge the sedimentary rock record with data from the Biblical text (Whitcomb and Morris 1961; Coffin 1983; Brand, 1997; Barrick and Sigler 2003; Barrick 2008; Snelling 2009; Walker 2011; and Boyd and Snelling 2014). 

But, many of these earlier attempts relied heavily on uniformitarian geological data sets or were limited in scope. The present study connects key dates (Days 1, 40, and 150) in the Genesis Flood directly to the rock data, showing the progression of the rising waters.


II. TRABALHOS ANTERIORES

Muitas questões geológicas são ativamente debatidas dentro da comunidade de geociências criacionistas.
Por exemplo, o Dilúvio terminou no K-Pg ou foi em um nível mais alto? E qual foi o mecanismo do Dilúvio, tectônica de placas catastrófica ou algo mais?

Além disso, muitas questões bíblicas sobre o Dilúvio ainda são debatidas.

Por exemplo, o Dilúvio cobriu os continentes no início e depois novamente mais tarde, ou a água subiu uma vez e eventualmente atingiu um pico no Dia 150?Ou foi alguma combinação de todas essas interpretações?

Whitcomb e Morris (1961) acreditavam que as águas do Dilúvio atingiram um pico no Dia 40 e permaneceram altas até o Dia 150, quando o nível da água começou a recuar. Outros, como Coffin (1983), pensavam que as águas do Dilúvio subiram do Dia 1 ao Dia 150, atingindo um pico e depois recuando. Walker (2011) sugeriu que as águas do dilúvio atingiram um episódio de zênite que pode ter durado mais de 60 dias, do dia 90 ao 150 do dilúvio, mas atingindo um ápice no dia 150 (T. Walker, comunicação pessoal, 2017). Barrick e Sigler (2003) propuseram um modelo modificado de Whitcomb e Morris (1961), sugerindo que as águas do dilúvio subiram até possivelmente alguns dias após o dia 40 e então mantiveram esse nível elevado até o dia 150, antes de recuarem.

Snelling (2009, 2014a) tentou correlacionar os níveis das águas do dilúvio com a curva uniformitarista do nível do mar ao longo do tempo desenvolvida por Vail e Mitchum (1979) e Haq et al. (1988) (Fig. 1). Snelling sugeriu que as águas do dilúvio subiram até o 40º dia, atingiram o pico e depois caíram e flutuaram até subirem novamente para um segundo pico no 150º dia do dilúvio. Snelling (2014a) fez uma nova tentativa de relacionar seu primeiro pico nas águas do dilúvio à megassequência Sauk, perto do limite Cambriano/Ordoviciano, e seu segundo pico à megassequência Zuni, perto do final do Cretáceo. Ambas as megassequências mostram os níveis do mar mais altos na curva uniformitarista global do nível do mar (Fig. 1), mas não refletem o registro de rochas sedimentares (Clarey e Parkes 2019).

Além disso, um Dilúvio progressivo que atinge o pico após 150 dias é consistente com a Bíblia (Johnson e Clarey 2021) e com todos os dados estratigráficos e geofísicos. Gênesis 7 fornece informações sobre os níveis de água e a inundação dos continentes nos dias 1, 40 e 150 do ano do Dilúvio (Johnson e Clarey 2021). Tentativas anteriores foram feitas para combinar o registro de rochas sedimentares com dados do texto bíblico (Whitcomb e Morris 1961; Coffin 1983; Brand, 1997; Barrick e Sigler 2003; Barrick 2008; Snelling 2009; Walker 2011; e Boyd e Snelling 2014). No entanto, muitas dessas tentativas anteriores se basearam fortemente em conjuntos de dados geológicos uniformitários ou tiveram escopo limitado. O presente estudo conecta datas-chave (Dias 1, 40 e 150) no Dilúvio de Gênesis diretamente aos dados rochosos, mostrando a progressão da subida das águas.



Figura 1. Curva uniformitária do nível do mar e sua correlação com os sistemas geológicos e megassequências (modificado de Vail e Mitchum 1979; Haq et al. 1988)



III. METHODS

Nearly 3000 stratigraphic columns were compiled from 100s of published papers and available oil wells, measured sections, crosssections and seismic data data from every major basin and uplift across North and South America, Europe, Africa and Asia. Within each column we identified the rock type and the stratigraphic megasequence intervals. 

Phanerozoic fossil-bearing rocks are divided into six packages of sedimentation based on the “megasequences” concept of Sloss (1963).  We also kept track of a seventh “megasequence,” called the Pre-Sauk. We did not incorporate this into the present paper as much more research is necessary to sort out the amount derived from the earliest moments of the Flood vs. the amount derived from the pre-Flood. 

We input detailed lithologic data, megasequence boundaries and latitude and longitude coordinates into RockWorks, a commercial software program for geologic data, available from RockWare, Inc. Golden, CO, USA. Figure 2 is an example stratigraphic column showing the 16 types of lithology that were used for classification and the sequences. Depths shown in all diagrams are in meters.

A graphics program in RockWorks allowed us to generate isopach (thickness) maps for each megasequence and to record the basal lithology in each megasequence. We assumed the basal lithologic unit (bottom rock type in each megasequence) was best preserved in the transgressive/regressive depositional/erosional cycle. We then trimmed the computer-generated isopach maps to match the extent of each megasequence shown by the basal lithology maps. 

Furthermore, our methods employed the identification of megasequence boundaries within each stratigraphic column. These were correlated across each continent and again, globally. We also utilized catastrophic plate tectonics as our mechanism for this model as discussed below. 

Finally, we used an exegetical study of Genesis 7 to match Days 1, 40 and 150 to the stratigraphic and fossil data (Johnson and Clarey 2021).


III. MÉTODOS

Quase 3000 colunas estratigráficas foram compiladas a partir de centenas de artigos publicados e dados disponíveis de poços de petróleo, seções medidas, seções transversais e dados sísmicos de todas as principais bacias e elevações na América do Norte e do Sul, Europa, África e Ásia. Dentro de cada coluna, identificamos o tipo de rocha e os intervalos estratigráficos da megassequência

As rochas fossilíferas do Fanerozoico são divididas em seis pacotes de sedimentação com base no conceito de “megassequências” de Sloss (1963). Também registramos uma sétima “megassequência”, chamada Pré-Sauk. Não a incorporamos ao presente artigo, pois é necessária muito mais pesquisa para determinar a quantidade derivada dos primeiros momentos do Dilúvio versus a quantidade derivada do período pré-diluviano.

Inserimos dados litológicos detalhados, limites de megassequências e coordenadas de latitude e longitude no RockWorks, um programa de software comercial para dados geológicos, disponível na RockWare, Inc., Golden, CO, EUA. A Figura 2 é um exemplo de coluna estratigráfica mostrando os 16 tipos de litologia que foram usados ​​para classificação e as sequências. As profundidades mostradas em todos os diagramas estão em metros.

Um programa gráfico no RockWorks nos permitiu gerar mapas isopácos (de espessura) para cada megassequência e registrar a litologia basal em cada megassequência. Assumimos que a unidade litológica basal (tipo de rocha de base em cada megassequência) foi melhor preservada no ciclo deposicional/erosivo transgressivo/regressivo. Em seguida, recortamos os mapas isopácos gerados por computador para corresponder à extensão de cada megassequência mostrada pelos mapas de litologia basal.

Além disso, nossos métodos empregaram a identificação de limites de megassequências dentro de cada coluna estratigráfica. Estes foram correlacionados em cada continente e, novamente, globalmente. Também utilizamos a tectônica de placas catastrófica como nosso mecanismo para este modelo, conforme discutido abaixo.

Finalmente, usamos um estudo exegético de Gênesis 7 para relacionar os Dias 1, 40 e 150 aos dados estratigráficos e fósseis (Johnson e Clarey 2021).



A. Why Use Megasequences for Stratigraphic Correlations?

Conventional geologists have divided much of the Phanerozoic rock  record into six packages or sequences of deposition (Dapples et al. 1948; Sloss 1963). Each sequence was defined as a discrete package of sedimentary rock bounded top and bottom by inter-regional unconformity surfaces across the North American craton (Sloss 1963). 

Oil and gas geologists working for Exxon further advanced the concept of sequences to include identifiable patterns on seismic data, creating seismic stratigraphy in the process (Payton 1977). 
Mitchum (1977) further defined each sequence as a stratigraphic unit of relatively conformable; genetically-related strata bounded top and bottom by unconformity surfaces.

Sequences supersede and include multiple geologic systems, and in many instances, can be recognized by their bounding erosional surfaces and sudden changes in rock type, independent of fossil content. Sequences record the sedimentology of the Flood, while fossils record what flora and fauna were buried within each sequence. 

They differ from the standard geologic time scale in that they are not solely based on changes of fossil content as are the Eras, Periods and Epochs. 

Terminology associated with sequence stratigraphy has ballooned in the past decades, causing some to use the term ‘megasequence’ for the most prominent regional unconformities (Hubbard 1988). Haq et al. (1988) then used the term ‘megasequence’ to designate their First Order sequences, or their largest scale sequences, equivalent to Sloss sequences. Other secular and creation scientists have followed, using the term ‘megasequence’ to describe rock-stratigraphic units traceable over vast areas bounded by unconformities (or their correlative conformities) (Davison 1995; McDonough et al. 2013; Reijers 2011; Thomson and Underhill 1999).  

Hereafter, the term ‘megasequences’ will be used to designate the six, Sloss-defined sequences. 
Although Sloss (1963) initially defined his megasequences across only the interior of North America, oil industry geologists quickly extended these megasequence boundaries to the offshore regions surrounding North America and to adjacent continents using well logs, seismic data and outcrops (Soares et al. 1978; Hubbard 1988) (Fig. 3). 

Using these data, oil industry geologists have tracked the megasequence boundaries from the craton to the ocean shelves on the basis of distinctive seismic reflection patterns (many due to abrupt truncations) as well as lithologic changes (xenoconformities, Halverson 2017) in oil well bores (using downhole well logs, biostratigraphic data and cores) (Hubbard 1988; Van Wagoner et al. 1990). 

These same Sloss-megasequence boundaries were correlated to at least three other continents based on seismic data and oil well drilling results (Sloss 1972; Soares et al. 1978; Hubbard 1988; Van Wagoner et al. 1990). 

In fact, very similar megasequence boundaries were identified and correlated to erosional events in North America, the Russian Platform, and Brazil (Soares et al. 1978) (Fig. 3).

Although megasequences are the primary method used for this global stratigraphic study, we do acknowledge that there is validity to the global geologic column (Clarey and Werner 2018a). And we assume system names like Neogene and Cretaceous refer to specific intervals of deposition that occurred during the year-long Flood event. These names are also used in our paper to identify specific intervals within some of the megasequences. Acceptance of the validity of the geologic column does not mean we advocate for deep time nor acceptance of the geologic timescale so commonly used in conventional geology.


A. Por que usar megassequências para correlações estratigráficas?

Geólogos convencionais dividiram grande parte do registro rochoso fanerozoico em seis pacotes ou sequências de deposição (Dapples et al., 1948; Sloss, 1963). Cada sequência foi definida como um pacote discreto de rocha sedimentar, limitado superior e inferiormente por superfícies de inconformidade inter-regionais ao longo do cráton norte-americano (Sloss, 1963). Geólogos de petróleo e gás que trabalhavam para a Exxon aprimoraram ainda mais o conceito de sequências para incluir padrões identificáveis ​​em dados sísmicos, criando, no processo, a estratigrafia sísmica (Payton, 1977).

Mitchum (1977) definiu ainda mais cada sequência como uma unidade estratigráfica de estratos relativamente concordantes e geneticamente relacionados, limitados superior e inferiormente por superfícies de inconformidade.

As sequências substituem e incluem múltiplos sistemas geológicos e, em muitos casos, podem ser reconhecidas por suas superfícies erosivas delimitadoras e mudanças repentinas no tipo de rocha, independentemente do conteúdo fóssil.
As sequências registram a sedimentologia do Dilúvio, enquanto os fósseis registram qual flora e fauna foram enterradas em cada sequência.

Elas diferem da escala de tempo geológico padrão, pois não são baseadas exclusivamente em mudanças no conteúdo fóssil, como as Eras, Períodos e Épocas.

A terminologia associada à estratigrafia de sequências se expandiu nas últimas décadas, levando alguns a usar o termo "megassequência" para as discordâncias regionais mais proeminentes (Hubbard 1988). Haq et al. (1988) então usaram o termo "megassequência" para designar suas sequências de Primeira Ordem, ou suas sequências de maior escala, equivalentes às sequências de Sloss.

Outros cientistas seculares e criacionistas seguiram o exemplo, usando o termo ‘megassequência’ para descrever unidades estratigráficas rochosas rastreáveis ​​em vastas áreas delimitadas por discordâncias (ou suas conformidades correlativas) (Davison 1995; McDonough et al. 2013; Reijers 2011; Thomson e Underhill 1999). Doravante, o termo ‘megassequências’ será usado para designar as seis sequências definidas por Sloss.

Embora Sloss (1963) tenha inicialmente definido suas megassequências apenas no interior da América do Norte, geólogos da indústria petrolífera rapidamente estenderam esses limites de megassequência para as regiões offshore ao redor da América do Norte e para os continentes adjacentes usando perfis de poços, dados sísmicos e afloramentos (Soares et al. 1978; Hubbard 1988) (Fig. 3). Utilizando esses dados, geólogos da indústria petrolífera rastrearam os limites da megassequência do cráton até as plataformas oceânicas com base em padrões distintos de reflexão sísmica (muitos devido a truncamentos abruptos), bem como mudanças litológicas (xenoconformidades, Halverson 2017) em perfurações de poços de petróleo (usando perfis de poço, dados bioestratigráficos e testemunhos) (Hubbard 1988; Van Wagoner et al. 1990). 

Esses mesmos limites da megassequência de Sloss foram correlacionados a pelo menos três outros continentes com base em dados sísmicos e resultados de perfuração de poços de petróleo (Sloss 1972; Soares et al. 1978; Hubbard 1988; Van Wagoner et al. 1990). De fato, limites de megassequências muito semelhantes foram identificados e correlacionados a eventos erosivos na América do Norte, na Plataforma Russa e no Brasil (Soares et al. 1978) (Fig. 3).

Embora as megassequências sejam o principal método utilizado para este estudo estratigráfico global, reconhecemos a validade da coluna geológica global (Clarey e Werner 2018a). E assumimos que nomes de sistemas como Neógeno e Cretáceo se referem a intervalos específicos de deposição que ocorreram durante o evento de inundação de um ano.

Esses nomes também são usados ​​em nosso artigo para identificar intervalos específicos dentro de algumas das megassequências. 

A aceitação da validade da coluna geológica não significa que defendemos o tempo profundo nem a aceitação da escala de tempo geológico tão comumente usada na geologia convencional.



B. Why Catastrophic Plate Tectonics as the Mechanism?

When Henry Morris co-authored The Genesis Flood (Whitcomb and Morris 1961) in the late 1950s, the theory of plate tectonics was not yet conceived. And Alfred Wegener’s continental drift was still scoffed at by most geologists. It was not until the late 1960s and into the 1970s before most conventional geologists began accepting plate tectonics. It ultimately revolutionized the science of geology. 

In 1994, creation geoscientists recognizing the evidence for runaway subduction (Baumgardner, 1986; 1994) proposed a new version of plate tectonics, known as catastrophic plate tectonics, where the tectonic plates moved several meters per second during the Flood year (Austin et al. 1994). And Henry’s son, John Morris, did incorporate catastrophic plate tectonics into his book The Global Flood (Morris 
2012). In fact, John’s book was the follow-up book to The Genesis Flood that Henry wanted his son to write.

In our progressive Flood model, we employ catastrophic plate tectonics (CPT) as the primary mechanism for the Flood. Plate tectonics is not an evolutionary theory as it is based on real rock and geophysical data (Clarey 2016). But like all things in the evolutionary world, it is twisted to fit a deep time paradigm within the conventional geological community. 

Plate tectonics theory remains the best explanation for the systematic differences in volcanoes globally because it offers a scientific reason for their differences in magma chemistry (Clarey 2019a). Maps of current earthquake epicenters can be used to define the boundaries of most of the plates. It also explains the location of many of the world’s largest and deepest earthquakes. Further support for these plate boundaries is shown by the curvilinear chains of volcanoes found along the edge of the Pacific plate, associated with the Pacific Ocean’s Ring of Fire. In addition, many of the major mountain ranges of the world also follow the edges of active plate boundaries, such as the Andes and Himalayas. These long, linear chains of mountains run parallel and in close proximity to many convergent-style plate boundaries.

Other proposed Flood models cannot account for the chemical and mineralogical differences in the magmas at convergent boundaries, like Mount St. Helens, and those that form elsewhere, like the less explosive and silica-poor Hawaiian-type magmas. 

Plate tectonics provides a reason for these systemic magma differences that other explanations cannot. That may be why so many creation geologists accept plate tectonics, or better, catastrophic plate tectonics. No theory or hypothesis, other than plate tectonics, can explain so many global geological observations. 

However, plate tectonics cannot explain everything. There are still unresolved issues. For example, plate tectonics can only explain the creation of new oceanic lithosphere and the complete destruction of older (pre-Flood) oceanic lithosphere. Plate tectonics does not explain the origin of massive amounts of continental crust, such as the supercontinent Pangaea. Day 3 of Creation Week is still the best explanation for the origin of the continents.

In stark contrast to today’s plate rates of a few centimeters per year, many Flood geoscientists think the plates moved much more rapidly during the Flood event, at rates of meters per second. Complex computer models by John Baumgardner (1986; 1990; 1994a; 1994b; 2003) have shown that this type of movement is possible and that catastrophic plate tectonics is the likely cause of the world’s continents separating from their pre-Flood configuration. His discoveries led to a completely new perspective on the mechanics of the Flood, now called catastrophic plate tectonics (CPT).

Baumgardner (1986) was the first to suggest runaway subduction as a key mechanism responsible for the great Flood. He pointed out that the pre-Flood seafloor is entirely missing from the Earth’s surface today and mist have been subducted during the year-long event and rapidly replaced with today’s young igneous ocean crust. 

He explains:
That no pre-Mesozoic ocean floor currently exists means that the entire pre-Flood oceanic lithosphere has been recycled into the mantle since the beginning of the Flood just a few thousand years ago (Baumgardner, 1986, p.8) and in regard to the fate of the pre-Flood seafloor, there is strong observational support in global seismic tomography models for cold, dense material near the base of the lower mantle in a belt surrounding the present Pacific Ocean. 

Such a spatial pattern is consistent with subduction of large areas of seafloor at the edges of a continent configuration commonly known as Pangea (Baumgardner 1994a, p. 63).




B. Por que a Tectônica de Placas Catastrófica como Mecanismo?

Quando Henry Morris foi coautor de O Dilúvio do Gênesis (Whitcomb e Morris, 1961) no final da década de 1950, a teoria da tectônica de placas ainda não havia sido concebida. E a deriva continental de Alfred Wegener ainda era ridicularizada pela maioria dos geólogos. Foi somente no final da década de 1960 e na década de 1970 que a maioria dos geólogos convencionais começou a aceitar a tectônica de placas. Ela acabou revolucionando a ciência da geologia.

Em 1994, geocientistas criacionistas, reconhecendo as evidências de subducção descontrolada (Baumgardner, 1986; 1994), propuseram uma nova versão da tectônica de placas, conhecida como tectônica de placas catastrófica, onde as placas tectônicas se moviam vários metros por segundo durante o ano do Dilúvio (Austin et al., 1994). E o filho de Henry, John Morris, incorporou a tectônica de placas catastrófica em seu livro The Global Flood (Morris 2012). Na verdade, o livro de John foi a continuação de The Genesis Flood, que Henry queria que seu filho escrevesse.

Em nosso modelo progressivo do Dilúvio, empregamos a tectônica de placas catastrófica (TPC) como o principal mecanismo para o Dilúvio. A tectônica de placas não é uma teoria evolucionista, pois se baseia em rochas reais e dados geofísicos (Clarey 2016). Mas, como tudo no mundo evolucionista, ela é distorcida para se encaixar em um paradigma de tempo profundo dentro da comunidade geológica convencional.

A teoria da tectônica de placas continua sendo a melhor explicação para as diferenças sistemáticas nos vulcões em todo o mundo, porque oferece uma razão científica para suas diferenças na química do magma (Clarey 2019a). Mapas dos epicentros de terremotos atuais podem ser usados ​​para definir os limites da maioria das placas. Isso também explica a localização de muitos dos maiores e mais profundos terremotos do mundo. Outro indício da existência desses limites de placas tectônicas é a presença de cadeias curvilíneas de vulcões ao longo da borda da placa do Pacífico, associadas ao Anel de Fogo do Pacífico.
Além disso, muitas das principais cadeias de montanhas do mundo também seguem as bordas de limites de placas tectônicas ativos, como os Andes e o Himalaia. Essas longas cadeias lineares de montanhas correm paralelas e em estreita proximidade com muitos limites de placas convergentes.

Outros modelos propostos para o Dilúvio não conseguem explicar as diferenças químicas e mineralógicas nos magmas em limites convergentes, como o Monte Santa Helena, e aqueles que se formam em outros lugares, como os magmas menos explosivos e pobres em sílica do tipo havaiano. A tectônica de placas fornece uma razão para essas diferenças sistêmicas de magma que outras explicações não conseguem. Isso pode ser o motivo pelo qual tantos geólogos criacionistas aceitam a tectônica de placas, ou melhor, a tectônica de placas catastrófica. Nenhuma teoria ou hipótese, além da tectônica de placas, pode explicar tantas observações geológicas globais.

No entanto, a tectônica de placas não explica tudo. Ainda existem questões não resolvidas. Por exemplo, a tectônica de placas só pode explicar a criação de nova litosfera oceânica e a destruição completa da litosfera oceânica mais antiga (pré-diluviana). A tectônica de placas não explica a origem de grandes quantidades de crosta continental, como o supercontinente Pangeia. O terceiro dia da Semana da Criação ainda é a melhor explicação para a origem dos continentes.

Em nítido contraste com as taxas de movimento das placas atuais, de alguns centímetros por ano, muitos geocientistas que estudam o Dilúvio acreditam que as placas se moveram muito mais rapidamente durante o evento do Dilúvio, a taxas de metros por segundo. 

Modelos computacionais complexos de John Baumgardner (1986; 1990; 1994a; 1994b; 2003) mostraram que esse tipo de movimento é possível e que a tectônica de placas catastrófica é a causa provável da separação dos continentes do mundo de sua configuração pré-diluviana. Suas descobertas levaram a uma perspectiva completamente nova sobre a mecânica do Dilúvio, agora chamada de tectônica de placas catastrófica (TPC).

Baumgardner (1986) foi o primeiro a sugerir a subducção descontrolada como um mecanismo chave responsável pelo grande Dilúvio. Ele apontou que o fundo oceânico pré-diluviano está completamente ausente da superfície da Terra atualmente e que parte dele foi subduzida durante o evento que durou um ano e rapidamente substituída pela crosta oceânica ígnea jovem de hoje.

Ele explica:
O fato de não existir atualmente um fundo oceânico pré-mesozoico significa que toda a litosfera oceânica pré-diluviana foi reciclada para o manto desde o início do Dilúvio, há apenas alguns milhares de anos (Baumgardner, 1986, p. 8).

E em relação ao destino do fundo oceânico pré-diluviano, há forte suporte observacional em modelos globais de tomografia sísmica para material frio e denso próximo à base do manto inferior em uma faixa que circunda o atual Oceano Pacífico. Tal padrão espacial é consistente com a subducção de grandes áreas do fundo do mar nas bordas de uma configuração continental comumente conhecida como Pangeia (Baumgardner 1994a, p. 63).



This suggests that during the Flood, cold plates (original ocean lithosphere) were rapidly pulled down into the mantle, causing a thermal frictional envelope to develop around them by reducing viscosity (fluid-like thickness) in the mantle and “results in a sinking rate orders of magnitude higher than would occur otherwise.” 

(Baumgardner 1994a, p. 64).  

Baumgardner found that once the older, colder, originally created oceanic crust and lithosphere began to subduct, it would speed up and drop into the less-dense hot mantle like a fishing weight in water. He referred to this as runaway subduction. He suggested rates of movement of meters per second, not centimeters per year as secular scientists like to suggest.

Baumgardner, keenly aware that the lab experiments had shown that stress, in addition to temperature, plays a crucial role in the strength of rock in the mantle, had by 2003 been able to improve his numerical techniques to the point of actually modeling the runaway phenomenon in an accurate manner, including the effects of stress weakening (Baumgardner 2003).  

The astonishing discovery of those numerical experiments was that, when runaway begins adjacent to a subducting slab, the weakened zone spreads to encompass the entire mantle, causing the flow speeds to increase by many orders of magnitude throughout the mantle, not merely within the envelopes immediately surrounding the sinking plates (Baumgardner 2003, his figure 2).

Evolutionary geologists reject the idea of runaway subduction. 

They insist that the plates have always moved at today’s slow rates, employing their philosophy of uniformitarianism. It’s not that they have found any mistakes in Baumgardner’s math—on the contrary, 
his math is correct—or in his computer models, they just flat out don’t believe it. So, they ignore his results and his powerful computer model and his math. 

They refuse to consider the validity of runaway subduction because it suggests a global catastrophe like the one described in the Bible. 

Empirical data, independent of the chronostratigraphic timescale, demonstrate that the modern ocean lithosphere was completely created new in conveyor belt fashion at the ridges during the Flood, causing systematic spreading in both directions. In the 1950s and 1960s, geologists discovered that the ocean crust is very young compared to many of the rocks on the continents (Fig. 4). 

