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Criação vs Evolução _ Debate: Qual é a melhor resposta para as Origens? Cristão e Naturalistas - Canal Em Defesa da Fé Cristã - 30/01/2026
Debate: Criação vs Evolução, qual é a melhor resposta para as origens?
Participantes: Luíz Eduardo do canal Theologos e Marcio. Criacionistas
Francisco Quiumento, químico e agnósticp e o evolucionista e paleontólogo doutor Alessandro Neves.
A - Anotações
B - Transcrição
A - Anotações
1 - informação conceito
2 - modelos matemáticos
3 - algas unicelulares se tornando pluricelulares
4 - compartilhamento dos genes TNXT e FOXP2
5 - ancestralidade comum com macacos - questão de similaridade e origem dos símios
6 - mudança da frequência alélica
7 - fungos digerem lignina - micro-organismos que degradam a lignina
8 - Gates et al
9 - Limite de Borel - lema de Borel-Cantelli
10 - processo evolutivo gera complexidade
11 - Modelo do Design Inteligente
12 - Estruturação complexa do DNA e evidências do simples virando complexo
13 - Bactérias de Lenski
14 - Macroevolução são microevoluções acumuladas
15 - Origem da vida - proteínas são homoquirais, e não é só a ligação peptídica que é possível, o grupo carboxila e amina também fazem ligações
16 - autismo é involução
17 - vida surgindo da ausência de vida - abiogênese
18 - coagulação sanguínea
19 - Documento de Cunha
20 - Complexidade: irredutível, especificada...
21 - Archeopterix - sinapsidwis eram répteis ou mamíferos? Australopithecus habilis ou homo habilis?
22 - Interações químicas e auto-splicing
23 - Entropia genética
24 - Fóssil diferente de outro em conservação
25 - Proteínas não podem ter tantas mudanças, porque perdem função se isso ocorrer
26 - Patamar selecionista e CNE de Stoltzfus
27 - Mutações têm filtros que mantenham estabilidade da população, impedindo extrapolações
28 - Acaso gerando códigos funcionais altamente especificados
29 - Qual o mecanismo genético bem documentado que mostra o surgimento de genes totalmente novos?
30 - Complexidade não é sofisticação - complexidade é composição
31 - Como o código surgiu sem um sistema prévio de tradução?
32 - Sempre que encontramos informação simbólica e funcional, ela tem origem em uma inteligência
33 - Ameba é apenas um monte de páginas copiadas aleatoriamente? Junk DNA.
34 - Como surgiram redes regulatórias complexas sem causar colapso no desenvolvimento?
35 - Como lidar com o acúmulo deletério de mutações?
36 - Como sistemas genéticos podem ao mesmo tempo ser robustos e altamente inovadores?
37 - Cascata de coagulação é impossível.
38 - Cascata de coagulação invalida coagulação gradual funcional pela interdependência
39 - A cascata de coagulação demonstra que a hemostasia depende de interdependência funcional entre fatores, o que limita a noção de uma coagulação gradual plenamente funcional por etapas isoladas.cascata de coagulação demonstra que a hemostasia depende de interdependência funcional entre fatores, o que limita a noção de uma coagulação gradual plenamente funcional por etapas isoladas.
40 - Existem exemplos observados de surgimento de novos sistemas genéticos complexos, não apenas adaptações em tempo histórico?
41 - Quais elementos químicos presentes no barro o ser humano não possui?
42 - Ninguém vai no Carbonífero, nem no Cambriano pois são hipóteses no passado.
43 - Os elementos fundamentais do corpo (CHONPS: Carbono, Hidrogênio, Oxigênio, Nitrogênio, Fósforo, Enxofre) encontram-se no solo e água. Não há silício e alumínio nos seres humanos.
44 - Biomas mudam e terra jovem é uma ideia boba
45 - a narravalha de Ockam expõe que excesso e entes em uma objeção é menos coerente do que algo mais simples. Você teria que expor como a natureza pode surgir do nada aleatoriamente.
46 - Você faz uma falácia querendo impor Ockam em sua visão como algo mais simples, mas o surgimento materialista ausenta de explicar o surgimento da vida, expondo um literalmente porque sim.
47 - E como surgiu essa s seres vivos no período cambriano? Antes só tinha a ediacara, e cadê os fósseis de transição?
48 - Por que não há fóssil de baleia no Cambriano?
49 - Quais as previsões do DI? (e: Boas ideias precisam ter boas previsões?)
50 - Aliás, a língua refuta o evolucionismo: Línguas ugaríticas, Sumérias, etc. tinham 5000 sinais enquanto usamos um sistemas com 26 sinais, se a Evolução é coerente, por que a escrita vai de encontro?
51 - lógica da crença justifica que uma crença pode ser plausível, válida e justificada para crer. Na questão da origem do homem com o barro, adentra na química
52 - Vamos excluir a evolução (ou parte dela). Como a biota foi diversificando ? Pq aparece bixos tolamente diferentes em épocas diferentes ?
53 - terra tem silício.. Homem não.. é dizer q a terra tem elementos do homem nao é dizer q é ppssivel fazer homem de terra.
54 - da pra fazer uma célula tronco do barro? acho q não.
55 - Se a mutação mais atrapalha q ajuda, como q aparece bixo diferente em épocas diferente ? E pq a evolução acertou a data e onde encontrar esses bixos ?
56 - tem CHOMPS na terra.. mas tem no mar tbm.. o criacionista acha q o homem é 100% do barro mas não é possível vir do mar. pq???
57 - Uma coisa é ter os elementos em si, a outra é a composição específica de tais elementos que formam e combinam o homem
58 - vida na terra, teria que ser provado a existência de vida fora da terra.
59 - Mesmo se não houvesse fóssil algum a teoria da evolução ainda se sustenta
60 - Como chegar no ativo correto pro bixo resistente (sem saber q bixo é esse ou qual resistência ele tem ?) -
como chegar no composto coreto? testando....o que isso tem a ver com evolução
Como vai testar ? Se o bixo ainda não tem a resistência ?
como assim resistência? o que isso tem a ver com evolução
Antibiótico fica mais fácil pra entender, como saber ou melhorar o antibiótico sem saber qual bactéria vai ficar resistente? E qual resistência ? Se a taxonomia ou cladística está errado
Vc acha q espera elas ficarem resistentes aí depois faz o remédio ? Kkkkk Pois é... tem nada a ver mesmo a evolução com farmácia e agro = falácia
Olha uma bactéria no telescópio e depois olha uma super bactéria de sepse
Guilherme...o que tem a ver com evolução...elas deixaram de ser bactérias em algum momento?
deixou de ser uma bactéria simples se for comparar com macro é tipo um gato pular e virar um tigre
Uma mudança gigante com mt informação nova
Em nível de bactéria (gerações rápidas mas fácil de ver) e com isso conseguimos prever a praga pro agro ou prever o comportamento da colônia pro remédio certo
isso é adaptação Guilherme....quero ver evolução....e essa resistência normalmente é devido a quebra do sistema da bactéria. e não ganho de função
exemplo....se eu perder os braços ganho resistência contra artrite nos dedos da mão
só se quando tiver filho ele vier com uma imunidade
Evolução não é o indivíduo é a prole … básico
61 - Biohardware profissional e completamente irredutível,
62 - Não existe código reaproveitado. Se você analisar esses "códigos", são todos diferentes e a diferença entre eles é exatamente a prevista pela evolução
63 - Sim, nos seres humanos o TBXT teve mutações
64 - E o Retrovirus Endógeno?
65 - mostre apenas um exemplo de design que reaproveita elementos. Mostre apenas uma evidência de gene que codifica a nadadeira de uma baleia e de um peixe cartilaginoso, por exemplo
66 - Eva mitocondrial é sobrevivente de um grupo de homo sapiens
67 - Leis da Química - então não é acaso - Têm que distorcer o significado do acaso, é alegar que aleatoriedade gera precisamente Leis constantes que definem a realidade.
68 - Excluir a priori a inteligência como explicação na biologia é uma restrição filosófica (materialismo), não uma necessidade do método científico.
69 - não é só ter endosso da maioria acadêmica, isso é uma falácia de apela a autoridade, só por ter muitos não implica que é fato. - apelo à maioria acadêmica
70 - proteínas se auto sintetizado?
71 - como algo ocorre de maneira única no passado? se ocorre aleatoriamente, era para ocorrer em um tempo x aleatório, por que não ocorre surgimento de células atualmente pela terra?
72 - Inteligência é uma característica, um produto de um substrato, se é substrato, ele é oriundo de onde????
73 - a água no interior das nossas células não é destilada. Como o RNA existe dentro das nossas células, se a água não é destilada?
então pq não fazem os experimentos com as águas da célula e usam destilada?
eu n manjo de química mas isso básico controle de reação - Mais puro possível pra ter controle dos eventos
eu já expliquei qual a razão pela qual em laboratório se usa água destilada
74 - se proteína só vem de informação, como você explica experimentos que formaram proteí as funcionais a partir de bibliotecas randômicas?
75 - e de onde saiu o RNA?
76 - a fisiologia vem de consequências de reações químicas e equilíbrios químicos
77 - até hj nunca conseguiram produzir uma única proteína - no máximo umas pequenas fita de glicina que não tem quiralidade
78 - Existem todos os experimentos com a hipótese dos amiloides. Se formam a partir de sequências randômicas
79 - raios em poça de água forma moléculas tipo proteína - bilhões de voltes desintegraria a poça de água e qualquer molécula
80 - Ajuste fino quanto? Porque eu já simulei mudando 10% da gravidade e não aconteceu nada
81 - A camada de ozônio passou a existir apenas após o surgimento da vida
82 - que eu saiba a simulação não simular 100 porcento de forma precisa a realidade, utilizar um simulador para alegar isso é meio errôneo.
83 - A probabilidade de um ser humano específico existir é de 1x10¹⁴ - e nem por isso tu não existe..
84 - Alterar a gravidade (depois mudou para constante gravitacional - constante G) - 6,67 elevado a -11 (6,6743 × 10-11 m3 kg-1 s-2)
85 - Se a gravidade aumentasse de repente em 10%, a pressão atmosférica ao nível do mar aumentaria de sua média atual de 0,103 MPa para 0,1133 MPa. Como resultado, suas orelhas surgiriam do jeito que fazem
ao descer de uma montanha de 8000′ ou quando seu avião pousa. A taxa de lapso também aumentaria, resultando em um aquecimento superficial de cerca de 3,3 C (10% da diferença atual de 33 C entre a superfície e o nível de radiação eficaz).Pouco tempo depois, o equilíbrio térmico atual entre a crosta e o magma nele seria muito perturbado. Por um tempo, o magma, que está a uma temperatura de cerca de 1000 C, afundaria mais baixo na crosta, resultando em resfriamento da superfície na ordem de 10 C ou mais, mais do que compensar o aquecimento de 3,3 C na atmosfera.
equilíbrio térmico seria restaurado, embora o aumento da pressão e da taxa de lapso permaneceria o mesmo. Novas espécies surgiriam para preencher os nichos ecológicos desocupados.
Amigo, ele disse que não afetaria a vida em nada, mas ela MORRERIA de cara, olha como tu é falacioso.
86 - @entrelacamentocientifico
Eu e o Francesco faremos uma live sobre termodinâmica e equilíbrio químico e sobre reações não espontâneas como formação de proteínas poderem acontecer...não percam
87 - Tecido mole depois de milhões de anos
88 - até hj nunca se fez uma única proteína, nem de forma natural e nem em laboratório....mesmo que vc explique o mecanismo...entende?
89 -
B - Transcrição
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Nós temos aqui hoje a presença de pessoas especiais que vão eh abrilar
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aqui esse debate. Nós temos aqui hoje o Luís Eduardo, criacionista, o Francisco
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eh Quimento. É isso, como Kumento.
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Francisco Kumento, evolucionista. O irmão Márcio. Márcio, bem-vindo aí, Márcio. Márcio também é criacionista. E
0:24
o Dr. Alessandro, o senhor é paleontólogo, doutor? Isso,
0:30
ô doutor, bem-vindo, tá? bem-vindo. Então, eh nós vamos hoje eh nesse debate especial aqui no canal em Defesa da Fé
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Cristã do irmão Jadson e lá no meu canal em especial também abrir eh enriquecer
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vocês hoje com esses personagens que estão aqui, que vão defender o criacionismo e o evolucionismo. E o tema
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do nosso ah bate-papo de hoje, científico, teológico, esclarecedor de
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hoje, é exatamente esse que tá na sua tela agora. O debate é sobre criação e
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evolução. Qual é a melhor resposta para origens? Eh, são a cristãos que t melhor
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resposta ou são os naturalistas que têm a melhor resposta? O debate então é voltado a este ponto. O Luís Eduardo vai
1:15
então aqui ah ter 5 minutos para poder expor o pensamento dele, o que ele vai defender aqui nesse debate de hoje. Eh,
1:22
Luís Eduardo, bem-vindo e fique à vontade. Tem 5 minutos para colocar a sua posição. O que você vai eh defender
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hoje aqui? fica à vontade. Joia, muito obrigado. Agradeço aí também
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ao público que nos acompanha, colega aí de debate, Márcio. E vamos lá, vamos conversar um
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pouco, dialogar aí com Alessandro que oumento. Tô muito feliz com esse momento. Acredito que vai ser muito
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produtivo para aqueles que nos ouvem. Hã, me apresentando um pouco para quem ainda não me conhece, né, a minha
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formação, ela inicialmente se dá na área de sistemas de informação. Não à toa, eu
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gosto muito quando o assunto se trata, por exemplo, de informação especificada no código de DNA. Ah, também sou
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professor de engenharia de software, dou treinamentos nessa área, tem PMP, mas a minha paixão também foi a teologia, me
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formei nela, sou professor de hebraico, acho que essas duas coisas se aliaram de uma maneira positiva, não envieszada.
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Ah, e por isso gostei da TDI quando a conheci e me formei também na pós-graduação, a primeira turma de
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teoria do design inteligente. Não à toa trouxe a camisa aqui hoje. Dá para ver? Ó lá,
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turma da TDI, abraço a todos os nossos colegas aí que se formaram. Eh, e assim, gente, eh antes de tudo, deixa eu, eh,
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apresentar para vocês também um pouco do meu material. recentemente eu tenho publicações na área da teologia, como é
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um comentário orientário da Bíblia Sagrada, mas na área mais científica e filosófica. Recentemente eu publiquei
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também a origem junto com o doutor em física Tom Dias e o Mestre Eleton. Foi um livro prefaciado pelo Dr. Rodrigo
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Silva. Na contracapa tem o Dr. Marcos Ebelin e a gente fala na perspectiva da teologia, filosofia e ciência. Ah, qual
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é a melhor explicação, qual é a melhor cosmovisão para as nossas origens? recomendo fortemente. Fora isso, eh,
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tenho tenho assim um esmero muito grande por esse assunto que nós vamos tratar. Eh, algumas coisas a gente já conversou
3:15
antes, né, Alessandro, algumas leituras iniciais, mas antes de tudo, o que eu espero de fato desse debate é uma
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honestidade intelectual, menos retórica, mais diálogo, mais ideia, eh, mais
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argumento. Espero que isso realmente ocorra. Diferente de outros, eu não quero fazer nenhuma comparação aqui,
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espero avaliar cada um como cada um é de fato, mas diferente de outras pessoas como com quem eu debati, por exemplo,
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biólogo Henrique, lamento muito a postura ah da parte dele, para quem viu sabe o que que aconteceu. Eh, também
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tive algumas participações recentes com o Tochil, Edson Tochil e algumas outras que eu recomendo, tá lá no meu canal, eu
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tenho sempre postado o canal Teólogos, dá uma força lá pra gente também se inscreve, compartilha, tá? Ah, uma coisa
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é certa, ah, como eu tenho visto muitos ateus, ah,
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enviezados e eu lamento muito isso. É claro que há envieszamento muitas vezes de ambas as partes por pessoas que não
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estudam profundamente, mas eu tenho percebido que quanto mais eu estudo, mais eu me apego a a visão e a
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explicação que a Bíblia já deu sobre as nossas origens. E eu não preciso de Bíblia. Hoje eu vou focar ciência. Eh,
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se a gente fosse discutir filosofia, teologia, viria muito mais longe que isso. Mas, eh, como Jerry Coinen Coin
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disse, a evolução é um fato tão sólido quanto a gravidade. Bem, eh, vamos ver se é isso mesmo. Se eu fosse um
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neodarvinista, por exemplo, adentrando a caixa preta do mundo da biologia molecular, eu esperaria ver milhões
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dessas evidências tão sólidas como a gravidade. Eh, mas não é o que nós acompanhamos, novas funções proteicas,
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não vemos. H, pelo contrário, vemos uma degeneração e uma entropia genética,
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desde um genoma do H1N1 se degradando sistematicamente desde 1918 até outros
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elementos como cavalos, cães, ciclídeos, urso polar. Há muitos exemplos do que a
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gente pode falar aqui sobre como o mecanismo de Darwin falha. Ah, o que nós vemos é isso, gaps, grandes gaps. Não é
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o deus dos gaps, é a evolução dos gaps. E eu afirmo a vocês, muitas vezes as
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pessoas recorrem ao Deus tempo no templo do acaso, mas ele não resolve. Porque pulando por milh mil mil mil milhões e
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milhões de anos, você jamais chegará até a lua a coisas impossíveis de acontecerem. Deixaremos isso muito claro
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no debate de hoje. Impossível de acontecerem sem intervenção inteligente.
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No caso da TDI, teoria do usar inteligente, uma abordagem apenas científica dentro das ciências naturais
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com método abdutivo, eh, de fato e especificamente dentro das ciências históricas. Ela aborda essencialmente do
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ponto de vista científico eh essas questões. Então, vamos lá eh vamos
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descascar essa cebola. Eh, alguns talvez chorem, outros se alegrem, mas uma coisa
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é certa. Sigamos os fatos aonde quer que eles nos levem. O debate já tem um lado
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vencedor, não porque eu sou otimista, mas porque é muito mais fácil defender e
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vencer um debate quando estamos do lado certo. O que eu desejo para hoje, portanto, é muita e boa ciência.
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Obrigado. Obrigado, professor Luís Eduardo, criacionista. Dr. Professor Francisco
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Quilmo, só tem 5 minutos para o senhor expor o que o senhor vai defender no debate de hoje. Por favor,
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tudo bem? rapidinho. Ah, professora, professora é uma atribuição que inclusive implica a
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ilegalidade. Eu também não sou professor. Eu sou um engenheiro químico com alguma
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experiência já em ciências desde a minha primeira, praticamente primeira infância, eu tive contato com alguma coisa científica, até por questões do
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meu pai que trazia para mim kits. E ao longo do tempo me tornei primeiro um
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divulgador científico, depois por pósgraduações na área ambiental
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profundamente ligado à ecologia. Ecologia é um campo científico que se
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nutre poderosamente da teoria da evolução. Não tem como separar uma da outra. São praticamente campos
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científicos chipópagos. Aí são unidos pelo seu abdômen. Não tem como separar.
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A questão toda, vou usar o título, criação versus evolução. Criação implica em alguém que crie o ou
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o surgimento miraculoso, que praticamente são coisas relacionadas.
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Criações nas religiões do mundo existem diversas.
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Os hindus, que são inclusive muito mais antigos que os cristãos e até para certas coisas mais antigos que os
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judeus, tem certos mitos de criação totalmente diversos. Os povos da Ásia sempre tiveram mitos de criação, relatos
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de criação, vamos dizer assim, totalmente diversos. Então, criação passa a ser o momento que o ser humano
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apresenta o que que ele julga que pode ter acontecido de sua fé para ter
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surgido as coisas, especificamente quando se chega no criacionismo biblicista atual, que é natural de
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determinadas denominações cristãs, relato bíblico, certo? e para os seres
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vivos. As outras coisas não se dá tanta importância, por incrível parecagem
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e conceituação do mundo. Se eu quisesse apresentar isso aqui longamente, ia demorar 2 horas.
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O ser humano ao longo do tempo foi abandonando todos os fenômenos de criação. Quem acha que não passou
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parou-se de acreditar que num determinado povo Hércules produzia certas produziam certos fenômenos, Zeus
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produzia os raios e Thor também os raios para outros povos. Então o que que acontece? O ser humano começa a entender
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que haviam processos no mundo e radicalmente a partir do século XVI
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começou a perceber que o mundo era muito mais antigo do que até então ele julgava e especificamente mais antigo que
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praticamente todos os mitos, os relatos religiosos. Não vou usar aqui mito de novo, tá? Perdão. Relatos religiosos. Aí
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surge o seguinte, continuava um problema seres livros e aí tem um trilema, ele muito bem expresso na hoje abandonada
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enciclopédia britânica. Ou as coisas surgem de qualquer coisa que inclui a geração espontânea, retos
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surgem de grãos de trigo largados no celeiro com um pano sujo
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ou formas surgem de formas anômalas. Tem inclusive um cricionista que diz, por exemplo, que os golfinhos são uma
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evolução dos lixtiossauro, certo? Por outro lado, quando se chega no atual
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entendimento dos seres vivos, se percebe que os seres vivos têm uma ancestralidade.
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E como é que essa ancestralidade começa a ser naturalmente percebida? Quando eu digo natural, aos pensadores começaram a
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entender. Quando percebeu-se que animais e plantas tinham relações
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de estruturas, de conformações e são relacionadas ao tal ponto que nasce a
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classificação culineu, que começa a criar uma classificação que nós vamos deixar bem claro, ainda não era
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científica, era filosofia natural. Quando Darwin chega num momento já entendido até por antes, por exemplo,
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por Malpértios, que era filósofo, não era propriamente um filósofo natural, naturalista,
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se percebe que pode ter um mecanismo que ainda não existiu nenhum termo, hereditariedade,
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o termo propriamente dito, e um mecanismo de seleção das variações.
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Então, começa a se perceber que todos os seres vivos têm uma relação de ancestralidade com outros até o momento
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que a vida surge na Terra. A tal ponto que hoje nós temos muita segurança que
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não é que a vida não existia há 4,5 milhões de anos atrás. Eu diria que há 5 bilhões de anos atrás não existia o
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planeta Terra e há 13 bilhões de anos atrás mal e mal existia a galáxia, como
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a gente vê hoje olhando pro céu. E se chega ao ponto que se entende o
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surgimento a partir de um momento chave no tempo, não é o surgimento das coisas.
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Isso é um erro em cosmologia, surgimento do mundo, que o universo passa a ter uma modificação no tempo. Só que nós vamos
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tratar hoje aqui, eu acredito muito mais da evolução das formas de vida, que em suma, é a teoria científica da evolução.
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Muito obrigado. Muito obrigado. Ah, ô Márcio, fica à vontade. Você tem 5
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minutos para você expor o seu pensamento que você vai defender ao longo do debate. Fique à vontade. 5 minutos.
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Está sem áudio, Márcio. Liga o seu áudio, por favor. Opa, agora
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Dr. Márcio, engenheiro civil, eh, fique à vontade. Você tem 5 minutos para expor o seu pensamento, o que você vai
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defender no debate dessa noite. Queria primeiro agradecer ao Carlos pela
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abertura aqui na na no canal de vocês, agradecer ao Jadson pela oportunidade da gente poder esclarecer, né? Esse é um
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debate que desde que que que a civilização se colocou, o debate das
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origens ele ainda é posto, né? E hoje nós estamos apenas continuando um
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capítulo dessa enorme história sobre as origens, né? Então, queria agradecer ao
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Francisco, ao Alessandro, ao Luiz, que estão aqui pra gente debater, pra gente
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conversar, expor os argumentos e, enfim, e deixar as pessoas mais informadas, que eu acho que é isso que é importante, né?
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Ã, e eu sou eu, só para me apresentar, eu sou o Márcio Magnanelli, eu sou
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engenheiro eletricista, tá? Ah, tenho pós-graduação em marketing, mas eu não atuei como engenheiro, tá? Eu a minha
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minha vida foi como bom empresário e também sou um aluno da da TDI, tá? Da
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segunda turma de TDI de desigente pela Unilif, tá? Então no debate de hoje
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a gente vai procurar utilizar a abordagem científica do design inteligente. A gente tem preferência por
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essa abordagem ao investigar nas origens porque ela cumpre seu papel apenas para detecção de design. Qualquer inferência
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sobre quem seria o designer, quando atuou, porque fez, é remetida a outros
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campos como filosofia e teologia. Então, eh, não importa de quem é o design, se é
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o hindu, se é o cristão, se é o islâmico, se é o se é o o o o do Confúcio. Nós estamos aqui para tratar
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de ciência, tá? E, enfim, a o objeto de quem ser o designer é remetido para a
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filosofia e a teologia, tá? Então, só para esclarecer de modo resumido, o
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design inteligente ele emprega as mesmas ferramentas e o mesmo recuor do método
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científico tradicional, mas não descarta a priori a possibilidade de que um
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processo tenha sido originado por designer. Porém, a detecção do design, ela ela é só afirmada em última
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instância, quando as possibilidades e as probabilidades de origem por processos naturais se esgotaram completamente.
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E eu entendo que o evolucionismo ele encorre em um erro ao descartar antecipadamente uma hipótese plausível,
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que é a hipótese de criação pro designer. No debate de hoje, veremos exemplos e até o Francisco já até citou
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aí o que eu vou falar aqui, eh, afirmações evolucionistas que só poderiam ser formuladas quando uma das
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hipóteses é rejeitada sem investigação. Ela é rejeitada de forma apriorística.
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As homologias, sejam elas de origem fenotípicas ou genotípicas, por exemplo,
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são utilizadas por por evolucionistas para inferirem ancestralidade comum.
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Esta afirmação, porém, ela só é possível quando descartada previamente a
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possibilidade de design, já que é perfeitamente justificável que um projetista utilize estruturas otimizadas
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em diferentes contextos ou projetos. Nós design inteligente, nós evitamos
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utilizar homologias como justificativa para design comum, porque elas possuem o
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mesmo peso epistemológico, ou seja, é um argumento neutro. tanto para
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evolucionistas quanto para os defensores do design inteligente. Outro erro comum observado em afirmações
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evolucionistas e será repetido aqui, ocorre quando se usam fatos observáveis
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na natureza, mas que correspondem ao processo de microevolução. E a partir daí eles fazem uma extrapolação indevida
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e concluem: "Ah, a a o avolução correu, está provado".
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Então, é importante que o público compreenda claramente que o processo de microevolução, que consiste em pequenas
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variações adaptações limitadas dentro de uma mesma espécie é um fato comprovado e
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não vai gerar conflito. Nós concordamos com a microevolução, porém a macroevolução que envolve mudanças
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capazes de originar novas estruturas complexas e implicaria saltos entre
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taxonos é algo que discordamos frontalmente. A boa ciência, ela deve
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separar o que é observável, testável e verificável daquilo que não é. A
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confusão de nomenclaturas é proposital, porque reconheceu o famoso ateu
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evolucionista Richards, ele reconheceu, nem eu nem ninguém sabe como a vida se originou. Então, a aposta é na mistura
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de conceitos e jogar a conta pro santo tempo. A complexidade da vida é
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gigantesca. processos naturais não têm poder de organizar os fundamentos da
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vida, bem como elevar o nível de complexidade dos seres vivos já existentes. A existência do designer
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está no campo das necessidades, enquanto que o evolucionismo se encontra nos camp no campo das impossibilidades e das
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improbabilidades. E eu espero que isso fique claro hoje à noite. Obrigado, Márcio. Muito obrigado,
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doutor. O senhor tem eh Dr. Alessandro, o senhor tem 5 minutos para expor o seu
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pensamento que o senhor vai defender hoje aqui no debate. Dr. Alessandro, fica à vontade. 5 minutos.
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Bom, para quem não me conhece, eu sou Alessandro, sou professor de biologia,
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tá? eh, dou aula na Universidade do Estado de Minas Gerais e tenho também aqui no no YouTube um canal que já tá
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parado há algum tempo, onde eu fazia divulgação da área de evolução, eh, e
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fazia também alguns vídeos e lives tentando rebater o que muitas vezes a
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gente escuta aí, eh, os criacionistas falando, pessoal do design inteligente sobre evolução. Bom, ah, o que que seria
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evolução? Acho que é importante a gente primeiro definir aqui o que que é evolução, o que que a gente chama na ciência de evolução. Eh, até porque
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quando a gente analisa os conceitos muitas vezes que são tratados, né, eles
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muitas vezes divergem os conceitos que são ditos dentro da área da ciência para aquilo que muitas vezes é dito aí pelo
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lado criacionista. Muitas vezes os conceitos não batem. Por quê? Porque eles estão errados muitas vezes, né?
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Então, às vezes o criacionista ele traz um conceito de evolução que não é exatamente aquele, né? Então, só para
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ficar claro e para que não seja atacado espantáhos, né? Evolução ela seria
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definida atualmente, né? Uma, a gente pode adotar outras definições, mas uma delas, que é uma das mais comuns, seria
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a qualquer alteração na frequência de alelos, tá? a frequência de alelos nas
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populações geração após geração. Isso já define o que é evolução. Além disso, a
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gente pode ter outras definições. A própria definição que é usada pelo Darwin, né, que seria a descendência com
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modificação. Seria uma outra maneira de ver isso, mas basicamente definir a mesma coisa, tá? Então é a primeira
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coisa. E é muito curioso assim, quando a gente vê, né, nesses debates assim de
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criacionistas, tal, né, eh, nas falas, né, dos criacionistas, eles ao mesmo
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tempo falarem que aceita, né, os mecanismos, todo o desenvolvimento do pensamento evolutivo ao longo desde o da
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em meados do século XIX, passando pelo século XX todo, né, e hoje, ah, os
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evolucionistas criaram, né, desenvolveram as teorias para explicar a diversidade da vida. H, invocando a
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seleção natural. Depois vieram outros mecanismos como a mutação. A mutação é uma ampla, uma ampla grama de fenômenos,
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né, que a gente pode depois definir melhor, inclusive, e também fluxo gênico, deriva genética,
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que são os mecanismos que fazem com que haja essa variedade. E aí é muito curioso quando a gente vê eles muitas
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vezes, como eles não tm como fugir disso, não tem como negar que isso acontece, tá? que esses mecanismos eles
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são reais e que eles geram de fato mudanças nas populações, tá? Então aí
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qual que é a alternativa? Bom, agora nós vamos fazer uma divisão arbitrária, né? E dizer que microevolução, né, que
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inclusive é o termo é usado mesmo, inclusive pelos próprios evolucionistas, né, infelizmente. Mas micro, a fazer a
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diferença entre micro e macro, mas essa diferença de micro e macroevolução é só uma questão temporal, tá? Só isso. Não
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tem nada a ver com questões de mecanismos e etc. Só que aí eles aceitam, né, os processos
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microevolutivos, como eles chamam, que são os processos evolutivos, tá, de forma arbitrária. E aí eles escolhem: a
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partir daqui não muda mais, a partir daqui dá, a gente aceita, a partir daqui não. Então assim, são escolhas arbitrárias que muitas vezes os colegas
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aí do Creacionismo Design Inteligente fazem, tá? Eh, então é importante a gente definir o que que é evolução, o
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que que são esses mecanismos e sim, né, hoje dentro da do contexto acadêmico,
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dentro da academia, a biologia evolutiva, ela encontra ampla uma ampla gama de evidências, tá, que apoiam ela,
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desde então da genética populações, biologia molecular até embriologia e também a paleontologia. Então, são
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evidências que apoiam sim a evolução e não uma criação, tá? como eles colocam.
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Esse debate é um debate antigo, né? Muitas, antes mesmo de existir a a ideia de evolução, os naturalistas, os
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naturalistas, não, as pessoas, é, os naturalistas, né, também, que nessa época eles também acreditavam, né, em
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muitos deles até hoje, né, o pessoal acha que cientista, todo, todo cientista é ateu e não é verdade, faz muito essa
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associação entre ateísmo e cientistas atuais. na verdade é uma minoria que é, mas desde muito tempo, tá? Os
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naturalistas então antes de haverem teorias evolutivas, eles já entendiam, aceitavam, acreditavam que as formas de
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vida eram criadas de alguma forma. Enfim, então essa é uma ideia muito antiga e
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ah muitos muitas vezes a gente escuta os evolucionantes dizer que a evolução ela foi criada simplesmente como um
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mecanismo para poder negar Deus, né? Mas isso daí é pura besteira, pura bobagem, tá? A evolução ela se desenvolveu por
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conta eh por conta de descobertas, por conta de desenvolvimento, né, de
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surgimento de novas evidências e assim a ciência ela vai evoluindo com o tempo. Por isso que hoje a gente aceita isso. E
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gostaria também, só pra gente fechar aqui, deixar claro que não necessariamente, né, porque a gente tem um público cristão que assiste aqui o
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canal do Jadson, né, não necessariamente você precisa ser ateu para aceitar a evolução, como eu sei que tem um monte
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de evolucionista que é cristão ou tem outros tipos de crença, então isso daí também é bobagem, tá? Então,
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obrigado, doutor, maravilha. Ah, agora nós vamos entrar naquela fase de perguntas. São 3 minutos para elaborar
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pergunta. Nós vamos começar com o professor Luís Eduardo, criacionista, que vai eh ter 3 minutos para fazer a
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pergunta para o Dr. Alessandro, eh, e
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também para o Francisco Quilmo, tá bom? Então, fique à vontade, professor Luís
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Fernando, o senhor tem 3 minutos para fazer sua pergunta para o Dr. Alessandro
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e para o Francisco. Fica à vontade. Eh, eh, Carlos, só para organizar, eh,
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com o Luiz, deu, da gente, de eu começar primeiro a pergunta. Ah, pode ser, pode ser, Luiz. Pode, pode. Vocês vocês que mandam, fica
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à vontade. Pode ser. Ã, bom. Aí, então, tá. Então, Márcio, fica fica
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3 minutos pra pergunta e os 7 minutos paraa resposta vai dividir entre o doutor e o Francisco. É isso.
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Exato. E aí a réplica divide entre eu eh entre eu e o Luiz também. Então, fechou. Combinado. Fique à
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vontade. 3 minutos pode fazer a pergunta. É, então, eh eh se b que a gente já começa o debate já justamente dizendo
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que ah, não, a a a separação entre microevolução e macroevolução, ela é
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arbitrária, não. A microevolução é aquilo que a gente observa, que a gente vê, que a gente tem evidência. E a
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macroevolução a gente eh não observa, não vê, não tem evidência, tá? Então,
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não é arbitrário, tem um um método do que é observável e daquilo que não é
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observável, tá? E daquilo que é observável, né, o DNA, ele é uma um um
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um processo extremamente elaborado de informação. O DNA ele é um meio de
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armazenamento de um código, né? E códigos, né, arbitrários, né, que contém
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informação, eles sempre têm origem uma mente inteligente. E isso não foi eh não
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foi desmentido nunca. não tem nenhum exemplo, né, em que a informação codificada arbitrária tenha sido
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produzido por processos naturais. Sempre tem uma meta inteligente por trás de um código, né? E por isso que o DNA a a ele
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já chamado de código genético, né? E ele é comparado, vários artigos científicos comparam o DNA a uma linguagem, não a
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linguagem natural que nós temos, mas uma linguagem às vezes comparam com linguagem de computador, às vezes linguagem uma linguagem de programação,
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né? Por quê? Porque existem vários níveis de informação no DNA.
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A primeira dimensão de de informação do DNA é são as são as famosas sequências
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de letras do DNA, né? As letras AT a famosa ATGC, né? Elas representam uma
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ligação química, né? Uma uma uma base química presente nas ligações químicas
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do DNA. Mas elas, essa, eh, essa, essas ligações químicas, elas representam
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informação. E o primeiro nível de informação é que a
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ordem dessas letras, elas determinam qual será o aminoácido a ser selecionado
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para formar as proteínas. Então, e não tem sorteio, não tem escolha. sempre
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aquela aquela sequência de de letras, né? Aquela sequência química ali, ela
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vai corresponder a um aminoácido e vai corresponder à proteína. Então, um trecho inteiro, né, que contém, que que
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eu chama de genoma codificante, né, aquele trecho sempre vai gerar a mesma
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proteína, tá? Só que tem uma segunda dimensão. Ele tem
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uma segunda dimensão de informação, porque os genes eh é não funcionam isolados. O o gene é uma receita, é um
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manual de instruções de como se fazem as proteínas, mas existe a regulação, quando produzir, eh, em que em que
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frequência, se vai se vai produzir, se não vai produzir. Os genes não funcionam
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isolados, eles existem reguladores. É, o segundo nível de informação, são ativadores e supressores de informação.
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Cada gene, ele é regulado por centenas de moléculas diferentes. Então, esse é o
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segundo nível de informação. O terceiro nível de informação
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é que os genes que trabalham de forma e eh conjunta, aqueles genes que trabalham
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eh eh cooperativamente, eles ficam próximos um do outro, mesmo em cromossomos diferentes, porque o DNA
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ele fica enrolado. Mas aqueles genes que precisam trabalhar junto, que precisam estar
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eh próximos, eles ficam e próximos para quê? Para ter um processamento mais
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rápido, né? Para ter um processamento do do resultado mais rápido. E a quarta
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dimensão do nível de informação que se que se descobriu até agora no genoma,
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tem muito mais coisa, né? Tem muito mais coisa que o pessoal ainda tem que descobrir, é que o genoma ele se
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reorganiza dinamicamente, conforme o tipo de célula.
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O o o o o professor Franc, isso que ele sabe, tem células do fígado, por exemplo, que duplicam certos genes.
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Obrigado. Obrigado, Márcio. Já, já deu, deu. Obrigado. 10 segundinhos, então. Vai, vai, vai, vai.
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Ó, as células do fígado, depois depois eu passo para eles a mais também, tá? vai ficar vontade. As células do fígado, elas duplicam certos
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genes para lidar com o metabolismo. Na na na no desenvolvimento celular existem genes saltadores que ajudam no
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desenvolvimento neuronal. Então tudo isso é complexidade, é coisa que eu gostaria de saber qual o caminho de uma
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evolução química para chegar nesse nível de informação.
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Obrigado, ô Carlos, fica à vontade. Ou ou o doutor ou é mais biológico
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vontade. S quer pegar 3 e me Alessandro? Pode pegar quatro também. Eu não vou
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brigar. Pode pode começar. Posso começar?
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ah, na sua pergunta apresentou 1 2 3 4
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quatro erros básicos, tá? Você diz que microevolução ocorre, mas macro não.
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Então, por exemplo, você considera que surgir uma população de bods com quatro chifres no Nordeste até de seis alguns
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indivíduos, é uma microevolução, porque você afirma que continua sendo um bod.
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Certo? Mas aí tem um problema, porque é uma sua visualização de um tempo curto de
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modificação, de microevoluções. Quando você pega, por exemplo, um artrópode que nem um inseto, que é bem
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claro que tem três partes corporais e seis patas e surge uma modificação
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genética que ele passa a ter quatro patas ou quatro patos corporais, você não poderia dizer que ele é um insépe.
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Da mesma maneira que nós diferenciamos um aquinnídio de um inseto por certos critérios e
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ambos são artrópolides. Por quê? Porque lá atrás tiveram um ancestral artrópode comum, inclusive, que a gente sabe muito
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bem qual é. Então, o seguinte, macroevolução ocorre a tal ponto que os
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próprios cacionistas reconhecem família e dizem que de um baramim se felino se
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origina gatos, leões e tigres. Só que leões e tigres são gênero, pantera, já
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mudou de táxi e gatos estão no mesmo grupo dos gatos.
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Félix, que por exemplo tá onça parda, que pode ser grande, mas não deixa de ser só um gato grande. E tem inúmeras
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diferenças nele que são propriamente características de mudanças corporais. Só que a gente não percebe isso tão
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claramente por causa da nossa visão humana que é sempre limitada. Por isso tem que ter a visão humana científica.
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Ah, aí vem uma coisa, vamos dizer que um clado de artrópodes surgiu absolutamente
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por milagre, que é a hipótese criacionista. O Baramim, você não pode negar a modificação deles, porque nós
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temos registro de especiação ou mudança de espécie, inclusive com mudança de parte corporal, exatamente pela mudança
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de gênes em artrópodes. Evolução eh ela se sustenta porque a gente vê não
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só a especiação em campo, como em laboratório. Aí você fala que é sempre a mesma
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proteína. Desculpe, eu como da área ambiental lhes digo, não há modificação
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genética e uma proteína, uma bactéria passa a digerir uma coisa que jamais existiu na Terra antes do ser humano
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existir, que são os oligômeros, trechos pequenos da molécula do nylon. E recentemente uma modificação de
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proteína, uma enzima, passou a digerir o pétatilental, que também não existia antes do ser
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humano tá por aí, aliás, não existia antes do século XIX. C não tinha polímeros no mundo, a não ser meia blusa
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de coisa feita com caseína de leite. Então essas coisas assim, ó, afirmar o
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design, você não nega evolução, nem tem como afirmar o fixismo num num clado, no
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taxon você não pode fazer porque os taxons mudam a ponto que nós temos
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gênero que são classicamente reconhecidos de tempo curto, de 30 a
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40.000 1 anos atrás não existiriam com registráveis na paleonatologia e além do que a gente percebe no registro
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histórico. Onde é que você vê isso? Afastamento de certos cães ao ponto que estão cada vez mais difíceis de cruzar.
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E isso em suma, é o processo evolutivo, separação de populações.