In fact, the oldest ocean crust only goes back to the Jurassic and Triassic system, a point about midway through the Flood (Absaroka megasequence). Recall that at every ocean ridge, the crust gets systematically older in both directions. Although evolutionary ocean floor maps claim ages in millions of years, they do seem to be correct in a relative sense (Baumgardner 2012; Humphreys 2000; Snelling 2010a). 

In addition, a tremendous amount of data affirms seafloor spreading independent of absolute dating methods.

Consider a few examples. First, the temperatures recorded from wells drilled in the ocean crust and the heat flow measured near the ocean ridges show a systematic pattern of cooling with distance from the ridges in both directions. Sclater and Francheteau (1970) originally defined a relationship between heat flow and distance from the ocean ridge that still holds true today. 

This is why the ocean ridges are elevated above the surrounding deep ocean basins. This empirical data set is not dependent on any dating methods, absolute or relative. 

And the ubiquitous nature of ocean ridges in every ocean suggests a common origin for all of the ocean crust (lithosphere). The creation of new ocean lithosphere at the ridges is exactly what Harry Hess (1962) proposed.

Second, magnetic reversal stripe patterns show a well-defined symmetry on each side of the ocean ridges, supporting simultaneous seafloor spreading outward in both directions from the ridges. 

The patterns initially observed by Heirtzler et al. (1966) for the ridge southwest of Iceland show a near-perfect symmetry for 200 kilometers in both directions about the ridge. The raw, magnetic anomalies are based only on distance from the ridges and not on the evolutionary ages of the rocks. 

The same relative patterns are found in every ocean also. Besides seafloor spreading, what other mechanism can explain these symmetrical magnetic patterns?

Third, seismic tomography data strongly suggest runaway subduction occurred recently (Fig. 5). The internal images of the mantle (tomography) show clear oceanic lithosphere descending 700 km and more beneath ocean trenches and into the mantle rocks.


Isso sugere que, durante o Dilúvio, placas frias (litosfera oceânica original) foram rapidamente puxadas para o manto, causando o desenvolvimento de um envelope térmico friccional ao seu redor, reduzindo a viscosidade (espessura semelhante a um fluido) no manto e "resultando em uma taxa de afundamento ordens de magnitude maior do que ocorreria de outra forma".

(Baumgardner 1994a, p. 64). Baumgardner descobriu que, uma vez que a crosta e a litosfera oceânicas mais antigas, mais frias e originalmente criadas começassem a sofrer subducção, elas acelerariam e afundariam no manto quente menos denso como um peso de pesca na água. Ele se referiu a isso como subducção descontrolada. Ele sugeriu taxas de movimento de metros por segundo, e não centímetros por ano, como os cientistas seculares gostam de sugerir.

Baumgardner, plenamente consciente de que os experimentos de laboratório haviam demonstrado que a tensão, além da temperatura, desempenha um papel crucial na resistência das rochas no manto, conseguiu, em 2003, aprimorar suas técnicas numéricas a ponto de modelar o fenômeno da subducção descontrolada de maneira precisa, incluindo os efeitos do enfraquecimento por tensão (Baumgardner 2003). A descoberta surpreendente desses experimentos numéricos foi que, quando a subducção descontrolada começa adjacente a uma placa subductada, a zona enfraquecida se espalha para abranger todo o manto, fazendo com que as velocidades de fluxo aumentem em muitas ordens de magnitude em todo o manto, e não apenas dentro dos envoltórios que circundam imediatamente as placas em afundamento (Baumgardner 2003, sua figura 2).

Geólogos evolucionistas rejeitam a ideia de subducção descontrolada.

Eles insistem que as placas sempre se moveram nas taxas lentas de hoje, empregando sua filosofia de uniformitarismo. Não é que eles tenham encontrado algum erro nos cálculos de Baumgardner — pelo contrário, seus cálculos estão corretos — ou em seus modelos computacionais, eles simplesmente não acreditam nisso. Então, eles ignoram seus resultados, seu poderoso modelo computacional e seus cálculos. Eles se recusam a considerar a validade da subducção descontrolada porque isso sugere uma catástrofe global como a descrita na Bíblia.

Dados empíricos, independentes da escala cronoestratigráfica, demonstram que a litosfera oceânica moderna foi completamente criada em um processo semelhante ao de uma esteira rolante nas dorsais durante o Dilúvio, causando uma expansão sistemática em ambas as direções. Nas décadas de 1950 e 1960, geólogos descobriram que a crosta oceânica é muito jovem em comparação com muitas das rochas nos continentes (Fig. 4). De fato, a crosta oceânica mais antiga remonta apenas ao sistema Jurássico e Triássico, um ponto aproximadamente na metade do Dilúvio (megassequência Absaroka).

Lembre-se de que, em cada dorsal oceânica, a crosta se torna sistematicamente mais antiga em ambas as direções. Embora os mapas evolutivos do fundo oceânico apresentem idades em milhões de anos, eles parecem estar corretos em um sentido relativo (Baumgardner 2012; Humphreys 2000; Snelling 2010a). 

Além disso, uma enorme quantidade de dados confirma a expansão do fundo oceânico independentemente de métodos de datação absoluta.

Considere alguns exemplos. Primeiro, as temperaturas registradas em poços perfurados na crosta oceânica e o fluxo de calor medido perto das dorsais oceânicas mostram um padrão sistemático de resfriamento com a distância das dorsais em ambas as direções. Sclater e Francheteau (1970) definiram originalmente uma relação entre o fluxo de calor e a distância da dorsal oceânica que ainda se mantém válida hoje. É por isso que as dorsais oceânicas são elevadas acima das bacias oceânicas profundas circundantes. Este conjunto de dados empíricos não depende de nenhum método de datação, absoluto ou relativo.

E a natureza ubíqua das dorsais oceânicas em todos os oceanos sugere uma origem comum para toda a crosta oceânica (litosfera). A criação de nova litosfera oceânica nas dorsais é exatamente o que Harry Hess (1962) propôs.

Em segundo lugar, os padrões de faixas de reversão magnética mostram uma simetria bem definida em cada lado das dorsais oceânicas, corroborando a expansão simultânea do fundo oceânico em ambas as direções a partir das dorsais.

Os padrões inicialmente observados por Heirtzler et al. (1966) para a dorsal a sudoeste da Islândia mostram uma simetria quase perfeita por 200 quilômetros em ambas as direções ao redor da dorsal. As anomalias magnéticas brutas são baseadas apenas na distância das dorsais e não nas idades evolutivas das rochas. Os mesmos padrões relativos são encontrados em todos os oceanos também. Além da expansão do fundo oceânico, que outro mecanismo pode explicar esses padrões magnéticos simétricos?

Em terceiro lugar, os dados de tomografia sísmica sugerem fortemente que uma subducção descontrolada ocorreu recentemente (Fig. 5). As imagens internas do manto (tomografia) mostram claramente a litosfera oceânica descendo 700 km ou mais abaixo das fossas oceânicas e para dentro das rochas do manto.



Figura 2. Exemplo de coluna estratigráfica da Bacia de Michigan, EUA, mostrando os tipos de rocha (litologia) usados ​​para classificação e os limites da megassequência, incluindo um intervalo pré-Sauk.





Figura 3. Correlação publicada de limites de megasequências da América do Norte, da Plataforma Russa da Europa e da América do Sul (Sloss 1972; Soares et al. 1978)



Figura 4. Mapa da idade do fundo marinho mostrando uniformitari e idades absolutas (Domínio público,
fonte NOAA). Vermelho, laranja e amarelo mostram o fundo marinho criado durante a megassequência Tejas (Cenozoico), em ordem crescente de idade.

Verde e azul mostram o fundo marinho mais antigo de Zuni e Absaroka, em ordem crescente de idade. Não existe fundo marinho mais antigo que Absaroka.




Figura 5. Tomografia sísmica através da fossa de Tonga (segundo Zhao et al. 1997). A cor azul mostra a litosfera oceânica mais fria descendo para o manto a uma profundidade de quase 700 km. Os pequenos círculos representam focos de terremotos. Crédito da imagem: Copyright © American Association for the Advancement of Science.

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(Schmandt and Lin 2014). The apparently cooler temperatures exhibited by these subducted slabs create a thermal dilemma for uniformitarian and old-earth geologists, who must demonstrate how these slabs remained cold for millions of years. Colder, subducted slabs are best explained by runaway subduction just thousands of years ago (Baumgardner 1994a; Clarey 2020). 

Fourth, correlation of oil samples from offshore eastern South America and West Africa show demonstrable chemistry similarities when the continents are reunited (Fig. 6) (Brownfield and Charpentier 2006). The matching and unique chemistry in the oil families found on opposite sides of the Atlantic Ocean can only reasonably be explained by post-depositional plate movement. The geochemical differences found in the oils from north to south along the coasts depend on the uniqueness of the source rocks themselves and not the age of the rocks. 

These data indicate similar source rocks were deposited at the same time in different locations up and down the coasts of both continents that were later separated by plate motion.

In addition, there is observable evidence within most mountain ranges for active or past subduction. Mountain chains like the Himalayan Mountains, Rocky Mountains and Appalachian Mountains contain ample evidence of past explosive volcanism, with an extrusive rock chemistry similar to the modern Cascade volcanoes.  These extinct volcanoes produced huge volumes of ash and lava which can still be mapped. Yet, these three ranges have no active stratovolcanoes today. Why? Because there is no current subduction activity beneath these mountain chains to produce the necessary magma. 

Without active subduction, there is no active volcanism. Whereas, in mountain chains where subduction is still transpiring, for example beneath the Andes Mountains and the Cascade Mountains, we find modern eruptions of stratovolcanoes. Other than CPT, no other Flood mechanism can explain why some mountains have active volcanism while other mountain ranges only have extinct volcanoes. Nor can any other mechanism explain the explosiveness and the unique silicarich chemistry of the subduction zone volcanoes in these ranges. 

Most volcanoes across the ocean basins are less explosive, basaltic magmas, like the Hawaiian Islands. Volcanoes are heavily influenced by the chemistry of the magma. And magmas are generated in different ways. We will see later that it was the special chemistry of the magmas generated at subduction zones, caused by partial melting of the subducting lithosphere, that fueled the explosive stratovolcanoes necessary to produce global cooling for the Ice Age.

Finally, real rock evidence for catastrophic plate movement and frictional melting in subduction zones has been found at plate boundaries (Clarey et al. 2013). All of these different types of evidence collectively testify of a real, global event that completely recycled the pre-Flood seafloor into the earth’s interior, creating a new world geography, separating the continents, and leaving behind billions of fossils as evidence of the catastrophic conditions that took place during the year-long biblical Flood. 


As características exibidas por essas placas subductadas criam um dilema térmico para os geólogos uniformitaristas e da Terra antiga, que precisam demonstrar como essas placas permaneceram frias por milhões de anos. Placas subductadas mais frias são melhor explicadas por uma subducção descontrolada ocorrida há apenas milhares de anos (Baumgardner 1994a; Clarey 2020).

Em quarto lugar, a correlação de amostras de petróleo da costa leste da América do Sul e da África Ocidental mostra semelhanças químicas demonstráveis ​​quando os continentes estão reunidos (Fig. 6) (Brownfield e Charpentier 2006). A correspondência e a composição química única das famílias de petróleo encontradas em lados opostos do Oceano Atlântico só podem ser razoavelmente explicadas pelo movimento das placas após a deposição. As diferenças geoquímicas encontradas nos óleos de norte a sul ao longo das costas dependem da singularidade das próprias rochas geradoras e não da idade das rochas. Esses dados indicam que rochas-fonte semelhantes foram depositadas ao mesmo tempo em diferentes locais ao longo das costas de ambos os continentes que foram posteriormente separados pelo movimento das placas.

Além disso, há evidências observáveis ​​na maioria das cadeias de montanhas de subducção ativa ou passada. Cadeias de montanhas como o Himalaia, as Montanhas Rochosas e os Montes Apalaches contêm ampla evidência de vulcanismo explosivo passado, com uma composição química de rocha extrusiva semelhante à dos vulcões modernos da Cordilheira das Cascatas. Esses vulcões extintos produziram enormes volumes de cinzas e lava que ainda podem ser mapeados. No entanto, essas três cadeias não possuem estratovulcões ativos hoje. Por quê? Porque não há atividade de subducção atual sob essas cadeias de montanhas para produzir o magma necessário.

Sem subducção ativa, não há vulcanismo ativo. Enquanto isso, em cadeias de montanhas onde a subducção ainda ocorre, por exemploSob os Andes e a Cordilheira das Cascatas, encontramos erupções modernas de estratovulcões. Além do CPT, nenhum outro mecanismo de dilúvio pode explicar por que algumas montanhas têm vulcanismo ativo enquanto outras cadeias montanhosas só têm vulcões extintos. Nem qualquer outro mecanismo pode explicar a explosividade e a química única, rica em sílica, dos vulcões da zona de subducção nessas cadeias.

A maioria dos vulcões nas bacias oceânicas são menos explosivos, com magmas basálticos, como os das Ilhas Havaianas. Os vulcões são fortemente influenciados pela química do magma. E os magmas são gerados de diferentes maneiras. Veremos mais adiante que foi a química especial dos magmas gerados nas zonas de subducção, causada pelo derretimento parcial da litosfera subductada, que alimentou os estratovulcões explosivos necessários para produzir o resfriamento global da Era do Gelo.

Finalmente, evidências reais em rochas de movimentos catastróficos de placas tectônicas e fusão por fricção em zonas de subducção foram encontradas nos limites das placas (Clarey et al. 2013). Todos esses diferentes tipos de evidências testemunham coletivamente um evento global real que reciclou completamente o fundo do mar pré-diluviano no interior da Terra, criando uma nova geografia mundial, separando os continentes e deixando para trás bilhões de fósseis como evidência das condições catastróficas que ocorreram durante o dilúvio bíblico de um ano.



IV. RESULTS

All compiled stratigraphic columns and megasequence boundaries were input by latitude and longitude into RockWorks. We created thickness and extent maps for each of the megasequences across all five of the continents from the stratigraphic columns and surface geologic maps of each continent or country (Figures 7-12). We used a modern continental configuration for easier comparison of the megasequences through the Flood year. 

We also created basal lithology (rock type) maps for teach of the megasequences. We assumed the basal layer would be the best preserved unit in each megasequences and give us the most accurate sedimentological information for the start of each new megasequence. 

Many megasequences were found to begin with a sand-rich layer at the base, but that was not always the case.

Once we had the extent and thickness maps for each megasequence across each continent, we used RockWorks to compile the total rock volume and surface area for each continent and also for each megasequence (Table 1). This included totals for the five continents combined. All rock volume data are recoded in cubic kilometers. Surface areas are reported in square kilometers.



IV. RESULTADOS

Todas as colunas estratigráficas compiladas e os limites das megassequências foram inseridos por latitude e longitude no RockWorks. Criamos mapas de espessura e extensão para cada uma das megassequências em todos os cinco continentes a partir das colunas estratigráficas e mapas geológicos de superfície de cada continente ou país (Figuras 7-12). Utilizamos uma configuração continental moderna para facilitar a comparação das megassequências ao longo do ano do Dilúvio.

Também criamos mapas de litologia basal (tipo de rocha) para cada uma das megassequências. Presumimos que a camada basal seria a unidade mais bem preservada em cada megassequência e nos forneceria as informações sedimentológicas mais precisas para o início de cada nova megassequência.

Muitas megassequências começaram com uma camada rica em areia na base, mas esse nem sempre foi o caso.
Após obtermos os mapas de extensão e espessura para cada megassequência em cada continente, utilizamos o RockWorks para compilar o volume total de rocha e a área superficial para cada continente e também para cada megassequência (Tabela 1). Isso incluiu os totais para os cinco continentes combinados. Todos os dados de volume de rocha são recodificados em quilômetros cúbicos.

As áreas superficiais são relatadas em quilômetros quadrados.


Thickness and extent maps for each of the six megasequences across the continents, and the total volumes in each megasequence, demonstrate that the earliest three megasequences exhibit the least areal extent and lowest sedimentary volume (Figs. 7-9 and Table 1). 

Subsequent megasequences (Absaroka and Zuni; Figs. 10-11), show significantly more land coverage and more sediment volume. Most 



Os mapas de espessura e extensão para cada uma das seis megassequências ao longo dos continentes, e os volumes totais em cada megassequência, demonstram que as três megassequências mais antigas apresentam a menor extensão areal e o menor volume sedimentar (Figs. 7-9 e Tabela 1).

As megassequências subsequentes (Absaroka e Zuni; Figs. 10-11) mostram uma cobertura terrestre significativamente maior e um volume sedimentar maior. A maioria dos continentes apresentam um pico máximo tanto em cobertura quanto em volume nas últimas megassequências. As diferenças podem estar relacionadas à topografia pré-diluviana (Clarey 2019b). Por esse motivo, criamos uma nova curva diagramática do nível do mar que se ajusta melhor aos dados das rochas (Fig. 13).

Também construímos um gráfico da porcentagem do volume depositado por megassequência (Fig. 14) e um gráfico da porcentagem da área total da superfície coberta por cada megassequência nos cinco continentes (Fig. 15).


Figura 6. Mapa do Atlântico Sul mostrando a correlação de famílias de petróleo entre o Brasil e a África Ocidental (Brownfield e Charpentier 2006)



Figura 7. Mapa de isopacas (espessura) e extensão da megassequência Sauk na América do Norte e do Sul, Europa, África e Ásia. Medidas em metros.


Figura 8. Mapa de isopacas (espessura) e extensão da megassequência Tippecanoe na América do Norte e do Sul, Europa, África e Ásia. Medidas em metros.




Figura 9. Mapa de isopacas (espessura) e extensão da megassequência Kaskaskia na América do Norte e do Sul, Europa, África e Ásia. Medidas em metros.





Figura 10. Mapa de isopacas (espessura) e extensão da megassequência Absaroka na América do Norte e do Sul, Europa, África e Ásia. Medidas em metros.




Figura 11. Mapa de isopacas (espessura) e extensão da megassequência Zuni na América do Norte e do Sul, Europa, África e Ásia. Medidas em metros.




Figura 12. Mapa de isopacas (espessura) e extensão da megasequência Tejas na América do Norte e do Sul, Europa, África e Ásia. Medidas em metros.




V. DISCUSSION

A. New Global Sea Level Curve Vail et al. (1977) first identified global sea level as the dominant driving mechanism for megasequence development. Megasequences are thought to have formed as sea level repetitively rose and fell, resulting in flooding of the continents up to six times in the Phanerozoic (Sloss 1963). Upper erosional boundaries were created as each new sequence eroded the top of the earlier sequence as it advanced. 

The result was the uniformitarian global sea level curve for the Phanerozoic (Fig. 1).

To construct this curve, Vail et al. (1977) and Haq et al. (1988) relied on geohistory analysis and biostratigraphic data and paleoenvironmental interpretations across selected continental margins. 
And of course, they used the uniformitarian environmental interpretations as a guide also. Their result shows the highest sea levels were reached in the Ordovician and in the Late Cretaceous. It is significant to note that Vail and Mitchum (1979) have acknowledged that their sea-level changes from the Cambrian through Early Triassic are not as well constrained as those from the Triassic upward. 

As mentioned above, their uniformitarian sea level curve is based on evolutionary, deep-time environmental interpretations of many sedimentary units. For example, most conventional geologists believe the Coconino Sandstone in the American Southwest was deposited on dry land, implying global sea level was lower during its deposition. In contrast, Whitmore et al. (2014) have demonstrated rather conclusively that the Coconino Sandstone was deposited under marine conditions. 

Therefore, sea level was likely much higher during its deposition (during the Absaroka megasequence) than what is shown on the uniformitarian sea level curve (Fig. 1).

Some critics have tried to explain this apparent progressive flooding pattern as a product of differential erosion. They assume there was more erosion of the older stratigraphic units, and correspondingly, less erosion in the upper or younger layers.  But is this really true? Or is it a merely a matter of the lack of depositional extent of the earliest megasequences? 


Snelling (2014b), discussing the paper by Holt (1996), acknowledged that there is a disproportionate amount of Cretaceous (Zuni, Fig. 11) and Tertiary (Tejas, Fig. 12) sediment preserved in the rock record 
globally, compared to earlier deposits (Sauk through Absaroka, Figs.7-10, and Table 1).  However, Snelling (2014b) reasoned that it is impossible to know how much volume of the earlier megasequences may have been eroded and possibly redeposited as Cretaceous and Tertiary strata. 

As a consequence, he reasoned that the limited amounts of Sauk, Tippecanoe and Kaskaskia strata found 
across North America were likely greatly reduced by erosion during the later phases of the Flood.
The values in Table 1 show that the Sauk, Tippecanoe and Kaskaskia megasequences consistently preserve the least total sedimentary volumes across all continents, compared to the three subsequent megasequences. 

Some of the volume data shown in Table 1 have undoubtedly been reduced by later erosion, but exactly how much is uncertain. In spite of this uncertainty, it is likely the Sauk megasequence has preserved at least a reasonable proportion of the original extent and possibly volume deposited because we see consistent patterns in the surface coverage of the Sauk, Tippecanoe and Kaskaskia megasequences on all five continents in this study (Figs.  7-9). 




V. DISCUSSÃO

A. Nova Curva Global do Nível do Mar Vail et al. (1977) identificaram pela primeira vez o nível global do mar como o principal mecanismo impulsionador do desenvolvimento de megassequências. Acredita-se que as megassequências se formaram à medida que o nível do mar subia e descia repetidamente, resultando na inundação dos continentes até seis vezes no Fanerozoico (Sloss 1963). 

Limites erosivos superiores foram criados à medida que cada nova sequência erodia o topo da sequência anterior à medida que avançava. O resultado foi a curva uniformitária global do nível do mar para o Fanerozoico (Fig. 1).

Para construir essa curva, Vail et al. (1977) e Haq et al. (1988) basearam-se em análises geohistóricas, dados bioestratigráficos e interpretações paleoambientais em margens continentais selecionadas.

E, claro, também utilizaram as interpretações ambientais uniformitaristas como guia. Seus resultados mostram que os níveis do mar mais altos foram atingidos no Ordoviciano e no Cretáceo Superior. É importante notar que Vail e Mitchum (1979) reconheceram que suas mudanças no nível do mar do Cambriano ao Triássico Inferior não são tão bem definidas quanto as do Triássico em diante.

Como mencionado acima, sua curva uniformitarista do nível do mar é baseada em interpretações ambientais evolutivas de longo prazo de muitas unidades sedimentares. Por exemplo, a maioria dos geólogos convencionais acredita que o Arenito Coconino, no sudoeste americano, foi depositado em terra seca, o que implica que o nível global do mar era mais baixo durante sua deposição. Em contraste, Whitmore et al. (2014) demonstraram de forma bastante conclusiva que o Arenito Coconino foi depositado em condições marinhas. Portanto, o nível do mar provavelmente era muito mais alto durante sua deposição (durante a megassequência Absaroka) do que o que é mostrado na curva uniformitária do nível do mar (Fig. 1).

Alguns críticos tentaram explicar esse aparente padrão de inundação progressiva como um produto da erosão diferencial. Eles presumem que houve mais erosão das unidades estratigráficas mais antigas e, correspondentemente, menos erosão nas camadas superiores ou mais jovens. Mas será que isso é realmente verdade? Ou será que é meramente uma questão da falta de extensão deposicional das primeiras megassequências?



Snelling (2014b), ao discutir o artigo de Holt (1996), reconheceu que existe uma quantidade desproporcional de sedimentos do Cretáceo (Zuni, Fig. 11) e do Terciário (Tejas, Fig. 12) preservados no registro geológico globalmente, em comparação com depósitos anteriores (Sauk a Absaroka, Figs. 7-10 e Tabela 1). No entanto, Snelling (2014b) argumentou que é impossível saber quanto volume das megassequências anteriores pode ter sido erodido e possivelmente redepositado como estratos do Cretáceo e do Terciário. Consequentemente, ele argumentou que as quantidades limitadas de estratos de Sauk, Tippecanoe e Kaskaskia encontradas em toda a América do Norte provavelmente foram bastante reduzidas pela erosão durante as fases posteriores do Dilúvio.

Os valores na Tabela 1 mostram que as megassequências de Sauk, Tippecanoe e Kaskaskia preservam consistentemente os menores volumes sedimentares totais em todos os continentes, em comparação com as três megassequências subsequentes. 

Alguns dos dados de volume mostrados na Tabela 1 foram indubitavelmente reduzidos pela erosão posterior, mas exatamente quanto é incerto. Apesar dessa incerteza, é provável que a megassequência Sauk tenha preservado pelo menos uma proporção razoável da extensão original e possivelmente do volume depositado, porque vemos padrões consistentes na cobertura superficial das megassequências Sauk, Tippecanoe e Kaskaskia em todos os cinco continentes neste estudo (Figs. 7-9).





Tabela 1. Área de superfície (km²), volume de sedimento (km³) e espessura média (km) por continente e por megassequência, incluindo os valores totais para todos os cinco continentes. Os totais de área de superfície e de espessura média são afetados pela sobreposição e/ou ausência de megassequências.




Figura 13. Modelo de Inundação Progressiva (diagramático) curva do nível do mar e gráfico de megassequências. As alterações do nível do mar mostradas são relativas, portanto, nenhuma escala é fornecida.