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Tranquilo contigo, Alessandro? Bom, só para eh adicionar aqui algumas
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coisas, né? Ah, quando a gente fala de especiação em biologia evolutiva, né,
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qual que é a definição de especiação? Seria nada mais nada menos do que a evolução do isolamento reprodutivo. E
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isso a gente vê ocorrer dentro de populações. Ah, bom. Por que que eu tô falando disso? Porque na verdade quando
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a gente tá falando de micro e macroevolução, só para adicionar aqui uns pontos que o o que o Mento falou, a
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microevolução seria a evolução no nível de populações ou abaixo do nível de
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espécies. Essa é a definição. E a macroevolução seria acima do nível de espécies. E como foi bem pontuado pelo
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Kumento, ah, vocês acabam entrando em contradição por negar a macroevolução. Mas olha, quando a gente tá falando de
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origens de cães, né, ou de canídeos, na verdade, a partir de um canídeo
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ancestral que vocês chamam de baram, tá? O que nós estamos falando ali é de macroevolução, tá? Isso não é
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microevolução, me desculpem, tá? E outra coisa, vocês vão ter que aceitar, se
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vocês aceitarem essa ideia de maramins, né? vocês vão ter que aceitar então que sim, os mecanismos que a gente propõe
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geram mudanças, incluindo o número de cromossomos, que é absurdamente diferente entre cada uma dessas espécies
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de canídeos. Eu não sei se vocês sabem quantos cromossomos tem, por exemplo, o número de cromossomos tem quando a gente
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compara as várias espécies de canídeos, como por exemplo, uma raposa, quando compara com lobo e assim por diante. O
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lobo, inclusive, acho que ele tem um número de corrupção mais parecido com o dos cães domésticos, né? até porque é a
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seria, né, ele o ancestral, né, comum dos cães domésticos, mas eh a gente tem um número muito diferente. Tem espécies
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que t um número X e tem espécies que tem um número dobro, tá? Tem um número dobrado de cromossomos. Ou seja, vocês
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têm que aceitar os mecanismos, tá? de alguma forma ou de outra que gera essa variação. Então, essa conversa de que,
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ah, existe essa essa diferencia existe a a entre micro, macroevolução, você parar
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aqui da onde começa e da onde termina. Aqui eu aceito mudança que eu não aceito, isso aí é besteira, tá? E vocês
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acabam caindo em contradição. Outra coisa, por exemplo, se vocês aceitam isso, então vocês têm que aceitar, por
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exemplo, que o a espécie humana, né, a que faz parte da família dos hominídios,
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né? Bom, vocês aceitam família para canídio, todo mundo vem um ancestral comum, mas por que que vocês não aceitam dentro de umídio que vem o chipanzé, por
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exemplo, que tá incluído chipanzé que tá incluído bonobo, orangutan, gorila, né, que está incluído dentro, acho que
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orangutang não me lembro se ele tá aqui, tá, acho que tá, né, atualmente dentro de hominide, né, orangutango e e gorila,
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né, tudo dentro de hominídio, fora os fósseis que a gente encontra, né, dentro da já da famí dentro da linhagem dos
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ominini, né, que aí sim, aí você pega coisas desde sarrelântropos, por exemplo, né,
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Então, ah, por um lado vocês dizem que não, não tem mudanças macroevolutivas, mas tudo isso, o que a gente tá falando
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aqui, ele atesta as mudanças macroevolutivas, tá? Então, eh, só para fechar aqui, não, a gente não tem a,
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aliás, o design inteligente não tem eh nenhuma evidência, né, que apoie ele de
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fato, criacioniza, essas criações específicas. E a ideia de ancestralidade comum, ela é uma ideia que é testada,
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tá? Dentro da sistemática filogenética, é testado algo que pode terse originado
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pela ancestralidade comum, colocando em contraposição algo que não se originou por ancestralidade comum. E aí a gente
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tem as hipóteses alternativas para isso, que seria o caso das convergências, tá? Então, ao contrário do que vocês dizem
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que não é testado, né? assim e é testado, ao contrário do design inteligente ou do criacionismo.
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Obrigado, doutor. Agora, eh, o que o Mento ou o doutor faz a pergunta para o
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professor para inverte agora. Tem a réplica? Não tem a réplica? Réplica. Ah, é a réplica. A réplica é 7 minutos,
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perdão. A réplica. Eh, professor Luiz, fica à vontade. Você tem 7 minutos para réplica. Fica à vontade.
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Márcio, me interrompe aí se eu demorar, tá? porque tem muita coisa aqui pra gente responder e também atestar, mandar
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para vocês. Então é o seguinte, e tanto que o Mento aí como Alessandro, tem muita coisa, mas deixa eu começar com o
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seguinte. Se você chegasse num local que não é conhecido, não existe nenhum ser humano e você encontrasse lá um computador, ainda que você não
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conhecesse o IPM externo, interno, não tivesse uma forma de identificá-lo, mas você percebesse que dentro dele tem um
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código que funciona como um computador quântico, você reconheceria que isso foi causado pelo por um acidente ou por uma
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mente inteligente? Porque é isso que nós encontramos do DNA. DNA é informação, não é analogia de informação. Ele ele a
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atende a todos os requisitos do que é informação. Se não atende todos os requisitos do que é um código, me diga
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qual que requisito que o DNA não atende. Agora vamos lá, tem que ser rápido aqui. Comento, primeiro, seu critério de
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macroevolução é arbitrário. Segundo, família não é um termo inventado pelos criacionistas. Terceiro, temos mudança.
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O próprio Gold, o Stephen Gold, chegou a afirmar a extrema raridade, abre aspas, de formas transicionais permanece como
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segredo da paleontologia. E por isso que ele vai propor o equilíbrio pontuado, ah, digerir na terra. Aí o que o Mento
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falou sobre o nylon. Bem, já que a gente vai falar sobre digestão, então vamos falar sobre a niglina. Lignina. A
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lignina, de acordo com o artigo de matleis, lola, os pm e doglxi, ela é um
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polímero orgânico complexo encontrado na madeira e nenhum ser vivo consegue eh usar diretamente a lignina como fonte de
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energia. Isso é um problema pro provinismo. Nenhum ser vivo consegue usar diretamente a lignina como for de
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alergia. Por quê? E aí, nesse artigo que foi revisado por pares, já que vocês cobram o artigo da gente, né, os autores
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vão agormentar que a resposta é que a inrigibilidade da lignina pode ser o requisito essencial para o equilíbrio da vida, representa o enígaba do
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darvinismo. O relato darviniano deve de alguma forma reconciliar 400 milhões de anos de fracasso e em evoluir uma
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inovação relativamente modesta, que é o crescimento à base de lignina, já que eles também já conseguem digerir outros.
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Isso vocês não explicam pelo darwinismo. Aí, vamos lá. Eh, o os cães aqui, ó,
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aqui o livro Michael Bird já falou dos cães, tá? E ele já refutou tudo isso que vocês estão
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falando. Ah, pelo contrário, o que você encontra nos cães é involução. Aumento de massa muscular em algumas raças
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resulta de degradação de um gêno de miostatina. Tô lendo aqui para vocês, faço questão. A cor amarelada do peso
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resulta de perda de FCT. Vocês sabem o que é FCT? Do receptor da meloconicortina um. A preta é uma
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deleção de um aminoácido. A glicina e no caso aqui a seis genes diferentes
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controlam a maioria das variações. Todos os genes mutantes diminuíram o tamanho do cão. Fucinhos curtos estão associados
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a mutações no gene THBS2. Ah, manchas brancas resultam de pequenas torções que diminuem a atividade na
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região reguladora do gene MITF. E caudas curtas estão associadas à perda de FCT
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da proteína codificada por uma única cópia de higien mutado. O que nós vemos é involução. Vai lá, Márcio.
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É, então você vê que a pergunta foi muito clara, né? Porque o ateu ele tem que responder à origem da vida através
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de mecanismos naturalistas, através de processos naturais. A minha pergunta foi clara, Luiz. Qual o caminho de, vamos
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dizer, da evolução química para se chegar no DNA e o nível de informação que eu dei não tem nova funcionalidade.
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Não tem novas funcionalidades. É degradação. O que acontece? Eu eu cometi e eu falei que o gene
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codificante ele codifica sempre a mesma proteína. justamente para provocar o
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seguinte, existe ainda um nível de informação que é o seguinte, que é o splice alternativo, ou seja, o mesmo
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gene ele pode codificar várias versões de proteínas, ou seja, isso é um nível
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de informação adicional, é o nível de sofisticação do DNA. Você vê que eles
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fugiram completamente da pergunta e apostaram na na confusão de de
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microevolução, eh, prova macroevolução. A a eh coisas que são provadas, que são
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microevoluções e você citou algumas delas, Luiz? Você citou algumas delas do da das proteínas do cachorro, etc. você
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citou eh eh elementos de microevolução que a gente observa e a gente concorda.
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A variabilidade, a variabilidade na espécie de ela é observada através das mutações. A gente
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entende que as mutações elas trazem variabilidade. Você vê que a definição que o Alessandro colocou aí, ah, a
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evolução é só diferença de alelo. Diferença de alelo não cria informação, cria versão de genes, cria a mesma
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espécie modificada para pior, tá? Então, a própria definição, desculpa
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Alessandro, a própria definição de evolução já contém uma maldade. A
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maldade não é sua, porque essa definição não é sua, mas é ela é uma definição que
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aponta paraa microevolução, mas a consequência que vocês colocam é não
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vale para tudo. Vale para tudo. Márcio, cadê a evolução das novas funções proteicas? Onde estão a evolução
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das novas funções proteicas a nível genético? A Lelo, a Lelo não dá, não é nova
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informação. A Lelo não é nova informação, é só uma variação da informação que tá ali. A função vai ser
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praticamente a mesma, não vai ter função diferente. Então, a Lelo concorre com a
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variabilidade. A gente vai ter e eh cores e e às vezes tamanhos diferentes,
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né? A gente vê o que acontece com os cachorros, né? Só que aí os cachorros é uma seleção artificial. né? E da
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diferença, mas o o o isso é o quê? Viabilidade genética, microevolução.
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A gente não vê a mea e eh eh eh virando pluricelular. A gente não vê eh eh ser
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unicelular virando pluricelular. A gente não vê isso. A gente vê as espécies eh fixas com variações limitadas nas suas
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estruturas. E só para intercalar rapidinho aqui, eh, não é testável, Alessandro, você não tem uma rota
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evolutiva plausível. Seitei, me mostre quantas mutações ocorreram, em quanto tempo, ah, como que ocorreu, como de
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fato elas ocorreram. Não existe. Quantas saltações moleculares, quantas fixações e sequenciais, quantos tonelamentos
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estocásticos vocês não têm uma rota completa. E modelos computacionais, a
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gente vê alguns extremamenteados e eu posso mostrar alguns aqui que justamente refutam a possibilidade matemática da
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evolução a nível da do DNA.
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Quer falar mais alguma coisa aí, Márcio? Sen não acrescenta o quê? Não, acho que é a acho que é isso. Acho
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que de repente tem 30 segundos para responder do DNA. Não sei. Eu vou citar Bill Gates. Bill Gates, né, cara? Eu sou
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da área da TI. Ah, pessoal, eh, tem alguns que brincam com o argumento do computador, mas ele é totalmente
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plausível. Ah, não foi refutado. E eu cito o próprio Bill Gates, o DNA is like
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a computer program but far far more advanced than any software ever created.
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DNA é como um computador, um programa de computador, mas muito, muito mais avançado do que qualquer outro software
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já criado. DNA é informação. Eu vou citar o Richard Docks.
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Obrigado. Obrigado. Deu. Agora é o o que o Mento e o professor Alessandro tem 3
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minutos para poder formalizar a pergunta para o professor Luiz e para o Márcio. Fica à vontade. 3 minutos. Eu vou usar
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muito menos que isso. Luiz, tu falou que nenhum ser vivo na Terra digere lignina,
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certo? 400 milhões de anos nenhum apareceu desde que existe a lignina. Nota que você já tá aplicando que a a
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lignina passou a existir a partir do momento. Você não percebeu isso, talvez. Então, antes ela não existia, ela
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surgiu. E out como é que ela surge? Estruturação das plantas terrestres, dos vegetais terrestres. Senão eles não
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podiam ficar de pé. Tem um momento que as plantas na terra parece parece um cogumelo esquisito. Durante 400 milhões
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de anos, o teu design inteligente não desenvolveu o design de nenhum ser vivo que lignina.
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Aí vem você, eu vou adorar tratar. É se você responde rápido, até porque você não vai poder responder. Segunda coisa,
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o argumento do computador é um requo, só que mais digital do argumento do relógio
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de PI. Só que o argumento relógio de pele tem um problema gravíssimo em si. E sim, é porque você apresentou uma coisa
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num ambiente que não tem algo natural para se formar. Então você julgam o design, é o argumento de peg assim. Não
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adianta teimar que é só que tem um problema e eu vou usar o teu argumento do computador. Qual é o designer que fez
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a CPU? Qual é o que fez a fonte? Qual é o que fez
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a ventuinha que faz a tiragem de calor? Você não pode concluir por esse argumento que na verdade é
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pseudofilosófico, tanto que é de 1700 e pouco a base dele. Já depois de Rick an
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que tratava disso aí não pode ser concludente de um designer. Então você
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poderia apresentar que houve um designer, só tem um problema,
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não é o DNA um código tal, os códigos humanos digitais, então uma analogia
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digital vai de software vai ser sempre ruim. Por quê? Porque não é um código no
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substrato, é um encadeamento de moléculas que é o próprio código.
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E essa codificação depende apenas de relacionamento de moléculas com moléculas. Não tem algo acima ou fora
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que opere. Da mesma maneira não pode dizer que teve algo acima que montou. Por quê? Porque você tem seres vivos
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absurdamente simples, com 200 e poucos genes só, certo? As bactérias mais
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simples ou conhecido são uma mirreca de estrutura. E a gente sabe que, provavelmente a gente sabe disso já
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porque certas estruturas que os primeiros seres vivos, que aí tá eh, e
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eles não são propriamente vivos, é o que chamo de rizoma da vida, era uma barafunda de estruturas operando, eles
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não tinham essa codificação, ela vai sendo selecionada ao ponto. Só que dizer que nós não sabemos essa etapa, e aí que
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vem uma coisa que eu chamo, que é a falácia da surdez, a gente fala origem
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da vida não é evolução. Nós estamos tratando de cavalo que perdeu os dedos
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30 e poucos milhões de anos atrás, começou a perder os dedos. Um corredor esquisito que virou um animal do tamanho
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do Renoceronte. É disso que nós estamos falando, certo? Por favor, responda.
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Deixa eu, deixa eu começar, Luiz. Depois você, você, você segue na pergunta que até foi específica para você, né? Eh,
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mas eu o que acontece, você vê que você Darwin, ele foi, eu posso criticar
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Darwin o que que o que que ele fez, o que que ele concluiu, mas a gente não pode eh dizer que Darwin foi desonesto.
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Darwin, ele dizia que, olha, a minha teoria estará em risco se não houver um caminho claro, passo a passo para
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desenvolvimento de estruturas complexas. O DNA ele já é é é é o seguinte, é tudo
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ou nada, porque não é só informação. O DNA é só um meio de armazenamento, mas
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ele tem que ser acessado, a tem que ser aberto a fita do DNA, ele
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tem que ser lida a fita do DNA na posição correta.
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Tem que ser e tem uma sofisticação já não é dali que ser as proteínas. É feito
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um RNA mensageiro, né? O RNA transportador pega os aminoácidos e
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coloca ali na posição certinha, ou seja, eh eh eh eh
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tudo ao mesmo tempo, faz tudo ao mesmo tempo. E isso tem que surgir tudo ao mesmo tempo, porque senão não funciona.
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Então eh eh eh repito novamente, Darwin foi mais honesto.
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Por quê? Porque se não tiver os passos perfeitamente alinhados em que o tempo
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possa resolver. Porque tem uma coisa, professores, e eh química impossível, o
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tempo não resolve. Uma química impossível, olha, pode ter bilhões de
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anos que não resolve. Só que a gente do design inteligente, faz a gente faz conta. A gente faz conta uma proteína
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para ser formada ao acaso, a a de 150 mW, que aquela proteína curta, a
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probabilidade é de 10 elevado 1 em 10 elevado 74. A gente faz a conta. Por
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isso que a gente infere design. Vai lá, Luiz.
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Show de show de bola. Márcio, faço questão que faço questão de responder cada ponto que você colocou aí. A
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ventuinha, só para você saber, se chama cooler, tá? Ah, sobre alignina, bem, já que você tá dizendo, vamos trocar miúdos
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aqui. Ah, o artigo que eu citei revisado por Paris diz: "Nenhum ser vivo consegue usar diretamente a lignina como fonte de
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energia". Vamos dar o benefício da dúvida. digamos que existe alguns que digerem, você não respondeu ao problema.
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Eu lamento esse tipo de postura onde você acha que um ou outro exemplo justifica todos os outros que não
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digeriram ao longo de 400 milhões de anos se se de fato existe os 400 milhões. Portanto, mais uma vez, a
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explicação do do artigo, pelo contrário, mostra um equilíbrio ecológico também. Leia o artigo e você verá. Não estou
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fazendo chry picking. Ah, e claro que a gente pode um dia, se você quiser, debater especificamente sobre isso.
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Sobre a literatura básica tdist, eu percebo que talvez você não conheça profundamente quando você cita cavalos.
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A sua resposta tá lá na página 126 do livro Darwin de Volves. E lá, por
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exemplo, ele fala do cavalo e da capacidade dele trotar mais veloz ou mais rápido. Ah, e em todos esses casos
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ele vai mostrando que sim a degradação. Você não me mostrou nem que oumento, nem o Dr. Alessandro, em nenhum momento a
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nível da biologia, a nível da genética, que isso foi ganho de a funcionalidade
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que trata de fato, por exemplo, de a alguma especificidade funcional. Agora
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vamos falar do DNA. Você disse que DNA não é código e usou seus argumentos, tá bom? Então, vamos ver. DNA tem símbolos
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discretos, como qualquer código real tem. Existe uma tabela de tradução igual a qualquer linguagem tem, né? bas quatro
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bar quatro pares de bases nucleotídicas. Ah, e aí você tem uma separação clara entre suporte físico e suporte
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informacional. Eu que sou da área de sistema de formação, você tem isso também. Existe sintaxe semântica e
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função relacionada a essa sintaxe semântica. Você tem os coddons, as regras de combinações dos coddons. Cada
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coddon significa um aminoácido. Ah, você tem a produção de proteínas com isso.
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Você tem existe correção de erros. Eu que sou da área de TI, meu irmão. Você não sabe como é difícil você trazer um
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código sem bugs. Hoje você tem frameworks que ajudam nisso. Imagina na época quando is tava ainda crescendo, você não tinha tantos frameworks. Ah, e
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células elas possuem proof reading. Você tem mecanismo de reparo, detecção de falha de cópia, tudo isso. Química pura
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não corrige erro. Isso não é só química, é informação. DNA carrega informação
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especificada, como o próprio Stephen Meer já afirmou. E claro, vale a pena a
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gente lembrar só alguns pontos. E como, qual que foi a rota evolutiva? Aí vocês colocam o mundo RNA como talvez um
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precursor, tem vários problemas que eu poderia apontar, mas vamos olhar só pro DNA em si. Ah, e alguns elementos do
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próprio RNA. DNA polimerase, como que ele surgiu? Qual a rota evolutiva? RNA polimerase, porque ele produz RNA a
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partir do do DNA. É um problema o galinha. A elicase abre duas fitas de
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DNA. A ligase usa fragmento do DNA. A primase cria um primer primer de DNA
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para iniciar a síntese de DNA. A topoisomerase remove tensão de super eh
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de super enrolamento durante a abertura do DNA. Mais um problema de antevidência para para o darwinismo, mas para nós um
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grande benefício eh e que aponta para o uma inteligência. Nucleases, quinas,
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champeronas, que alguns gostam de usar champerona tentar jogar contra. falemos
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sobre cada um desses argumentos e você verá ao contrário. Pelo contrário, deixa eu citar um ateísta aqui, eu não vi
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quanto tempo eu tenho agora, mas deixa eu citar Cunin, porque Cunin ele é um pouco mais sincero eh do que muitos,
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muitos que eu tenho visto a Ateus por aí. Ah, ele de boa fé calculou a
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probabilidade da vida surgir ah em um volume do tamanho do universo observável. Sabe qual foi a conclusão
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dele de a vida surgir? Uma em 10 elevado 1018. Outras estimativas totalmente
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funcional dá 1 em 10 elevado 2000. Uma proteína funcional, muito mais que isso.
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Você quer artigo sobre isso? OK, mas me mostre uma proteína que virou outra. Eu tenho artigos que eu posso te te mostrar
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aqui que analisam casos como esse. Por exemplo, a a
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própria rota evolutiva analisada por Engauer Douglas Axi, onde ele fala de novas funções enzimáticas ah na via da
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beina e lá ele fala que o número mínimo de mudanças necessárias para evoluir uma proteína em outra proteína com função
53:35
diferente é inviável, por exemplo, olhando pras proteínas muito próximas KLB e BioF. E lá ele percebe que o
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número de mudanças está além dos limites da evolução darviniana. Esses são os
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fatos. Quer falar alguma coisa aí, Márcio? Sen
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não acrescento mais uma aqui. Agora que eu vi aí. Tem 30 segundos. Tem 30 segundos. Não. E aquela coisa, isso nós estamos falando só do DNA, mas
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você tem a membrana seletiva, porque o pessoal sempre em artigo científico evolucionista, ah, uma membrana
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rudimentar, uma membrana rudimentar. A membrana seletiva, ela tem dezenas de canais iônicos para fazer a homeostase
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celular. Que membrana rudimentar. Se ela não tiver membrana seletiva, ela não
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sobrevive no dia um o DNA. Então não existe essa questão de a membrana
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rudimentar e deixa lá no artigo ali. Não, como é que se formou também a membrana rudimentar? O problema galinha
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eu usei essa membrana ali. Uhum. Cadê? Obrigado. Agora o Kilmento e o Dr. Alessandro tem 7 minutos para réplica.
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Fique à vontade. Quando quiser começar à vontade. Eh, deixa eu só pontuar aqui que eu
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mento primeiramente a questão sobre gan função que o rapaz, o cavaleiro aqui de baixo perguntou o de preto, esqueci seu
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nome, desculpa que não tá aparecendo para mim aqui. Não sei se é o se é o Luiz. É o Luiz. Sei que é o Luiz ou é
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Luiz Eduardo. Luiz. Tá bom, Luiz. Então você perguntou sobre a questão de ganho de função. Seguinte, eh, bom, primeiramente, o
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próprio exemplo que você deu aí dos cavalos, né, eu poderia citar o exemplo das baleias, função anat, a função
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morfológica, né, no nível morfológico, a gente tem ganho de função, tá? A gente
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tem ganho de função. Se você pega, por exemplo, o exemplo das baleias, dos cavalos, essa transformação, mesmo que seja por uma redução do número de
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dígitos, isso traz alguma mudança na função, por exemplo, tá? Eh, ou exemplo
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da baleia, o membro locomotor de uma baleia que antes era um animal terrestre que caminhava sobre a terra, agora serve
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como remos, por exemplo, tá? Então, assim, você tem ganho de função, você ou pelo menos uma mudança de função em
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relação ao que era antes. Agora, no nível molecular, não sei se você já ouviu falar de neofuncionalização
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e genênes de novo. Você já ouviu falar disso? Acho que não. Então, bom, o que que é
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neofuncionalização? Neofuncionalização é quando a gente tem genes que se duplicam, e isso acontece com bastante
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frequência no genoma dos organismos. Eles sofrem duplicações. Nós temos cópias de um tipo de gênzima,
56:00
por exemplo, que degrada o amido, né? Então nós temos várias cópias, só que existem populações, diferentes locais do
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planeta, como por exemplo as populações asiáticas, onde se consome mais arroz. Então tem mais cópias desses genes que
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eh digerem a o amido, por exemplo. Então, a questão da duplicação dos genes, ela acontece, tá? Isso é um fato
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documentado. Além disso, além de ocorrer a duplicação, essas cópias eventualmente
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elas vão perdendo a função ou vão transformando a sua função. E assim você tem novos genes surgindo a partir de
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novas funções que são adicionadas nessas cópias. Então você tem como se fosse um backup, que é o original, que não sofreu
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modificação, e as cópias elas podem sofrer mutações pontuais, por exemplo, e mudar sua função, tá? Então isso também
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tem sido documentado e um exemplo inclusive em relação a isso é as as os genes que produzem, por exemplo, as
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proteínas como a a rodopsina, que tá relacionada aos óleos dos n na visão dos vertebrados e também está presente em
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bactérias que tinham funções diferentes. Então, vários estudos têm mostrado isso, inclusive, tá? Posso até colocar aqui eh
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alguns atrás de mim. Eu vou até por aqui, já passo porqueento rapidinho. Deixa eu ver se tá aqui atrás de mim,
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tá? Então aqui aqui é da cascata de coagulação sanguína. Eu não lembro se eu coloquei da evolução dos olhos. Acho que
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não. Não, não coloquei não. Tá, mas aqui a gente tem da cascada coagulação sanguínea, que é um exemplo também, tá?
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A gente tem um exemplo da cascata da coagulação sanguínea em vários artigos que são tratados, como isso teria evoluído, por ganho de função que
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envolve duplicação de genes, depois neofuncionalização, que é mudança de função. Em alguns casos, alguns genes
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são subfuncionalizados, eles perdem a função. E também existem exemplos, que eu não trouxe aqui o artigo,
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infelizmente, mas existem exemplos também ah de neofuncionalização que
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originou, por exemplo, proteínas que estão relacionadas eh que estão relacionadas eh a proteínas
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que ajudam peixes de águas frias a sobreviver e não só sobreviver o congelamento, por exemplo, as águas de
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temperaturas muito baixas. E não só isso, não é só a neofuncionalização. Também temos exemplos de genes que
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surgem de novo. O que que são genes de novo? são genes que surgem a partir de sequências não codificantes e depois
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eles passam a ter um ganho de função aqui, ou seja, aquela sequência não tinha uma função, por exemplo, de gêne. E depois a a partir de uma duplicação ou
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a partir eh de mutações pontuais, ele passa a ter um ganho de função, uma coisa nova que é adicionada no genoma
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dos organismos. Por exemplo, acho que é o caso do do bacalhau, parece que é um caso de gênes de novo. Eh, e tem outros
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peixes também, ou é de genênes de novo, ou é neofuncionalização, que é o caso do bacalhau, que originou uma proteína eh
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anticongelante. Então, o bicho não morre de frio, não congela nas águas frias onde ele vive. E o salmão também tem um
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caso eh um caso desse. Agora eu só não me lembro qual dos dois, mas um eh, necionalização e qual que é genes de
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novo, mas sim nos dois casos. De qualquer forma, a gente tem grande função, tá? Então, só para dar exemplos que sim, temos esses casos de
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neofuncionalização e genes de novo, que são ganhos de funções a nível molecular, como vocês pediram, além dos vários
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exemplos que a gente tem a nível morfológico. Pode ir, pode ir,
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posso dar uma complementada? questão é o seguinte. Quando se pega o tipo de
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proteína, que são as enzimas, que vai ter uma ação catalítica sobre outras moléculas de qualquer tipo,
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o primeiro passo é a promisquidade proteica, promisquidade enzimática.
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Surge um determinado nicho catalítico pela alteração do NNA, ganha uma nova
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função, isso é innegável. E essa nova função pode ou não ser apta ao meio. O
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caso do oligô de nylon é ponto pacífico. Então houve um ganho de função. Um
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determinado fungo no passado apresentou a capacidade de parcialmente
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no material vegetal madeira digerir liignina. Acabei de consultar. E algumas
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bactérias aeróbicas a mesma coisa. Como é que isso surgiu? tinha aquele vegetal ali que tinha aquele tipo de estrutura
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molecular, não conseguia tratar e dificultava a digestão da celulose. Que
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insume é um amido compactado. Aí aparece o seguinte, essa mutação que ocorre,
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surge um organismo que vai propiciar uma população que tem essa nova capacidade e assim que vai indo o ganho de função ou
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a mudança de função, que inclusive pode ser uma perda de uma função anterior, nós não regeneramos mais braços. Eu acho
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que foi uma desvantagem. Então tem que entender o seguinte: o
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ganhar função nova, o estender ou ganhar informação é innegável em biologia, é
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innegável em genética. Não tem como dizer que não. E não pode
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ser confundido com a formação do primeiro maquinário celular, que é origem da vida, formado mesmo por
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milagre, o primeiro maquinário celular, que não é único, gente, lamento informar.
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O risoma da vida teve mais coisas saindo. São quatro bases de vírus que se sabe, provavelmente três tipos mais
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profundos de bactéria depois de Luc tem certas diferenças arqueias e gerem óxido
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negro de ferro. As outras bactérias nunca mais conseguiram fazer isso. Aí vem o seguinte, esses passos depois, por
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exemplo, amebas são isoladas, são um organismo único de célula única, unicelular. Não tem amebas que formam,
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provavelmente, pelo mesmo mecanismo que formaram os mais primitivos quinidários, associações. E elas passam a se
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comportar como um organismo, eu vou dizer multicelular. Então a gente percebe na natureza espaço
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intermediário. Não, não tem escapatória. Obrigado. Que moment eh Carlos, não era
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a pergunta de 3 minutos deles. Foi para sete, não era? Agora era réplica agora. Agora
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era réplica. Era agora é o seguinte, eh são 5 minutos para cada para cada um
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expor o que acha que ficou faltando no seu no seu pensamento ao longo dessa série que nós participamos e que vocês
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participaram agora. Eh, a pergunta foi feita eh por vocês, né, pelo Luís e pelo
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Márcio, certo? Então, a gente inverte agora e o
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Quem quer quem quer quem quer começar? Eu pergunto quem quer começar. 5 minutos. Fica à vontade. 5 minutos para pergunta, né?
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Não, agora no caso a gente vai fazer agora eh são Não, vai ter uma nova rodada de de
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pergunta. Vocês querem fazer mais uma rodada? É porque já já foram duas. Tem problema 1 hora e clar
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mais uma. Então, então pode. Então, vamos lá. Vocês já sabem como é que funciona. Podem ir 3 minutos para pergunta. Fica à vontade, Luiz.
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Joia. Ah, só comentando aqui, eh, se fala de amebas, né? Engraçado que a
1:02:57
gente, então, segundo vocês, nós somos amebas, né, dentro de um ancestral
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comum. Ó lá, ele nem deixa terminar de falar. Somos a adivinra de central
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comum, hoje falando sobre as améras. É bem bem interessante esse essa visão. Agora, a nível morfológico, ah, como o
1:03:15
Alessandro falou lá atrás, né? Eh, exatamente. Não é nível genético, Alessandro. Eh, assim como genótipo, é
1:03:20
diferente de fenótipo. Ah, e ganho de função. Não, eu não nego ganho de função. O birre também não nega, assim como ele não nega mutação benéfica. O
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que ele tá falando quando eu falo de gan de função e mutação benéfica é que é estatisticamente totalmente
1:03:32
absolutamente implausível, improvável dentro de um modelo matemático ou mesmo computacional que isso seja viável. E eu
1:03:39
posso trazer mais artigos aqui para vocês. Só não vou compartilhar na tela porque eu não separei, mas eu eu tenho eles aqui tanto em PDF como em outros em
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outros materiais. H, então assim, eh, a gente e sobre a lignina, a gente eh você
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continua aqui oumento, a negar a questão central, que é a questão quantitativa da lignina. Me surpreende isso. Mas vamos
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lá. A minha pergunta agora tem a ver com entropia genética e vai inclusive entrar na linha do que vocês já estão falando
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aí, a em relação à entropia genética mais propriamente dita, que é basicamente já já até entrou. Eh,
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gostaria justamente de pedir isso para vocês. Eu citei um artigo agora a pouco, por exemplo, e vocês podem começar já
1:04:15
falando disso, porque ele, eu perguntei, eu reparei que vocês não falaram em relação à mudança, né, de uma proteína
1:04:21
para outra. A entropia genética, ela é um fato. E nós, ah, temos isso, eh,
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claro, nós estamos evoluindo e não evoluindo. As mudanças que nós temos são
1:04:32
sim adaptações. Não sou lar marquista, não é isso? Eh, e por isso que eu eu sinto, eu lamento muito quando eu tenho
1:04:38
debatido, porque eu vejo que as pessoas não têm lido o Dr. Michael Birre. Ah, e aí, ah, evolução de novas funções
1:04:45
proteicas, eu citei alguns caras, eu posso citar o próprio Marcoel Birry. Ah, o Dr. Michael Birri numa num artigo
1:04:51
revisado por pares da Quarterly Review Biology of Biology, ele fala que nós não
1:04:57
observamos a evolução de novas funções proteicas e mais uma vez, ainda que houvesse uma, matematicamente você já
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não consegue sustentar a evolução. O mecanismo não funciona. O mecanismo proposto por Davi e agora expandido
1:05:09
dentro da biologia molecular, dentro do neodarwinismo, não funciona. Aí eu mais uma vez pergunto, onde que tá isso? E
1:05:16
aí, a de acordo com Birre, ele concluiu que a maioria das adaptações em nível molecular ocorre devido à perda ou
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modificação de uma função molecular pré-existente. E ele conclui assim: abre
1:05:28
aspas, a taxa de surgimento de uma mutação adaptativa decorrente da diminuição ou eliminação da atividade de
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uma proteína esperada ser de 100 a 1000 vezes maior do que a taxa de um surgimento de uma mutação adaptativa que
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exige mudanças específicas em um gene. E aí mais pra frente, ah, você pode ver
1:05:45
também outro artigo que eu citei da justamente dessa ideia de uma de uma proteína indo pra outra. Eu citei a proteína KLB e BOF. Teria muitos outros
1:05:52
exemplos, mas o fato é, né, qual que seria o número mínimo de mudanças necessárias para evoluir uma proteína e
1:05:58
outra proteína com função diferente? Vocês teriam essa resposta? Principalmente dentro da entropia genética, pode falar sobre ela, mas
1:06:05
principalmente a gente já adentrou, qual é o número mínimo de mudanças necessárias para evoluir uma proteína em
1:06:10
outra proteína com função diferente? Que posso começar de novo? Dois
1:06:17
minutinhos. Bom, só queria entender qual foi a parte que o Luiz não entendeu quando eu falei de neofuncionalização
1:06:23
e quando eu falei de genes de novo e quando eu falei de origem de novas estruturas ou proteínas, inclusive com
1:06:28
novas funções. Acabei de dar exemplos aqui, inclusive coloquei aqui atrás de mim aqui exemplos de artigos que falam
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que mostram como que teria evoluído a cascata de coagulação sanguínea por ação
1:06:40
de novas estruturas, de novas proteínas que não tinham fatores de coagulação que não existem, que é uma besteira isso que
1:06:45
vocês falam sobre a cascata de coagulação ter sido criada pronta, porque existem vários fatores realmente
1:06:51
muito complexos, estão intrinsecamente ligados na cascata dos mamíferos, por exemplo, quando a gente olha pra nossa,
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mas eh não é exatamente a mesma assim Ela tem a sua base similar quando a gente olha para peixes sem mandíbulos,
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que não tem uma série de fatores que faltam nos peixes sem mandíbulos, que estão presente em nós e não estão neles.
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E a gente e tem vários estudos que têm sido feitos, eu coloquei aqui atrás de meio, posso pôr de novo se vocês quiserem, que mostram então rastreando
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como que se originaram, da onde se originaram esses novos fatores, que ocorre uma série de coisas por trás que
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inclui duplicações de genes e novas funções que surgem nesses genes que originam novos fatores, tá? Então,
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fatores que não estão presentes lá no peixe sem mandíbulas estão presentes em alguns vertebrados, alguns peixes com
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mandíbulas, por exemplo. Já nos peixes com mandíblas tem outros fatores que não estão nos anfíbios e assim por diante.
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Por exemplo, os mamíferos tm fator 12, tá? Que não está presente em vários outros grupos de vertebrados, tá? E como
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que isso surgiu? Surgiu simplesmente duplicação. A gente, isso já tem estudo mostrando que duplicações de gen de
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genes originaram esses novos fatores, tá? E isso sim eh eh esses estudos, né,
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t demonstrado então que existe uma acreção nesses sistemas de coagulação,
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que quando a gente compara inclusive com o invertebrado ainda, ele ele é outra outro sistema ainda e que inclusive acho
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que na Alagoa, se eu não me engano, ele é até mais simplificado ainda. Então a gente consegue observar assim passos
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plausíveis que podem ter sido uma possível rota dessa evolução, tá? Então,
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sim, a gente tem, vocês é que negam, vocês eh utilizam simplesmente a o argumento da incredulidade pessoal de
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vocês falar: "Não, eu não acho que é ponto final, é isso que vocês têm para apresentar". Vocês não tm para apresentar mais nada, tá? Simplesmente
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vocês negam, vocês não aceitam o que a gente fala. Os artigos eles existem as centenas e milhares no Google Acadêmico.
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Se vocês procurarem, que se dan o livro do Michael Birri, meu querido, que se dan, que se dane. Quero saber de artigo
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científico em revista acadêmica. É isso que eu quero saber. livro, minha avó escreve, minha avó pode escrever um
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livro sobre des inteligente, tá? Então assim, existe centenas de evidências
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mostrando como que nova função surge nos organismos. Vai lá, que
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a questão é o seguinte, uma bactéria se divide e erra a genética de uma das duas
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eh cópias, tá? Que isso até tem uma discussão bacana sobre imortalidade bactéria, sobre isso aí.
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Essa genética da que saiu erradinha faz numa proteína ter uma curva nova,
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digamos, vou até dar um número, quatro aminoácidos diferentes, certo? A coisa é tão feia pro lado D,
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inclusive pro lado da argumentação de homocralidade do Marco, Marcos Eberly,
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que quatro aminoácidos a depender já começa a a selecionar crianidade
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diferente. Então, surge um nicho catalístico novo. Aí o seguinte, ele é apto ao meio, não, continua ali, não
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muda nada a outra função por causa da promiscidade enzimática, atua sobre o meio, é
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benéfico, cresce. Agora vem uma coisa. Normalmente o pessoal do di, esqueça,
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criacionista, o pessoal do di que é um tipo de criacionismo, eles partem numa
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noção da biologia muito matematicoide, que nem eu digo, o DNA do ser complexo é
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complexo tal como ser. Errado. Você se acha mais complexo que uma ameba?
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Garanto que sim. Desculpe, tem a MEBA que tem a carga genética 200 vezes mais
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complexa que a sua. O que que isso indica? Que a natureza seguiu caminhos, selecionou caminhos de eficiência de uma
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colaboração em grupo e não todas as funções de um mesmo ser vivo unicelular. E isso se repetiu várias vezes
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na origem da vida. Uma determinada proteína de uma bactéria
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foi dar origem a uma determinada proteína num quinidário, certo? uma água
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viva, ela tinha uma determinada sensibilidade à luz. O que que ela proporcionou para esse quinidário
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num círculo, na sua geometria corporal que ele foi benéfico? Detecção de luz.
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Que que luz pode implicar? Maior coleta de fotossintetizantes ou fugir de uma
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determinada situação que sabe sei lá qual. por exemplo, maior presença de bactérias numa região mais escura pode
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causar decomposição do seu corpo, que na verdade é um monte gelatina. Aí volta o assunto. Essas modificações de proteínas
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passo a passo, aumentando a sua sensibilidade, se situando numa morfologia corporal, numa determinada
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localização, deu para determinados vermes e os três ou quatro designers, o
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que a gente vai chamar de olho. Aí o seguinte, o olho dos moluscos ganhou certa vantagem em relação ao olho dos
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vertebrados por causa da posição de determinadas coisas. Então, biologia não é um caminho estrito
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eh eh exato, perfeccionista. É simplesmente a sobrevivência do mais
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forte, do mais apto ao meio, que não é a sobrevivência do mais forte. E aí vem o seguinte, por exemplo, voltando ao caso
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da liniana, que eu lhe apresentei, você diz que tem miríades. Nunca existia uma obrigação de, por exemplo, animais,
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mesmo os cupins com seus protozoários estomacais, digerir anglina. A biologia
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não tem essa coisa de obrigação de obter determinados resultados. Tanto que tão aí os caranguejos de determinado tipo a
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300 milhões de anos sem muda muito. O que que tem? É a sobrevivência. Por outro lado, o argumento de di teria que
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implicar, ah, eu tinha pedido um, por que que ele não desenhou centenas de seres vivos vivendo de eh lignina? Por
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outro lado, uma argumentação ecológica não adianta. Por quê? Porque 300, 400 milhões de anos atrás não tinha uma flor
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e uma fruta no planeta. E por outro lado, se eles viviam muito bem sem flor, flores e frutas, flores e frutas vão
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surgir flores para uma melhor reprodução, uma reprodução mais eficiente de determinadas plantas.
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Por exemplo, determinado tipo de estrutura hoje já não é tão vantajosa. Quando aí o biólogo Henrique Celido
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insiste, é um grande problema, um macro problema ecológico no mundo. As gramínias estão ganhando de outras plantas e vão causar uma determinada
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extinção, né? Estão causando determinado quadro de plantas e a gente planta muito
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mais cereais que são garmínias do que planta outro tipo de coisa. começando a haver uma ação humana nisso. Então, não
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existe a obrigação, não existe a meta, pelo menos talvez numa divindade que a
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gente não consiga detectar, evolucionista ista, existe o resultado eficiente que sobreviveu e produz
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descendência. O
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Posso começar, Carlos?
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Pode. Fica à vontade. Réplica, 7 minutos. fica à vontade começar meu relógio. Deixa uns minutinho aí para mim, tá,
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Márcio? Tô coçando aqui para falar, tá? Eh, o que acontece é bom, você vê que você vê que eles falam assim
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tranquilamente a duplicação gênica, nova função, quer dizer, e e como foi a
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origem deste processo por meios naturais, como que aquele gene ali, ele entendeu que ele tem que pegar aquela
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aquela região das letrinhas ali que se a gente olhar ali a gente não entende nada, mas o o DNA entende que tem que
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pegar aquela região certinha e duplicar. Quer dizer, isso é um processo, isso é uma complexidade já presente no DNA.
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Então, pessoal, a as variações que vocês colocam eh eh que são reais, que vocês
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mostram, né, elas são decorrentes de mutações, nós concordamos, tem variedade genética, elas são eh eh decorrente de
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também de complexidades já presentes no DNA. Já presente. Quando você fala
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duplicação gênica, já complexado presente no DNA. Já já o o designer ele
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já planejou aquilo porque pro processo natural você não você não corta um DNA
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no lugar certo e posiciona no lugar certo com a regulação no lugar certo.
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Então quando vocês falam naturalmente assim a e neofuncionalização, as genes que estavam dormindo e acordaram, isso é
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complexidade já presente. O criador já fez isso. Mas vamos voltar aqui pra entropia genética, né? que a entropia
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genética a gente consegue demonstrar, ele é um conceito que se demonstra tanto teoricamente quanto na prática.
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Teoricamente, a gente demonstra que a entropia genética é uma decorrência da degeneração da informação. Se as
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mutações elas alteram a a, vamos dizer, os códigos, né, eh, as bases genéticas,
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né, está degenerando a informação. as mutações neutras, né, que são mutações
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que aparentemente não prejudicam o funcionamento aptidão do ser vivo, que são são mutações que é uma troca de
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bases ali, mas não e não muda aparentemente, só que elas passam despercebidas pelo mecanismo de seleção
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natural. Então, maioria, né, Márcio? As mutações, mudas, elas são deletéas pelo acúmulo.
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Pontualmente você não vê problema nenhum, mas o acúmulo dela, o filtro de seleção natural
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não barra mutação neutra. E com isso essas pequenas gerações vão se acumulando de uma geração a outra, de
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uma geração a outra. E ao se fixarem na população, elas se acumulam no genoma, levando à degeneração do código genético
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de populações inteiras. são como pontos de ferrugem no carro, individualmente
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são inofensivas, porém ao se acumularem leva colapso no funcionamento do carro.