Admittedly, it is difficult to determine exactly how much erosion may have occurred if the material is now presumably missing. But, if there were lots of earlier erosion that reduced the volume of all pre-Absaroka strata significantly, there should still be evidence to observe. 

Each continent shows a dramatic increase in volume and areal extent in the Absaroka megasequence (Fig. 10) and even more in the Zuni and Tejas megasequences (Figs. 11-12). In fact, if we look at a graph of the percent volume by megasequence for the five continents we see that the Zuni alone has 32.6% of the global total Phanerozoic sediment volume (the Tejas has 32.5%) (Fig. 14).

Furthermore, the argument that all earlier strata were significantly reduced by erosion caused by mountain-building near the end of the Flood can be countered by several observations. First, the consistent internal stratigraphy of each megasequence testifies against significant erosion. Megasequences often start out with sandstone followed by shale and then carbonate rock.  

For example, the Sauk in North America still exhibits a complete cycle consisting of basal sandstone (Tapeats equivalent), followed by shale (Bright Angel equivalent) and topped by a carbonate (Muav equivalent). 

Vast erosion in between each megasequence cycle would have likely destroyed this systematic signature in many locations, if not totally. 

And yet we observe the complete sequence of sandstone, shale and carbonate in the Sauk megasequence across large portions of North America. 

Secondly, we do not observe significant numbers of reworked early Paleozoic fossils and mixed fossil debris in younger, Absaroka, Zuni and Tejas strata. Massive late Flood or post-Flood erosion should have transported vast amounts of fossil material and microfossils from the earlier megasequences, mixing them into younger sediments so that the fossil patterns would be less discernable in the later megasequences. This is not what is observed. 

The pattern of sudden appearance, stasis, and sudden disappearance of fossils is prevalent throughout the entire Phanerozoic sedimentological record, Sauk through Tejas (Wise 2017). Reworking significant amounts of fossils would likely have blurred this pattern.



É verdade que é difícil determinar exatamente quanta erosão pode ter ocorrido se o material agora presumivelmente desapareceu. Mas, se houve muita erosão anterior que reduziu significativamente o volume de todos os estratos pré-Absaroka, ainda deveria haver evidências para observar. Cada continente mostra um aumento drástico no volume e extensão areal na megassequência Absaroka (Fig. 10) e ainda mais nas megassequências Zuni e Tejas (Figs. 11-12). De fato, se observarmos um gráfico da porcentagem de volume por megassequência para os cinco continentes, vemos que a Zuni sozinha possui 32,6% do volume total global de sedimentos fanerozoicos (a Tejas possui 32,5%) (Fig. 14).

Além disso, o argumento de que todos os estratos anteriores foram significativamente reduzidos pela erosão causada pela formação de montanhas perto do final do Dilúvio pode ser contestado por diversas observações. Primeiramente, a estratigrafia interna consistente de cada megassequência atesta a ausência de erosão significativa. As megassequências frequentemente começam com arenito, seguido por xisto e, em seguida, rocha carbonática. Por exemplo, a megassequência Sauk, na América do Norte, ainda exibe um ciclo completo composto por arenito basal (equivalente à formação Tapeats), seguido por xisto (equivalente à formação Bright Angel) e coberto por um carbonato (equivalente à formação Muav).

Uma erosão extensa entre cada ciclo de megassequência provavelmente teria destruído essa assinatura sistemática em muitos locais, senão totalmente.

E, no entanto, observamos a sequência completa de arenito, xisto e carbonato na megassequência Sauk em grandes porções da América do Norte.

Em segundo lugar, não observamos números significativos de fósseis retrabalhados do Paleozoico inicial e detritos fósseis mistos em estratos mais jovens, como os das formações Absaroka, Zuni e Tejas. A erosão maciça do final do Dilúvio ou pós-Dilúvio deveria ter transportado vastas quantidades de material fóssil e microfósseis das megassequências anteriores, misturando-os aos sedimentos mais jovens, de modo que os padrões fósseis seriam menos discerníveis nas megassequências posteriores.

Não é isso que se observa. O padrão de súbito aparecimento, estase e súbito desaparecimento de fósseis é prevalente em todo o registro sedimentológico fanerozoico, do Sauk ao Tejas (Wise 2017). A reelaboração de quantidades significativas de fósseis provavelmente teria obscurecido esse padrão.


Third, there was a lack of Cenozoic mountain-building in Africa to erode and serve as a major source of Tejas sediment. North and South America have the Cenozoic-age Rocky Mountains and Andes Mountains, respectively. Europe has the Alps. Asia has the Himalayan Mountains and many smaller mountain chains. These uplifts served as a major sediment source for the Tejas megasequence. And yet we see the same pattern of very limited extent and small volumes of Sauk through Kaskaskia, and tremendous amounts of Zuni and Tejas, across all continents. Why does Africa show the same location of deposition for the first three megasequences if this is all the result of random late Flood/post-Flood uplift and erosion? 

Erosion should have significantly reduced the extent of earlier megasequences, leaving many small remnants of the Sauk, Tippecanoe and Kaskaskia scattered everywhere across the continents in randomly distributed patterns. We do not see a random pattern. In fact, and even more compelling, is the observation that the early megasequences are confined to nearly the same identical locations across each of the five continents, and stack uniformly one on top of the other. 

This is the general rule for all five continents. Random erosion would not leave this consistent of a megasequence pattern across five continents.

Our study also found that all megasequences thin toward the crystalline shield areas on all continents (Fig. 16). In other words, the stratigraphic units do not show evidence of massive erosion and truncation. Instead, they all thin in the direction of the now exposed shields, implying they were originally deposited thinly in these areas right from the start and are not a simple consequence of erosion. 

Figure 16 shows four stratigraphic profiles across the northern USA. 

All show dramatic thinning of the megasequences from south to north toward the Canadian Shield, in support of this interpretation.

In addition, these four profiles (Fig. 16) show the improbability that erosion by the receding water (or post-Flood) phase of the Flood could serve as an explanation for the limited amounts of Sauk, Tippecanoe and Kaskaskia we observe. Figure 16 shows that the rocks of the Absaroka and Zuni megasequences cover and protect the earlier megasequences, preventing their late Flood or post-Flood erosion. Therefore, the simple argument that late massive erosion can be used to explain the megasequence patterns we observe can be put to rest.


Em terceiro lugar, houve uma falta de formação de montanhas no Cenozoico na África para erodir e servir como uma importante fonte de sedimentos do Tejas. A América do Norte e a América do Sul têm as Montanhas Rochosas e os Andes, da era Cenozoica, respectivamente. A Europa tem os Alpes. A Ásia tem o Himalaia e muitas cadeias de montanhas menores. Esses soerguimentos serviram como uma importante fonte de sedimentos para a megassequência do Tejas. 

E, no entanto, vemos o mesmo padrão de extensão muito limitada e pequenos volumes de Sauk até Kaskaskia, e quantidades enormes de Zuni e Tejas, em todos os continentes. Por que a África mostra a mesma localização de deposição para as três primeiras megassequências se tudo isso é resultado de soerguimento e erosão aleatórios do final do Dilúvio/pós-Dilúvio? A erosão deveria ter reduzido significativamente a extensão das megassequências anteriores, deixando muitos pequenos remanescentes das formações Sauk, Tippecanoe e Kaskaskia dispersos por todos os continentes em padrões distribuídos aleatoriamente.

Não observamos um padrão aleatório. Na verdade, e ainda mais convincente, é a observação de que as megassequências iniciais estão confinadas a locais quase idênticos em cada um dos cinco continentes e se empilham uniformemente umas sobre as outras. Esta é a regra geral para todos os cinco continentes. A erosão aleatória não deixaria um padrão de megassequência tão consistente em cinco continentes.

Nosso estudo também descobriu que todas as megassequências diminuem de espessura em direção às áreas do escudo cristalino em todos os continentes (Fig. 16). Em outras palavras, as unidades estratigráficas não mostram evidências de erosão maciça e truncamento. Em vez disso, todas elas se tornam mais finas na direção dos escudos agora expostos, o que implica que foram originalmente depositadas em camadas finas nessas áreas desde o início e não são uma simples consequência da erosão.

A Figura 16 mostra quatro perfis estratigráficos no norte dos EUA.
Todos mostram um afinamento drástico das megassequências de sul para norte em direção ao Escudo Canadense, corroborando essa interpretação.

Além disso, esses quatro perfis (Fig. 16) mostram a improbabilidade de que a erosão pela fase de recuo das águas (ou pós-dilúvio) do Dilúvio possa servir como explicação para as quantidades limitadas de Sauk, Tippecanoe e Kaskaskia que observamos. A Figura 16 mostra que as rochas das megassequências Absaroka e Zuni cobrem e protegem as megassequências anteriores, impedindo sua erosão tardia ou pós-dilúvio. Portanto, o argumento simplista de que a erosão maciça tardia pode ser usada para explicar os padrões de megassequências que observamos
pode ser descartado.




Figura 14. Gráfico da porcentagem do volume de sedimentos para cada megassequência. Os valores representam os totais para todos os cinco continentes.


Figura 15. Gráfico da porcentagem da área total da superfície coberta por cada megassequência. Os valores representam os totais para cinco continentes.




B. Starting Configuration: Pangaea

Before we present our progressive Flood model, we have to establish the most likely pre-Flood continental configuration. There are several competing ideas, but most Flood geologists accept either a Pangaea like configuration (Baumgardner 2018; Clarey and Werner 2018b) or a Rodinia configuration (Snelling 2014a). In the latter view, the pre Flood world started as Rodinia and morphed into Pangaea midway through the Flood, and eventually broke apart again to the present continental configuration. Conventional geologists have interpreted several pre-Pangaea supercontinents, including Gondwana (involving mostly the southern continents) and before that Rodinia. 

Gondwana is the so called transitional continental configuration between Pangaea and Rodinia. Pangaea is claimed to have formed about 350 million years ago, Gondwana about 500 million years ago, and Rodinia about 900 million years ago, according to evolutionary dates (Campbell and Allen 2008). In our earlier research on the pre-Flood continental configuration, we chose a slightly modified Pangaea because it has the most geological evidence supporting it, including the best fit of the current continents (Clarey and Werner, 2018b). We placed a narrow sea (300-500 km) between North America and Africa/Europe, allowing for limited plate subduction, an early Flood closure of the pre-Atlantic, and the formation of the Appalachian/Caledonian Mountains (Fig. 17). The width of this pre-Atlantic is based on subducted plate remnants that diminish beneath the Appalachians below 300 km, supporting this narrow-sea interpretation (Schmandt and Lin 2014). But the question about which pre-Flood configuration remains open. Is it Rodinia or Pangaea?


B. Configuração Inicial: Pangeia

Antes de apresentarmos nosso modelo progressivo do Dilúvio, precisamos estabelecer a configuração continental pré-diluviana mais provável. Existem várias ideias concorrentes, mas a maioria dos geólogos do Dilúvio aceita uma configuração semelhante à da Pangeia (Baumgardner 2018; Clarey e Werner 2018b) ou uma configuração semelhante à da Rodínia (Snelling 2014a). 

Nesta última visão, o mundo pré-diluviano começou como Rodínia e se transformou em Pangeia no meio do Dilúvio, e eventualmente se fragmentou novamente na configuração continental atual. Geólogos convencionais interpretaram vários supercontinentes pré-Pangeia, incluindo Gondwana (envolvendo principalmente os continentes do sul) e, antes disso, Rodínia. Gondwana é a chamada configuração continental de transição entre Pangeia e Rodínia. Acredita-se que a Pangeia tenha se formado há cerca de 350 milhões de anos, Gondwana há cerca de 500 milhões de anos e Rodínia há cerca de 900 milhões de anos, de acordo com datas evolutivas (Campbell e Allen, 2008). 

Em nossa pesquisa anterior sobre a configuração continental pré-diluviana, escolhemos uma Pangeia ligeiramente modificada por apresentar o maior número de evidências geológicas que a sustentam, incluindo o melhor encaixe dos continentes atuais (Clarey e Werner, 2018b). Posicionamos um mar estreito (300-500 km) entre a América do Norte e a África/Europa, permitindo subducção de placas limitada, um fechamento precoce do pré-Atlântico durante o Dilúvio e a formação das Montanhas Apalaches/Caledonianas (Fig. 17). 

A largura desse pré-Atlântico é baseada em remanescentes de placas subductadas que diminuem abaixo dos Apalaches, abaixo de 300 km, corroborando essa interpretação de mar estreito (Schmandt e Lin, 2014). Mas a questão sobre qual configuração pré-diluviana era permanece em aberto. Seria Rodínia ou Pangeia?





Figura 16. Seções estratigráficas transversais da América do Norte mostrando o afinamento das megassequências em direção ao Escudo Canadense (Clarey 2020).



We have recently mapped out the extent of a massive amount of Precambrian salt-rich rocks in the Middle East, Pakistan and India (Clarey and Werner 2020) (Fig. 18). These various salt-rich units have been conventionally dated as Neoproterozoic, falling in the evolutionary age range of 540-950 million years old (Kadri 1995; Hughes et al. 2019). 

The Salt Range Formation has been described as a mass of unstratified halite with occasional thin dolomite beds, capped by both gypsum and anhydrite (Kadri 1995). Thicknesses of these various formations have been found to vary between 1800 / 3000 meters, including the non-halite units (Kadri 1995).

Finding thick salt-rich layers in rocks prior to the Cambrian is rather unusual. They may be sourced from the bursting of the fountains of the great deep in Genesis 7:11, but more research is needed. Regardless, the Precambrian salt-rich rocks are claimed by evolutionary geologists to be approximately the same age as Rodinia. 

Therefore, we used their extent to test the validity of the Rodinia reconstruction. 

Figure 18 shows the modern extent and thicknesses of the salt-rich layers across the Middle East and southern Asia. These deposits are the source of the so-called ‘Himalayan sea salt’ mined today. Figure 19 shows the reconstructed salt-rich formations in a configuration similar to Pangaea. Figure 20 shows the approximate locations of these same salt deposits in a Rodinia reconstruction. It seems quite clear that the Pangaean reconstruction is the better fit (Fig. 19). 

This places the salt-rich rocks in the same approximate location spanning the northeastern Saudi Arabian Peninsula and the subcontinent of India.  Unfortunately, Gondwana and Pangaea are very similar in the Southern Hemisphere, so it is difficult to differentiate the two. 

Nonetheless, they are both good matches for the Precambrian salt rich units in the Middle East, Pakistan and India.


Mapeamos recentemente a extensão de uma enorme quantidade de rochas pré-cambrianas ricas em sal no Oriente Médio, Paquistão e Índia (Clarey e Werner 2020) (Fig. 18). Essas várias unidades ricas em sal foram convencionalmente datadas como neoproterozoicas, situando-se na faixa etária evolutiva de 540 a 950 milhões de anos (Kadri 1995; Hughes et al. 2019). A Formação Salt Range foi descrita como uma massa de halita não estratificada com ocasionais camadas finas de dolomita, cobertas por gesso e anidrita (Kadri 1995). Espessuras Essas diversas formações apresentam espessuras que variam entre 1800 e 3000 metros, incluindo as unidades não-halíticas (Kadri 1995).

Encontrar espessas camadas ricas em sal em rochas anteriores ao Cambriano é bastante incomum. Elas podem ter origem na erupção das fontes do grande abismo em Gênesis 7:11, mas mais pesquisas são necessárias. Independentemente disso, os geólogos evolucionistas afirmam que as rochas ricas em sal do Pré-Cambriano têm aproximadamente a mesma idade da Rodínia.

Portanto, usamos sua extensão para testar a validade da reconstrução da Rodínia.

A Figura 18 mostra a extensão e a espessura atuais das camadas ricas em sal no Oriente Médio e no sul da Ásia. Esses depósitos são a fonte do chamado "sal marinho do Himalaia" extraído atualmente.

A Figura 19 mostra as formações ricas em sal reconstruídas em uma configuração semelhante à Pangeia. A Figura 20 mostra as localizações aproximadas desses mesmos depósitos de sal em uma reconstrução da Rodínia. Parece bastante claro que a reconstrução da Pangeia é a que melhor se ajusta (Fig. 19). Isso coloca as rochas ricas em sal na mesma localização aproximada, abrangendo o nordeste da Península Arábica e o subcontinente indiano. Infelizmente, Gondwana e Pangeia são muito semelhantes no Hemisfério Sul, então é difícil diferenciá-las.

No entanto, ambas correspondem bem às unidades pré-cambrianas ricas em sal no Oriente Médio, Paquistão e Índia.



A Rodinia configuration shows a poor match of the salt deposits across this region (Fig. 20). We conclude that Pangaea (at least the southern part called Gondwana) was already in existence when these massive Neoproterozoic salt-rich rocks were deposited. This confirms and validates our earlier pre-Flood continental interpretation for the pre-Flood world that used a modified Pangaea (Clarey and Werner 2018b). Rodinia is merely a uniformitarian hypothesis that doesn’t match well with the actual rock data.

According to CPT theory, the modern ocean floor was created when the original Creation Week seafloor was consumed by runaway subduction during the Flood. It was the density contrast of the heavy, cold, original ocean crust (the lithosphere) that allowed the runaway subduction process to begin and continue. 

It is essentially “gravitational energy driving the motion” of the plates (Baumgardner 2018). The “runaway” process continued until virtually all of the original oceanic lithosphere was consumed. There was no geophysical means or reason to stop the rapid plate motion until the density contrast was fully alleviated. At that moment, the newer, more buoyant lithosphere ceased subducting, bringing plate motion to a virtual standstill, giving the slow plate motion that is observed today.

In contrast, a pre-Flood world that resembled Rodinia requires the consumption of nearly all the pre-Flood ocean crust (lithosphere) twice. The first time to break-up Rodinia and the transformation into the supercontinent of Pangaea, and then a second time when Pangaea split into the present global configuration. Geophysically, the first breakup of Rodinia and reconfiguration into Pangaea would be possible, but it would also consume most, if not all, of the pre-Flood ocean crust. 

In second move would then be rendered impossible since the new, hot ocean crust created while splitting up Rodinia would not have enough of a density contrast to fuel a second episode of runaway subduction. As mentioned above, it is the consumption of the cold, more dense pre-Flood ocean crust (lithosphere) that caused runaway subduction in the first place (Baumgardner 2018). Therefore, if there had been a Rodinia, we would still be in a Pangaea continental configuration today.




Uma configuração de Rodínia mostra uma baixa correspondência dos depósitos de sal em toda esta região (Fig. 20). Concluímos que a Pangeia (pelo menos a parte sul chamada Gondwana) já existia quando essas rochas maciças ricas em sal do Neoproterozoico foram depositadas. Isso confirma e valida nossa interpretação continental pré-diluviana anterior para o mundo pré-diluviano que usou uma Pangeia modificada (Clarey e Werner 2018b). Rodínia é meramente uma hipótese uniformitarista que não se encaixa bem com os dados reais das rochas.

De acordo com a teoria CPT, o fundo oceânico moderno foi criado quando o fundo oceânico original da Semana da Criação foi consumido pela subducção descontrolada durante o Dilúvio. Foi o contraste de densidade da crosta oceânica original, pesada e fria (a litosfera), que permitiu que o processo de subducção descontrolada começasse e continuasse. É essencialmente a “energia gravitacional que impulsiona o movimento” das placas (Baumgardner 2018).

O processo de “descontrole” continuou até que praticamente toda a litosfera oceânica original fosse consumida. Não havia meios geofísicos ou razão para interromper o rápido movimento das placas até que o contraste de densidade fosse totalmente aliviado. Nesse momento, a litosfera mais nova e mais flutuante parou de sofrer subducção, levando o movimento das placas a uma paralisação virtual, resultando no movimento lento das placas que é observado hoje.

Em contraste, um mundo pré-diluviano semelhante à Rodínia exigiria o consumo de quase toda a crosta oceânica pré-diluviana (litosfera) duas vezes. A primeira vez para fragmentar a Rodínia e a transformação no supercontinente Pangeia, e depois uma segunda vez quando a Pangeia se dividiu na configuração global atual. Geofisicamente, a primeira fragmentação da Rodínia e sua reconfiguração em Pangeia seriam possíveis, mas também consumiriam a maior parte, senão toda, a crosta oceânica pré-diluviana.

Um segundo movimento seria então impossível, uma vez que a nova crosta oceânica quente criada durante a fragmentação da Rodínia não teria contraste de densidade suficiente para alimentar um segundo episódio de subducção descontrolada.

Como mencionado acima, foi o consumo da crosta oceânica pré-diluviana fria e mais densa (litosfera) que causou a subducção descontrolada em primeiro lugar (Baumgardner 2018).
Portanto, se a Rodínia tivesse existido, ainda estaríamos em uma configuração continental pangeia hoje.



Figura 17. Mapa da configuração continental pré-diluviana mostrando os ambientes básicos interpretados.




Figura 18. Extensão atual dos depósitos de sal pré-cambrianos no Oriente Médio, Paquistão e Índia. A cor vermelha representa a extensão atual dos depósitos de sal (Clarey e Werner 2020).

Figure 20. Extent of the Precambrian salt deposits in southern Asia in a Rodinia reconstruction. Red represents the present extent of the salt deposits (Clarey and Werner 2020).




Figura 19. Extensão dos depósitos de sal pré-cambrianos no sul da Ásia em uma reconstrução da Pangeia. A cor vermelha representa a extensão atual dos depósitos de sal.

(Clarey e Werner 2020).



C. The Progressive Flood Model

We present our Flood model in a day-by-day narrative of the Flood year. A significant amount of this material was taken from Johnson and Clarey (2021) and interspersed through the narrative. Other sections came from Clarey (2020). The geology, paleontology, tectonics, and the megasequences are added as appropriate within the narrative.



C. O Modelo Progressivo da Inundação

Apresentamos nosso modelo da Inundação em uma narrativa diária do ano da Inundação.
Uma parte significativa deste material foi retirada de Johnson e Clarey (2021) e intercalada ao longo da narrativa. Outras seções vieram de Clarey (2020). A geologia, a paleontologia, a tectônica e as megassequências são adicionadas conforme apropriado dentro da narrativa.


1. Initiation of the Flood to Day 10?

The Flood begins in Genesis 7:11 with the bursting of the fountains of the great deep and the windows of heaven were opened. 
Thus, the worldwide Flood began with two unprecedented and powerful actions (both of which are reported by perfect verbs, denoting event-like actions that were soon completed), with both of those actions providing f loodwaters that would eventually cover the globe: 

(a) “all the fountains/wellsprings of great-deep” were “burst” by God; 

and 

(b) “windows of the heavens” were “opened” by God, so waters came geysering and gushing up from below—“great deep” places (perhaps from below the oceans and/or far below the Earth’s land surfaces)— as well as from the atmosphere, due to “windows” in the sky being “opened” (Johnson and Clarey 2021. p. 252).

Exactly what the “fountains” entailed is unclear from a geological standpoint. Here, we concur with Austin et al. (1994), that the bursting of the “fountains of the great deep” initiated the tectonic plates. It seems likely that the “fountains of the great deep” produced a lot of water/steam as do modern volcanoes. 

There would have been a lot of gasses released as the magma rose upward in the Earth, but exactly how high this water/steam shot up into the atmosphere is unclear. Tremendous amounts of water vapor escaping from the volcanic activity of the rifts likely contributed to the heavy rainfall for the first 40 days.

The initiation of vast rifts both on land and under oceans may be the primary geological event that occurred during the first 10 or so days of the Flood (Clarey 2020). There is a lot of geological evidence for the simultaneous development of multiple rift zones across the globe, including several along the edges of North America and possibly the Midcontinent Rift in the continental interior (Reed 2000; Clarey 2020, pp. 182-186).

In addition to volcanism, there was localized deposition of pre Sauk sediments near many of these rifts, and along the pre-Flood continental margins. Fig. 21 shows the thickness and extent of the Pre-Sauk volcanic and sedimentary rocks across North America.



1. Início do Dilúvio até o 10º Dia?

O Dilúvio começa em Gênesis 7:11 com o rompimento das fontes do grande abismo e as janelas do céu se abriram.

Assim, o Dilúvio mundial começou com duas ações sem precedentes e poderosas (ambas relatadas por
verbos perfeitos, denotando ações semelhantes a eventos que foram logo concluídas), com ambas as ações fornecendo águas que eventualmente cobririam o globo: 

(a) “todas as fontes do grande abismo” foram “rompidas” por Deus; 


(b) “janelas dos céus” foram “abertas” por Deus, de modo que as águas jorraram e jorraram de baixo — de lugares “grandes profundezas” (talvez de baixo dos oceanos e/ou muito abaixo da superfície terrestre) — bem como da atmosfera, devido às “janelas” no céu terem sido “abertas” (Johnson e Clarey 2021, p. 252).

O que exatamente as “fontes” envolviam não é claro do ponto de vista geológico.

Aqui, concordamos com Austin et al. (1994), que a ruptura das “fontes das grandes profundezas” iniciou as placas tectônicas.
Parece provável que as “fontes das grandes profundezas” tenham produzido muita água/vapor, assim como os vulcões modernos. Teria havido uma grande quantidade de gases liberados à medida que o magma subia na Terra, mas a que altura exatamente essa água/vapor foi lançada na atmosfera não está claro. Enormes quantidades de vapor de água escapando da atividade vulcânica das fendas provavelmente contribuíram para as fortes chuvas durante os primeiros 40 dias.