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Isso não é opinião, não é opinião. Isso tá documentado. O físico Lis Pinter, ele
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ele advoga a entropia genética. Que que ele diz aqui eh no seu livro Not by Chance?
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Mutações aleatórias não criam informação nova. As mutações observadas em laboratório e na natureza geralmente
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resultam perda ou em modificação de informação genética, nunca em acréscimo
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significativo. Seleção natural tem a tendência de fixar a informação, não é
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capaz de gerar a complexidade necessária para a diversidade da vida. E aqui ele
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fala exatamente aquilo que eu trouxe. Macroevolução não é sustentada. A microevolução, que são pequenas
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variações adaptativas, elas são observadas. microevolução. Porém, a macroevolução, que implica o surgimento
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de novas estruturas complexas não é verificada e a extrapolação de micro
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para macro é indevida e carente de evidências. Tem um geneticista e eh John
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Sanford que ele inventou a pistola de DNA. ele sabe, ele é geneticista, ele ele sabe como como eh eh injetar um DNA
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para fazer um melhoramento genético. Que que ele diz aqui? eh eh plantas
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resistentes a aos ao herbicida fosfato. Ele argumenta que a resistência a a a
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pesticidas herbicida herbicídas geralmente ocorre por perda ou alteração
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de função em enzimas alvo. Ou seja, o o princípio ativo tenta entrar, só que ele
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não acha a enzima porque a enzima tá modificada. Aquela mudança que o professor citou aliás de quatro basezinhas,
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mas o princípio ativo não não não entrou. Vai lá, Luiz. Show. Eh, é isso aí, Márcio, só
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corroborando com você, cara, é exatamente isso. Ah, você vê adaptações
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muito limitadas, por exemplo, Ciclídios, você tem pesquisas com Ciclídeos lá no no Rio Malaui, né, no Lago Malau e
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outro. E a convergência da microevolução deles é muito parecida, muito parecida.
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Tem as imagens, se vocês quiserem boss mostrar depois. Ah, e não em eem propósitos milhões de anos, você não vê
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macroevolução ali. Mais uma vez, há muita arbitariedade do que seria a macroevolução da parte dos evolucionistas. Ah, me admira a teimosia
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do queo em relação a Lignina. Provavelmente ele não conhece o artigo, não leu o artigo, por isso acho que
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refutou o artigo, mas mais mas mais ainda me admira o argumento dele da beba, como se a meba fosse um negócio
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mais complexo. Um livro técnico organizado é muito diferente de você ter 1000 páginas copiadas e coladas tudo
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aleatoriamente. O que importa é gên funcional, rede regulatória, lógica de expressão, organização da informação. Os
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seres humanos têm cerca de 20.000 genes altamente coordenados com spice alternativo, inclusive que é um problema
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para vocês. Então assim, ah, você quer realmente comparar com a MEBA? Realmente
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quer nos comparar com a MEBA a nível de funcionalidade? Eh, lamento isso. E aí, vamos lá. O o Alessandro bateu muito na
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naquela tecla do argumento da neofuncionalização, mas evolucionistas
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usam exemplos retroativos, né? não demonstra prospectivamente a neo neofencialização e explica variações
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melhor menores subfunções, informaliz informação biológica mesmo, a gente não
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vê não vê no nível que tá sendo proposto. Pelo contrário, inclusive do outro argumento agora, ah, você tem a
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função fraca sendo muito diferente de nova complexidade biológica. exemplos como esses, e assim mesmo nos melhores
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exemplos citados, você tem proteínas muito pequenas, funções simples, efeitos marginais, frequentemente dispensáveis,
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nada próximo de sistema metabólico, máquina molecular como flagelo bacteriano ou sistema imunológico, novos
1:20:11
órgãos, novas vias bioquímicas. E aí, falando do flagelo, me admira que você não tenha lido, provavelmente,
1:20:17
Alessandro, o que é o argumento de fato do flagelo, ah, inclusive sobre a homeostasia primária, secundária,
1:20:23
terciária dele. Mas eu vou citar para você uma pergunta, depois você pode responder pra gente. Qual que é a chance de você ter o TPA e o seu ativador numa
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das fases? Eh, qual que é a chance de você ter os dois juntos em relação a proenzima e o seu ativador? Porque tá
1:20:36
aqui no livro que eu indiquei para você, a caixa preta de Darve. Mais do que isso, para além disso aí eu faço questão
1:20:41
de sair litere. Ah, no na página 143, parafraseando o exemplo do Dr. Loliro,
1:20:47
propõe que uma rota da produção da primeira ratoeira, né? Aliás, deixa eu até pegar um exemplo menos analógico.
1:20:53
Vamos direto pr pra questão aqui. Se houvesse uma pequena quantidade de fibrinogêno, ele cobriria todo o
1:20:58
ferimento. Se uma fibrina primitiva formasse uma massa aleatória em vez de uma malha, seria improvável que essa
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massa estancasse o sangramento. Se a ação inicial da antitrombina fosse por demais rápida, ou se a ação da trombina
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fosse muito lenta, ou se o fator de esturte inicial, ou fator de cristmas ou o fator antimofílico se combinassem
1:21:14
muito fraco fortemente, tudo isso daria muito ruim. Sem números não há ciência.
1:21:20
Qual é? Eu só pergunto isso dentre os 30 30 sequências da cascata de coagulação.
1:21:25
Eu só pergunto isso para você, Dr. Alessandro e queo. Qual é a chance de você ter o TPA e o seu ativador, a
1:21:30
proenzima e e junto ali com o seu ativador? Qual a chance de você ter isso numa das fases da cascata de coagulação?
1:21:37
Matematicamente, vamos falar de números. Sem ciência não há. Não há sem números
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não há ciência. E aí assim teria muito mais aqui pra gente comentar. Eh, quanto
1:21:47
que tá o nosso tempo aqui? Já deu, já deu, professor. Fechou? Já deu. Beleza. É isso aí. Fechou. Deixei ele passar um pouquinho
1:21:53
que aquela hora, enfim. Eh, agora vocês têm eh o Kument Alessandro tem 3 minutos
1:21:59
para fazer pergunta para eles. Fique à vontade. 3 minutos. Fica à vontade.
1:22:06
Bom, ô, ô Kumento, eu vou fazer uma pergunta, vai ser bem rápido. Aí você pode emendar alguma, algum ponto que
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você quiser. Ô, bom, pra gente fazer uma boa ciência, né, a evolução a teor da
1:22:17
evolução, como ela não é a verdade absoluta, como vocês, por exemplo, acreditam no design inteligente, que é a
1:22:23
verdade absoluta, eh, porque justamente são teorias científicas, hipóteses que devem ser testadas, né, devem ser
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baseadas em evidências, deve ser feito coleta de dados e etc. Então, ah, como qualquer teoria científica, a teoria da
1:22:36
evolução, provavelmente, né, ela vai ter então seus pontos fortes, seus pontos, eh, vamos colocar assim, pontos fracos,
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seriam pontos onde talvez ainda necessite de uma melhor explicação para determinados fenômenos, determinados
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dados que a gente coleta da natureza, que a gente observa. Toda a teoria científica funciona assim. OK? A minha
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pergunta é a seguinte: Quais são os pontos fracos da TDI? Pode ir Kumento,
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po ficar à vontade aío. Eu vejo o seguinte, se ciência é feito por números, por exemplo, não se use a
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falácia de Royal de probabilidade para compor uma proteína completa, porque
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ninguém sequer em biologia molecular fala que uma proteína, uma enzima se
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forme assim, tanto que é coordenado pelo DNA. Tanto isso é meio complicado de se fazer
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uma afirmação desse tipo, que a gente tem a coordenação de determinados vírus
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dentro de células que não têm seu DNA e coordenam a partir de RNA a produção de proteínas.
1:23:39
Começa a se entender cada vez mais os vírus como sendo uma um, eu odeio a
1:23:46
expressão, mas um fóssil vivo do processo de origem da vida. Então, ninguém tá afirmando que alguma proteína
1:23:53
se forme por um acaso de combinação de aminoácido estampado pelo DNA ou entend
1:24:00
RNA a gente falou. Agora tem o seguinte, qual é o número? Qual é o equacionamento? E que a velha pergunta,
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qual é o modelo que o TDI tem para explicar as suas coisas ou como é que
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ele nega a a alternância dos taxons ao longo do tempo? Que assuma
1:24:18
isso aí não é TDI. Isso aí é criacionismo biblicista. Ponto. Se lá
1:24:25
atrás você não vai no carbonífero achar um fóssil de mamute junto de uma samambaia de 9 m de altura e que nem o
1:24:33
Marcos deve adorar até hoje a lembrança, você não vai achar um cetáceo no cambriano, uma baleia azul no cambriano.
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Não tem escapatória. Os biomas se alteram ao longo da história da vida.
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Então os taxons mudaram, os cladons os clados se dividiram e formaram cada vez
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novos clados e quando se vai para trás vão estreitando mesmo com uma
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dierencificação de p, eu vou usar a expressão, tipos básicos mais amplos que
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neste cambreano que depois resultam para animais ã acima do da complexidade só
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três: artrópodes, cordados e moluscos. es são os que mais demoram a surgir com
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mais diversidade. Então assinte, qual é o modelo que o TDI tem? O TDI, na verdade ele não é uma
1:25:24
teoria, ele é uma hipótese e ele é muito ruim porque ela parte do pressuposto
1:25:31
teológico e é que a divindade tenha que operar sobre o mundo e seja incapaz de
1:25:37
criar uma natureza que opere por si. Ela parte de um dogma próprio para gerar um
1:25:44
Deus atuante. Ah, não é Deus, é o designer. Uau! Vamos deixar essa discussão para outro lado.
1:25:51
Então, qual é o número? Qual é o questionamento? Qual é o modelo que o TDI tem para ter surgido há 35, 40
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milhões de anos atrás setáos propriamente aquáticos? E junto dos dinossauros não ter nenhum desses
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animais. Não interessa o tamanho que se procure nem o lugar do mundo. Naquela
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camada com aquela datação não vai ter. Então esse animal surgiu noado período.
1:26:16
Esse clado surgiu noado período. Qual é o modelo que o TDI tem para esse surgimento miraculoso? Essa montagem
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fantástica, quer seja de uma modificação de uma proteína que ganhou função nova, uma enzima que ganhou ã função nova.
1:26:31
Qual é o modelo? Papai de cão foi ali, mexeu. Professor Luiz e Márcio, vocês têm 7
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minutos para réplica. Fique à vontade. Deixa eu começar, Luiz. Aí você finaliza. Pode ser.
1:26:45
Tá. Eh, o Alessandro colocou: "Ah, vocês do design inteligente, vocês têm a verdade absoluta". Eu queria saber em
1:26:51
qual literatura do design inteligente tá escrito isso, porque o que acontece? A gente faz a inferência, a melhor
1:26:57
resposta, tá? A gente não tem como acessar o designer ou acessar a a a o
1:27:05
passado pra gente ver o que ocorreu ali. Então, a gente faz uma inferência na melhor resposta e nós achamos que a
1:27:12
nossa resposta é melhor. Aí você vai falar qual o ponto fraco do TDI. num dia ponto fraco, mas você consegue falciar o
1:27:19
TDI se você mostrar DNA se formando naturalmente, se você mostrar membranas
1:27:25
eh eh eh com bicamada lipídica, com proteínas engastadas, fazendo seletividade, você consegue falsear o o
1:27:32
o o UDI. Só que a gente precisa ver as coisas no debate inteiro. No debate
1:27:38
inteiro, vocês citaram exemplos de microevolução, coisas que já estão
1:27:44
presentes na complexidade do DNA. DNA já é a informação complexa ali, ela já te
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dá suporte a ter microevolução. Só que aí a gente tem que imaginar a
1:27:56
macroevolução. A gente tem que imaginar, ah, olha, eh, eh, como não existe design
1:28:02
inteligente, então, ó, aidade correu. A a cladística,
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Fernando, ela é um exercício de imaginação, é um exercício de classificação, porque sem os fósseis de
1:28:13
transição, a cladística ela é só um exercício de imaginação.
1:28:19
Não tem e não tem base, é empírica, é só imaginação, é só a mente da das pessoas
1:28:26
que já aprioristicamente rejeitam a possibilidade do designer e tentam encontrar a a e e e nas homologias
1:28:36
algum caminho, mas esse caminho não tem. Esse caminho tem que ser apontado na origem, já na origem.
1:28:43
Então, o que acontece? Existem existem e eh e eh teóricos do design inteligente
1:28:48
que eles creem ancestralidade comum. Eles creem, mas não que surgiu por acaso.
1:28:55
A eu creio diferente, eu creio em ancestralidade separada. Mas o que nós trabalhamos aqui, Fernando e Alessandro,
1:29:02
é o quê? É a existência de um designer já na origem. Depois que a gente eh eh
1:29:09
concordar que o designer existe, aí a gente explica o modelo do dos demais
1:29:16
animais, de como foi feita a a ancestralidade dos demais animais. Porque a origem, Fernando, a origem,
1:29:22
Alessandro, não existe como vocês provarem por processos naturais.
1:29:29
Vai lá, Luiz. Show de bola, Márcio. Ó, eu quero deixar
1:29:34
bem registrado isso aqui, que eles não responderam sobre a rota evolutiva de uma proteína para outra, por exemplo, da
1:29:39
Kylie BF. Ah, não responderam sobre o número mínimo. Eu perguntei bem enfaticamente, qual é o número mínimo de
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mudanças necessárias para evoluir uma proteína em outra proteína com fusão diferente? Não responderam. Também não
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responderam. Vou deixar bem registrado aqui qual que é a chance do TPA e o ativador aparecerem lá na cascata de coagulação sanguínea. Fora todos os
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outros exemplos que eu citei do B refutando Dr. Russel do Liro. Ah, tá lá no livro dele. Se vocês tivessem lido,
1:30:02
teriam conferido isso. Sobre a diferença de deposição dos animais nas camadas geológicas. H que o método é só você
1:30:08
conferir as lives que eu fiz lá no meu canal com o professor Célio. S e aí precisaria de mais tempo sobre o
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argumento mais fraco. Aí eu acho que é um é uma questão aí honesta, uma
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pergunta honesta intelectualmente e a minha resposta é eh eh uma coisa engraçada é que o argumento mais forte,
1:30:26
eu acho que é justamente o argumento mais superficial, que é quando vocês partem pra cladística e homologia, não
1:30:31
por causa da força do argumento, mas porque ela é atrativa aos olhos daqueles que estão envieszados. Então eles olham lá bonitinho a da como evolução da
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baleia e não vem lá todas as alterações, toda a nível genético, qual que seria a
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probabilidade, a rota e a chance de você ter todo o desenvolvimento funcional de uma baleia. Ah, e você sai de um animal
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terrestre para uma pro para uma para uma baleia. Cara, é uma coisa assim que realmente se você for só na
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macroevolução, alguns que estão envieszados podem ser tentados a isso. E é isso que eu acho
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legal quando você olha os fatos que refutam já isso aí, a própria homologia e outros elementos, que é o que o Dr.
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Marcos Erbin chama da ciência da aparecência, mas principalmente quando você vai na biologia molecular, na
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genética e assim por diante. Ah, e aí o modelo, eu respondo aqui,
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ó vou responder todos, ó. Axioma no da TDI. Informações semânticas são produzidas por mente inteligente.
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Postulado, toda forma de vida foi projetada e tem um propósito. Princípios, temos vários. Princípio da causalidade suficiente. Tudo que começa
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a existir tem uma causa proporcional sua complexidade. Ah, leis, lei da biogênese, lei da de Mendel, Corolários,
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temos um monte, né? Vida só vem de vida, enfim, é utropia. Modelos, você isola os
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outputs e testas variáveis. Isso é modelo. Você tem modelo teórico, tem modelo heurístico, tem modelo, eu sou da
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área da computação. Eu posso citar para você experimentos de modelos computacionais que refutam a a teoria da
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evolução. Ah, e outros que são enviados por causa dos, dos starts ali que eles colocam. Ah, eu sei disso porque eu sei
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de programa. As centenas de modelos. Agora, eh, você tem que verificar nas máquinas moleculares isso aí. E qual que
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é o método da TDI? O método científico, o mesmo que vocês usam na evolução, os mesmos. Só que a gente chega a
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conclusões diferentes, inclusive claramente ilustradas, por exemplo, quando você vai paraa biologia
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molecular. É o que eu tenho dito. Então, o método é o método científico. Tanto que a gente vocês querem artigo
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científico, que o pessoal gosta muito de questionar isso. Se quiser eu mando o link para vocês, sério mesmo. Me me chama depois no privado, eu mando um
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link gigantesco com 100 artigos, fora livros e citações, mas muitos artigos ali inclusive citados por pares,
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revisados por pares, só falando sobre isso. Então, sim, é uma discussão científica. E me admira você que o mento
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tentar levar a discussão para um nível filosófico. Se você quer levar para um nível filosófico, é você que tá saindo da ciência, é você que não está sendo um
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cientista agora em no nível de discussão. Quer discutir filosofia? Vamos vamos fazer um debate só eu e
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você. A gente fala só sobre filosofia da ciência e a própria filosofia em si sobre a cosmologia. Aí aí dá pra gente
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pensar filosoficamente sobre todos esses assuntos. Inclusive quando você fala teleológico, você tá falando de propósito, você já foi para a filosofia.
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E esse argumento teleológico também está refutado pelo Dr. Marco Birro, principalmente nesse livro aqui, mais
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recente da trilogia, A evolução de Darwin, que é o outro que eu tenho aqui. Então esse aqui ele fala sobre
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teleologia e ele refuta esse argumento de vocês, inclusive do design gambiar, como eu já debati com biólogo Henrique
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também. Tudo isso já está muito bem atestado, muito bem documentado, não só
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por artigos que eu posso estar para vocês, mas por livros que às vezes vocês desprezam. Mas o fato é, onde estão os
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argumentos, caros ouvintes, vocês estão ouvindo os argumentos, vocês estão diante dos argumentos, onde tem uma rota
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evolutiva? Quantos, quantas mutações? Em qual, em qual sequência? Gente, eles não
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demonstraram. Não demonstraram. E pelo contrário, você tem uma enchurrada de evidências de que fomos planejados.
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Maravilha, pessoal. Qual é a próxima etapa agora? Eh, 5 minutinhos para vocês colocarem,
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para ambos colocarem aí eh o que que o que faltou, de repente, um complemento
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de algum artigo, algum alguma proposta que vocês deixaram, que esqueceram, que podem eh incluir agora, tá bem? Então,
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vai ser 5 minutos para cada eh colocar aqui as suas ideias. Se quiser expor algum artigo, algum documento, fiquem à
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vontade, tá bom? Então, nós vamos com o Dr. Alexandro e com Kumento. 5 minutinhos. Eh, que que vocês acham? 5
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minutinhos para cada um ou 5 minutos pra dupla para cada um. Cinco para cada um.
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Pode ser cinco para cada um. Aí eles vão gostar também. Então fechou. Então a gente começa com Kumento 5 minutos. Aí nós pula pro março
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5 minutos. Pode ser. Aí o Dr. Alessandro 5 minutos e depois o o Luiz 5 minutos.
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Pode ser assim intercalado ou quero inverter. Pode pode fazer. Cruzado. Intercalado.
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Então fechou. Tá bom. Então então é que o Mento só tem 5 minutos. Fique à vontade.
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Eu eu eu tive uma determinada dificuldade nos últimos momentos aí para entender como é que Birri vai refutar um
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argumento teleológico se ele mesmo, tal como todo o TDI, é uma argumentação
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teleológica de finalidade. É isso que significa teleologia. Bom, agora a questão seguinte, a gente
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apresenta que mutações que causem quatro aminoácidozinhos
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mutados mudados numa ponta de de uma proteína pode apresentar uma nova
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função. Volta ao assunto que não foi apresentado como é que se forma uma nova proteína. acabou de formar uma nova
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proteína, tanto que ela modificou-se e ganhou nova função. Outra coisa sobre
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isso, parece que tem de novo uma determinada surdez. Eu não vou ser eh uma pessoa com certos problemas de dizer
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que uma nebe é mais complexa que um ser humano. Eu posso dizer que uma ovelha é mais complexa do que o ser humano. Eu
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posso dizer que um urso é mais complexo ser humano. Eu posso dizer que sobre determinadas coisas, inclusive cerebrais, uma orca é mais complexa que
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um ser humano. Nós não temos visão sônica, os cetácios eh dentados tó a
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beluga que tem o melhor sistema de todo. Bom, então são aptidões. Essas aptidões
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são frutos de mudanças que causaram aptidão ao meio. Há plantas que t a
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capacidade de digerir coisas. Todo mundo sabe, plantas e cetívoras. Elas surgiram
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no deterado momento. Foi um surgimento de uma produção de enzimas numa determinada estrutura de folha que
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permitiu um nutriente que antes nenhuma planta tinha. Da mesma maneira que nós evoluíamos animais por um caminho que
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nós não fazemos fotossíntese. E é uma boa fazer fotosíntese. Você só precisa de água, gás carbônico e luz.
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Os animais não têm isso, embora tenha animais que já tenham capturado numa endossimbiose posterior, secundária,
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cloroplastos deíos que se alimentam e passaram certas lesmas marinhas a fazer fotossíntese, embora o Dr. Marcos Nes
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odeie aceitar isso. Bom, aí questão toda é a seguinte, a evolução ela não pode ser afirmada
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como tendo objetivo porque ela não mostra nenhum objetivo. Ela mostra a variação que permite uma aptidão ou a
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variação que torna uma não aptidão ao meio, novo meio que causa extinção.
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Então, em suma, o designer da evolução é a morte, não é o planejamento, não é teleológico,
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é simplesmente filtro. Evolução é fundamentalmente o filtro. E quais são
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os motores que vão alimentar as variedades que são filtradas? a variação da genética, nem que seja tipo em três,
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quatro genezinhos que causem a modificação de uma proteína, inclusive da duplicação de uma carga genética que
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faz, tal como eu bem deixei claro, a carga genética de uma determinada
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espécie de ameba, fora as outras todas são 200 vezes mais complexas que o a
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genética do ser humano. Por quê? Porque foi um caminho de modificação e seleção
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que as amebas seguiram para um caminho, tão lá muito bem vivendo há centenas de milhões de anos. E os outros seres
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vivos, todos, sem exceção que a gente considera mais complexos, seguiram por uma comunidade de células,
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procurando obter um determinado resultado, sobrevivência com eh eh com
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descendência. O indivíduo sobrevive e produz novamente espécie. Aí que vem que evolução é
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descendência com modificação. Nada além disso. Origem da vida, biopoia,
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biogênese é outro assunto. E nunca foi por acaso. O acaso é um elemento dentro
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de um encu dizer catrac de que vai ganhando complexidade molecular e complexidade de
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sistemas até o ponto que surge um primeiro conjunto de estruturas que é mais perpetuante
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e se deu logo depois. da Terra tem esfriado logo depois em termos geológicos e depois foram quase 3
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bilhões de anos sem grandes coisas além de complexidade dentro de uma célula. As amebas estão aí para dizer isso, nos
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humilhando em termos de carga genética. E depois uma complexidade imensa pós
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reprodução sexuada, que tem um momento que não existe ser vivo no planeta que tivesse reprodução sexuada, que aí
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começou a gerar uma combinatória maior e essa combinatória seguido apresenta erros e esses erros vão produzindo, opa,
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alguns são benéficos ao meio ou não, certo? em suma, isso evolução. E não
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existe evidência nenhuma de nenhum ser vivo em toda a história da vida na Terra, principalmente, obviamente, os
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complexos ter surgido por milagre ao momento, um momento do tempo. Eles não são nem contemporâneos.
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Um crocodilo não é contemporâneo de um rinoceronte em termos de surgimento na Terra. O primeiro concordiliano é muito
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mais antigo que o que, aliás, que os mamíferos, certo? Então não é assim, eu acho que é
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parecido, não. Tem toda uma base anatômica e hoje uma base genética. Aí
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que a gente percebe estruturas genéticas na gente que tem uma origem muito
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profunda, por exemplo, em vermes que incluem certos mecanismos, por exemplo, da coagulação.
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Não podia encerrar.
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Eh, bom, pessoal, você vê que o o problema da questão é é na verdade é de
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de ser das palavras, né? Porque quando a gente fala, fala, olha, e o o professor
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John John Sanford, ele é geneticista, inventor da pistola de DNA e e ele sabe
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recortar o DNA e injetar na na célula para poder colocar. Ele diz o seguinte:
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"A resistência geralmente ocorre por perda ou alteração de função em enzimas
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alvo, não pela criação de novas funções. Então essa e essa mutação e eh que o
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Francisco colocou, ela é uma perda de informação por assim uma questão pontual a gerou um
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benefício pontual, mas é pontual naquele momento, ela perdeu a informação.
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aquela planta, se se sair daquele benefício, se sair daquele ambiente, ela vai perder informação e vai ser
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Não vai conseguir eh prosperar tanto quanto a a a planta que tem o gene
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nativo. Então você vê que existe uma uma guerra de narrativas. a gente fala, fala: "Olha, as mutações
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elas colaboram para variabilidade, elas colaboram para eh eh às vezes um
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benefício pontual em um ambiente, a gente concorda com isso. Só que isso não
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é nova função, isso não é complexidade, não é não é estrutura nova. Macro
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macroevolução é estrutura, evolução é e é e eh eh evolução não é é
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informação nova. Então, pessoal, você vê, você vê como o conceito evolucionista ele tá errado.
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Por exemplo, ah, a MEB é mais complexa que o ser humano. Quantidade de informação não é qualidade de
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informação. Ah, meba ter uma quantidade de informações ali. Enfim, tem um motivo. Tem um motivo. Se nós não
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precisamos da em termos de quantidade, mas a qualidade da nossa informação. Tanto que nós que estamos debatendo
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aqui, não ameba e nem aquela, vamos dizer, aquele grupinho de ameba que você falou que que que pode se comportar como
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um ser eh pluricelular, é bom que essas coisas ficam registradas. Então, o que
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acontece? Então, então, pessoal, e eh a guerra é de narrativa, porque de
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argumentação não tem como. Você vê que DNA não foi respondido nada. não foi respondido nada de qual a evolução, como
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teve a evolução química. Aí apela-se para mecanismo de microevolução para a
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gente imaginar imaginar a macroevolução. Então, eh, Luís, eu fico feliz que a
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gente tá aqui no meio de pessoas que que conhecem biologia, que conhecem microbiologia, para poder explicar e
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para poder a gente comprovar de que a teoria do design inteligente, ela vem
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derrubando o os pressupostos naturalistas, os pressupostos evolucionistas. Por quê? Porque não tem
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como fugir. Não tem como fugir. A complexidade da vida é muito grande. Quanto mais a gente
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a gente escrutina eh eh detalhes da vida, mais complexidade a gente enxerga.
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Todos os mecanismos do DNA de reparação do DNA. Não não existe uma vida, não existe uma ameba sem o mecanismo de
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reparação de DNA. Ou seja, o DNA já surgiu com mecanismo de reparação.
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Qual o processo evolutivo disso aí? Não, não existe. Então, pessoal, e eh em
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termos de argumentação, a gente a a a a gente tá muito sossegado
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de que se a gente não vê o DNA formando por processos naturais,
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se a gente não vê as membranas plasmáticas formando por processos naturais, vocês vão ficar só na imaginação. Não tem nada empírico, nada
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que a gente possa mostrar em laboratório ocorrendo de macroevolução, de micro a gente ocorre e a gente concorda. Só que
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a, só, só que a, a, a, a, a nomenclatura que vocês usam é para enganar. Não tô
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dizendo a vocês, desculpa, vocês são pessoas e e totalmente idôneas, não tô dizendo isso, mas a a a
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turba evolucionista que que escreve livros que colocam colocam essas coisas para confundir as pessoas, mecanismo de
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microevolução não implica em macroevolução. Mas eu agradeço, pessoal.
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Bom, então acho que sou eu, né? Bom, eh, sobre um ponto que foi colocado
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a um umas falas atrás em relação à sistemática filogenética, alguém comentou aqui que a sistemática
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filogenética ela necessita dos fósseis, né, transicionais, porque senão ela não funciona, enfim, é só um exercício de
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imaginação e etc. Bom, primeiro que não é verdade, a gente pode fazer sim eh inferências filogenéticas basear eh para
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tentar ah inferir então os grupos que nós chamamos de grupos monofiléticos, né, formalos claros, baseados apenas em
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formas de vida atuais. E isso é possível ser feito tanto baseado na morfologia quanto baseado também em biologia
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molecular, tá? Então, dados moleculares também são utilizados para fazer essas inferências, tá? De árbitro
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filogenéticos. Agora os fósseis eles vêm também para contribuir, obviamente, tá? E um argumento, né, eu vou acabar
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entrando nesse ponto aqui, ã, porque é muito recorrente, tá? já que tocaram no
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assunto dos fósseis, é que quando falam que não tem fóssil, que mostra essas transições evolutivas, isso também é uma
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baboseira, né, da e dos criacionistas, porque os fósseis eles existem sim, eh,
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as os fósseis que nós falamos, chamamos aí de fósseis transicionais, na verdade, eles são fósseis que apresentam
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características transicionais, né, ou seja, características intermediárias, na verdade, entre grupos, né, entre grandes
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grupos. Aí a gente tem os exemplos que são mais utilizados aí que é do arcoérix que mostra aquela evolução entre um
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dinossauro não aviano, um dinossauro terópt e uma coisa que viria se tornar uma ave depois. Enfim, dentre vários
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outros fósseis que a gente tem de exemplos, né? Os mamíferos a gente tem vários que a gente sempre cita, que são os mais conhecidos, evolução das
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baleias, cavalos, etc. Então a gente tem esses fósseis com características transicionais que por acaso, né, eles
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acabam sendo um presente da natureza pra gente que estuda evolução, que faz inferências filogenéticas, tá? Mas a
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filogenia em si, as inferências filogenéticas não dependem dos fósseis, elas podem ser feitas com organismos
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vivos, apenas com organismos vivos, tá? Mesmo que a gente não tivesse nenhum fóssil, um único fóssil tivesse
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preservado, qualquer qualquer um deles, tá? Ainda assim seria possível fazer uma inferência sobre ancestralidade comum
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baseado apenas no que nós temos vivos. muitas formas de vida hoje preservaram características ancestrais,
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né, do que elas tinham lá no passado, seus ancestrais tinham no passado. E é claro, como elas têm uma história
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evolutiva aí de bilhões de anos, milhões de anos no nosso planeta, então é óbvio
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que as formas de vida que a gente tem hoje são todas formas de vida também modificadas ao longo desse tempo. Então nem tudo que elas apresentam de
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características vão ser características seus ancestrais. Existem características novas que os seus ancestrais não tinham.
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Então, é dessa forma que a gente trabalha com a sistemática filogenética, tá? Então, esse é o primeiro ponto. E já
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que voltando na questão do fo de transição, uma outra eh coisa que geralmente falam sobre isso, né, os
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fósseis transicionais, é que o Stephen J. Gold, né, isso foi mencionado aqui também, eh ele utilizou, né, dessa ideia
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de que não tem fósseis de transição para eh propor teoria do equilipuado, né?
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Então, isso tá absolutamente errado, tá? Na verdade, ele não negava que existia fósseis tradicionais, ele sabia que
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existia. fósseis com características intermediárias entre grupos chamados superiores. O que ele criticava era a a
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pouco os poucos fósseis que eram encontrados dentro nível de espécie. Era isso que ele criticava. E ainda assim
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isso é muito sujeito à chuvas de trovoadas, tá? Muito sujeito se a gente realmente não tem tantos fósseis assim
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em níveis de espécie. Isso também fica a critério aí de um de um debate, um outro debate, né? Que é um debate sério. Isso
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é um debate sério dentro da paleontologia, OK? Não é essas coisas que a gente vê na internet, essas
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bambuseira aí, tá? Então o Steven, ele fala das possíveis ausência de
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transições entre espécies, no nível de espécies. E mais uma vez eu vou me pegar aqui na questão de conceitos, tá? Ah,
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infelizmente a gente não tem o que fazer com, né, os criacionistas e o pessoal aí do que basicamente é o mesmo grupo, né,
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eh, com relação ao uso correto dos termos, tá? Então vocês vão continuar negando, vão continuar falando que não,
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microevolução acontece, macro não acontece, vão continuar falando que as mudanças que ocorrem dentro de famílias
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que vocês aceitam, não é não é macroevolução, é micro. Vão continuar falando, perguntando sobre cadê a cadê a
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a como que evoluiu aqui o sistema bioquímico X, Y Z, qual é a probabilidade da proteína. Não adianta
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falar sobre os mecanismos que já são conhecidos da biologia molecular, que eu já citei alguns deles aqui. Ah,
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inclusive eu citei aqui sobre a neofuncionalização que um colega aqui pegou e falou: "Ué, mas isso daí é coisas que vocês inferem pro passado e o
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dei não. O da não infere coisas do passado, é só evolução. Os
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evolucionistas que inferem coisas do passado. Daí não, daí tá inferindo uma coisa que tá sendo criada agora. É isso.
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Entende bem? Então a gente tem processo de criação nesse exato momento. É isso que tá acontecendo, né? Bom, e foi
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mencionado também, inclusive dos peixes ciclídios lá dos lagos, né, eh, na África, né, ali é um exemplo clássico
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que a gente tem do mecanismo que gera variedade que nós chamamos de especiação, tá? Eh, e especiação, então,
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ela, a gente tem vários exemplos de especiação acontecendo na natureza, espécies chamadas em anel, que nós
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chamamos, né, que são espécies que ocorrem em locais diferentes. Isso acontece com a salamandra hoje. Então, a gente tá vendo isso acontecer debaixo do
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nosso nariz, formando novos grupos, novas espécies ou subespécies, né? E, ou
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seja, isso é o que nós chamamos de especiação ou evolução do isolamento reprodutivo. Formou duas populações
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distintas que agora estão isoladas reprodutivamente, não apenas eh eh
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geograficamente. Então, a gente tem vários exemplos disso aí na natureza. Obrigado, Dr. Alessandro. Ah, antes de
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passar aqui pro professor eh Luís Eduardo eh falar aqui os seus 5 minutos,
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eu quero só dizer que os super chats vão ser lidos e respondidos pelos nossos convidados após a fala do professor Luís
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Eduardo, tá bem? Então você que comandou o seu super chat, aguarde aí que nós vamos ler o seu super chat e nós vamos
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passar pros nossos convidados aqui, pro Márcio, pro professor eh pro professor Luís Eduardo, pro Dr. aqui Alessandro eh
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estarem aqui eh eh respondendo as perguntas que vocês fizeram no super
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chat, tá bom? Professor Luís Eduardo? 5 minutos, fique à vontade.
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Legal. Só algumas considerações aqui, ó. Aqui, ó, o Ciclídios, eu falo só uma
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frase, faixa limitada. Faixa limitada de variação.
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Ah, e aí mais algumas considerações que eu acho bacana. Eh, vamos de trás paraa frente aqui. Arqueopériic, cara. Ah, o o
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próprio camarada que você colocou Coin, né, para de indicação para nosso debate quando a gente conversou no zap, né,
1:52:10
Alessandro, ele fala do Tictic também, doulucetos. Tict é totalmente peixe. Ambulenta umesfero plenamente formado e
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arctopter já é uma ave plenamente formada. Como você só citou ela, só vou só vou citar ela. Ela possui penas
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assimétricas de voo, estrutura de asa aerodinâmica, fúrcula, osso em V típico
1:52:29
de ave voadora, pulmão com sacos aéreos inferidos pelo esqueleto toráxico e assim por diante. Fora o Tiktalic, e o
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Ambulocetos, que eu também poderia falar muita coisa sobre isso. Ah, e aí vamos lá.
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E além disso, além disso, o que que a gente poderia citar a leologia, não? O
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que ele refuta, o Dr. B refuta é a o argumento teleológico que apresenta a
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uma motivação como gambiarra. Leia, leia o o Dr. Marco Birre oo. Ah, mais uma
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vez, o problema é que eu tenho visto é muitos que tentam defender o darvinismo e discutir com a gente não estão olhando
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as evidências a nível molecular, principalmente porque eles olham pra homologia, olha pra cladística e não
1:53:13
estão vendo que o mecanismo de Darwin já foi refutado antes mesmo da gente conversar sobre ancestralidade comum.
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Eh, mais do que isso, vimos aqui nesse debate claramente, gente, claramente que
1:53:25
nenhum exemplo de macroevolução foi dado de fato. Nenhuma rota evolutiva de uma proteína para outra nível das mutações e
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da seleção natural, nenhuma análise de probabilidade matemática, nenhuma resposta sobre a chance do TPA e o
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ativador aparecerem junto. Lamento, lamento, mas para mim fica claro que
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muitos evolucionistas não leram birre, não estudaram que os argumentos do Birre. Ou seja, eu digo para você,
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querido ouvinte, você que tá com a mente aberta, que ainda tá com dúvida, pesquise, leia sobre isso, leia os artigos da TDI também, leia os
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materiais, os o pessoal apolog os apologetas aí da TDI. E e isso é uma
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coisa que você pode fazer e assim muito mais poderia ser dito, mas uma
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coisa é fato. Ah, a gente tá falando de sistema vivo. Sistemas vivos são
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irredutivamente complexos, interdependentes, com informação especificada, ante evidência
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e cheio de de lema ovo galinha. Podia citar vários. Sem proteína não tem DNA funcional. Sem DNA não tem proteína.
1:54:26
membrana é necessária para manter o ambiente químico estável, mas você tem o metabolismo que é necessário para produzir, manté a membrana. Ribossoma é
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feito de RNA mais proteína, mas proteína só é feita de ribossomo. DNA precisa de RNA com os primes e transcrição. RNA
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funcional, depende de enzima codificada do DNA. Ou seja, o mundo DNA RNA é
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fantasia, né? Então real como saci pereru como a caipora. Código só tem
1:54:51
significado se houver tradutor molecular, como RNA tradutor, RNA mensageiro, as enzimas nos casos.
1:54:57
Tradutores só existem porque o código os especifica. Ah, metabolismo depende de enzimas específicas. Enzimas são
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produtos do metabolismo celular, ou seja, mais codependências. ATP é necessário para reações vitais, mas as
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máquinas que produzem ATP são proteínas complexas, que energia, né, exige máquina. Então, máquina exige energia.
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Essa seria a correlação e e assim por diante, etc, etc, etc. Então, queria
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dizer para você, caro ouvinte, ah, acredite, há muito mais a ser dito. Aqui
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foi só um recorte para que você se aprofunde nesse assunto, para que você ouça um pouco mais o outro lado. Ã,
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inclusive, houve um espantalho aí, né? A gente infere o passado, sim. Ah, é, é isso mesmo. A gente não nega isso. A
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gente tá falando de ciência histórica. Eh, uma das primeiras aulas em TDI na pós-graduação, né, Márcio, a gente fala que que TDI é ciência histórica. A gente
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tá falando de coisas que ocorreram no passado, sim. Eh, eh, e outro e outras coisas mais. Fato é, eu quero terminar
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dizendo isso aqui, DNA. DNA é irrefutável isso aqui. DNA é informação,
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não é analogia de informação. DNA é informação.
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Queiram vocês ou não. Há um computador quântico dentro de vocês. Queiram vocês
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ou não, Alessandro Kumento, com todo respeito, mas vocês têm um computador quântico dentro de vocês. Não é só
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computador, não é só código, é quântica. Já viu computação quântica? É nesse nível que você tem as coisas aqui. Fora
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todas as antevidências, todos os mecanismos de correção, tudo que nós falamos, vocês queiram ou não, são obra
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de um criador, de um designer. Vocês têm um criador que o Mento e Alessandro, vocês têm um criador.
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Neguem vocês isso ou não. Mas uma coisa é certa, além da ciência, a gente tá
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falando só de ciência, você tem a filosofia, a paleontologia, geologia, a
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história, arqueologia e vários outros assuntos. Não é só não é só qualitativo, é quantitativo. E corroboram. Sim. E aí
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convido vocês a entrarem nos meus vídeos, nos meus debates e também diante de tantos outros que t demonstrado sim
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que somos planejados, somos fruto de criação, não somos o acidente cósmico
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cheio de sorte para hoje estarmos aqui falando de como viemos. Não somos sorte,
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somos criação. A criação existe porque existe um criador. Obrigado.
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Obrigado, professor Luiz Eduardo. Obrigado ao Márcio. Obrigado ao Kumento, ao Dr. Alessandro. Olha, tem perguntas
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para vocês aqui que chegaram do super chat. Ah, e à medida que a pergunta for
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direcionada vocês podem responder aí, tá bem? Então, vamos lá. A primeira que chegou foi um áudio do Léo que mandou um
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um live Pix de áudio. Escutem aí. Pergunta pros negacionistas da evolução,
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eh, como é que eles avaliam essa questão do compartilhamento dos genes TBXT e o
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Fox P2 entre os seres humanos e os os outros símbolos, né? E se eles sabem o que significa isso.
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Entenderam? Aí ou quer que eu repita? Sim, sim. Posso começar? fica à vontade.
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Tem artigos científicos que já falam disso. A semelhança em DNA, em genética ou mesmo na nível da homologia, eh, elas
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são refutadas, você não tem rota evolutiva para qualquer dessas coisas, mas elas explicam design comum,
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reaproveitamento de código, como por exemplo, o próprio, ah, o próprio DNA
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lixo que o pessoal tanto tenta eh negar. Ah, fugiu agora o nome, tem outros
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exemplos aqui que vem vem na cabeça, mas a gente tem a artigos mostrando isso, inclusive a até falando de algumas
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coisas que já foram mencionadas aqui, ah, a evolução da baleia e tudo mais. Quando você pega, por exemplo, a proteína Prestin, você tem também o
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artigo de Winston Average que vai falar vai comparar isso entre morcegos e baleias, a questão da ecolo localização.
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E você vê que isso não encaixa na finologia. E a conclusão do artigo é essa, exatamente. Não encaixe na
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filologenia, mas encaixa em design comum. Isso acontece na minha área. A gente reaproveita código o tempo todo.