O início de vastas fendas, tanto em terra quanto sob os oceanos, pode ser o principal evento geológico ocorrido durante os primeiros 10 dias do Dilúvio (Clarey 2020). Há muitas evidências geológicas do desenvolvimento simultâneo de múltiplas zonas de rifte em todo o globo, incluindo várias ao longo das margens da América do Norte e possivelmente o Rift do Meio-Continente no interior continental (Reed 2000; Clarey 2020, pp. 182-186).

Além do vulcanismo, houve deposição localizada de sedimentos pré-Sauk perto de muitas dessas fendas e ao longo das margens continentais pré-diluvianas.
A Figura 21 mostra a espessura e a extensão das rochas vulcânicas e sedimentares pré-Sauk na América do Norte.


2. Days 10?-20? of the Flood 

Genesis 7:12 mentions the 40 days and 40 nights of intense rainfall. 
The first 40 days of the Flood also likely included the start of plate motion as the originally-created cold and dense oceanic lithosphere began to subduct. This subduction process may have begun as early 
as Days 10-20 of the Flood year (Clarey 2020, pp. 194-215).

The first consequence of sudden plate movement would have been the generation of massive numbers of tsunami-like waves.  Plate motion may have begun in a few selected locations, such as along the East Coast of North America and near Southeast Asia/Australia as cold oceanic lithosphere began to rapidly subduct into adjacent rifts. 

These movements generated the sediments of the Sauk megasequence, bringing the first tsunami waves across the continental crust. These waves spread sediment across the shallow seas that existed on the continents (Clarey and Werner 2018b). Many marine organisms were inundated at this time, creating the Cambrian Explosion as a blanket of sandstone was spread across vast regions of each of the continents. 
Although several previous researchers have suggested that the Flood rose, flooded the whole Earth, and/or reached a peak about Day 40 or shortly thereafter (Whitcomb and Morris 1961; Barrick and Sigler 2003; Snelling, 2009; Dickens and Snelling 2015), we disagree. 

And we especially disagree with the interpretation that all vertebrate fossils were somehow dissolved by acidic waters released by the bursting of the fountains of the great deep as proposed by Dickens and Snelling (2015). If this were correct, there should be prolific deposits of partially dissolved vertebrates globally. Acidic waters would have also destroyed the invertebrates. Instead, we observe prolific volumes of mostly marine invertebrates in the earliest three megasequences and some marine vertebrates, especially fossils like fish (Fig. 22). 

There are few partially dissolved fossils of any kind in these early megasequences as would be expected if the fountains of the great deep did in fact cause significant dissolution. 

Clarey and Werner (2017) demonstrated quite conclusively that the early flooding was minimal across many continents, showing only limited areal extent during the Sauk, Tippecanoe and Kaskaskia Megasequences (Clarey and Werner 2017; Clarey 2020). Figures 7, 14, and 15 show that the Sauk is one of the least extensive and lowest in volume of all megasequences.


2. Dias 10 a 20 do Dilúvio

Gênesis 7:12 menciona os 40 dias e 40 noites de chuva intensa.

Os primeiros 40 dias do Dilúvio provavelmente também incluíram o início do movimento das placas tectônicas, à medida que a litosfera oceânica fria e densa, originalmente criada, começou a sofrer subducção. Esse processo de subducção pode ter começado já entre os dias 10 e 20 do ano do Dilúvio (Clarey 2020, pp. 194-215).

A primeira consequência do movimento repentino das placas teria sido a geração de um número massivo de ondas semelhantes a tsunamis. O movimento das placas pode ter começado em alguns locais específicos, como ao longo da costa leste da América do Norte e perto do Sudeste Asiático/Austrália, à medida que a litosfera oceânica fria começou a sofrer subducção rapidamente em fendas adjacentes. 

Esses movimentos geraram os sedimentos da megassequência Sauk, trazendo as primeiras ondas de tsunami através da crosta continental. Essas ondas espalharam sedimentos pelos mares rasos que existiam nos continentes (Clarey e Werner 2018b). Muitos organismos marinhos foram inundados nessa época, criando a Explosão Cambriana, com uma camada de arenito espalhada por vastas regiões de cada um dos continentes.

Embora vários pesquisadores anteriores tenham sugerido que o Dilúvio subiu, inundou toda a Terra e/ou atingiu um pico por volta do 40º dia ou logo depois (Whitcomb e Morris 1961; Barrick e Sigler 2003; Snelling, 2009; Dickens e Snelling 2015), discordamos.

E discordamos especialmente da interpretação de que todos os fósseis de vertebrados foram de alguma forma dissolvidos por águas ácidas liberadas pelo [dilúvio] jorro das fontes do grande abismo, conforme proposto por Dickens e Snelling (2015). Se isso estivesse correto, deveria haver depósitos prolíficos de vertebrados parcialmente dissolvidos em todo o mundo. As águas ácidas também teriam destruído os invertebrados. Em vez disso, observamos volumes prolíficos de invertebrados, principalmente marinhos, nas três primeiras megassequências e alguns vertebrados marinhos, especialmente fósseis como peixes (Fig. 22). Há poucos fósseis parcialmente dissolvidos de qualquer tipo nessas megassequências iniciais, como seria esperado se as fontes do grande abismo tivessem de fato causado dissolução significativa.

Clarey e Werner (2017) demonstraram de forma bastante conclusiva que as inundações iniciais foram mínimas em muitos continentes, apresentando apenas extensão areal limitada durante as megassequências Sauk, Tippecanoe e Kaskaskia (Clarey e Werner 2017; Clarey 2020). As Figuras 7, 14 e 15 mostram que a Sauk é uma das menos extensas e de menor volume de todas as megassequências.


Figura 21. Mapa isopáquico (espessura) do Pré-Sauk (sedimentos e rochas vulcânicas pré-cambrianas) para a América do Norte e do Sul, Europa, África e Ásia. Medidas em metros.




3. Days 20?-30?

As the tsunami waves that generated the Sauk megasequence subsided, a new pulse of waves was generated from continued rapid plate motion, initiating the Tippecanoe megasequence. This megasequence also entombed tremendous numbers of marine organisms, reaching a slightly higher level across some continents and less in others (Fig. 8). 

Like the Sauk, the Tippecanoe seems to have been mostly confined to the pre-Flood shallow seas on the edges of the continents (Clarey and Werner 2018b).

It was about this time that the narrow ocean in the Atlantic region began to close, bringing Africa closer to North America. The geologic record indicates the initial collision occurred along the northern boundary between those two continents.  

Figures 8, 14, and 15 show that the Tippecanoe is the least extensive and least in volume of all megasequences.


3. Dias 20-30

À medida que as ondas do tsunami que geraram a megassequência Sauk recuaram, um novo pulso de ondas foi gerado pelo movimento contínuo e rápido das placas tectônicas, dando início à megassequência Tippecanoe. Esta megassequência também sepultou um número enorme de organismos marinhos, atingindo um nível ligeiramente mais alto em alguns continentes e menos em outros (Fig. 8). Assim como a Sauk, a Tippecanoe parece ter ficado confinada principalmente aos mares rasos pré-diluvianos nas bordas dos continentes (Clarey e Werner 2018b).

Foi por volta dessa época que o estreito oceano na região do Atlântico começou a se fechar, aproximando a África da América do Norte. O registro geológico indica que a colisão inicial ocorreu ao longo da fronteira norte entre esses dois continentes.

As figuras 8, 14 e 15 mostram que a Tippecanoe é a menos extensa e a de menor volume de todas as megassequências.




4. Days 30?-40? 

Possibly during Days 30-40 the tsunami-like waves of another series of megasequence advanced across the continents depositing the Devonian and Mississippian rocks of the Kaskaskia Megasequence (Clarey 2020, pp. 234-255). These deposits again covered primarily shallow seas, leaving a massive blanket-like limestone across a large portion of North America that included the Redwall Limestone in Grand Canyon. Figure 9 and Table 1 show that the Kaskaskia is one of the three least extensive and least in volume of all megasequences.

The pre-Flood narrow sea (300 km width) between North America and Africa and Europe was completely closed at this point in the Flood (the end of the Kaskaskia). This caused deformation of earlier Flood sediments (Sauk and Tippecanoe) and created the Appalachian and Caledonian Mountains. Similarly, other early Flood mountains formed elsewhere, such as the Urals. 

The Sauk, Tippecanoe and Kaskaskia Megasequences contain nearly 100% marine fossils (Fig. 22). Very few land animals, or plants for that matter, were trapped by these three megasequence cycles. 

Apparently, the intense rain was the major factor affecting the “dry” land portions of the continents up to this point in the Flood. 

Humans on the Ark, like Noah, who lived through the Flood would have known the first 40 days as a time of intense rainfall, without significant flooding of the dry land. The Bible suggests in Genesis 7:17 that it wasn’t until after these first 40 days that the Ark began to float, thereby verifying that the flooding of the land had commenced (Barrick and Sigler 2003; Clarey 2020, p. 246).

Figure 23 is an isopach (thickness) and extent map of the combined Sauk, Tippecanoe and Kaskaskia. This totals the rocks deposited in the first three megasequences. It may represent the first 40 days of 
the Flood.




4. Dias 30-40

Possivelmente durante os dias 30-40, as ondas semelhantes a tsunamis de outra série de megassequências avançaram pelos continentes, depositando as rochas Devonianas e Mississipianas da Megassequência Kaskaskia (Clarey 2020, pp. 234-255). Esses depósitos cobriram principalmente mares rasos, deixando um enorme manto de calcário sobre uma grande porção da América do Norte, que incluía o Calcário Redwall no Grand Canyon. 
A Figura 9 e a Tabela 1 mostram que a Kaskaskia é uma das três megassequências menos extensas e com menor volume.

O estreito mar pré-diluviano (300 km de largura) entre a América do Norte e a África e a Europa estava completamente fechado neste ponto do Dilúvio (o fim da Kaskaskia). Isso causou a deformação de sedimentos dilúvios anteriores (Sauk e Tippecanoe) e criou as montanhas Apalaches e Caledonianas. Da mesma forma, outras montanhas dilúvias antigas se formaram em outros lugares, como os Montes Urais.

As megassequências Sauk, Tippecanoe e Kaskaskia contêm quase 100% de fósseis marinhos (Fig. 22). Muito poucos animais terrestres, ou plantas, aliás, foram aprisionados por esses três ciclos de megassequências.

Aparentemente, a chuva intensa foi o principal fator que afetou as porções de terra "seca" dos continentes até este ponto do Dilúvio.

Os humanos na Arca, como Noé, que sobreviveram ao Dilúvio, teriam conhecido os primeiros 40 dias como um período de chuva intensa, sem inundações significativas da terra seca. A Bíblia sugere em Gênesis 7:17 que foi somente após esses primeiros 40 dias que a Arca começou a flutuar, verificando assim que a inundação da terra havia começado
(Barrick e Sigler 2003; Clarey 2020, p. 246).

A Figura 23 é um mapa de isopacas (espessura) e extensão das megassequências combinadas de Sauk, Tippecanoe e Kaskaskia. Isso totaliza as rochas depositadas nas três primeiras megassequências. Pode representar os primeiros 40 dias do
Dilúvio.


Figure 22. Graph of fossil occurrences of the major animal phyla by land or water environment and geologic age. Data from the Paleobiology Database. 
Courtesy of Dr. Nathaniel Jeanson.




5. Days 40-100?

The deposition of the Absaroka Megasequence marks a critical juncture in the Flood account when things went from bad to worse. The Bible tells us that after 40 days the ark began to float so we know the land began to be flooded at about this point (Fig. 10). 

It is no coincidence that the Absaroka is the oldest seafloor in most ocean basins today (Fig. 4). This is when subduction seems to have changed from limited subduction in selected areas to a global event, especially around the Pacific Rim (Clarey 2020). 

The pre-Flood ocean floor began to be rapidly consumed on a massive scale, resulting in much new seafloor at the ridges and a new ocean surface (Austin et al., 1994). 

This hotter ocean floor rose and pushed the ocean water and the tsunami waves higher and higher (Clarey 2020, pp. 256-281).

We interpret Days 40 to about 90 of the Flood as corresponding to the Absaroka megasequence. For one reason, the total surface area covered by the Absaroka was significantly greater than any of the earlier megasequences (Table 1). And the total volume (five continents) of Absaroka sediments is more than double any earlier megasequence volume. Figures 10, 14, and 15 and Table 1 show that the Absaroka is much more extensive and voluminous (18.5% of the global total, Fig. 14) compared to all earlier megasequences.

Secondly, the Absaroka megasequence introduces a lot of “firsts” to the geologic record that indicate the land was being actively flooded (Clarey 2020, pp. 271-275). 

It does not appear to be mere coincidence that so much occurs at the same time at this point in the Flood. These events had a common cause. Sea level was pushed upward dramatically in the Absaroka as vast amounts of new ocean lithosphere formed, resulting in the waves rising higher and inundating the formerly dry land across the globe. This began to change everything in the rock record. Prior to the Absaroka (Upper Carboniferous-Lower Jurassic), almost all fossils are marine in origin (Fig. 22). After the onset of the Absaroka, we find increasingly more and more land animals (and plants as coal beds) mixed with marine organisms.


5. Dias 40-100?

A deposição da Megasequência Absaroka marca uma conjuntura crítica no relato do Dilúvio, quando as coisas pioraram drasticamente.

A Bíblia nos diz que, após 40 dias, a arca começou a flutuar, então sabemos que a terra começou a ser inundada por volta desse ponto (Fig. 10). Não é coincidência que a Absaroka seja o fundo oceânico mais antigo na maioria das bacias oceânicas atuais (Fig. 4). Foi nesse momento que a subducção parece ter mudado de uma subducção limitada em áreas selecionadas para um evento global, especialmente ao redor do Anel de Fogo do Pacífico (Clarey 2020). O fundo oceânico pré-diluviano começou a ser consumido rapidamente em grande escala, resultando em muito novo fundo oceânico nas dorsais e uma nova superfície oceânica (Austin et al., 1994). O fundo do oceano mais quente subiu e empurrou a água do oceano e as ondas do tsunami cada vez mais alto (Clarey 2020, pp. 256-281).

Interpretamos os dias 40 a cerca de 90 do Dilúvio como correspondentes à megassequência Absaroka. Por um lado, a área total da superfície coberta pela Absaroka foi significativamente maior do que qualquer uma das megassequências anteriores (Tabela 1). E o volume total (cinco continentes) de sedimentos da Absaroka é mais que o dobro do volume de qualquer megassequência anterior. As Figuras 10, 14 e 15 e a Tabela 1 mostram que a Absaroka é muito mais extensa e volumosa (18,5% do total global, Fig. 14) em comparação com todas as megassequências anteriores.

Em segundo lugar, a megassequência Absaroka introduz muitas “primeiras vezes” ao registro geológico que indicam que a terra estava sendo ativamente inundada (Clarey 2020, pp. 271-275). Não parece ser mera coincidência que tanta coisa ocorra ao mesmo tempo neste ponto do Dilúvio. Esses eventos tiveram uma causa comum. 

O nível do mar foi elevado drasticamente durante o Absaroka, à medida que vastas quantidades de nova
litosfera oceânica se formaram, resultando em ondas mais altas e inundando as terras anteriormente secas em todo o globo. Isso começou a mudar tudo no registro geológico. Antes do Absaroka (Carbonífero Superior-Jurássico Inferior), quase todos os fósseis são de origem marinha (Fig. 22). Após o início do Absaroka, encontramos cada vez mais animais terrestres (e plantas como camadas de carvão) misturados com organismos marinhos.


The first extensive coal beds are found at this level, formed by the destruction of lycopod forests fringing the land masses (Clarey 2015a). These were the so-called Carboniferous coals. The Absaroka also saw the first and sudden appearance of massive numbers of terrestrial animal fossils. Amphibians show up near the base of the Absaroka, followed by reptiles in the layers above. 

Even dinosaurs and mammals make their appearances before the Absaroka is over (Triassic System). Most of these terrestrial fossils were mixed with marine fossils and many are found in marine rocks (Clarey 2015b).

Large marine reptiles also make their first appearance in the Triassic System of the Absaroka Megasequence. Ichthyosaurs were common fossils in the Lower Triassic and are found in rocks as high as the later Cretaceous System of the Zuni megasequence.

Finally, the so-called Permian extinction occurs in the early portion of the Absaroka. This has been hailed by secular scientists as the largest ‘extinction’ of all geologic time, or at least exhibiting the most abrupt changes in fossil species. 

Many of the fossils found above and below this horizon are, in fact, vastly different. However, most creation geologists explain ‘extinction events’ as the last occurrence of organisms in the Flood record. Specifically, we explain them as a result of rapid changes in water level that buried completely new types of organisms from new biozones. In this view, the so-called ‘extinctions’ are merely a record of abrupt disappearances of many organisms at the same location in the fossil record. 

This was likely caused by the simultaneous inundation of a complete ecological environment at the same approximate elevation globally. Therefore, the Permian-Triassic level may correlate with the one of the highest water levels of the Absaroka (Clarey 2020, p. 273) (Figure 13).

By the early part of the Absaroka megasequence cycle, the major continents of the world had completely formed the traditional supercontinent Pangaea. This resulted in renewed deformation along the Appalachian Mountains (including many overthrusts) and the intense folding within the Hercynian mobile belt across Western Europe. 

These deformational events folded and faulted many of the earliest deposits of the Flood. Before this, the continents were in a slightly different pre-Flood supercontinent configuration, referred to as ‘modified’ Pangaea (Clarey 2020, pp. 152-171).

Later in the Absaroka megasequence cycle, subduction along the North American West Coast commenced and the various plates of the Pacific Ocean began their rapid development. The supercontinent of Pangaea was wrenched apart, beginning with rifting that separated North America from West Africa, initiating the formation of new seafloor in the North Atlantic Ocean.



As primeiras extensas camadas de carvão são encontradas neste nível, formadas pela destruição das florestas de licopódios que margeavam as massas de terra (Clarey 2015a). Estes eram os chamados carvões carboníferos. A Formação Absaroka também testemunhou o primeiro e repentino aparecimento de um número massivo de fósseis de animais terrestres. Anfíbios surgem perto da base da Formação Absaroka, seguidos por répteis nas camadas acima. Até mesmo dinossauros e mamíferos fazem suas aparições antes do fim da Formação Absaroka (Sistema Triássico). A maioria desses fósseis terrestres estava misturada com fósseis marinhos e muitos são encontrados em rochas marinhas (Clarey 2015b).

Grandes répteis marinhos também fazem sua primeira aparição no Sistema Triássico da Megassequência Absaroka. Ictiossauros eram fósseis comuns no Triássico Inferior e são encontrados em rochas até o Sistema Cretáceo Superior da Megassequência Zuni. Finalmente, a chamada extinção do Permiano ocorre na porção inicial da Formação Absaroka. Ela foi considerada por cientistas seculares como a maior "extinção" de toda a história geológica, ou pelo menos como aquela que apresenta as mudanças mais abruptas nas espécies fósseis. Muitos dos fósseis encontrados acima e abaixo desse horizonte são, na verdade, vastamente diferentes. 

No entanto, a maioria dos geólogos criacionistas explica os "eventos de extinção" como a última ocorrência de organismos no registro do Dilúvio. Especificamente, nós os explicamos como resultado de mudanças rápidas no nível da água que enterraram organismos completamente novos   tipos de organismos de novas biozonas. Nessa perspectiva, as chamadas ‘extinções’ são meramente um registro de desaparecimentos abruptos de muitos organismos no mesmo local no registro fóssil. Isso provavelmente foi causado pela inundação simultânea de um ambiente ecológico completo na mesma altitude aproximada globalmente. 

Portanto, o nível Permiano-Triássico pode estar correlacionado com um dos níveis de água mais altos da Absaroka (Clarey 2020, p. 273) (Figura 13).

No início do ciclo da megassequência Absaroka, os principais continentes do mundo haviam formado completamente o supercontinente tradicional Pangéia. Isso resultou em uma nova deformação ao longo dos Montes Apalaches (incluindo muitas falhas de empurrão) e no intenso dobramento dentro do cinturão móvel Hercínico na Europa Ocidental.

Esses eventos de deformação dobraram e falharam muitos dos depósitos mais antigos do Dilúvio. Antes disso, os continentes estavam em uma configuração de supercontinente pré-diluviana ligeiramente diferente, referida como Pangeia “modificada” (Clarey 2020, pp. 152-171).

Mais tarde, no ciclo da megassequência Absaroka, a subducção ao longo da costa oeste da América do Norte começou e as várias placas do Oceano Pacífico iniciaram seu rápido desenvolvimento. O supercontinente Pangeia foi fragmentado, começando com o rifteamento que separou a América do Norte da África Ocidental, iniciando a formação de novo fundo oceânico no Oceano Atlântico Norte.




Figura 23. Mapa isopáquico dos rios Sauk, Tippecanoe e Kaskaskia combinados. Este mapa estima a extensão da inundação durante os primeiros 40 dias da cheia.
Medidas em metros.




6. Days 90?-150

Genesis 7:18-19 continues to report the progress of the Flood. The Ark was now free-floating and the geology also reflects this higher water level.  The deposition of the vast Zuni megasequence may have been deposited during Days 90-150 of the Flood year (Clarey 2020, pp. 282-311). Figures 11 and Table 1 confirm that the Zuni has the most extensive surface coverage (62%, Fig. 15) and is the most voluminous (32.6%, Fig. 14) compared to all other megasequences. 

During the deposition of the Absaroka and the subsequent Zuni megasequence, the entire ocean floor continued to be created anew (Clarey 2020, pp. 268-270). Runaway subduction was now happening all over the globe on a massive scale, making much new ocean lithosphere (Fig. 4). As Pangaea began to further break apart, the Pacific Ocean plates continued to subduct along the edges and continued to create the an entirely new global seafloor at the ocean ridges. It is likely the creation of this entirely new seafloor during CPT that ultimately drove the water high enough to Flood the entire globe by Day 150.
The Bible tells us the highest hills were covered by Day 150. 

The deposits from these tsunami waves became the Zuni megasequence. 

Fossils from this megasequence include most of the dinosaur graveyards across the American West and other locations globally, like Mongolia, Egypt and Morocco.  The majority of these layers also contain prolific numbers of marine organisms. 

Fossils indicating a mixing of land and marine environments is ubiquitous for both the Absaroka and Zuni megasequences globally (Clarey 2015b). 

The Zuni shows massive herds of up to 10,000 or more individual dinosaurs deposited in mass graveyards in Montana as tsunami waves surpassed the stampeding herds of dinosaurs (Clarey 2015c).
The highest hills were stripped down to the pre-Flood crust by the fast-moving waves that went over the top. Many of these areas became the so-called shield areas of the world. According to the Bible, all air-breathing land animals and all humans not on the ark were drowned by this point. 

Most conventional geologists do not accept that the entire world was completely flooded (2nd Peter 3:1-7), at least not during the Phanerozoic Eon (Paleozoic, Mesozoic, and Cenozoic). But the sedimentary rocks tell us a different story. Geologic and paleontological data reveal Earth’s geologic history includes an ever increasing global Flood event that flooded all land. The Bible tells us that the highest water level rose only 15 cubits over (above) the highest mountains. Fifteen cubits is about 6.9-9.1 m (22.5-30 feet), 
depending on the length of a cubit.  With only 7.6 m (25 feet) of water column we shouldn’t expect to find a lot of sediment covering the pre-Flood uplands. 

And we think post-Flood erosion removed a lot of these thinner deposits, and left vast areas with little or no Zuni. However, in North America, remnants of Zuni sediments are found near Hudson Bay, Canada and Michigan and Illinois, marking the high water point of the Flood like a “bathtub ring.” We see similar remnants on every continent (Fig. 11). 

We suspect the Zuni was deposited from about Day 90 of the Flood to Day 150 of the Flood. The exact timing of when the Absaroka ended and the Zuni began is rather subjective.  The Bible gives us no clues 
of any changes between Day 40 and Day 150 other than the water was prevailing higher and higher (Genesis 7). As noted above, the sedimentary record indicates that the end of the Zuni megasequence (end Cretaceous/earliest Paleogene) was the highest point of the Flood, which we believe was at or near Day 150 (Clarey, 2020, p. 308) (Table 1). 

Some earlier researchers have disagreed, instead claiming the Flood reached a peak on Day 40 (Whitcomb and Morris 1961) or reached a peak soon after Day 40 and stayed high or slightly higher until Day 150 (Barrick and Sigler 2003; Barrick 2008). 

Like us, Austin et al. (1994), Coffin (1983), Snelling (2009), and Walker (2011) all interpret the highest water point as Day 150 of the Flood. 

From the rock record (Table 1), it is quite evident that the Zuni likely records the highest sea level of all the megasequences and was most likely reached on Day 150 (Snelling 2009; Clarey 2020). The Zuni was the culmination of a fairly continuous rise in global sea level that began in the Sauk, illustrative of a progressive Flood.

Globally, Pangaea continued to separate during the Zuni, splitting Africa from South America. The ark also struck ground in Day 150 as the Mountains of Ararat rose. It seems possible that the ark grounded on a hill that formed near the end of the Zuni megasequence, west of Mt Ararat. (Clarey 2019c).

Figure 24 shows an isopach map of the combined Absaroka and Zuni. This map delineates the approximate extent of the Flood during days 40-150.





6. Dias 90-150

Gênesis 7:18-19 continua a relatar o progresso do Dilúvio. A Arca agora flutuava livremente e a geologia também reflete esse nível de água mais elevado.
A deposição da vasta megassequência Zuni pode ter ocorrido durante os dias 90-150 do ano do Dilúvio (Clarey 2020, pp. 282-311). As Figuras 11 e a Tabela 1 confirmam que a Zuni tem a cobertura de superfície mais extensa (62%, Fig. 15) e é a mais volumosa (32,6%, Fig. 14) em comparação com todas as outras megassequências.

Durante a deposição da Absaroka e da subsequente megassequência Zuni, todo o fundo do oceano continuou a ser criado novamente (Clarey 2020, pp. 268-270). A subducção descontrolada estava agora acontecendo em todo o globo em uma escala massiva, criando muita litosfera oceânica nova (Fig. 4). À medida que a Pangeia começou a se fragmentar ainda mais, as placas do Oceano Pacífico continuaram a sofrer subducção ao longo das bordas e continuaram a criar um fundo oceânico global inteiramente novo nas dorsais oceânicas.

É provável que a criação desse fundo oceânico inteiramente novo durante a Transição Convectiva-Pacífica tenha, em última análise, impulsionado a água a níveis suficientes para inundar todo o globo no 150º dia.
A Bíblia nos diz que as colinas mais altas foram cobertas no 150º dia.
Os depósitos dessas ondas de tsunami se tornaram a megassequência Zuni.

Os fósseis dessa megassequência incluem a maioria dos cemitérios de dinossauros em todo o oeste americano e em outros locais do mundo, como Mongólia, Egito e Marrocos. A maioria dessas camadas também contém um grande número de organismos marinhos. Fósseis que indicam uma mistura de ambientes terrestres e marinhos são onipresentes tanto nas megassequências Absaroka quanto Zuni em todo o mundo (Clarey 2015b).

A Zuni mostra enormes manadas de até 10.000 ou mais indivíduos de dinossauros depositados em cemitérios coletivos em Montana, à medida que as ondas do tsunami ultrapassaram as manadas de dinossauros em debandada (Clarey 2015c).

As colinas mais altas foram reduzidas à crosta pré-diluviana pelas ondas de movimento rápido que as ultrapassaram. Muitas dessas áreas tornaram-se as chamadas áreas de escudo do mundo. De acordo com a Bíblia, todos os animais terrestres que respiram ar e todos os humanos que não estavam na arca foram afogados a essa altura.

A maioria dos geólogos convencionais não aceita que o mundo inteiro foi completamente inundado (2 Pedro 3:1-7), pelo menos não durante o Éon Fanerozoico (Paleozoico, Mesozoico e Cenozoico). Mas as rochas sedimentares nos contam uma história diferente.
Dados geológicos e paleontológicos revelam que a história geológica da Terra inclui um evento de Dilúvio global cada vez mais intenso que inundou toda a terra.
A Bíblia nos diz que o nível mais alto da água subiu apenas 15 côvados acima das montanhas mais altas. Quinze côvados equivalem a cerca de 6,9 ​​a 9,1 m (22,5 a 30 pés), dependendo do comprimento de um côvado. Com apenas 7,6 m (25 pés) de coluna d'água, não deveríamos esperar encontrar muitos sedimentos cobrindo as terras altas pré-diluvianas. E acreditamos que a erosão pós-diluviana removeu muitos desses depósitos mais finos, deixando vastas áreas com pouco ou nenhum Zuni.

No entanto, na América do Norte, remanescentes de sedimentos Zuni são encontrados perto da Baía de Hudson, Canadá, Michigan e Illinois, marcando o ponto máximo do Dilúvio como uma “marca de banheira”. Vemos remanescentes semelhantes em todos os continentes (Fig. 11).

Suspeitamos que o Zuni foi depositado entre o 90º e o 150º dia do Dilúvio. O momento exato em que o Absaroka terminou e o Zuni começou é bastante subjetivo. A Bíblia não nos dá pistas de quaisquer mudanças entre o 40º e o 150º dia, além do fato de que a água estava prevalecendo cada vez mais (Gênesis 7). 

Como observado acima, o registro sedimentar indica que o fim da megassequência Zuni (final do Cretáceo/início do Paleógeno) foi o ponto mais alto do Dilúvio, que acreditamos ter ocorrido no ou próximo ao 150º dia (Clarey, 2020, p. 308) (Tabela 1). Alguns pesquisadores anteriores discordaram, afirmando que o Dilúvio atingiu seu pico no 40º dia (Whitcomb e Morris, 1961) ou atingiu um pico logo após o 40º dia e permaneceu alto ou ligeiramente mais alto até o 150º dia (Barrick e Sigler, 2003; Barrick, 2008). Assim como nós, Austin et al. (1994), Coffin (1983), Snelling (2009) e Walker (2011) interpretam o ponto mais alto da água como o 150º dia do Dilúvio.

A partir do registro geológico (Tabela 1), é bastante evidente que a Formação Zuni provavelmente registra o nível do mar mais alto de todas as megassequências e foi muito provavelmente atingida no 150º dia (Snelling, 2009; Clarey, 2020). A Formação Zuni foi o culminar de uma elevação bastante contínua do nível global do mar que começou na Formação Sauk, ilustrativa de um Dilúvio progressivo. Globalmente, a Pangeia continuou a se separar durante o dilúvio Zuni, dividindo a África da América do Sul.
A arca também tocou o solo no dia 150, quando as montanhas de Ararat se erguiam. Parece possível que a arca tenha encalhado em uma colina que se formou perto do final da megassequência Zuni, a oeste do Monte Ararat.
Clarey 2019c.

A Figura 24 mostra um mapa isopáquico combinado dos dilúvios Absaroka e Zuni.
Este mapa delimita a extensão aproximada do dilúvio durante os dias 40 a 150.






7. Days 150-314

The Tejas megasequence includes most of the Tertiary System, now split into the Paleogene and Neogene Systems (Fig. 13). The Tejas megasequence most likely represents the time when the floodwaters were receding (see Flood boundary discussion below), specifically Days 150-314 of the Flood. It seems quite clear in the biblical text that the recession of the water began on Day 150, after reaching a maximum level that same day. Genesis 8:13 suggests that the floodwaters had completely dried up across the entire earth by the first day of the first month of Noah’s 601st year (Tomkins 2023). 

Depending on the length of the calendar year used by the ancients, this equates to about 314 days after the Flood began. (Day 1 was the 17th day of the second month of the previous year.)
Genesis 8 tells us that God brought a wind to lower the Flood level and push water off of the flooded continents. During this interval, major sections of the newly created seafloor began to cool and sink, drawing the water off the continents and back into the ocean basins. In fact, large portions (a third or more) of the seafloor were still being made during the Tejas, demonstrating that catastrophic plate tectonics was still functioning, including the generation of massive earthquakes and tsunamis (Fig. 4). 

Advocates for a K-Pg Flood boundary must explain how the Flood mechanism was still as vigorous, yet maintain that all of the floodwaters had receded before the Tejas was deposited.

The recession of the water is likely tied to the cooling of the newly created ocean seafloor/lithosphere. As ocean lithosphere cools it becomes more dense, contracts, and sinks a bit deeper, pulling the water depth in the ocean down with it (Clarey 2020). 

This was likely the primary process that drove the waters off the continents and back into the ocean basins. As noted above, ocean seafloor was still being created at an astounding rate from the Absaroka megasequence right through much of the Tejas. However, the older ocean lithosphere that was created in the Absaroka and early Zuni was apparently cooling fast enough to subside significantly, lowering the seafloor in those areas. 

The result of this seafloor subsidence surpassed the rate of production of new buoyant seafloor, causing a net lowering of sea level. This process continued throughout the Tejas megasequence and contributed greatly to the withdrawal of the floodwaters off the continents. Support for this interpretation is found in the volume of sediment by megasequence graph (Fig. 14) and Table 1. 

Note, the Tejas has the second most volume of sediment compared to all other megasequences, at 32.5% of the world total (for five continents). The likelihood that the Tejas as a receding deposit is expanded upon below in the Flood boundaries section.

It is important to note that volcanic activity associated with subduction was also peaking during the Tejas (Clarey, 2020). 
Supervolcanoes, like Yellowstone, spewed out thousands of meters of ash and volcanic debris. Most of the world’s mountain ranges rose simultaneously as the subduction process had thickened the crust and 
caused renewed uplift (Clarey, 2020).




7. Dias 150-314

A megassequência Tejas inclui a maior parte do Sistema Terciário, agora dividido nos Sistemas Paleógeno e Neogênico (Fig. 13). A megassequência Tejas provavelmente representa o período em que as águas do dilúvio estavam recuando (veja a discussão sobre o limite do Dilúvio abaixo), especificamente os dias 150-314 do Dilúvio. 

Parece bastante claro no texto bíblico que o recuo das águas começou no dia 150, após atingir um nível máximo naquele mesmo dia. Gênesis 8:13 sugere que as águas do dilúvio secaram completamente em toda a Terra no primeiro dia do primeiro mês do 601º ano de Noé (Tomkins 2023).

Dependendo da duração do ano civil usado pelos antigos, isso equivale a cerca de 314 dias após o início do Dilúvio. (O Dia 1 foi o 17º dia do segundo mês do ano anterior.)

Gênesis 8 nos conta que Deus enviou um vento para baixar o nível do Dilúvio e empurrar a água para longe dos continentes inundados. Durante esse intervalo, grandes porções do fundo do mar recém-criado começaram a esfriar e afundar, puxando a água dos continentes de volta para as bacias oceânicas.

De fato, grandes porções (um terço ou mais) do fundo do mar foram ainda sendo formado durante o Tejas, demonstrando que a tectônica de placas catastrófica ainda estava funcionando, incluindo a geração de terremotos e tsunamis massivos (Fig. 4). Os defensores de um limite K-Pg para o Dilúvio precisam explicar como o mecanismo do Dilúvio ainda era tão vigoroso, mas sustentam que todas as águas do dilúvio haviam recuado antes da deposição do Tejas.

O recuo da água provavelmente está ligado ao resfriamento do fundo oceânico/litosfera recém-criado. À medida que a litosfera oceânica esfria, ela se torna mais densa, contrai e afunda um pouco mais, puxando a profundidade da água do oceano para baixo com ela (Clarey 2020). Este foi provavelmente o principal processo que levou as águas dos continentes de volta para as bacias oceânicas. 

Como observado acima, o fundo oceânico ainda estava sendo criado a uma taxa impressionante desde a megassequência Absaroka até grande parte do Tejas. No entanto, a litosfera oceânica mais antiga que foi criada durante o Absaroka e o início do Zuni aparentemente estava resfriando rápido o suficiente para sofrer subsidência significativa, rebaixando o fundo do mar nessas áreas. 

O resultado dessa subsidência do fundo do mar ultrapassou a taxa de produção de novo fundo do mar flutuante, causando um rebaixamento líquido do nível do mar. Esse processo continuou ao longo da megassequência Tejas e contribuiu muito para o recuo das águas da inundação dos continentes. Essa interpretação é corroborada pelo gráfico de volume de sedimento por megassequência (Fig. 14) e pela Tabela 1. 

Observe que a Tejas possui o segundo maior volume de sedimento em comparação com todas as outras
megassequências, representando 32,5% do total mundial (para cinco continentes).

A probabilidade de a Tejas ser um depósito em recuo é detalhada abaixo na seção Limites da Inundação.

É importante notar que a atividade vulcânica associada à subducção também atingiu seu pico durante o Tejas (Clarey, 2020).

Supervulcões, como Yellowstone, expeliram milhares de metros de cinzas e detritos vulcânicos. A maioria das cadeias de montanhas do mundo se elevou simultaneamente, à medida que o processo de subducção engrossava a crosta e causava um novo soerguimento (Clarey, 2020).


Much of the Tejas megasequence likely represents material washed off the highest pre-Flood hills that became spread onto the Zuni strata as the floodwaters began to recede (Day 150+). Fossils in the Tejas megasequence also contain increasingly more angiosperms (flowering plants) and mammal fossils compared to the Zuni deposits, possibly indicative of higher terrains. 

These areas were apparently wiped free of all life, removing even the pre-Flood soil and any rock layers that might have existed there.

Dr. Russ Humphreys, in his translation of Genesis 6:7 and Genesis 7:23, suggests the term “wiped off” to explain this stripping of the land surface right down to the crust:

And the Lord said, “I will wipe off man whom I have created from the face of the land, from man to animals to creeping thing and to birds of the sky; for I am sorry that I have made them.” Thus He wiped off every living thing that was upon the face of the land, from man to animals to creeping things and to birds of the sky, and they were wiped off from the earth (Humphreys 2014, p. 57)

God wiped off these areas of highest elevation where most of the large mammals, flowering plants, and humans likely existed in the pre-Flood world, spreading their remains in sedimentary layers on top of the earlier buried dinosaurs, creating Tejas strata. Animals may have been buried closer to their place of origin as the floodwaters were rising (Sauk through Zuni Megasequences) until Day 150 was reached. 

The water and sediment likely engulfed the animals nearly in situ as the water level increased. But the Tejas depositional pattern appears to have been different (Fig. 12). 

It was apparently the result of a reversal in flow direction as God began to remove the waters off the continents after Day 150. This not only transported the flora and fauna from off of the highest hills, it spread those deposits outward toward the continental margins. Animals and plants that lived in areas that are now exposed crystalline rock (Precambrian shields) were transported great distances and deposited on top of the Zuni strata and sometimes older exposed strata too.

During the receding phase, the massive deep-water Whopper Sand was deposited in the Gulf of Mexico as the water began to drain off the North American continent (Fig. 25) (Clarey 2015d). Continental shelf regions all over the globe trapped thousands of feet of sediment that drained off the land. The thickest and most extensive coal seams in the world were created at this time in the Flood (Clarey, Werner, and Tomkins 2021). 

Thick and extensive deposits of coal are also found in Paleogene and Neogene sediments offshore Asia also (Fig. 26) (Clarey 2021a). These were apparently washed offshore during the Flood’s receding phase.

As the water drained and the mountains uplifted, vast canyons were rapidly carved including Grand Canyon and Palo Duro Canyon, the two largest canyons in the USA (Clarey 2021b), and Denman Canyon in Antarctica and the Greenlandic megacanyon (Clarey 2021b). 

Other areas exhibit broad planation surfaces formed by erosion as the water drained seaward. As most humans were likely drowned late (close to Day 150), few were likely buried deep enough to become fossils. Instead, they most likely rotted at or near the surface, or were eroded away during the 4500 years since the Flood event.

By Day 314 or so (Gen 8:13), Noah looked out of the ark and saw that the whole Earth was dry. Because there was insufficient vegetation growth right after the Flood, Noah and the animals were held by God on the ark for two more months before exiting (Johnson and Clarey 2021). By Day 371, Noah and the animals began to exit the ark (Gen. 8:18-19).




Grande parte da megassequência Tejas provavelmente representa material arrastado das colinas pré-diluvianas mais altas, que se espalhou sobre os estratos Zuni à medida que as águas da inundação começaram a recuar (Dia 150+). Os fósseis na megassequência Tejas também contêm cada vez mais angiospermas (plantas com flores) e fósseis de mamíferos em comparação com os depósitos Zuni, possivelmente indicando terrenos mais elevados. Essas áreas foram aparentemente desprovidas de toda a vida, removendo até mesmo o solo pré-diluviano e quaisquer camadas rochosas que pudessem ter existido ali.

O Dr. Russ Humphreys, em sua tradução de Gênesis 6:7 e Gênesis 7:23, sugere o termo “exterminado” para explicar essa remoção da superfície da terra até a crosta:

E disse o Senhor: “Exterminarei o homem que criei da face da terra, desde o homem até os animais, até os répteis e até as aves do céu; porque me arrependo de os ter feito.” Assim, exterminou todo ser vivente que havia sobre a face da terra, desde o homem até os animais, até os répteis e até as aves do céu, e foram exterminados da terra (Humphreys 2014, p. 57).

Deus exterminou essas áreas de maior altitude, onde a maioria dos grandes mamíferos, plantas com flores e humanos provavelmente existiam no mundo pré-diluviano, espalhando seus restos em camadas sedimentares sobre os dinossauros enterrados anteriormente, criando os estratos de Tejas. 

Os animais podem ter sido enterrados mais perto de seu local de origem à medida que as águas da inundação subiam (Megassequências Sauk a Zuni) até o Dia 150 ser atingido. A água e os sedimentos provavelmente engolfaram os animais quase in situ à medida que o nível da água aumentava. Mas o padrão deposicional de Tejas parece ter sido diferente (Fig. 12). Aparentemente, foi o resultado de uma inversão na direção do fluxo, quando Deus começou a remover as águas dos continentes após o Dia 150. Isso não apenas transportou a flora e aa fauna proveniente das colinas mais altas espalhou esses depósitos para fora em direção às margens continentais. Animais e plantas que viviam em áreas que agora são rochas cristalinas expostas (escudos pré-cambrianos) foram transportados por grandes distâncias e depositados sobre os estratos Zuni e, às vezes, também sobre estratos expostos mais antigos.

Durante a fase de recuo, a enorme camada de areia Whopper, proveniente de águas profundas, foi depositada no Golfo do México à medida que a água começou a drenar do continente norte-americano (Fig. 25) (Clarey 2015d). Regiões da plataforma continental em todo o globo retiveram milhares de metros de sedimentos que drenaram da terra. 

As camadas de carvão mais espessas e extensas do mundo foram criadas nessa época do Dilúvio (Clarey, Werner, e Tomkins 2021). Depósitos espessos e extensos de carvão também são encontrados em sedimentos do Paleogeno e Neogeno na costa da Ásia (Fig. 26) (Clarey 2021a). Aparentemente, esses depósitos foram levados para o mar durante a fase de recuo do Dilúvio.

À medida que a água escoava e as montanhas se elevavam, vastos cânions foram rapidamente esculpidos, incluindo o Grand Canyon e o Palo Duro Canyon, os dois maiores cânions dos EUA (Clarey 2021b), o Denman Canyon na Antártica e o megacânion da Groenlândia (Clarey 2021b).

Outras áreas exibem amplas superfícies de aplainamento formadas pela erosão à medida que a água escoava em direção ao mar. Como a maioria dos humanos provavelmente se afogou no final do Dilúvio (próximo ao 150º dia), poucos provavelmente foram enterrados a uma profundidade suficiente para se tornarem fósseis. Em vez disso, eles provavelmente apodreceram na superfície ou perto dela, ou foram erodidos durante os 4.500 anos desde o evento do Dilúvio.

Por volta do dia 314 (Gênesis 8:13), Noé olhou para fora da arca e viu que toda a Terra estava seca. Como não havia vegetação suficiente logo após o Dilúvio, Noé e os animais foram mantidos por Deus na arca por mais dois meses antes de saírem (Johnson e Clarey 2021). No dia 371, Noé e os animais começaram a sair da arca (Gênesis 8:18-19).




Figura 24. Mapa isopáquico combinado dos rios Absaroka e Zuni. Este mapa aproxima a extensão da inundação entre os dias 40 e 150. Medidas em metros.


D. Summary and Implications

The megasequences show a clear progression of the sedimentary rocks across the globe (Figs 7-15), supporting the interpretation of a progressive Flood. The first five megasequences show a visible and discernable pattern of increasing extent, reaching a peak extent in the Zuni. This matches the Biblical account as written in Genesis 7, and the predictions of CPT, where the production of new seafloor was the primary driver of increasing flood levels. 

Initial plate motion and the creation of small amounts of new seafloor spread the earliest megasequences across limited portions of the continental crust. These earliest three megasequences stack one on top of the another in most locations. Continued creation of new seafloor pushed the water progressively upward, peaking in the Zuni megasequence (Figs. 7-12, 14, 15, Table 1). 

Subsequent cooling of the new seafloor caused ocean basins to sink, drawing water off the continents. This caused a shift in sedimentation to the offshore as the Flood receded during the 6th megasequence (Tejas). The interpretation that the Tejas is the receding phase is supported by the extent of the Tejas that is still observable across the continents and the sheer volume that was deposited (Figs. 12, 14, 15 and Table 1). 



D. Resumo e Implicações

As megassequências mostram uma clara progressão das rochas sedimentares em todo o globo (Figs. 7-15), apoiando a interpretação de um Dilúvio progressivo. As cinco primeiras megassequências mostram uma progressão visível e Padrão discernível de extensão crescente, atingindo um pico na Zuni. Isso coincide com o relato bíblico escrito em Gênesis 7 e com as previsões da Teoria Clássica das Placas (CPT), onde a produção de novo fundo oceânico foi o principal fator do aumento dos níveis do dilúvio.

O movimento inicial das placas e a criação de pequenas quantidades de novo fundo oceânico espalharam as primeiras megassequências por porções limitadas da crosta continental. Essas três primeiras megassequências se sobrepõem umas às outras na maioria dos locais. A criação contínua de novo fundo oceânico empurrou a água progressivamente para cima, atingindo o pico na megassequência Zuni (Figs. 7-12, 14, 15, Tabela 1). 

O resfriamento subsequente do novo fundo oceânico fez com que as bacias oceânicas afundassem, drenando a água dos continentes. Isso causou uma mudança na sedimentação para a zona costeira à medida que o Dilúvio recuava durante a 6ª megassequência (Tejas). A interpretação de que o Tejas representa a fase de recuo é apoiada pela extensão do Tejas que ainda é observável em todos os continentes e pelo enorme volume que foi depositado (Figs. 12, 14, 15 e Tabela 1).



The progressive Flood model also provides a framework for the fossil record. The fossils reflect a steadily changing record of different ecological zones. The earliest three megasequences (Sauk, Tippecanoe and Kaskaskia) seem to have inundated only shallow marine environments as the fossils within these megasequences are almost exclusively marine (Fig. 22).  

We interpret that these megasequences were deposited in the first 40 Days of the Flood (Fig. 23). As the water rose higher, floating the Ark (on or after Day 40) and flooding portions of the dry land, the first massive coal seams appear and the first land animal fossils appear in great numbers. These coals are the lycopod coals from the coastal regions (Clarey 2015a). 

This process continued flooding higher and higher elevations and new ecological zones, depositing the Absaroka and Zuni megasequences between Days 40-150 of the Flood, until the water covered the highest hills (Fig. 24). The fossils of the Absaroka and Zuni mostly reflect lowland and wetland ecological zones. All are universally mixed with marine fossils (Clarey 2015b; 2020).

Finally, the plants and animals living on the pre-Flood highest hills (many large mammals) were swept off and distributed on top of the dinosaur-bearing rocks. These became the fossils found in the Tejas megasequence deposits and the massive Tejas coal deposits composed of metasequoias and many types of flowering plants.


O modelo progressivo do Dilúvio também fornece uma estrutura para o registro fóssil. Os fósseis refletem um registro em constante mudança de diferentes zonas ecológicas. As três primeiras megassequências (Sauk, Tippecanoe e Kaskaskia) parecem ter inundado apenas ambientes marinhos rasos, já que os fósseis dentro dessas megassequências são quase exclusivamente marinhos (Fig. 22). Interpretamos que essas megassequências foram depositadas nos primeiros 40 dias do Dilúvio (Fig. 23).  medida que a água subia, fazendo a Arca flutuar (no ou depois do 40º dia) e inundando porções de terra seca, as primeiras camadas maciças de carvão aparecem e os primeiros fósseis de animais terrestres surgem em grande número. 

Esses carvões são os carvões de licopódios das regiões costeiras (Clarey 2015a). Esse processo continuou inundando elevações cada vez maiores e novas zonas ecológicas, depositando as megassequências Absaroka e Zuni entre os dias 40 e 150 do Dilúvio, até que a água cobriu as colinas mais altas (Fig. 24). Os fósseis de Absaroka e Zuni refletem principalmente zonas ecológicas de terras baixas e pântanos. Todos estão universalmente misturados com fósseis marinhos (Clarey 2015b; 2020).

Finalmente, as plantas e os animais que viviam nas colinas mais altas antes do Dilúvio (muitos mamíferos de grande porte) foram arrastados e distribuídos sobre as rochas que continham fósseis de dinossauros. Estes se tornaram os fósseis encontrados nos depósitos da megassequência Tejas e nos enormes depósitos de carvão de Tejas, compostos por metasequoias e muitos tipos de plantas com flores.




Figura 25. Extensão mapeada da Areia Whopper no Golfo do México.

Contornos em pés (Clarey 2015d). Os círculos representam colunas estratigráficas utilizadas no estudo. Amarelo representa areia. Azul representa rocha carbonática marinha.
Marrom representa argila (a maioria dos clásticos offshore não são litificados). Esta é uma seção do mapa litológico basal da megassequência Tejas para a América do Norte, e não é mostrada em sua totalidade.




1. Progressive Flood Model Helps Define Flood Boundaries

a. Lower Flood Boundary

One of the most important aspects of any Flood model is definition of the boundaries. Most creation scientists assume the beginning of the Flood record is marked by the rocks of the Sauk megasequence, and which at times coincides with the Cambrian Explosion (Clarey 2020). In other locations, later megasequences like the Absaroka and Zuni were deposited directly on crystalline basement as the water 
rose higher and flooded more of the continents (Thomas and Clarey 2021). These locations demonstrate that the onset of flooding at these sites was not reached until later in the Flood. This is a pattern best 
explained by the progressive Flood model. 

However, in some locations, particularly near areas that experienced Late Proterozoic volcanic activity, Flood deposition likely began prior to the Sauk megasequence. These P3657mre-Sauk rocks may represent sediments and volcanic rocks deposited and extruded during the earliest days or weeks of the Flood, part of the aforementioned “fountains of the great deep” activity. 

Previously, Sigler and Wingerden (1998) and Wingerden (2003) defined and applied pre-Flood/Flood boundary criteria in Western North America, recognizing about 3657 m (12,000 feet) of Pre-Sauk strata extending from Sonora, Mexico, through the Cordillera, to the North Slope of Alaska (Wingerden 2003, his Figure 1).  