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Reaproveitamento de código. A resposta é simples. Aceite você ou não. É. Eh, eu preciso de um tempinho também
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para responder, Luiz. Eh, o que acontece? Você vê que ele falou o comp Ah, eles compartilham e eh genes entre
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símos e macacos, né? Quer dizer, o Luiz já falou ali, ah, de uma e de uma design comum. O designer decidiu fazer coisas
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que funcionam em ambas as espécies, tá? Eh eh eh eh na prática é isso. Só que
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tem que falar qual a quais as diferenças, porque existe uma coisa chamada, é importante que as pessoas
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saibam que existe chamada genes órfãos. Genes órfã são genes que são encontrados
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em cada espécie. Tem genes únicos. Então, tem genes únicos encontrados no
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ser humano, tem genes únicos encontrados no no macaco, tem genes únicos encontrado eh nos cachorros, enfim, e
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genes órfãos não tem explicação para
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eh para uma rota evolutiva. Então, quem tá sendo negacionista dos fatos não
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somos nós, são os adeptos dos evolucionistas. Inclusive tem retrovírus endógeno que a gente explica também como
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semelhança. Tem tem os argumentos. Pesquise, tem lá. Ah, obrigado. Mais uma pergunta aqui,
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ah, para os criacionistas, né? Ah, aos criacionistas, como podemos provar que
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não viemos de símios do velhoundo, que não existem ancestralidade em comuns
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com macacos. Adão e Eva é fato. Posso começar com essa? Ô, Márcio ou você quer começar? começar,
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tá? Tem tem vários tem vários pontos pra gente fazer, mas dentre eles a a próprio
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estudo da Eva do Adão cromossomial, aliás, o Adão é cromossomial e a Eva mitocondrial, que eu sei que o pessoal
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tenta colocar 200.000 anos, tenta aumentar, dizer que ainda assim não encaixa, mas é fato que viemos de uma mesma mulher e de um mesmo homem, pelo
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menos até o evolucionista concorda, né? Tem um ponto ali onde há uma uma convergência. Hã, e fora isso,
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você tem os próprios três macroaplo grupos ah dentro da EVA mitocondrial,
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mostrando que teve uma variação de três ali, justamente que você vê na arca de Noé, aceite ou não, aí a gente já tá não
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tá discutindo TDI, deixo bem claro isso. Estamos discutindo criacionismo bíblico pra gente mudar aqui os tópicos. Ah,
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porque já foi citado Adão e Eva, então estou entrando em Adão e Eva. Não apenas isso, tem estudos que mostram que vários
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outros animais, 90% deles, tem uma explosão eh junta, né? né? A própria explosão cambiana e outras explosões
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também corroboram isso. O Stephen Meer vai falar. Ah, mas não é isso que eu tava citando. O que eu tava citando é
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tem um estudo que vai mostrar que a maioria dos animais também convergem para um único uma única casal, ou seja,
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que tiveram ali ah em algum momento essa convergência que você vê na Eva
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mitocondrial. Cara, que coincidência. Olha o nível da coincidência. Não é só Adão e Eva. Nos animais, se Deus criou
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casais, aí estamos falando de criacionismo bíblico, você encontra isso também. O o só só mais uma consideração.
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Eh eh você vê que esse estudo que você que você mencionou da Eva mitocondrial que aponta para uma única mulher como
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sendo descendência de todos, isso aí isso aí é é ponto pacífico que até os evolucionistas concordam com isso. O
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artigo foi matador. Esse mesmo artigo, ele é uma, a inferência do método de se
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chegar nesta conclusão, ela é uma inferência à entropia genética, porque é
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é contabilizada as mutações de cada geração. E você vai e quando você vai olhando para trás, você vai vendo menos
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mutações e quanto mais recente, mais mutações. Ou seja, é uma prova empírica
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da entropia genética. Deixa eu perguntar aqui pro Dr. Alessandro e pro Kumento. Vocês querem
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embarcar nessa e querem responder essa aí também? Fique à vontade. Eu já tenho alguma experiência com Eva
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mitocondrial dita por criacionistas ou defensores do design inteligente.
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Primeiro, ela não é a primeira homois, ela não é a primeira fêmea homois.
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Ela é a sobrevivente de uma população de mulheres homosábeis.
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Então não tem nexo dizer que é a primeira mulher. Agora todos os outros seres vivos que se
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estude de reprodução sexuada, pode-se chegar a uma mais antiga fêmea da qual
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todas as populações descendem. Eu tenho certeza que todos os manga largas do
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Brasil são descendentes de uma determinada fêmea de cavalo. Talvez não
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aqui, talvez de uma colônia portuguesa ou em Portugal, mas isso não é uma inferência para uma criação de um
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baraminho humano, muito menos de um cavalo. E outra coisa,
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Eva mitocondrial é a datação molecular
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do mais antiga ancestral fêmea da população humana atual. Ela não é
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contemporânea do adão cromossomial, que é outro processo, certo? E que também não é o mais antigo,
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o primeiro homois. E agora se querem discutir as datações
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das duas coisas, eu recomendo não tentar por um caminho criacionista, porque não dá.
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Podemos e isso não dá para todos os lados. Você não vai conseguir, eu sempre falo isso, você não vai conseguir socar a maneira
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criacionista bíblica, queele aí que nasceu o TDI da Lia do Meer, do Demsky e
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do Bry. Os argumentos de terra jovem, eles são terríveis para certas coisas.
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Porque se eu falo, eles tentam socar um prédio de 456 m de altura dizendo que ele tem altura
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de um cartão de crédito. Não dá. Isso é é impraticável. A humanidade já
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abandonou esse pensar. Ele só sobrevive em certos círculos muito pequenos.
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Infelizmente um grande líder do TDI brasileiro, Marcos abraçou essa bronca. Na verdade, ele é um criacionista
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biblicista. Ele não é um defensor da TDI de Birre. Talvez o BR nem tenha se dado conta disso, mas agora o caso todo que
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tem que se ver é o seguinte, esse tipo de afirmação, a ciência afirma isso, tá sustentando tal coisa, sempre perigosa,
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porque a ciência não tá afirmando isso que vocês querem.
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Dr. Alexandro, o senhor quer embarcar nessa aí? Aliás, eu tenho uma pergunta aqui no super chat que vai, eu acho que
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era bom Dr. Alessandro responder e depois os demais comentam, tá bom? Essa daqui, ó, o outro é um outro super chat.
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Essa aqui, ô Dr. Alessandro, como surgiu a vida? Foi criada ou veio do acaso?
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Bom, é como já foi dito aqui pelo momento, né? São assuntos diferentes do que a gente tá tratando de evolução e
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origem da vida. São coisas diferentes, mas existem bastantes eh bastante trabalhos aí já que evoluíram ao longo
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das últimas décadas que tentam atacar esse assunto por várias óticas, né, por várias perspectivas, desde a origem, por
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exemplo, de moléculas orgânicas. Então, a gente sabe que moléculas orgânicas que são importantes ali pro pra vida, né,
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como aminoácidos, por exemplo, ou eh outros blocos de construções de outros tipos de moléculas, eles estão presentes
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em meteoritos. Então, a gente sabe que esses materiais, esses elementos, eles são produzidos de maneira natural, tá?
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Então, esse é um dos passos que a gente já tem. Agora, claro, tem mais passos. Como que esses elementos todos se
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juntaram para formar uma proteína? Ou como que formou a molécula tal, como que se formou uma primeira estrutura, ah,
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que a gente poderia dizer assim, isolada ou semiisolada, né, do ambiente externo.
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Então, também existem vários trabalhos que apontam, que mostram como que esses processos teriam corrido, tá? Então, a
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gente tem ali as hipóteses da formação dessas protomembranas que formam aquelas coisas que nós chamamos de o acervados.
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Existem hipóteses que colocam que talvez o metabolismo teria surgido primeiro ou primeiro teria surgido uma estrutura,
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tá? Como um corervado formando uma protocélula. Então existem muitos passos ainda para ser dados nesse sentido. Eh,
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não é bem a minha área, eu vou até deixar porque o Mento responder um pouco mais isso, mas existem muitos avanços nos últimos anos, tá? E bom, depende do
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que você tá chamando de acaso, né? Você tá chamando de acaso, acaso puro mesmo. Não é bem assim que as coisas funcionam,
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tá? existe a as coisas podem surgir sim por um acaso puro ou podem acontecer eh
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muitos desses mecanismos químicos aí por eh simplesmente questões de leis da química, né, como a químicio atividade
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que os colegas negam, né, mas eu vou deixar aí pro pro Kument aí. Vai Kumento, pode dar sua contribuição.
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Na sequência acho que sou eu, né? É, pode ser. É, não sei se será vai ter muita
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pergunta do super chat, Carlos, porque senão a gente precisa colocar tempo, né? Se for. Não tem bastante. É que é assim,
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eu se eu sei que para responder perguntas complexas deveria ter pelo menos aqui uns 10 dias para responder,
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né? Não, não que o mento, muito tempo, porque assim é é que vocês resumam pra gente poder agradar o nosso público
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também. Tanto que o mento se quiser ir pode ir. Depois a gente vai intercalando. Ponha, põe p
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vou colocar só duas coisas aí. Uma colocando um erro que é muito geral. Vou
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ter três coisas para tratar. Não, proteínas serem formadas não é
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intrinsecamente ligado a existir o DNA ou RNA. Os seres vivos preservam mecanismos de
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produção de proteína sem riboimas, certo? Isso é uma senhora pista de algo
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que pode ter acontecido lá no passado, estruturas enzimáticas que produzem outras proteínas, porque toda eh enzima
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é uma proteína. Isso tá em toda a literatura, inclusive de secundário boa, tá? Acontece o seguinte, eh, o
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Alessandro falou de metabolismo primeiro. O que que a gente tem entendido em biopoese? Eu como divulgador, cada vez mais se percebe que
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alguns processos que hoje são intracelulares, na origem da vida pode ter sido processos em determinadas
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estruturas minerais, tipo uma porosidade de argilas. E isso tem evidências já em
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laboratórios de determinados passos. Não se produziu nada muito complexo, não se produziu nada muito hoje celular, mas
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alguns espaços já estão sendo dados. É um caminho de pesquisa. Agora tem uma coisa que foi destruída pela pesquisa em
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origem da vida nos últimos anos, que eu procuro apresentar de uma maneira rápida.
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A hipótese da possa, que inclusive o Darwin cita da possça miraculosa que
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teria produzido a vida é abandonada. Hoje a gente entende que é o planeta
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inteiro que ao longo de milhões de anos trabalhou como um imenso reator químico.
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Então não foi um fato num lugar determinado, é de milhões de anos,
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bilhões de toneladas de reagentes em um número colossal de combinatórias
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permanentes de reações químicas e decomposições acontecendam. E aí uma argumentação dentro de origem da vida
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que não vai ter nada com a evolução, porque a evolução não é provavelmente probabilidade para acontecer algo de
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montar uma proteína. Ah, nem a mais mínima bactéria faz algo assim.
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sempre é coordenado porque surgiu a vida, depois existiu a evolução.
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Essas coisas que aconteceram ganham uma característica de uma probabilidade
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favorável, imensa, porque tal forma química não sobreviveu, tal círculo não sobreviveu,
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tal círculo durou um pouco mais, tal círculo colaborou com o outro, tal molécula durou um pouco mais. Até o
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ponto que a gente sabe que uma das mais primitivas eh proteínas e estruturas que existem na
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vida são ligadas aos ribossomas, as ribosimas, e elas são extremamente
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resistentes à decomposição por hidróise. Então, ela é um extremófelo extremamente
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primitivo, a tal ponto que ele sobreviveu nas condições mais brutais da Terra do passado,
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né? o o você vê eh eh Luí que o que acontece, a biopoese é é é um é um
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exercício de imaginação, porque eles imaginam um um sistema, aí na hora que eles escrevem o exercício de imaginação
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ali, ele eles colocam, vamos dizer, uma uma formalidade, a gente vai lá e e
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fala: "Meu, tá errado. O mundo RNA foi uma um exercício de imaginação da biopoese, tá cheio de furo.
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A experiência de Stan Miller, o pessoal, o pessoal até hoje em nível didático tem ainda a experiência de Stanism Miller.
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Ah, não é mais poinha, mas o Still tá nos livros didáticos. É. E e o e a a experiência deles de
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Milurin, né, produzem misturas racêmicas 50 na homoqueralidade. Segundo segundo os evolucionistas, se
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tiver cimento e e e terra ali, a casa se forma sozinho.
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Então, o que acontece? Pode ter reagentes à Terra toda que pode ter. Não
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tem, não consegue formar uma realidade de forma natural, não tem jeito. Escreve esse argumento
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dessa nova biopoese, que é uma nova perspectiva de reagentes e vamos ver se dá para comprovar, porque por enquanto
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isso é exercício de imaginação. Ah, vamos imaginar que no passado tinha todos os reagentes. Não se consegue nos
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laboratórios mais modernos hoje não se consegue fazer proteína.
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com muita inteligência, não se consegue com muita inteligência, com reagentes purificados, não se
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consegue fazer proteína. Imagina numa terra primordial com água e e eh e
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hidrolizando tudo. Você vê que o em laboratório para mexer com RNA tem que
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ser tem que ser um controle água destilada. Se se tiver em água natural quebra tudo.
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Sinto muito que mento, a biopoese é um exercício de imaginação para ver se a história cola.
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Ah, perdão. Eu não vou discutir biopoia com você nesse nível porque o seguinte, ó, tem uma dú erros, nós precisaríamos
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de uma hora outros. Vamos repetar falou aqui. Vamos. Não, não, não. Eu não vou admitir
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que você pule a fala. A gente tem uma sequência para ser respeitada nesse debate. Eu falo quando se quiser fazer
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uma outra roda, a gente fala: "Não, você mentiu, eu vou provar aqui. Você mentiu, você mentiu."
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Se mesmo que ele tivesse mentido, você está desrespeitando a regra do debate. A minha vez agora bem, manda pra próxima
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pra gente debater isso aí. Respeite a fala dos outros. Professor, fica à vontade, professor,
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fica à vontade. Ó, é o seguinte, para você e pro
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Dr. Alessandro. Bem claro aqui, proteína só vem de informação. Eu vou eu vou vou
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dividir as sílabas. Tá? Ah, e fora isso, ribossomos são
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feitos de RNA mais proteína e proteínas só são feitas de ribossomo. Já falei isso. Mas já, já que quer falar de biopoese, como já foi a pergunta do
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nosso colega, paraa evolução atuar, ã, para mim é uma é uma grande e para não
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chamar de mentira, vamos falar assim, é um grande equívoco tentar achar que há alguma plausibilidade paraa biopoese,
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eh, ou para alguns antigamente chamavam de abiogênese, né, que foi reformulado aí com algumas questões. Mas pra
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evolução atuar, cara, você já precisa existir, porque não é só não é só a biopoese, você tem que est a evolução já
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seleção natural, tudo acontecendo. Você precisa, ó, vou dizer três coisas. Você precisa armazenar informação. Você tem
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que ter algo que replique a si mesmo e que transmita a variação. Mas, mas, mas não existem organismos viáveis mais
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simples que uma célula autônoma. Informação biológica não surge por leis químicas. Leis físicas geram padrões,
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não mensagens funcionais complexas. Em segundo lugar, vírus e parasitas dependem de células prontas. Então eles
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não explicam origem também. Nenhum experimento gerou autorreplicação informacional
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esp esp espontânea. Então, mais uma vez, não é não é tão simples. Pesquise qualquer coisa que você disser aí,
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qualquer coisa, qualquer coisa que você disser, eu te refuto depois se você quiser. Inclusive pesquise os vídeos do
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Luter para que ele já fez isso. Não, não. Luter ser de referência nisso.
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Lúer de referência nisso? Não. Então, responda aí. Já achou algo que replica a si mesmo na RNA replica a
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si mesmo? Não, você não entendeu a pergunta. A rep não, você não entendeu a resposta. RNA
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se replica a si mesmo. Qual é que tu não entendeu? Surgiu RNA. Da onde surgiu RNA? Aes RNA replica si mesmo. Já que tu
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não entendeu. Você tá cometendo um equívoco grosseiro.
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A biopoese não começou com RNA, meu irmão. Exato. Ninguém tá dizendo isso. Eu tô dizendo que RNA replica-se a si mesmo.
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Qual é a parte que tu não entendeu? Onde está a replicação? No início da Não, não, não, não é RNA replica si mesmo.
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Qual é a parte entender antes do RNA lá na na no discussão, tu diz que tem que
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ter o DNA para replicar a si mesmo. RNA replica a si mesmo. Agora v o seguinte,
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procura aí peptídios não ribossomiais. Tu tem que te atualizar e tem que botar inclusive o ensino médio mel
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que tem que se atualizar. Não, eu tô dizendo. Onde está o RNA na biopoese? Eu vou
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repetir de novo. RNA na biopoese, na etapa de RNA.
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Onde está, onde está no início da da da antes do RNA a biopo? Região de PNA
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prova dele a presença de agência. Existem organismos viáveis mais simples
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que uma célula autônoma. Não ex claro que não é um organismo. Tu que troca as bolas. Uma informação biológica
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não surge por lei química. Claro, porque não existe bio, não tem vida ainda. Nem replicação.
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Você tá como que não tem se eu te falei que RNA replica a si mesmo? Ó, vou repetir para você. Informação e replicação. Você vai dormir com isso
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hoje. Mas o RNA é informação. Qual é a parte que tu não entendeu? Exatamente. Da onde surgiu a informação?
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Da onde surgiu a informação? De de complexação química. Como? Como? Vai fala como
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polimerização. Qual é a parte que tu não entendeu ainda que é um polí? Como não, isso não é não, isso é um termo técnico para enganar os ouvintes.
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Como? Como não é? Se tu não entende o que que é a polimerização, nós não temos que discutir nisso.
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Como? Qual mutação? Nem tinha mutação. Como que não se renuta?
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Informação. Eu vou repetir para você dormir com isso aqui. Informação uma pandemia por mutações. RNA informação
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replicação. Informação, replicaç tá no RNA. E antes dele na região do
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PNA. Replicação, cadê informação? A replicação RNA replica si mesmo aí
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replica se mesmo. Autocausado, problema não, ninguém tá falando que é autocusado.
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R é triste a sua postura. É triste aqui. É que você tá dizendo que o RNA não tem
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formado.Ável. Aguarde o react. Aguarde isso aqui. Vai ter. Como é que o RNA não vai se formar na
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sua posição? Como é que você diz que não acontece? Vamos à próxima pergunta, gente, do super chat. A próxima pergunta do super
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chat tá na tela. Rapidinho, pessoal. Vamos, vamos, vamos manter a qualidade ao alto nível do nosso debate acadêmico,
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muito profundo. Ambos os lados estão de parabéns, os criacionistas, os evolucionistas, enfim, tá muito bom o
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debate. Olha, qualquer aí estudante aí ah de nível superior aí pode pescar aqui
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porque tá muito bom a o nosso alta qualidade, tá muito bom mesmo, nível altíssimo de argumentação, enfim, muito
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bom. A próxima pergunta é essa aqui, ó. os artigos que dizem que a vida não foi
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criada. Eu acho que essa pergunta aqui cabe para ambos os ambos os debatedores,
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tanto criacionistas quanto evolucionistas. Quem quer começar, só levantar a mão e fica à vontade.
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Ah, eu vou eu vou ser bem curto nessa, Márcio. Se você quiser, meu querido, eu te mando um link onde tem vários
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artigos. Se quiser eu faço isso. Inclusive a gente já falou de alguns aqui.
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A questão é bem simples. Não existe artigo científico dizendo que a vida ou
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qualquer forma de vida foi criada. Porque a ciência não afirma milagres.
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O que a ciência afirma, e eu vou voltar a determinado texto meio ruim que saiu aí, é que colocando determinadas
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moléculas num determinado ambiente sobre eletrossíntese, que é faísca, que é raio
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numa atmosfera, sempre vai ter forma-se moléculas mais complexas. E inclusive
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dependendo do meio mineral que tiver junto, e parece que a Terra no passado tinha minerais,
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começa uma síntese de quilalidade, isso já se sabe, nenhuma proteína funciona. Então tes
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continuar usando e divulgando e ensinando as variações da experiência de
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Urei Miller, que não é a última bolachinha do pacote, com todas as variações possíveis que hoje inclusive
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apresentam tendência homoquiral e variedade total e completa dos
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aminoácidos ligados à vida, que não é por onde a vida foi. Isso também é outro erro.
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A vida foi por caminhos que a gente nem se sabe muito bem como é que foram no passado. Tem que imaginar.
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Só que chegou onde chegou por quê? Por causa de seleção natural. Então você vê e posso posso responder?
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Então você vê que você vê que ele citou a palavra milagre, né? E eu falo que os que os ateus eles acreditam em muito
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mais milagre do que a, vamos dizer a a evidência de um designer. Por quê?