They concluded these rocks were part of the earliest Flood activity. 

However, in many other locations that contain Pre-Sauk sediments and volcanic rocks, it is not so easy to identify an exact level where the Flood began without doing considerably more research.  For simplicity, we chose to start with the Sauk megasequence as our initial Flood boundary, recognizing that it is not always the case. 

Further research into the pre-Flood boundary across the globe is needed, but it is beyond the scope of this paper.

Part of the problem is that some Pre-Sauk sediments may have been either created on Day 3 of Creation Week as direct fiat creation, or were sediments that formed during the 1,700 years between Creation and the Flood. It is also possible these layers were deposited in the earliest days or weeks of the Flood, during rifting, as mentioned above. Austin et al. (1994) concluded that substantial quantities of clastic and carbonate sediment must have existed in the pre-Flood ocean and were redistributed in the Flood. Just how much pre-Flood sediment actually existed is unknown. This is a topic for future study.

Also, many pre-Flood (Pre-Sauk) sedimentary rocks were subsequently heated, deformed, and metamorphosed in the Flood year, sometimes distorting the original layering and likely also altering their radioisotope ages (Clarey 2020).  This makes picking the exact pre-Flood/Flood boundary even more problematic in some locations.





1. Modelo de Dilúvio Progressivo Ajuda a Definir os Limites do Dilúvio

a. Limite Inferior do Dilúvio

Um dos aspectos mais importantes de qualquer modelo de Dilúvio é a definição dos limites. A maioria dos cientistas criacionistas assume que o início do registro do Dilúvio é marcado pelas rochas da megassequência Sauk, que às vezes coincide com a Explosão Cambriana (Clarey 2020). Em outros locais, megassequências posteriores, como Absaroka e Zuni, foram depositadas diretamente sobre o embasamento cristalino à medida que a água subia e inundava mais continentes (Thomas e Clarey 2021). Esses locais demonstram que o início do dilúvio nesses sítios não foi atingido até mais tarde no Dilúvio. Este é um padrão melhor explicado pelo modelo de Dilúvio progressivo.

No entanto, em alguns locais, particularmente perto de áreas que experimentaram atividade vulcânica do Proterozoico Tardio, a deposição do Dilúvio provavelmente começou antes da megassequência Sauk. Essas rochas P3657mre-Sauk podem representar sedimentos e rochas vulcânicas depositadas e expelidas durante os primeiros dias ou semanas do Dilúvio, parte da atividade mencionada anteriormente das “fontes do grande abismo”.

Anteriormente, Sigler e Wingerden (1998) e Wingerden (2003) definiram e aplicaram critérios de limite pré-diluviano/diluviano no oeste Na América do Norte, foram identificados cerca de 3657 m (12.000 pés) de estratos pré-Sauk que se estendem de Sonora, no México, através da Cordilheira, até a Encosta Norte do Alasca (Wingerden 2003, sua Figura 1).
Eles concluíram que essas rochas faziam parte da atividade mais antiga do Dilúvio.

No entanto, em muitos outros locais que contêm sedimentos pré-Sauk e rochas vulcânicas, não é tão fácil identificar um nível exato onde o Dilúvio começou sem realizar pesquisas consideravelmente mais aprofundadas.
Por simplicidade, optamos por começar com a megassequência Sauk como nosso limite inicial do Dilúvio, reconhecendo que nem sempre é esse o caso.

Mais pesquisas sobre o limite pré-diluviano em todo o mundo são necessárias, mas estão além do escopo deste artigo. 
Parte do problema reside no fato de que alguns sedimentos pré-Sauk podem ter sido criados no 3º dia da Semana da Criação como criação direta por decreto, ou serem sedimentos que se formaram durante os 1.700 anos entre a Criação e o Dilúvio. 

Também é possível que essas camadas tenham sido depositadas nos primeiros dias ou semanas do Dilúvio, durante o rifteamento, como mencionado acima. Austin et al. (1994) concluíram que quantidades substanciais de sedimentos clásticos e carbonáticos devem ter existido no oceano pré-diluviano e foram redistribuídas durante o Dilúvio. A quantidade exata de sedimentos pré-diluvianos que realmente existiram é desconhecida. Este é um tópico para estudos futuros.

Além disso, muitas rochas sedimentares pré-diluvianas (pré-Sauk) foram posteriormente aquecidas, deformadas e metamorfoseadas no ano do Dilúvio, às vezes distorcendo a estratificação original e provavelmente também alterando suas idades radioisotópicas (Clarey 2020). Isso torna a escolha do limite exato entre o período pré-inundação e o período da inundação ainda mais problemática em alguns locais.




In other instances, the sedimentary structures and grain size of the sediments may help discern the pre-Flood/Flood boundary, as in the Sixtymile Formation of eastern Grand Canyon. Austin and Wise (1994) formulated their interpretation that the Sixtymile Formation is the bottom unit of the Sauk Megasequence in Grand Canyon using observable sedimentological evidence within the strata, noting that the formation contains large angular clasts indicative of high-energy deposition at the start of the Flood. The formation is composed primarily of sandstones and breccias and occasional mudstones and has a maximum thickness of 60 m.

In 2018, the conventional geologic community arrived at a similar conclusion, finding that the Sixtymile Formation was much younger than originally thought (Karlstrom et al. 2018). Prior to this study, the secular community insisted that the formation was 650 million years old. Karlstrom et al. (2018) concluded that the Sauk Megasequence includes the Sixtymile Formation based on their age-dating of detrital zircons. 

However, they believe this unit marks the beginning of the first of several flooding events, not the beginning of the great Flood. 
Nonetheless, the pre-Flood/Flood boundary is fairly well defined in most locations and is commonly found at the base of the Sauk megasequence.


Em outros casos, as estruturas sedimentares e o tamanho dos grãos dos sedimentos podem ajudar a discernir o limite pré-diluviano/diluviano, como na Formação Sixtymile, no leste do Grand Canyon. Austin e Wise (1994) formularam sua interpretação de que a Formação Sixtymile é a unidade inferior da Megassequência Sauk no Grand Canyon, usando evidências sedimentológicas observáveis ​​dentro dos estratos, observando que a formação contém grandes clastos angulares indicativos de deposição de alta energia no início do Dilúvio. A formação é composta principalmente de arenitos e brechas, com ocorrências ocasionais de siltitos, e tem uma espessura máxima de 60 m.

Em 2018, a comunidade geológica convencional chegou a uma conclusão semelhante, constatando que a Formação Sixtymile era muito mais jovem do que se pensava inicialmente (Karlstrom et al., 2018). Antes deste estudo, a comunidade secular insistia que a formação tinha 650 milhões de anos. Karlstrom et al. (2018) concluíram que a Megassequência Sauk inclui a Formação Sixtymile com base na datação de zircões detríticos. No entanto, eles acreditam que esta unidade marca o início do primeiro de vários eventos de inundação, e não o início do Grande Dilúvio.

Não obstante, o limite pré-diluviano/diluviano está razoavelmente bem definido na maioria dos locais e é comumente encontrado na base da Megassequência Sauk.




Figure 26. Maps of southeast (left) and northern (right) Asia showing in gray the extent of offshore Tejas coal beds (Clarey 2021a).




b. Upper Flood Boundary 

For decades, creation scientists have debated the level at which the Flood ended in the rock record. However, most agree that the Flood/post-Flood boundary is at one of two levels: 1) at the top of the Cretaceous system, known as the K-Pg (K-T) horizon (Austin et al. 1994; Whitmore and Garner 2008; Whitmore and Wise 2008) or 2) at or near the top of the Neogene (Upper Cenozoic) at about the Pliocene level (Clarey, 2017; Oard 2013)  Clarey (2020, p. 339) has called this the N-Q boundary for Neogene-Quaternary. 

Our examination of the global rock data from five continents is helping to resolve this matter. Below, we present numerous geologic observations that demonstrate the Flood/post-Flood boundary is much higher than the K-Pg level and likely near the N-Q. Some of these features are so large and/or unusual in scale that local post-Flood catastrophes could not have conceivably produced them. 

Others demonstrate geologic conditions that could only have existed while the floodwaters were still covering large portions of the continents (Clarey 2015d; 2021a; 2021b; Clarey et al. 2021). Collectively, they strongly dispute the claim that the Flood ended at the stratigraphic level of the K-Pg boundary (Clarey 2017; Clarey and Werner 2019a).

First, the Whopper Sand (Fig. 25) (Clarey 2015d). Oil companies discovered the Whopper Sand in the Gulf of Mexico by drilling wells in water depths of 2100-3000 m and over 350 km offshore (Sweet and Blum 2011). The only reasonable explanation for this 300-580 m-thick sand bed, that covers much of the floor of the deep Gulf of Mexico, is a high-energy runoff of water—something that easily fits the progressive Flood model. This would coincide with the change in water direction described for Day 150+ of the Flood year. 

Initial high energy drainage rates, coinciding with a sudden drop in sea level at the onset of the Tejas Megasequence, best explains this deposit. The forces responsible provided a mechanism to transport the thick Whopper Sand into deep water.

Second, the tremendous volume of Tejas sediment argues for a global event (Figs. 12, 14, 15) (Holt 1996). The Tejas accounts for the second most volume of any megasequence at 32.5% of the total (Phanerozoic) Flood sedimentation (Fig 14). Furthermore, the Tejas is the second most extensive deposit (second only to the Zuni Megasequence) (Fig. 15, Table 1). The tremendous thicknesses of Paleogene and Neogene sediments (Tejas) cannot be easily dismissed as the product of local catastrophes. The sediments and the fossils they contain are better explained by the receding water phase of the Flood as mountain ranges and plateaus were actively being uplifted later in the Flood year.





b. Limite Superior do Dilúvio

Por décadas, os cientistas criacionistas têm debatido o nível em que o Dilúvio terminou no registro geológico. No entanto, a maioria concorda que o limite Dilúvio/pós-Dilúvio está em um dos dois níveis: 1) no topo do sistema Cretáceo, conhecido como horizonte K-Pg (K-T) (Austin et al., 1994; Whitmore e Garner, 2008; Whitmore e Wise, 2008) ou 2) no topo ou próximo ao topo do Neogeno (Cenozoico Superior), aproximadamente no nível do Plioceno (Clarey, 2017; Oard, 2013). Clarey (2020, p. 339) denominou esse limite de N-Q, abreviação de Neogeno-Quaternário.

Nosso exame dos dados globais de rochas de cinco continentes está ajudando a resolver essa questão. A seguir, apresentamos diversas observações geológicas que demonstram que o limite entre o Dilúvio e o pós-Dilúvio é muito mais alto que o nível K-Pg e provavelmente próximo ao limite N-Q. Algumas dessas características são tão grandes e/ou incomuns em escala que catástrofes locais pós-Dilúvio não poderiam tê-las produzido. Outras demonstram condições geológicas que só poderiam ter existido durante o Dilúvio as águas da inundação ainda cobriam grandes porções dos continentes (Clarey 2015d; 2021a; 2021b; Clarey et al. 2021). 

Coletivamente, eles discordam fortemente da afirmação de que o Dilúvio terminou no nível estratigráfico
do limite K-Pg (Clarey 2017; Clarey e Werner 2019a).

Primeiro, a Areia Whopper (Fig. 25) (Clarey 2015d). As companhias petrolíferas descobriram a Areia Whopper no Golfo do México perfurando poços em profundidades de água de 2100-3000 m e a mais de 350 km da costa (Sweet e Blum 2011). A única explicação razoável para essa camada de areia de 300 a 580 metros de espessura, que cobre grande parte do fundo do Golfo do México, é um escoamento de água de alta energia — algo que se encaixa facilmente no modelo progressivo do Dilúvio. Isso coincidiria com a mudança na direção da água descrita para o dia 150+ do ano do Dilúvio. Altas taxas iniciais de drenagem de energia, coincidindo com uma queda repentina no nível do mar no início da Megassequência Tejas, explicam melhor esse depósito.

As forças responsáveis ​​forneceram um mecanismo para transportar a espessa camada de areia Whopper para águas profundas.

Em segundo lugar, o enorme volume de sedimentos da Tejas argumenta a favor de um evento global (Figs. 12, 14, 15) (Holt 1996). A Tejas representa o segundo maior volume de qualquer megassequência, com 32,5% da sedimentação total do Dilúvio (Fanerozoico) (Fig. 14). Além disso, o Tejas é o segundo depósito mais extenso (perdendo apenas para a Megasequência Zuni) (Fig. 15, Tabela 1). As enormes espessuras dos sedimentos do Paleógeno e Neogeno (Tejas) não podem ser facilmente descartadas como produto de catástrofes locais. Os sedimentos e os fósseis que contêm são melhor explicados pela fase de recuo das águas do Dilúvio, à medida que cadeias de montanhas e planaltos eram ativamente erguidos posteriormente no ano do Dilúvio.



Third, the thickest and most extensive coal seams are found globally in Tejas sediments. The Powder River Basin (PRB), USA coals, which are all within Paleogene system rock layers, contain the largest reserves of low-sulfur subbituminous coal in the world (Clarey et al. 2021). At least six or more coal beds in the PRB exceed 30 m in thickness, and some individual beds have been shown to extend for over 100 km in all directions. Some of these coal beds can exceed 60 m thick in places, such as the Big George coal layer. 

There are similarly 60 m thick coal seams in the Cenozoic in Germany also (Falk et al. 2022). These coal beds were derived from huge mats of plant and tree debris, primarily composed of angiosperms that likely lived at higher pre-Flood elevations. Other extensive Tejas coal beds are found offshore Asia that are best explained by the receding phase of the Flood (Fig. 26) (Clarey 2021a). 

Deep-water coals in the North Luconia region of the South China Sea, about 280 km off of Borneo, were found in a 1.5 km-thick section of Oligocene (Upper Paleogene) strata, over 3 km below sea level and in 1000 meters of water (Lunt 2019). Where did these coals originate? It is likely vast forests on the pre-Flood uplands were ripped from the land as the floodwaters crested on Day 150. These huge mats of vegetation would have been transported off the continents like the Whopper Sand and buried in the ocean as the Flood receded (Clarey 2015d). 

Today, the buried vegetation is found in the form of subsurface coal beds off the southeast Asian coast, the South China Sea, the Okhotsk Sea, and spread across the East Siberian Shelf, Laptev Shelf, and Russian Chukchi Shelf (Figure 26) (Gnibidenko and Khvedchuk 1982; Polachan et al. 1991; Drachev et al. 2009; Fujiwara 2012; Nguyen 2018; Hoang et al. 2020; Lunt 2020). 

It seems most likely that these Cenozoic (Tejas) coal beds were also produced by the Flood’s runoff processes. Local catastrophes have great difficulty explaining the massive extent, distance from shore, and depth and thicknesses of these offshore coals.


Em terceiro lugar, as camadas de carvão mais espessas e extensas são encontradas globalmente nos sedimentos do Tejas. Os carvões da Bacia do Rio Powder (PRB), EUA, que estão todos dentro de camadas rochosas do sistema Paleógeno, contêm as maiores reservas de carvão sub-bituminoso com baixo teor de enxofre do mundo (Clarey et al. 2021). 

Pelo menos seis ou mais camadas de carvão na PRB excedem 30 m de espessura, e algumas camadas individuais demonstraram se estender por mais de 100 km em todas as direções. Algumas dessas camadas de carvão podem exceder 60 m de espessura em alguns lugares, como a camada de carvão Big George. Existem camadas de carvão com espessura semelhante de 60 m no Cenozoico na Alemanha também (Falk et al. 2022). 

Essas camadas de carvão foram derivadas de enormes tapetes de detritos de plantas e árvores, compostos principalmente de angiospermas que provavelmente viviam em altitudes pré-diluvianas mais elevadas. Outras extensas jazidas de carvão do Tejas são encontradas na costa da Ásia e são melhor explicadas pela fase de recuo do Dilúvio (Fig. 26) (Clarey 2021a). 

Carvões de águas profundas na região norte da Lucônia, no Mar da China Meridional, a cerca de 280 km de Bornéu, foram encontrados em uma seção de 1,5 km de espessura de estratos do Oligoceno (Paleogeno Superior), a mais de 3 km abaixo do nível do mar e em 1000 metros de água (Lunt 2019). De onde se originaram esses carvões? É provável que vastas florestas nas terras altas pré-diluvianas tenham sido arrancadas da terra quando as águas do dilúvio atingiram o pico no 150º dia. Esses enormes tapetes de vegetação teriam sido transportados dos continentes como a Areia Whopper e enterrados no oceano à medida que o Dilúvio recuava (Clarey 2015d). 

Hoje, a vegetação enterrada é encontrada na forma de camadas de carvão subterrâneas ao largo da costa do sudeste asiático, do Mar da China Meridional, do Mar de Okhotsk e espalhadas pela Plataforma Siberiana Oriental, Plataforma de Laptev e Plataforma Chukchi Russa (Figura 26) (Gnibidenko e Khvedchuk 1982; Polachan et al. 1991; Drachev et al. 2009; Fujiwara 2012; Nguyen 2018; Hoang et al. 2020; Lunt 2020). Parece muito provável que essas camadas de carvão do Cenozoico (Tejas) também tenham sido produzidas pelos processos de escoamento do Dilúvio. Catástrofes locais têm grande dificuldade em explicar a extensão massiva, a distância da costa, a profundidade e a espessura desses carvões submarinos.



Fourth, geophysical and seafloor data suggest that CPT continued right across the K-Pg boundary and up to the Pliocene, with no indication of a significant change in plate velocity. In other words, the mechanism (CPT) for the Flood was still in full swing during most of the Tejas megasequence. Runaway subduction and rapid seafloor spreading caused the creation of over one-third of the world’s ocean crust during the deposition of the Tejas megasequence (Paleogene and Neogene Systems). 

Figure 4 shows the seafloor in red, orange and yellow made during the Cenozoic, in order of increasing age. This is a tremendous amount of seafloor made after the K-Pg boundary. In addition, the huge earthquakes generated by this movement would have been devastating for any type of human civilization after the Flood if the Flood ended at the K-Pg. In fact, India did not collide with Asia until the Neogene, making the Himalayas in the process. 

How could animals and humans survive these types of catastrophic tectonic events if they were off the Ark living just a few countries away? 

In addition, our research efforts have identified other geological deposits that further support a high Cenozoic Flood/post-Flood boundary. Massive-scale, Tejas deposits, like the Ogallala Formation spread across the Great Plains, USA, are best explained by the receding phase of the Flood (Clarey 2018). The Paleogene and Neogene deposits that are up to 17 km thick in the South Caspian Basin are also best explained by the receding phase of the Flood (Clarey and Werner 2019b).



Em quarto lugar, os dados geofísicos e do fundo do mar sugerem que a CPT continuou através do limite K-Pg e até o Plioceno, sem indicação de uma mudança significativa na velocidade das placas. Em outras palavras, o mecanismo (CPT) do Dilúvio ainda estava em pleno andamento durante a maior parte da megassequência Tejas. A subducção descontrolada e a rápida expansão do fundo do mar causaram a criação de mais de um terço da crosta oceânica do mundo durante a deposição da megassequência Tejas (Sistemas Paleógeno e Neogeno). 

A Figura 4 mostra o fundo do mar em vermelho, laranja e amarelo, formado durante o Cenozoico, em ordem crescente de idade. Esta é uma quantidade enorme de fundo do mar formada após o limite K-Pg. Além disso, os enormes terremotos gerados por esse movimento teriam sido devastadores para qualquer tipo de civilização humana após o Dilúvio, caso o Dilúvio tivesse terminado no limite K-Pg. Na verdade, a Índia só colidiu com a Ásia no Neogeno, formando o Himalaia nesse processo.

Como animais e humanos poderiam sobreviver a esses tipos de eventos tectônicos catastróficos se estivessem fora da Arca, vivendo a apenas alguns países de distância?

Além disso, nossos esforços de pesquisa identificaram outros depósitos geológicos que corroboram ainda mais um limite superior entre o Dilúvio e o pós-Dilúvio no Cenozoico. Depósitos de grande escala, como a Formação Ogallala, espalhados pelas Grandes Planícies, nos EUA, são melhor explicados pela fase de recuo do Dilúvio (Clarey 2018). Os depósitos do Paleogeno e do Neogeno, que chegam a 17 km de espessura na Bacia do Sul do Cáspio, também são melhor explicados pela fase de recuo do Dilúvio (Clarey e Werner 2019b).



And probably the best evidence that the Tejas megasequence represents the receding phase comes from studies of the rock columns across Europe, Africa and the Middle East, including Turkey (Fig. 27) (Clarey and Werner 2019a). 

Maps and stratigraphic columns near Turkey show that the deposition of undisputed marine rocks like carbonates and salt was uninterrupted and continuous from the Cretaceous (Zuni) upward through the entire Tejas section (Paleogene and Neogene), including the surface rocks of the Miocene and Pliocene (Neogene) (Figs. 28-31) (Clarey and Werner 2019a) 

These marine sediments are not trivial or local, but extend across Syria, Iraq, Turkey, much of Europe, and much of North Africa (Figs. 30, 31). The Flood could not have been drained from these areas and still deposit these marine rocks. These are clearly water deposits. 

The area of continuous carbonate deposition includes the countries of Syria, Turkey, and Iraq, completely surrounding and including the most likely Ark landing site. Furthermore, how could the Tower of Babel be built if the area was still underwater?

This was the same logic used by Snelling (2010b) to place his Flood boundary in Israel above the K-Pg at the unconformity between the Eocene chalks and the Miocene, possibly in the Oligocene. He found continuous deposition of thick chalk beds and cherts across Israel from the Cretaceous upward through the Upper Eocene. The top surface being an unconformity where “arguably post-Flood isolated minor continental sediments were deposited in the Miocene” (Snelling 2010b, p. 304). 

And yet, these so-called Miocene ‘continental’ sediments contain layers of limestone, dolomite and salt, usually interpreted as marine (Snelling 2010b, p. 272). These ‘marine’ layers are found in both the Miocene and above in Pliocene sediments in northern Israel and the northern Negev, suggesting some marine influence continued throughout the Neogene. These findings match well with our findings that the upper Flood boundary is near the top of the Neogene (top Tejas).


E provavelmente a melhor evidência de que a megassequência Tejas representa a fase de recuo vem de estudos das colunas rochosas na Europa, África e Oriente Médio, incluindo a Turquia (Fig. 27) (Clarey e Werner 2019a). Mapas e colunas estratigráficas próximas à Turquia mostram que a deposição de rochas marinhas indiscutíveis como carbonatos e sal foi ininterrupta e contínua do Cretáceo (Zuni) para cima, por toda a seção Tejas (Paleógeno e Neogeno), incluindo as rochas superficiais do Mioceno e Plioceno (Neógeno) (Figs. 28-31) (Clarey e Werner 2019a).

Esses sedimentos marinhos não são triviais ou locais, mas se estendem pela Síria, Iraque, Turquia, grande parte da Europa e grande parte do Norte da África (Figs. 30, 31). O Dilúvio não poderia ter drenado essas áreas e ainda depositado essas rochas marinhas. Estes são claramente depósitos aquosos.

A área de deposição contínua de carbonato inclui os países da Síria, Turquia e Iraque, circundando e incluindo completamente o local de pouso mais provável da Arca. Além disso, como a Torre de Babel poderia ter sido construída se a área ainda estivesse submersa?

Essa foi a mesma lógica usada por Snelling (2010b) para posicionar seu limite do Dilúvio em Israel acima do K-Pg na discordância entre os calcários do Eoceno e o Mioceno, possivelmente no Oligoceno. Ele encontrou deposição contínua de espessas camadas de calcário e sílex em Israel desde o Cretáceo até o Eoceno Superior. A superfície superior sendo uma discordância onde “possivelmente sedimentos continentais isolados menores pós-Dilúvio foram depositados no Mioceno” (Snelling 2010b, p. 304). No entanto, esses chamados sedimentos “continentais” do Mioceno contêm camadas de calcário, dolomita e sal, geralmente interpretadas como marinhas (Snelling 2010b, p. 272). 

Essas camadas “marinhas” são encontradas tanto no Mioceno quanto em sedimentos do Plioceno no norte de Israel e no norte do Negev, sugerindo que alguma influência marinha continuou ao longo do Neogeno. Essas descobertas coincidem bem com nossas descobertas de que o limite superior do Dilúvio está próximo ao topo do Neogeno (topo do Tejas).


Suggestions that the Flood was completely over at the K-Pg boundary also fail to explain the lack of significant erosional evidence at the K-Pg boundary. Where are the major canyons and the planation 
surfaces like those that formed at the top of the Tejas (Clarey 2021b)? 


Sugestões de que o Dilúvio terminou completamente no limite K-Pg também não explicam a falta de evidências significativas de erosão no limite K-Pg.
Onde estão os principais cânions e as superfícies de aplainamento como as que se formaram no topo do Tejas (Clarey 2021b)?


There should be massive erosional features at the K-Pg, but in most places, it resembles a disconformity, where the sedimentary beds are parallel above and below the boundary surface, with little indication of any missing sediment or massive erosion. 

A major event like the draining of the Flood waters should have left significant scarring of the K-Pg surface and left tremendous thicknesses of offshore deposits below and at the K-Pg level. But there is little evidence that either of these occurred until after the K-Pg level.

Furthermore, there is no indication that marine deposition was over at the K-Pg level and that all Tejas sedimentation was continental as is asserted (Figs. 27-31) (Austin et al, 1994). Studying the sedimentary rocks across the globe shows that nothing could be further from the truth (Clarey and Werner 2019a). Admittedly, there was massive uplift of many mountain ranges later in the Flood year, which caused the areas surrounding the uplifts to dry out first. 

And this would make “continental-looking” sediments deposited near these present-day mountains. But the global stratigraphy shows that most of the world was still underwater during the deposition of most of the Tejas megasequence (Figs. 27-31). And recall, the Tejas accounts for 32.5% of the total Flood sediments by volume, the second most of any megasequence, and is the second most extensive megasequence (Fig. 14). 

How could this much sediment be deposited across such vast areas be produced by isolated local catastrophes?




Deveria haver grandes feições erosivas no limite K-Pg, mas na maioria dos lugares, assemelha-se a uma discordância, onde as camadas sedimentares são paralelas acima e abaixo da superfície limite, com poucos indícios de qualquer sedimento faltante ou erosão maciça. Um evento importante como o esvaziamento das águas do Dilúvio deveria ter deixado cicatrizes significativas na superfície do K-Pg e enormes espessuras de depósitos marinhos abaixo e no nível do K-Pg. Mas há poucas evidências de que qualquer um desses eventos tenha ocorrido antes do nível do K-Pg.

Além disso, não há indicação de que a deposição marinha tenha terminado no nível do K-Pg e que toda a sedimentação do Tejas tenha sido continental, como é afirmado (Figs. 27-31) (Austin et al, 1994). O estudo das rochas sedimentares em todo o mundo mostra que nada poderia estar mais longe da verdade (Clarey e Werner 2019a). É verdade que houve um soerguimento massivo de muitas cadeias de montanhas no final do ano do Dilúvio, o que fez com que as áreas ao redor dos soerguimentos secassem primeiro. 

E isso teria feito com que sedimentos com aparência continental fossem depositados perto dessas montanhas atuais. Mas a estratigrafia global mostra que a maior parte do mundo ainda estava submersa durante a deposição da maior parte da megassequência Tejas (Figs. 27-31). E lembre-se, a Tejas representa 32,5% do total de sedimentos do Dilúvio em volume, a segunda maior porcentagem entre todas as megassequências, e é a segunda megassequência mais extensa (Fig. 14). Como essa quantidade de sedimentos depositados em áreas tão vastas poderia ser produzida por catástrofes locais isoladas?



These data strongly suggest that the Flood was not over until near, or at, the end of the Tejas megasequence. Genesis 8:13 tells us that the “waters were dried up from the earth.” This most likely means that all the continents were dry at this point (Tomkins 2023). This was approximately Day 314 of the Flood and most likely when the Tejas Megasequence concluded. 

Collectively, these data establish that much of the Paleogene and Neogene (known previously as the Tertiary) was the receding phase of the Flood, placing the Flood/post-Flood boundary at or near the top of the Tejas Megasequence (Upper Neogene). This has been referred to as the N-Q boundary since it marks the boundary between the Neogene and the Quaternary (Clarey 2020). 

In addition, first appearances of fossils of many large mammals and many first appearances of fossil flowering plants appear in the Tejas, supporting a Flood interpretation for these fossils. These animals and plants were swept off the highest pre-Flood hills as the waters rose 15 cubits over the tops, and then were buried as the floodwaters began to recede. Rock data not only confirm there was a global Flood as described in the Bible, but they also help us better understand its final stages of sedimentary deposition.

In contrast, advocates for a K-Pg Flood/post-Flood boundary consider all Cenozoic (Tejas) fossils to have formed in the window of time between the ending of the Flood and the beginning of the Ice Age (Austin et al. 1994; Whitmore and Garner 2008; Whitmore and Wise 2008; Snelling 2009). This only allows about 100 to 200 years for the dispersal (whatever the mechanism) and incredible diversification and subsequent burial of all Cenozoic mammals, flowering plants, and other fossils on multiple continents and in nearly the exact same stratigraphic order simultaneously (Wise 2009). 

Therefore, the presumed local catastrophes used to explain these Cenozoic fossils seem to more closely resemble global catastrophes. Global catastrophes are better explained with a global Flood. 


Esses dados sugerem fortemente que o Dilúvio não terminou até perto do final da megassequência Tejas, ou no final dela. Gênesis 8:13 nos diz que as “águas secaram sobre a terra”. Isso provavelmente significa que todos os continentes estavam secos nesse ponto (Tomkins 2023). 

Isso ocorreu aproximadamente no 314º dia do Dilúvio e, muito provavelmente, quando a megassequência Tejas terminou. Coletivamente, esses dados estabelecem que grande parte do Paleogeno e Neogeno (anteriormente conhecido como Terciário) foi a fase de recuo do Dilúvio, colocando o limite Dilúvio/pós-Dilúvio no topo da megassequência Tejas ou próximo a ele (Neogeno Superior). Isso tem sido chamado de limite N-Q, pois marca a fronteira entre o Neogeno e o Quaternário (Clarey 2020).

Além disso, as primeiras aparições de fósseis de muitos mamíferos de grande porte e de muitas plantas com flores fósseis surgem no Tejas, apoiando uma interpretação dilúvia para esses fósseis. Esses animais
e plantas foram arrastados das colinas mais altas pré-diluvianas à medida que as águas subiram 15 côvados acima dos cumes e, em seguida, foram soterrados quando as águas do dilúvio começaram a recuar. Os dados das rochas não apenas confirmam que houve um Dilúvio global como descrito na Bíblia, mas também nos ajudam a entender melhor seus estágios finais de deposição sedimentar.

Em contraste, os defensores de um limite Dilúvio K-Pg/pós-Dilúvio consideram que todos os fósseis cenozóicos (Tejas) se formaram no período entre o fim do Dilúvio e o início da Era do Gelo (Austin et al. 1994; Whitmore e Garner 2008; Whitmore e Wise 2008; Snelling 2009). 

Isso permite apenas cerca de 100 a 200 anos para a dispersão (qualquer que seja o mecanismo) e a incrível diversificação e subsequente soterramento de todos os mamíferos, plantas com flores e outros fósseis do Cenozoico em múltiplos continentes e praticamente na mesma ordem estratigráfica simultaneamente (Wise 2009). 

Portanto, as presumidas catástrofes locais usadas para explicar esses fósseis do Cenozoico parecem se assemelhar mais a catástrofes globais.
Catástrofes globais são melhor explicadas por um Dilúvio global.




Figure 27. Global basal lithology map of the Tejas megasequence. Yellow represents sandstone. Blue represents marine carbonate rock. Brown represents shale. Red represents volcanic rocks. Pink represents marine salt deposits.


Figura 27. Mapa global da litologia basal da megassequência Tejas. Amarelo representa arenito. Azul representa rocha carbonática marinha. Marrom representa xisto. Vermelho representa rochas vulcânicas. Rosa representa depósitos de sal marinho.



Indeed, a Flood model ending at the K-Pg requires rapid biological changes, referred to as “saltation,” to explain the many mammals and plants not found in sediments prior to the Eocene (part of the Paleogene), including the whales (Wise 2009; 2017).

Furthermore, those that advocate a K/Pg Flood/post-Flood boundary have not sufficiently offered a viable mechanism for post-Flood animal migration, particularly for the largest mammals and the hoofed animals (Whitmore and Garner 2008; Whitmore and Wise 2008; Snelling 2009; Ross 2012; Snelling and Matthews 2013; Ross and Arment 2022). 

Recall, that at the end of the Flood and before the Ice Age, water levels were about 190 meters higher than today, which includes 70 m for the ice still remaining in Greenland and Antarctica. 

Suggestions that nearly all Cenozoic fossils were the result of post-Flood local catastrophes fails to explain how the post-Flood animals arrived at the newly separated continents. Large mammals and hoofed animals would have a hard time floating on log mats for weeks or months without proper footing, nor sufficient food and water supplies. In contrast, a high Cenozoic or N-Q Flood boundary better explains the timing of the land bridges and the migration from the Ark during the Ice Age, well after the Tejas deposition was fully over and the water had drained from the land. 



De fato, um modelo de Dilúvio que termina no K-Pg requer mudanças biológicas rápidas, denominadas “saltação”, para explicar os muitos mamíferos e plantas não encontrados em sedimentos anteriores ao Eoceno (parte do Paleogeno), incluindo as baleias (Wise 2009; 2017).

Além disso, aqueles que defendem um limite Dilúvio/pós-Dilúvio K/Pg não ofereceram um mecanismo viável suficiente para o período pós-Dilúvio migração animal, particularmente para os maiores mamíferos e os ungulados (Whitmore e Garner 2008; Whitmore e Wise 2008; Snelling 2009; Ross 2012; Snelling e Matthews 2013; Ross e Arment 2022). Lembre-se de que, no final do Dilúvio e antes da Era do Gelo, os níveis da água eram cerca de 190 metros mais altos do que hoje, o que inclui 70 m para o gelo ainda remanescente na Groenlândia e na Antártica.

Sugestões de que quase todos os fósseis do Cenozoico foram resultado de catástrofes locais pós-Dilúvio não explicam como os animais pós-Dilúvio chegaram aos continentes recém-separados. Grandes mamíferos e ungulados teriam dificuldade em flutuar em esteiras de troncos por semanas ou meses sem um apoio adequado, nem suprimentos suficientes de comida e água. Em contraste, um limite superior do Cenozoico ou do Dilúvio Norte-Quadrado explica melhor o momento das pontes terrestres e a migração da Arca durante a Era do Gelo, bem depois da deposição do Tejas ter terminado completamente
e a água ter drenado da terra.



Figura 28. Mapa litológico basal da megassequência Tejas ao redor da Turquia. Amarelo representa arenito. Azul representa rocha carbonática marinha.

Marrom representa xisto. Vermelho representa rochas vulcânicas. Rosa representa depósitos de sal marinho. Esta é uma seção dos mapas litológicos basais da megassequência Tejas para a Europa e Ásia, não mostrados em sua totalidade (Clarey e Werner, 2019a).
 



Figura 29. Mapa base da área ao redor da Turquia mostrando a localização das colunas estratigráficas utilizadas para as seções A-A’ e B-B’ (Clarey e Werner, 2019a).





Figura 30. Seção estratigráfica A-A’ plana determinada no limite K-Pg. Os sedimentos do Tejas são mostrados acima em amarelo. A linha azul-clara na seção do Tejas mostra o limite entre o ambiente marinho e o não marinho acima.

Observe que a maior parte do Tejas é composta por rochas marinhas.

Localização da seção mostrada na Fig. 29.
Espessuras mostradas em metros (Clarey e Werner, 2019a).





Figura 31. Seção estratigráfica plana B-B’ localizada no limite K-Pg. Os sedimentos do Tejas são mostrados acima em amarelo. A linha azul clara na seção do Tejas mostra o limite marinho vs. não marinho acima. 
Observe que a maior parte do Tejas é composta por rochas marinhas. Localização da seção mostrada na Fig. 29. Espessuras mostradas em metros ters (Clarey e Werner, 2019a).




Por fim, a força dos dados em qualquer debate é o que há de mais crítico e revelador. Os dados sedimentares não estão sujeitos a tanta interpretação e manipulação quanto os dados fósseis isoladamente. Os fósseis são tão bons quanto o que foi descoberto e identificado. Viéses na coleta, extensão da erosão e quantidade de exposição influenciam o banco de dados de fósseis. Cada um desses fatores pode filtrar e distorcer os dados paleontológicos.

Enquanto isso, a estratigrafia (as camadas rochosas in situ) fornece um registro histórico muito mais
extenso e indiscutível. Os fósseis são encontrados simplesmente dentro da estratigrafia. O registro rochoso é tão forte e robusto quanto o princípio das relações de interseção ou o princípio da superposição. Os dados estratigráficos não podem ser alterados facilmente por vieses. Eles representam as rochas verdadeiras in situ, verificadas por afloramentos e poços, espalhadas por vastas porções dos continentes, e tão reais quanto as páginas de um livro.

Como discutido acima, uma das principais conclusões incluídas no modelo progressivo do Dilúvio é que o limite superior do Dilúvio é muito mais alto do que alguns pensavam anteriormente (Austin et al. 1994). Dados geológicos indicam que o Oriente Médio, o Norte da África e grande parte da Europa ainda estavam inundados pelas águas do Dilúvio durante a deposição da maior parte dos sedimentos do Neógeno (Tejas superior) (Figs. 28-31) (Clarey e Werner 2019a). 

Colunas estratigráficas na Europa, Turquia, Síria e Iraque mostram deposição contínua de carbonato, sal e/ou areia marinha desde o Cretáceo até o Mioceno e, às vezes, até o Plioceno (Figs. 30, 31). Esses dados geológicos demonstram que o limite pós-Dilúvio é alto no Cenozoico. Por essas razões, estamos confiantes em nossa interpretação de que o limite superior do Dilúvio estava próximo ao limite Norte-Quarentena e possivelmente logo abaixo dos depósitos da Era do Gelo.



2. Progressive Flood Model and CPT Explains the Flooding of the Continents

One of the strengths of CPT is its ability to explain the progressive Flood that the stratigraphic data suggest. The Bible plainly states that during the initiation of the Flood (Genesis 7:11), the “fountains of the great deep were broken up, and the windows of heaven were opened.” In terms of CPT, the breaking up of the fountains of the great deep may be a description of the initial rifting that took place globally at the ocean ridges and even within continents (Reed 2000; Clarey 2020). 

It seems likely that this was the moment when the global tectonic plates first formed as individual, moving pieces. Curvilinear cracks opening up all over the earth may have been initiated by a miraculous event. Whatever their origin, it appears that these long rifts may have allowed the cold, dense, pre-Flood ocean crust to begin to subduct in some places. 

Some creationists have suggested that a source of water for the fountains may have been the upper mantle. Studies indicate that indeed there are massive quantities of water disseminated within the minerals of the upper mantle in a layer called the transition zone (440 to 660 kilometers or 270 to 400 miles below the earth’s surface) (Fei et al. 2017). Secular scientists estimate that just as much water is trapped in the minerals at these depths as there is in all the oceans. 

Ringwoodite and wadesleyite, the two most common minerals at those depths, are estimated to contain 1-2% water by weight. Although it’s possible that a tiny amount of this water, and even limited shallower mantle water, was released as the fountains burst at the onset of the Flood, it is highly unlikely that the amount was large enough to make any significant contribution to the total water inventory at the earth’s surface. The reason is that this water is part of the crystal structure of the minerals comprising these rocks residing hundreds of kilometers below the surface. 

For this water to become water vapor or liquid water, the rocks themselves somehow would need to rise to near the earth’s surface and melt. 

Even in the framework of CPT, it is highly unlikely any significant amount of rock from the transition zone was transported to near the earth’s surface. While it is true that today about 95% of the gases released by volcanoes are water and carbon dioxide, demonstrating that volcanoes do release water, this water originates in the highly restricted zones of partial melting in the asthenosphere immediately below mid-ocean ridges and in subduction zones where water carried down by the subducting plate is released and reduces the melting temperature of the rock there.


2. O Modelo de Inundação Progressiva e a Teoria da Placa Tectônica Explicam a Inundação dos Continentes

Um dos pontos fortes da Teoria da Placa Tectônica é sua capacidade de explicar a inundação progressiva que os dados estratigráficos sugerem. A Bíblia afirma claramente que, durante o início do Dilúvio (Gênesis 7:11), as “fontes do grande abismo se romperam, e as janelas do céu se abriram”. Em termos da Teoria da Placa Tectônica, o rompimento das fontes do grande abismo pode ser uma descrição da ruptura inicial que ocorreu globalmente nas dorsais oceânicas e até mesmo dentro dos continentes (Reed 2000; Clarey 2020). Parece provável que este tenha sido o momento em que as placas tectônicas globais se formaram pela primeira vez como peças individuais em movimento.

Rachaduras curvilíneas que se abriram por toda a Terra podem ter sido iniciadas por um evento miraculoso. Seja qual for a sua origem, parece que essas longas fendas podem ter permitido que a crosta oceânica fria e densa do período pré-diluviano começasse a sofrer subducção em alguns locais.

Alguns criacionistas sugeriram que uma fonte de água para as fontes pode ter sido o manto superior. Estudos indicam que de fato, existem quantidades massivas de água disseminadas nos minerais do manto superior em uma camada chamada zona de transição (440 a 660 quilômetros ou 270 a 400 milhas abaixo da superfície da Terra) (Fei et al. 2017). 

Cientistas seculares estimam que tanta água esteja presa nos minerais nessas profundidades quanto em todos os oceanos. Estima-se que a ringwoodita e a wadesleyita, os dois minerais mais comuns nessas profundidades, contenham de 1 a 2% de água em peso. Embora seja possível que uma pequena quantidade dessa água, e até mesmo uma quantidade limitada de água do manto mais superficial, tenha sido liberada quando as fontes romperam no início do Dilúvio, é altamente improvável que a quantidade tenha sido grande o suficiente para contribuir significativamente para o estoque total de água na superfície da Terra. 

A razão é que essa água faz parte da estrutura cristalina dos minerais que compõem essas rochas que se encontram a centenas de quilômetros abaixo da superfície. Para que essa água se transforme em vapor d'água ou água líquida, as próprias rochas precisariam, de alguma forma, subir até perto da superfície da Terra e derreter.

Mesmo dentro da estrutura da Teoria CPT, é altamente improvável que qualquer quantidade significativa de rocha da zona de transição tenha sido transportada para perto da superfície da Terra. Embora seja verdade que hoje cerca de 95% dos gases liberados por vulcões sejam água e dióxido de carbono, demonstrando que os vulcões liberam água, essa água se origina nas zonas altamente restritas de fusão parcial na astenosfera imediatamente abaixo das dorsais meso-oceânicas e nas zonas de subducção, onde a água transportada pela placa subductante é liberada e reduz a temperatura de fusão da rocha ali presente.


Obviously, the intense rainfall described as the opening of the “windows of heaven” contributed to the flooding of the pre-Flood landmasses. And some of this rainfall was likely from the water coming out of the volcanic eruptions as described above. 

But, because newly created oceanic lithosphere is hot, less dense, and more buoyant, the CPT model provides a potentially even bigger source for water for the flooding of the continents. After its formation 
at the ridges, freshly formed, low-density oceanic lithosphere rises and raises the top of the seafloor from below, displacing ocean water and forcing it on land. Creationists have calculated that this elevated seafloor could have raised the global sea level by 1.6 kilometers (Snelling 2014c) to 2.0 kilometers (Baumgardner 1986). greatly helping flood the continents. If the bottom of the bathtub is raised, the water will rise. 

If the bottom of the ocean is raised, sea level will rise. The more newly created ocean lithosphere, the more the ocean level was pushed upwards. This process is what likely caused the water to finally go over the top of the highest hills as the Flood reached the 150th day. 

Rapid movement of the plates during runaway subduction also supplied innumerable tsunami-like waves to wash across the land, helping deposit blanket-type sediments across continents. Numerical modeling by Baumgardner has found that repetitive tsunami waves, caused by rapid plate movement, could result in water accumulation more than a kilometer (0.62 mile) deep on the continents, contributing to the flooding (Baumgardner 2018). The runaway subduction model also provides a mechanism to lower the continental crust about two miles in the proximity of the subduction zones, causing more extensive flooding of the land and creating room for thousands of feet of sediment (Baumgardner 1994a).


Obviamente, a chuva intensa descrita como a abertura das “janelas do céu” contribuiu para a inundação das massas de terra pré-diluvianas. 

E parte dessa chuva provavelmente veio da águaexpelida pelas erupções vulcânicas descritas acima. Mas, como a litosfera oceânica recém-criada é quente, menos densa e mais flutuante, o modelo CPT fornece uma fonte potencialmente ainda maior de água para a inundação dos continentes. 

Após sua formação nas dorsais, a litosfera oceânica recém-formada e de baixa densidade sobe e eleva o topo do fundo do mar por baixo, deslocando a água do oceano e forçando-a sobre a terra. Criacionistas calcularam que esse fundo do mar elevado pode ter elevado o nível global do mar em 1,6 quilômetros (Snelling 2014c) a 2,0 quilômetros (Baumgardner 1986), contribuindo significativamente para a inundação dos continentes. Se o fundo da banheira for elevado, a água subirá. Se o fundo do oceano for elevado, o nível do mar subirá. 

Quanto mais litosfera oceânica recém-criada, mais o nível do oceano era empurrado para cima. Esse processo é o que provavelmente fez com que a água finalmente ultrapassasse o topo das colinas mais altas quando o Dilúvio atingiu o 150º dia.

O movimento rápido das placas durante a subducção descontrolada também forneceu inúmeras ondas semelhantes a tsunamis que varreram a terra, ajudando a depositar sedimentos em forma de manta nos continentes. A modelagem numérica de Baumgardner descobriu que ondas de tsunami repetitivas, causadas pelo movimento rápido das placas, poderiam resultar no acúmulo de água com mais de um quilômetro (0,62 milhas) de profundidade nos continentes, contribuindo para a inundação (Baumgardner 2018). 

O modelo de subducção descontrolada também fornece um mecanismo para baixar a crosta continental cerca de duas milhas nas proximidades das zonas de subducção, causando inundações mais extensas da terra e criando espaço para milhares de pés de sedimentos (Baumgardner 1994a).


In summary, plate motion provided two of the major potential sources of water to inundate the pre-Flood land. First, the rapid creation of new seafloor during the Flood caused the ocean levels to rise up to 2 km higher. Second, the tsunamis generated by plate motion (subduction especially) could have added another kilometer 


Em resumo, o movimento das placas tectônicas forneceu duas das principais fontes potenciais de água para inundar as terras pré-diluvianas. Primeiro, a rápida criação de novo fundo oceânico durante o Dilúvio fez com que os níveis do oceano subissem até 2 km. Segundo, os tsunamis gerados pelo movimento das placas (especialmente a subducção) podem ter adicionado mais um quilômetro de elevação em relação aos níveis da água em todos os continentes. Coletivamente, essas duas fontes de água podem explicar a inundação até mesmo das colinas pré-diluvianas mais altas.

Finalmente, o resfriamento subsequente da litosfera oceânica recém-criada mais tarde no ano do Dilúvio (após o Dia 150) explica o rebaixamento das águas do dilúvio. A litosfera oceânica recém-criada, com 100 km (62 milhas) de espessura, resfriou e afundou lentamente, rebaixando o fundo dos oceanos e ajudando a drenar a água dos continentes de volta para as bacias oceânicas. 

O que aconteceu com as águas do dilúvio? Elas estão de volta nas bacias oceânicas atuais. Lembre-se, o Dilúvio não precisou cobrir terras pré-diluvianas tão altas quanto o Monte Everest. Essas montanhas e
a maioria das outras foram elevadas no final do Dilúvio. As colinas mais altas do mundo pré-diluviano provavelmente eram muito menos altas do que as pessoas pensam, talvez apenas 1500 metros acima do nível do oceano pré-diluviano (Clarey 2020).



3. Progressive Flood Model Explains Why the Plates Are Moving Slowly Today

It was the density contrast of the heavy, cold, original ocean crust (the lithosphere) that allowed the runaway subduction process to begin and continue. The density difference served essentially as the fuel (Baumgardner 1994a). The runaway process continued until the original oceanic lithosphere was consumed. 

There was no geophysical means or reason to stop the rapid plate motion until the density contrast was fully alleviated. At that moment, the newer, more buoyant lithosphere ceased subducting, bringing plate motion to a virtual standstill. As a consequence, today we only witness small, residual plate motions of centimeters per year.



3. O Modelo de Inundação Progressiva Explica Por Que as Placas Estão se Movendo Lentamente Hoje

Foi o contraste de densidade da crosta oceânica original, pesada e fria (a litosfera), que permitiu que o processo de subducção descontrolada iniciasse e continuasse. A diferença de densidade serviu essencialmente como combustível (Baumgardner 1994a). O processo descontrolado continuou até que a litosfera oceânica original fosse consumida. Não havia meios ou razões geofísicas para interromper o rápido movimento das placas até que o contraste de densidade fosse totalmente aliviado. Nesse momento, a litosfera mais nova e mais flutuante parou de subduzir, levando o movimento das placas a uma paralisação virtual. Como consequência, hoje testemunhamos apenas pequenos movimentos residuais das placas, da ordem de centímetros por ano.


4. Progressive Flood Model Explains the Conditions Necessary for the Ice Age

Finally, CPT provides a mechanism for the Ice Age that occurred at the end of the Flood. A hot, newly formed ocean seafloor covering 70% of the world would have provided tremendous amounts of heat energy to the ocean waters above. 

This would have raised the overall temperature of the ocean and caused a greater amount of evaporation, 
resulting in staggering amounts of precipitation (Oard 2004). The increased volcanic activity from the subduction zone volcanoes and the unique chemistry of subduction zone magmas within the Ring of Fire and elsewhere late in the Flood would have placed huge volumes of ash and aerosols into the atmosphere, cooling the climate most noticeably in the higher latitudes (Oard 2004).

The distinctive chemistry of the magmas generated by the melting of subducted water-laden, siliceous sediments in subduction zones provides the perfect recipe for explosive, ash-rich eruptions. These types of volcanoes (stratovolcanoes) are highest in silica, making them thicker and more explosive (Raymond 1995). The net result of hotter oceans and tremendous silica-rich volcanic activity brought on from plate motion would be enough to start a widespread Ice Age. The hotter water provided higher evaporation, and the ash-rich volcanoes that erupted continually over many years provided the aerosols to cool the earth, especially in the higher latitudes.


4. O Modelo de Inundação Progressiva Explica as Condições Necessárias Para a Era do Gelo

Finalmente, a Teoria da Precipitação Contínua (TPC) fornece um mecanismo para a Era do Gelo que ocorreu no final do Dilúvio. Um fundo oceânico quente e recém-formado, cobrindo 70% do mundo, teria fornecido enormes quantidades de energia térmica para as águas oceânicas acima. 

Isso teria elevado a temperatura geral do oceano e causado uma maior evaporação, resultando em quantidades impressionantes de precipitação (Oard 2004). O aumento da atividade vulcânica dos vulcões da zona de subducção e a química única dos magmas da zona de subducção dentro do Anel de Fogo e em outros lugares no final do Dilúvio teriam lançado enormes volumes de cinzas e aerossóis na atmosfera, resfriando o clima, mais notavelmente nas latitudes mais altas (Oard 2004).

A composição química peculiar dos magmas gerados pela fusão de sedimentos siliciosos carregados de água e subduzidos em zonas de subducção fornece a receita perfeita para erupções explosivas e ricas em cinzas. Esses tipos de vulcões (estratovulcões) possuem o maior teor de sílica, tornando-os mais espessos e explosivos (Raymond 1995). 

O resultado líquido de oceanos mais quentes e da tremenda atividade vulcânica rica em sílica, provocada
pelo movimento das placas tectônicas, seria suficiente para iniciar uma Era Glacial generalizada.

A água mais quente proporcionou maior evaporação, e os vulcões ricos em cinzas que entraram em erupção continuamente por muitos anos forneceram os aerossóis que resfriaram a Terra, especialmente nas latitudes mais altas.



of the ocean basins have basalt-rich magmas (similar to shield volcanoes) and are less capable of producing the ash-rich explosions necessary to generate sun-blocking aerosols and ash (Raymond 1995). This is another reason runaway subduction was an important part of the Flood mechanism. Only subduction provides the magma chemistry necessary to make stratovolcanoes and explosive ash-rich volcanoes. Finally, as the ocean water slowly cooled and volcanic activity diminished in the centuries after Flood, the Ice Age would have ended as abruptly as it began (Oard 2004).




In contrast, the most common type of volcanoes across the majority of the ocean basins have basalt-rich magmas (similar to shield volcanoes) and are less capable of producing the ash-rich explosions necessary to generate sun-blocking aerosols and ash (Raymond 1995). This is another reason runaway subduction was an important part of the Flood mechanism. Only subduction provides the magma chemistry necessary to make stratovolcanoes and explosive ash-rich volcanoes. Finally, as the ocean water slowly cooled and volcanic activity diminished in the centuries after Flood, the Ice Age would have ended as abruptly as it began (Oard 2004).



Em contraste, o tipo mais comum de vulcões na maioria das bacias oceânicas possui magmas ricos em basalto (semelhantes aos vulcões em escudo) e é menos capaz de produzir as explosões ricas em cinzas necessárias para gerar aerossóis e cinzas que bloqueiam a luz solar (Raymond, 1995). Esta é outra razão pela qual a subducção descontrolada foi uma parte importante do mecanismo do Dilúvio. Somente a subducção fornece a composição química do magma necessária para formar estratovulcões e vulcões explosivos ricos em cinzas. Finalmente, à medida que a água do oceano esfriou lentamente e a atividade vulcânica diminuiu nos séculos após o Dilúvio, a Era do Gelo teria terminado tão abruptamente quanto começou (Oard, 2004).



5. Progressive Flood Model Verified by 87Sr/86Sr Ratios

CPT and a progressive Flood model is also supported by marine sedimentary strontium ratios. In his classic textbook on isotope geology, Faure (1986, p. 187) explained that the 87Sr/86Sr value found in rocks is controlled by the interaction of three sources: 

(1) young volcanic rocks or newly created seafloor, 

(2) weathering of old continental crust, 

and 

(3) Phanerozoic marine carbonate rocks. 

Furthermore, Veizer and Mackenzie (2013) argue that the 87Sr/86Sr is primarily controlled by the production of new oceanic crust and by river influx from the continents. Higher 87Sr/86Sr values are primarily caused by increased weathering of the continental crust, and its influx into the oceans. Lower 87Sr/86Sr values are likely from the formation of new oceanic crust and possibly hydrothermal activity. Faure (1986, p. 191) attributed the lower 87Sr/86Sr values in the Mesozoic to increased rates of seafloor spreading and the opening of the Atlantic Ocean. 

We conclude that the 87Sr/86Sr values found in the rocks of the Phanerozoic (all six megasequences) are intimately connected to the production of new seafloor (Cupps and Clarey 2020). 

Figure 31 shows that the 87Sr/86Sr ratio progressively dropped throughout the Phanerozoic until reaching its lowest values in the Zuni megasequence (about the Jurassic level). This 87Sr/86Sr ratio curve does, in fact, match the rock data mapped globally as both peak simultaneously in the Zuni megasequence, one low and one high (an inverse relationship) (Cupps and Clarey 2020). What would 
cause the rock data and the Sr ratios to track each other so closely? 



5. Modelo de Inundação Progressiva Verificado pelas Razões 87Sr/86Sr

O modelo de Inundação Progressiva e a Teoria CPT também são apoiados pelas razões de estrôncio em sedimentos marinhos.
Em seu livro clássico sobre geologia isotópica, Faure (1986, p. 187) explicou que o valor de 87Sr/86Sr
encontrado em rochas é controlado pela interação de três fontes: 

(1) rochas vulcânicas jovens ou fundo oceânico recém-criado, 

(2) intemperismo da crosta continental antiga 


(3) rochas carbonáticas marinhas fanerozoicas.

Além disso, Veizer e Mackenzie (2013) argumentam que o 87Sr/86Sr é controlado principalmente pela produção de nova crosta oceânica e pelo influxo fluvial dos continentes. Valores mais altos de 87Sr/86Sr são causados ​​principalmente pelo aumento do intemperismo da crosta continental e seu influxo para os oceanos. 

Valores mais baixos de 87Sr/86Sr provavelmente resultam da formação de nova crosta oceânica e possivelmente de atividade hidrotermal. Faure (1986, p. 191) atribuiu os valores mais baixos de 87Sr/86Sr no Mesozoico ao aumento das taxas de expansão do fundo oceânico e à abertura do Oceano Atlântico.
Concluímos que os valores de 87Sr/86Sr encontrados nas rochas do Fanerozoico (todas as seis megassequências) estão intimamente ligados à produção de novo fundo oceânico (Cupps e Clarey 2020).

A Figura 31 mostra que a razão 87Sr/86Sr diminuiu progressivamente ao longo do Fanerozoico até atingir seus valores mais baixos na megassequência Zuni (aproximadamente no nível Jurássico). Essa curva da razão 87Sr/86Sr, de fato, corresponde aos dados de rochas mapeados globalmente, com ambos os picos ocorrendo simultaneamente na megassequência Zuni, um baixo e um alto (uma relação inversa) (Cupps e Clarey 2020). O que poderia fazer com que os dados das rochas e as razões de Sr se correlacionassem tão de perto?



We suggest the changes in 87Sr/86Sr values are primarily driven by the production of new seafloor during the Flood year. This best explains the lowering of the 87Sr/86Sr values that started in the late Cambrian and continued through the Paleozoic and Mesozoic, and even through the Cenozoic, and its return to near 0.710 today (Fig. 32). 

Hot, new seafloor is more buoyant and thicker and pushes up the ocean water from below. So, the more that new seafloor is created, the more the ocean level rises. The observed gradual lowering of the 87Sr/86Sr values can be directly correlated with the rapid production of new ocean lithosphere during the Flood year. During deposition of the earliest megasequences, its likely only small amounts of new seafloor were added, confirming our earlier interpretation. 

This pushed sea level up slightly at the beginning the Flood (and began to lower the Sr ratio) while only affecting limited parts of the continents (Sauk and Tippecanoe sequences), matching what the rocks show (Clarey and Werner 2017). 

As more seafloor was created in the Late Paleozoic and into the Mesozoic on a massive scale, it pushed the Flood water higher and higher until it reached its highest level (and lowest 87Sr/86Sr values) during the Zuni megasequence (Fig. 32). 

87Sr/86Sr ratios again rose again during the Tejas as less seafloor was created and sea level dropped. 

The 87Sr/86Sr values track with the production of new seafloor, which caused the water levels to rise progressively, matching the patterns of the megasequences also.  Only CPT can explain this near perfect conformity of the progressive flooding of the continents, the progressive production of new seafloor and the progressive shifts in the 87Sr/86Sr ratio. While each data set can be assessed independently, they are directly (or inversely) related to one another, resulting in simultaneous patterns.


Sugerimos que as mudanças nos valores de 87Sr/86Sr sejam impulsionadas principalmente pela produção de novo fundo oceânico durante o ano do Dilúvio. Isso explica melhor a redução dos valores de 87Sr/86Sr que começou no final do Cambriano e continuou durante o Paleozoico e Mesozoico, e mesmo durante o Cenozoico, e seu retorno para perto de 0,710 hoje (Fig. 32). 

O novo fundo oceânico quente é mais flutuante e espesso e empurra a água do oceano de baixo para cima. Portanto, quanto mais novo fundo oceânico é criado, mais o nível do oceano sobe. A redução gradual observada nos valores de 87Sr/86Sr pode ser diretamente correlacionada com a rápida produção
de nova litosfera oceânica durante o ano do Dilúvio. 

Durante a deposição das primeiras megassequências, é provável que apenas pequenas quantidades de novo fundo oceânico tenham sido adicionadas, confirmando nossa interpretação anterior. Isso elevou ligeiramente o nível do mar no início do Dilúvio (e começou a diminuir a razão Sr), afetando apenas partes limitadas dos continentes (sequências Sauk e Tippecanoe), o que corresponde ao que as rochas mostram (Clarey e Werner 2017). À medida que mais fundo oceânico foi criado no Paleozoico Superior e no Mesozoico em grande escala, a água do Dilúvio foi elevada cada vez mais até atingir seu nível mais alto (e os menores valores de 87Sr/86Sr) durante a megassequência Zuni (Fig. 32).

As razões 87Sr/86Sr aumentaram novamente durante o Tejas, à medida que menos fundo oceânico foi criado e o nível do mar baixou.

Os valores de 87Sr/86Sr acompanham a produção de novo fundo oceânico, o que fez com que os níveis da água subissem progressivamente, correspondendo também aos padrões das megassequências. Somente a Teoria CPT pode explicar essa quase perfeita conformidade entre a inundação progressiva dos continentes, a produção progressiva de novo fundo oceânico e as mudanças progressivas na razão 87Sr/86Sr. Embora cada conjunto de dados possa ser avaliado independentemente, eles estão direta (ou inversamente) relacionados entre si, resultando em padrões simultâneos.



VI. CONCLUSION

Nearly 3000 stratigraphic columns across five continents document a progressive Flood that corresponds to the Biblical text and the predictions of CPT. Data indicate the Flood started out with minimal flooding of the continents for the first 40 days but increased steadily until peaking at about the K-Pg boundary on Day 150 (Fig. 33). 

CPT provides the most viable mechanism to explain this sedimentary rock pattern as it provides a method to Flood the continents through the progressive production of new seafloor.  The sedimentary record and CPT harmonize with the account of the Flood in Genesis.

We conclude that the Flood began with tremendous volcanic activity and rifts that opened across the globe, creating individual tectonic plates that then began to move (Fig. 33). 

Only limited flooding and minimal plate tectonic activity (seafloor spreading) took place during deposition of the first three megasequences. This is supported by the lack of any preserved seafloor prior to the 4th megasequence (Absaroka). However, this early plate activity, although limited in extent, did generate numerous tsunamis waves. This resulted in the flooding of continental shallow seas and the burial of billions of marine fossils. 




VI. CONCLUSÃO

Quase 3000 colunas estratigráficas em cinco continentes documentam um Dilúvio progressivo que corresponde ao texto bíblico e às previsões da Teoria Clássica das Placas (TCP). Os dados indicam que o Dilúvio começou com inundações mínimas nos continentes durante os primeiros 40 dias, mas aumentou de forma constante até atingir o pico por volta do limite K-Pg no dia 150 (Fig. 33). 

A TCP fornece o mecanismo mais viável para explicar esse padrão de rochas sedimentares, pois oferece um método para inundar os continentes através da produção progressiva de novo fundo oceânico. O registro sedimentar e a TCP harmonizam-se com o relato do Dilúvio em Gênesis.

Concluímos que o Dilúvio começou com uma tremenda atividade vulcânica e fendas que se abriram por todo o globo, criando placas tectônicas individuais que então começaram a se mover (Fig. 33). Apenas inundações limitadas e atividade mínima de tectônica de placas (expansão do fundo oceânico) ocorreram
durante a deposição das três primeiras megassequências. Isso é corroborado pela ausência de qualquer fundo marinho preservado antes da 4ª megassequência (Absaroka). No entanto, essa atividade inicial das placas, embora limitada em extensão, gerou inúmeras ondas de tsunami. Isso resultou no alagamento de mares continentais rasos e no soterramento de bilhões de fósseis marinhos.



By Day 40 of the Flood, the Biblical text reveals that the Ark began to float, implying that significant portions of the land must have been impacted also. We interpret this as the start of the Absaroka megasequence in the rock record (Fig. 33). 

Here, we find the first significant numbers of land animal fossils and the first extensive coal seams. More extensive plate tectonic activity was also occurring during the Absaroka, including the production of much new seafloor. 

In fact, the oldest preserved seafloor only extends back to the Figure 33. Progressive Flood model (diagrammatic) sea level curve and megasequences chart, showing Days 1, 40, 150 of the global Flood (modified from Johnson and Clarey 2021).

Absaroka megasequence. It was this new seafloor that pushed the water up high enough to begin flooding the land and floating the Ark. 

Most of the plants and animals in the Absaroka megasequence reflect coastal, wetland and lowland environments. 

The continual production of vast amounts of new seafloor creation continued into the Zuni megasequence, pushing the tsunami waves to their highest level and maximum extent. The stratigraphic data support this interpretation as the Zuni has the highest surface area coverage and the most volume of any megasequence globally. 

The end of the Zuni was likely about Day 150 of the Flood (Fig. 33). 

Furthermore, the Bible tells us the water crested at 15 cubits over the tops of the highest hills. Fast-moving tsunami waves wiped everything off the highest hills down to the bare crust. This left many regions of the continents devoid of sedimentary rock because 15 cubits of water cannot leave behind deposits thicker than several meters. 

After 4500 years, most of these thin sediments were likely eroded away, leaving just a few remnants. These are the so-called shield areas today, like the Canadian Shield, the West African Shield and the Brazilian Shield. 


No 40º dia do Dilúvio, o texto bíblico revela que a Arca começou a flutuar, o que implica que porções significativas da terra também devem ter sido impactadas. Interpretamos isso como o início da megassequência Absaroka no registro geológico (Fig. 33). Aqui, encontramos os primeiros números significativos de fósseis de animais terrestres e as primeiras extensas camadas de carvão. Uma atividade tectônica de placas mais extensa também estava ocorrendo durante o Absaroka, incluindo a produção de muito novo fundo oceânico.

De fato, o fundo oceânico preservado mais antigo remonta apenas à Figura 33. Modelo progressivo do Dilúvio (diagrama) curva do nível do mar e gráfico de megassequências, mostrando os dias 1, 40 e 150 do Dilúvio global (modificado de Johnson e Clarey 2021).

Megassequência Absaroka. Foi esse novo fundo marinho que empurrou a água para cima o suficiente para começar a inundar a terra e fazer a Arca flutuar.
A maioria das plantas e animais na megassequência Absaroka reflete ambientes costeiros, de pântano e de planície.

A produção contínua de vastas quantidades de novo fundo marinho continuou na megassequência Zuni, impulsionando as ondas do tsunami ao seu nível mais alto e extensão máxima. Os dados estratigráficos
apoiam essa interpretação, já que a Zuni tem a maior cobertura de área superficial e o maior volume de qualquer megassequência globalmente. O fim da Zuni provavelmente ocorreu por volta do 150º dia do Dilúvio (Fig. 33).

Além disso, a Bíblia nos diz que a água atingiu o pico a 15 côvados acima dos cumes das colinas mais altas. Ondas de tsunami de movimento rápido varreram tudo das colinas mais altas até a crosta nua. Isso deixou muitas regiões dos continentes desprovidas de rochas sedimentares porque 15 côvados de água não conseguem deixar depósitos com mais de alguns metros de espessura. Após 4500 anos, a maior parte desses sedimentos finos provavelmente foi erodida, restando apenas alguns vestígios. Essas são as chamadas áreas de escudo atuais, como o Escudo Canadense, o Escudo da África Ocidental e o Escudo Brasileiro.



As the Flood year advanced, CPT continued making new seafloor into the Tejas. However, at this point the water began to slowly subside as God brought a wind to blow the water from the land (Gen. 8:1).  In addition, the oldest newly created ocean crust began to cool and sink, deepening the ocean basins. 

The net result was a steady diminishing in water level at the onset of the Tejas, steadily draining water off the land (Fig. 33). This sudden shift to the offshore resulted in the accumulation of the Whopper Sand in the Gulf of Mexico and the global deposition of flora and fauna from the highest hills. 

Many flowering plants and large mammals that lived at higher elevation were buried in these rock layers. This shift in water flow direction also resulted in massive coal deposits trapped up against mountain fronts during the Tejas, like the Powder River basin coals, and also those pushed offshore Asia.

In many locations, the lower Flood boundary is at the base of the Sauk megasequence, starting with Cambrian strata. But in other places, Flood deposits started below in the late Precambrian (Pre Sauk megasequence). And as the Flood water progressed upwards, reaching higher and higher pre-Flood elevations for the first time, it sometimes deposited Absaroka and/or Zuni megasequence sediments directly on basement, with no earlier Flood sedimentation beneath.

We pick an upper Flood boundary near the top of the Neogene (Upper Cenozoic) for several reasons, but especially for two compelling reasons: 

1) ocean lithosphere was still being actively produced throughout the Tejas megasequence (Paleogene and Neogene) with no indications that this mechanism slowed until the Pliocene, 

and 

2) limestone rocks and other marine sediments were deposited continually from the Cretaceous System (Zuni megasequence) upward through the Miocene and even Pliocene (Neogene) across Turkey, Syria, Iraq, much of Europe, and the Middle East. These observations demonstrate that the mechanism for the Flood was not over at the K-Pg, and that the waters had not drained off the most likely locations for the Tower of Babel until late in the Neogene or after.



À medida que o ano do Dilúvio avançava, a CPT continuou a formar novo fundo marinho no Tejas. No entanto, neste ponto, a água começou a recuar lentamente à medida que Deus trouxe um vento para soprar a água da terra (Gênesis 8:1). 

Além disso, a crosta oceânica mais antiga recém-criada começou a esfriar e afundar, aprofundando as bacias oceânicas. O resultado final foi uma diminuição constante no nível da água no início do Tejas, drenando continuamente a água da terra (Fig. 33). 

Essa mudança repentina para o mar aberto resultou no acúmulo da Areia Whopper no Golfo do México e a deposição global de flora e fauna das colinas mais altas. Muitas plantas e grandes mamíferos que viviam em altitudes mais elevadas foram enterrados nessas camadas rochosas. 

Essa mudança na direção do fluxo de água também resultou em depósitos maciços de carvão presos contra as frentes das montanhas durante o Tejas, como os carvões da bacia do Rio Powder, e também aqueles empurrados para o mar da Ásia.

Em muitos locais, o limite inferior do Dilúvio está na base da megassequência Sauk, começando com estratos cambrianos. Mas em outros lugares, os depósitos do Dilúvio começaram abaixo, no final do Pré-Cambriano (pré-megassequência Sauk). E à medida que a água do Dilúvio progredia para cima, atingindo elevações pré-diluvianas cada vez mais altas pela primeira vez, às vezes depositava sedimentos das megassequências Absaroka e/ou Zuni diretamente sobre o embasamento, sem sedimentação dilúvia anterior abaixo.

Escolhemos um limite superior para o Dilúvio próximo ao topo do Neogeno (Cenozoico Superior) por vários motivos, mas especialmente por dois motivos convincentes: 

1) a litosfera oceânica ainda estava sendo ativamente produzida ao longo da megassequência Tejas (Paleogeno e Neogeno), sem indícios de que esse mecanismo tenha diminuído até o Plioceno; 


2) rochas calcárias e outros sedimentos marinhos foram depositados continuamente desde o Sistema Cretáceo (megassequência Zuni) até o Mioceno e mesmo o Plioceno (Neogeno), na Turquia, Síria, Iraque, grande parte da Europa e Oriente Médio. 

Essas observações demonstram que o mecanismo do Dilúvio não havia terminado no K-Pg e que as águas não haviam drenado dos locais mais prováveis ​​para a Torre de Babel até o final do Neogeno ou posteriormente.



The progressive Flood model also explains the near stoppage of the of the plates today as the original cold oceanic lithosphere has all been subducted away. By removing the density contrast necessary for continued runaway subduction, the driving mechanism for CPT vanished.

Furthermore, the newly created hot seafloor caused the ocean water to absorb considerable heat, increasing the ocean’s average temperature significantly. The hotter ocean produced tremendous evaporation for hundreds of years after the Flood year. And the subduction zone volcanoes that peaked at the end of the Flood, and after, provided the aerosols necessary to cool the atmosphere, causing snow to fall in the high latitudes. These two conditions, caused by CPT, brought on the Ice Age. It was the steady build-up of snow and ice that lowered sea level by 120 meters below today’s level, creating temporary land bridges to nearly every continent. This allowed humans and large animals to repopulate the globe after the Flood.

Finally, shifts in the global 87Sr/86Sr ratio confirm that rapid production of new seafloor was a major controlling factor in the progressive Flood, harmonizing with our interpretation.

In conclusion, the progressive Flood model, utilizing CPT as the mechanism, explains why the water rose higher though the production of new seafloor during the Flood year, resulting in the step-by-step flooding of the continents. 

The results of the flooding are recorded directly in the rock record of the megasequences. Flood rocks show a steady increase in surface extent and in thickness, until peaking nearly simultaneously on all continents, and then a universal sudden shift to the offshore. CPT provides the best explanation for the near stoppage of the tectonic plates today and the conditions for the Ice Age after the Flood.




O modelo progressivo do Dilúvio também explica a quase paralisação das placas tectônicas hoje, já que a litosfera oceânica fria original foi completamente subduzida. Ao remover o contraste de densidade necessário para a subducção descontrolada contínua, o mecanismo que impulsionava a Transição Controversa das Placas (CPT) desapareceu.

Além disso, o fundo oceânico quente recém-criado fez com que a água do oceano absorvesse calor considerável, aumentando significativamente a temperatura média do oceano. O oceano mais quente produziu uma evaporação tremenda por centenas de anos após o ano do Dilúvio. E os vulcões da zona de subducção, que atingiram o pico no final do Dilúvio e posteriormente, forneceram os aerossóis necessários para resfriar a atmosfera, causando a queda de neve nas altas latitudes. 

Essas duas condições, causadas pela CPT, deram início à Era do Gelo. Foi o acúmulo constante de neve e gelo que reduziu o nível do mar em 120 metros abaixo do nível atual, criando pontes terrestres temporárias para quase todos os continentes. Isso permitiu que humanos e grandes animais repovoassem o globo após o Dilúvio.

Finalmente, mudanças na razão global 87Sr/86Sr confirmam que a rápida produção de novo fundo oceânico foi um importante fator de controle no Dilúvio progressivo, harmonizando-se com nossa interpretação.

Em conclusão, o modelo do Dilúvio progressivo, utilizando a Teoria da Placa de Crosta (CPT) como mecanismo, explica por que a água subiu mais através da produção de novo fundo oceânico durante o ano do Dilúvio, resultando na inundação gradual dos continentes. 

Os resultados da inundação estão registrados diretamente no registro rochoso das megassequências. Rochas do Dilúvio mostram um aumento constante na extensão da superfície e na espessura, até atingirem o pico quase simultaneamente em todos os continentes, e então uma mudança repentina e universal para o mar aberto. A CPT fornece a melhor explicação para a quase paralisação das placas tectônicas hoje e as condições para a Era do Gelo após o Dilúvio.




Figura 32. A razão 87Sr/86Sr ao longo do Fanerozoico sobreposta à curva diagramática do nível do mar (Fig. 13). Observe a trajetória próxima de cada uma.

Razões 87Sr/86Sr mais baixas são causadas diretamente por um aumento na quantidade de fundo oceânico criado. Mais fundo oceânico, razões 87Sr/86Sr mais baixas (modificado de Cupps e Clarey 2020).





Figure 33. Progressive Flood model (diagrammatic) sea level curve and me gasequences chart, showing Days 1, 40, 150 of the global Flood (modified from Johnson and Clarey 2021).



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THE AUTHORS
Timothy L. Clarey earned a Ph.D. and B.S. (summa cum laude) from Western Michigan University, and a M.S. from University of Wyoming, all in geology. He worked for nearly a decade as an exploration geologist for Chevron and then spent 17 years as a public college professor. His publications include numerous articles on the geology of the Rocky Mountain region. He has written and/or co-authored six books, including Dinosaurs: Marvels of God’s Design (Master Books). His latest book, Carved in Stone: Geological Evidence of the Worldwide Flood, was published by ICR in 2020. Tim currently works as a Research Scientist for ICR.
Davis J. Werner is an undergraduate student, with the goal of earning a degree in geology. He has worked at ICR since 2015 as a Research Associate.




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