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Porque o ajuste fina do, se você pegar lá lá desde a criação do universo, o ajuste fina do universo, aqui uma
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explosão, ele espiralou e organizou as galáxias, organizou o sistema solar,
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a Terra com com eles acham que a a as condições únicas de vida da Terra surgiram eh eh
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espontaneamente ali. É só é só juntar os componentes que tá tudo pronto, né? né? Quer dizer, e da origem da vida não tem
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nada, a gente só tem imaginação, a gente só tem coisa. Ou seja, a lista de milagres em que os ateus evolucionistas
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acreditam é muito maior. E na verdade eu eu vou repetir aquilo que eu que eu citei no começo, a a existência de um
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designer está no campo da necessidade. Já a criação da vida, por acaso, ela
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está no campo das impossibilidades e nas improbabilidades, porque é calculado. O
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ajuste fino é calculado do universo, é calculado. a probabilidade de de se ter um universo
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como o nosso. As condições únicas da Terra, o pessoal só pensa em quantidade de planetas, não? Qual a probabilidade
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de um planeta ter campo magnético? Qual a probabilidade de um planeta ter e eh camada de ozônio para evitar radiação? É
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esse tipo de probabilidade que colocar e o pessoal só fica pensando em em distância da da da do planeta pra
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estrela. Tem muita coisa para ter vida. Tem muita coisa. E pra origem da vida é
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ainda mais, porque a vida é muito complexa. Então, e se for falar de milagre, eu citei os milagres em que
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vocês acreditam. Bom, eu acho que o colega aí que acabou de falar, desculpa,
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esqueci seu nome de novo, o seu nome, acho só decorei do Luiz, eh, só se esquece que, assim, você mencionou qual
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a probabilidade de ter uma camada de ozão no planeta para evitar radiação, algum nesse sentido, você só se esqueceu que nem sempre o planeta teve camada de
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ozônio. A vida não depende necessariamente ter uma camada de ozônio para para poder, né, bloquear a
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radiação, porque a vida se originou em outros pontos do planeta, em regiões de fontes hidrotermais, tal. Então, a vida
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quando ela se origina, ela origina em ambiente diferente e não na atmosfera e não na superfície do nosso planeta que
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tá de em contato direto com a atmosfera. Não foi assim que as coisas aconteceram. Isso. A atmosfera ela de a atmosfera
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não, o ozônio ele vem surgindo na nossa atmosfera muito tempo depois, após o grande os dois lá grandes eventos de
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oxigenação em que muito oxigênio é liberado na atmosfera. Aí sim, só que aí nesse ponto, em torno de 3, bilhões e de
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anos, ou até um pouco depois disso, em torno de quatro e não, em torno de 2 bilhões mais ou menos, que foi o grande
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evento de oxigenação, aí sim são organismos que surgem que passam então a fazer a fotossíntese chamada oxigênio,
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que liberam como subproduto da fotossíntese o oxigênio e ele vai pra atmosfera. E aí sim nós temos agora ao
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longo de alguns milhões de anos o acúmulo de oxigênio, que futuramente então vai dar o start aí o gatilho para
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que outras formas de vida um pouco mais complexa e complexa que eu quero dizer no nível de organização, organismos
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multicelulares, por exemplo, começam a surgir. E claro, antes disso ainda surgem os próprios eucarias, né? Então
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hum assim, você não precisa de ter um planeta formado, vocês tem a cabeça, né? Tudo que vocês olham, o planeta, uma
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célula, tudo vocês olham para uma coisa que está feita, que está pronta hoje, né, que evoluiu e que tá como você vê
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hoje. E aí você vê essa impossibilidade disso ter evoluído. Mas ao contrário do que o nosso colega diz que ah, a origem
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da vida, biopoese, é uma um exercício, né, de de imaginação. Bom, pode até ser imaginação, porque ciência também tem
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imaginação, mas não é só imaginação, meu caro, tá? Não é só imaginação, né? você obviamente vai usar da sua artifício
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mental para imaginar hipótese, para pensar hipóteses, só que tudo isso não é tirado daquele lugar escuso que eu não
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vou falar aqui, né, que o vento até riu, mas enfim, isso é tirado de dados, de
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dados que nós coletamos da própria natureza e aí nós construímos nossas hipóteses em cima desses dados e aí
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esses dados vão ser testados. Essas hipóteses com base nesses dados vão ser testadas futuramente. Aí a gente tem
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testes, testes no laboratório, testes observacionais na natureza de outras eh de outra forma e assim por diante.
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Então, tudo que a gente fala sobre origem da vida, por exemplo, as hipóteses de origem da vida, não é feito do nada. Simplesmente, ah, eu acho que é
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não. O que, na verdade, é feito dessa forma é o criacionismo que vocês defendem. O que invoca mágica e milagre
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é o que vocês falam. Porque se eu pergunto, vocês sempre perguntam pra gente como aconteceu isso, como evoluiu,
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como não sei o quê. Para algumas coisas tem respostas e vocês negam, para outras não tem, tá? Para outras não tem. Isso é
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fato. Por quê? Porque é assim que a ciência ela tem buracos, tá? Ao contrário do dei de vocês que não tem,
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não tem buraco. Vocês mesmos falarem que não tem buracos, né? Na aquela pode ser falseável. Pode ser falciável.
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Então, mas é, pode ser falseado, mas e já foi, né? O o o o mesmo já foi vocês não conhecem. Na
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verdade vocês não admitem uma hipótese para vocêar. Acha o buraco que a gente vai investigar. Por enquanto as nossos
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argumentos estão a afirmação de vocês não é de, por exemplo, que estruturas têm complexidade redutiva e que etc,
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etc. Vocês deram exemplo da cascata, tal. A gente já falou aqui como coisas. Qual que a chance mesmo do TPA partir
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com Qual que é a chance mesmo do TPA aparecer com o ativador? A gente falou aqui, falou de de motações, a gente
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falou de duplicação de gên respondid respondido, só que você que não aceitação já é já já
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responda o número. Me dá o número. Me dá um número. Qual que é a chance do TPA aparecer com o ativador na fase
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na fase certa? Meu filho, você não existe fase, não existe fase certa, meu filho. Você não
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tem, você pega essas moléculas, por exemplo, você pega, por exemplo, um fator 12, ele tá, eu já te expliquei isso em outra
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fala, que ele tá presente, por exemplo, em mamíferos, mas não tá não só,
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mas não tá presente, não, não tem complexidade redutiva, ele não tá presente. Você não entendeu isso
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ainda. Você não entendeu isso ainda, que o fator 12, o fator 11 não está presente. Ele está em mamíferos. estáis,
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mas não estão presentes em peixes manibulados. Você não entendeu isso ainda? Já tem, já tem que são estruturas que
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vão sendo construídas. E por que que elas vão sendo construídas? Porque tem seleção natural atuando, meu filho.
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Já foi. Entend coisas básicas. Alessandro, hã, o que é fantástico, principalmente de
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coagulação, é que de peixe bruxa para trás não atua
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o sistema imunológico casado com o sistema celular de coagrulação. Por
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causa doentão, então aí o seguinte, é redutível porque eles estão vivendo muito bem há centenas de milhões de anos
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por aí. O nome disso é e tem mais uma coisa fantástica. Entre os vermes, tem aqueles que os tecidos
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não têm reação nenhuma ao corte, então não tem como ter coagulação. Ô, qual que
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a chance do aparecer ativador? É simples, é uma questão de adaptação. Qual chance do TPA aparecer com
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ativador? Eu só tô andando num exemplo. Eu tenho 10 ou 20 aqui que eu poderia refutar vocês. Eu só tô perguntando um um.
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Qual que é a chance do TPA aparecer com ativador? Quantos seres vivos tiveram sem esse
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mecanismo que podiam ter sofrido mutação? Isso coloc Qual é a probabilidade de existir esse
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ser vivo? Isso. Não, não vamos discutir probabilidade. Qual é a probabilidade de entre todos os
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seres vivos que não tinham esse mecanismo ter tido a mutação que o propici?
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Tá aí, gente. Ó, vocês viram que ele fugiram da do número? Tem um número. Não, não. Eu tô fazendo uma pergunta sobre probabilidade.
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Não, você está, você não sabe responder e tentou devolver uma pergunta. Não vou entrar na 100%.
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É 100%. Tanto que essa mutação ocorreu. Tanto que em peixe bruxa não tem.
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Existe uma involução degeneração e você prova isso como é que uma degeneração se as características tornou um sistema
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mais complexo mais complexo como perda de estruturas também é um processo
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evolutivo. Função é processo evolutivo, são alterações. Simples assim,
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uma mutação propiciou existir esse mecanismo. O TP, o TPA junto com o ativador. Qual
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que é a chance deles aparecerem numa mutação? Qual que é o TPA e o ativador juntos na mesma mutação, na mesma
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momento, na mesma geração. Milhões de seres vivos existiram durante x milhões de tempo. Eu vou te explicar aqui o Mento, porque
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vocês não sabem. Não, não, não é que você fala de uma coisa que a chance de matai
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do que a história do universo do que o tempo que vocês
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usar matematicamente, se você usar matematicamente o tempo que você tem dação, ela nunca entra.
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Como que não? Você calculou? Eu calculei. Não, eu tô te dizendo que ele é fácil de
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entender. Porque quando você vai calcular uma uma ocorrência pro passado,
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a ocorrência ter existido, de redundância é 100%.
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Você quer dizer que ela não possa ter ocorrido. Aí você tá dizendo que não existe um um um mecanismo mutacional.
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Você tá comentando? Não, não é matemática, é mecanismo biológico. Você não pode pegar um modelo matemático
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e você bolou o dentes que bolou e tentar socar num processo que é biológico.
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Você está me dizendo que é provável sem matemática isso? Você diz que não é matemática. Não, você que não tá entendendo. Você
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parte de uma você parte de uma lógica linda, maravilhosa, só que as premissas dela estão erradas. Não é? É matemática ou
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não é? Se ó, vamos fazer assim, ó. Vamos fazer assim. A live tá super produtiva, uma live maravilhosa, super esclarecedora,
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todos estão de parabéns. Vamos deixar, vamos, vamos marcar uma live só pro que o Mento e o professor
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Luiz debaterem. Bora, bora. Sobre, sobre criação, sobre a casta de calculação também, se quiser, tá?
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Então, aí, aí, aí assim, vocês conversam vocês e de decid o Jadson agenda.
2:31:00
O Jadson agenda para mim, então. Tá bom. Então, vocês tá bom. Então o o Jadson tá assistindo, ele vai
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entrar em contato com vocês e vai alinhar esse debate. Fechado? Beleza?
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É o seguinte, eu vou dar aqui para vou dar aqui 4 minutos para cada ah para cada um expor aqui o seu pensamento
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sobre qual é a melhor proposta para origens, ah, origem de tudo, origem do
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universo, origem da vida, enfim, qual que é a melhor resposta para origens? Aí, o evolucionismo ou o criacionismo?
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Então, vão ser 4 minutos para cada um responder. Eh, quem quem começou na na na passada foi quem?
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Tá. Então, então os criacionistas começam agora. Então, são 4 minutos para cada um. Quem começa? O professor ou o
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Márcio? Eu começo. Eu começo. O Márcio. Tá. Então, 4 minutos para vocês explicarem porque que o
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criacionismo é a melhor resposta pra origem. Fica à vontade, tá? o o o criacionismo é a melhor
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resposta da origem pela impossibilidade de processos naturais terem eh eh eh eh
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se se autoorganizado para eh gerar coisas complexas como a vida, coisas como a a a crimiosidade,
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a a Terra era cheia de reagentes, não é mais uma po tudo isso é exercício de imaginação para não enfrentar o fato de
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que a origem da vida por processos naturais está no campo da das
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impossibilidades, impossibilidade química. Semalidade você não tem você
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não tem proteína. Sem os reagentes purificados você não tem a os
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fundamentos da vida. Então o que acontece? Eh, eh, nós inferimos o
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designer depois de exaustivamente entender os mecanis, os blocos
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funcionais da vida, como o DNA, proteínas, membrana celular. É exaustivo
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o trabalho de você analisar e ver que não existe probabilidade matemática. E
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aí o pessoal vem com imaginação, ah, ó, já que o meteoro tem aminoácido, aqui também tem.
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Não adianta ter o cimento, a cal tudo junto ali e a pá se não tiver o
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pedreiro. Não tem, não tem como. A a mas eu fiquei feliz pelo nível do debate. Eu
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acho que queria agradecer a ao professor Francisco Mento, ao Alessandro também,
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eh pelo nível do debate. Eu acho que a gente se respeitou. Eu acho que teve teve uma conversa produtiva, as pessoas
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eh eh eh ouviram argumentos de ambos os lados, né? Ã, o que eu o que eu sempre digo é o
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seguinte, falou: "Olha, você vê que a aquela previsão que eu que eu fiz no início, olha, de que usam exemplos de
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microevolução para inferir macroevolução, ele ocorreu novamente e
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também usam pressupostos naturalistas para inferir ancestralidade no caso das homologias." Então, não tem nada de novo
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debaixo do sol, tá? Mas eu agradeço a participação de vocês dois. Acho que foi
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foi o Luiz também agradeço também ao Jad, ao professor, ao pastor Carlos que
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que mediou o debate. Então, eu fico com o criador, tá legal? Aí a discussão de
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quem é o criador a gente deixa para uma outra live que aí a gente também consegue falar de quem é o criador
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também, porque a gente não é neutro. A gente nem é neutro, a gente só usa, a
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gente, a gente só tem o discernimento de saber o quê? Olha, paraa detecção de
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design é método científico, método científico puro, sem sem espaço para a
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teologia. Ah, quem seria o designer? Qual a melhor proposta de de quem seria o design? Não, método científico puro.
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Aí, após a gente detectar eh eh com o designer, óbvio que todo todos nós temos
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a a curiosidade de saber, olha, já que eu sei que tem um design, a natureza ela
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me mostra isso. A complexidade, a beleza, a informação, ela mostra que
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existe um criador por trás disso. E aí todos nós temos a curiosidade de saber quem é o criador. Isso eu não nego que
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nós não temos, ah, eu não sei quem é o criador, não. Sei, eu sei. Eh, é quem é.
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E está descrito na Bíblia. Jesus Cristo, ele foi o autor da vida e o arquiteto do
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universo. Porém, para o uso do método científico, eu tenho que esquecer isso,
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esquecer completamente isso para discutir
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puramente o método científico. Agradeço a todos. Pessoal, olha, não são as
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considerações finais agora, não, tá? É uma só uma pergunta. de 4 minutos para cada um para responder eh qual que é a
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cosmovisão a melhor que se melhor explica a a origens? É o criacionismo ou
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é o evolucionismo? É só uma pergunta, tá? Ainda vai ter ainda a vai ter ainda o a rodada para vocês eh deixarem
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contato de vocês, agradecerem e assim por diante, tá bom? As considerações finais vem depois. Então agora, eh, nós
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vamos jogar pro pro Kilumento, depois o professor Luís e no final vem o doutor.
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Tá bem, Kumento, fique à vontade. Qual é a melhor resposta para origens? É o
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criacionismo ou o evolucionismo? Bom, pro universo é campo da cosmologia.
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Hoje em dia enfrentar cosmologia é enfrentar grande parte da física nuclear, grande parte da mecânica
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quântica e um bocado de astronomia com n caminhos de detecção, n coisa do
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espectro. Inclusive nós estamos entrando na era da astronomia gravitacional
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pro aquele ligo. Bom, voltando para origem da Terra
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é um problema de astrofísica. E aí a amostragem que a gente vê é enorme. É só
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olhar pro céu astronomia de novo e começa a se ver os processos. E na verdade as bases disso já tava lá em
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Newton. Negar os a escala dos reagentes da Terra
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é negar o tamanho do planeta que a gente vive. Eu acho uma tarefa meio em glória.
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Negar os tempos de reação e as fontes de energia é negar, de novo, o tempo
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profundo que a Terra tem. as fontes geotermais, as mais diversas que a Terra
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tem, porque tem certas diferenças, tá gente? Gerses não são propriamente vulcões com emissão de material lá de
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baixo. E logicamente o Sol, que é a chave de a de bota aí 99,99
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da energia que a vida usa na Terra. Aí depois, eh, negar que a complexidade química
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possa crescer é uma coisa tão absurda quanto negar que oxigênio e hidrogênio
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misturados com uma mínima faísca não formem até uma quantidade imensa de água.
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Negar que essa compaticidade possa continuar crescendo é negar que até por impactos sobre
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amostras de sílica contendo aminoácidos se forme em peptídio, que é um primeiro
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passo para proteína. Proteínas em suma são peptídeos úteis para seres vivos longos.
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Negar depois que os organismos, a partir dessa zona misteriosa que eu vou
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admitir, que vista da formação da primeira célula funcional, que não é propriamente o que a gente poderia
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chamar no sentido mais amplo de vida, cuidado. Cuidado, vírus quando estão se reproduzindo de são vida e tenha
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produzido o resto da diversidade implica em negar que num determinado momento você olha pra savana africana e você não
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vai encontrar um elefante e nunca vai encontrar naquele período um elefante.
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Por outro lado, você vai encontrar um bicho que parece uma anta meio esquisita, inclusive mais ou menos do tamanho de uma anta. Isso vale para
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todos os seres vivos. Então, negar a evolução é tentar negar o que a ciência
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há mais de 160 anos vem sustentando sem
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parar. Os seres vivos modificam-se no tempo e alteram inclusive a sua
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conformação. E em suma, isso é descendência com
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modificação. E não interessa a escala no tempo que essa modificação vai chegar.
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E isso é evolução. Então é uma tarefa em glória. E buscar o o di, design
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inteligente é o que Collins explica de uma maneira assim, é tirar da divindade,
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que inclusive ele acredita, uma capacidade infinita de poder e criatividade.
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que nem dizia Jordano Bruno, um Deus de vontade tão vasta
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e transformá-lo num artesão atrapalhado que seguidamente tem que chegar na
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natureza e produzir uma modificação, inclusive para produzir um parasita.
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Este que é o problema do de ele reduz a divindade e ele se expõe contrariando o
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que se venencia o mundo. E se forcionismo biblicista, ele se torna catastrófico
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em n campos, a tal ponto que o próprio nucleosão inicial do DI começou a achar,
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nós precisamos de argumentos melhores porque os que a gente tem desde lá do século XIX não servem mais frente ao que
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a ciência apresenta, incluindo, por exemplo, Arca de Noé, bichinhos, etc.
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Certo? Então, por isso que hoje em dia o que a ciência afirma sobre o mundo é o
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muito mais confiável e o muito mais sólido para se entender a origem de
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todas as coisas. Tranquilo? Obrigado, Kumento. Professor Luís
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Eduardo, e eu quero pedir desculpa aqui pro Márcio, que eu acho que eu não fui claro na hora lá que eu fui eh fazer a
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pergunta e ele e ele pensou que era para tá encerrando. Me desculpe, tá, Márcio? Tá bom. Eh, professor Luí, fique à
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vontade. Você tem 4 minutos. Eh, na sua visão, qual é qual é a melhor resposta
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para origem, se é o criacionismo ou o evolucionismo? Fica à vontade, só tem 4 minutos. Entre outras coisas que me levam a
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concluir pelo criacionismo é o que a gente viu hoje. Você viu, por exemplo, a palavra, a fala do Kument agora a pouco
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foi totalmente religiosa, eh, foi totalmente fora da ciência. Ele argumentou na teleologia de novo, na
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gambiarra, coisas que também já foram explicadas. Inclusive, é só viu debate com o biólogo Henrique, eu já falei sobre isso, já expliquei lá. Ã,
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infelizmente são os argumentos não científicos. Esse tipo de coisa me faz ainda mais um criacionista, ah,
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principalmente quando eu vejo as respostas não dadas, que a evolução não dá mesmo, tá? H, e o próprio mecanismo
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de Darwin, eh, porque o pessoal confunde muito quando a gente tá batendo aqui no argumento, eles estão indo lá muitas
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vezes para pra parte mais simples da coisa, que nem eu falei, né, querendo ir lá paraa cladística, para homologia,
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para exemplos de microevolução. Quando você vai pra genética, pra biologia molecular, não tem jeito. Ou seja, é
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justamente o oposto. Não é o deus dos gaps. A gente nem a gente nem fala de Deus na TDI, a gente fala de
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inteligência. Você poderia concluir por inteligência. Tem caras lá na TDI que concluem por outro tipo de inteligência,
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não conclui por Deus. Eu não acho que é uma boa inferência por causa das implicações filosóficas e teológicas. Mas aí que tá. Eu vejo que vocês evitam
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a TDI justamente por isso. Vocês não querem Deus. É porque fica bem claro para que a maioria das pessoas eh a fala
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do Kumento ali foi bem clara. Ele começou já puxar Deus pro assunto, puxar a religião. E a nosso argumento o tempo todo aqui foi o quê? Científico. Eh, a
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inferência por design, inferência por inteligência. E aí,
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percebido em muitos momentos é isso. Eu me torno ainda mais criacionista diante de debates como esses, onde eu só vejo
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gaps. É o contrário. Se eu olhar do ponto de vista cristão, aí sim eu trazer
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religião, o pessoal acusa muito dos deus dos gaps, né? Que Deus foi perdendo espaço, perdendo espaço, perdendo
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espaço. É o contrário que eu tô vendo recentemente. O o Darwin explodiu no nas primeiras décadas, né? H teve muita
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muita aceitação. E agora o que nós temos visto, quando abre a caixa preta de
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Darwin, como o Dr. Michael Birri fala, você começa a ver a evolução perdendo, perdendo e perdendo espaço. A tal ponto
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que você não precisa acreditar em mim. A prova de que ele está perdendo espaço são debates como esses que não existiam antes. A prova disso, por exemplo, você
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pode entrar num site chamado descendent froming.org e lá está escrito: "We are skeptical of
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claims for the ability of random mutation and natural selection to accounts for the complexity of of life.
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Careful examination of the evidence for Darvinian theory should be encouraged." Resumindo, eles estão dizendo que são
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céticos sobre a evolução. Quem são eles? Aí você faz o download, você tem ali uma
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lista gigantesca, se eu não me engano é cerca de uns 200 ali, doutores, PhDs, de
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todas as áreas que você imagina. Portanto, sim, não é o advion que eu tô
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usando, o que eu estou mostrando, evidenciando, é que sim, o Darvin está perdendo espaço. Ah, não apenas isso, a
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TDI está ganhando espaço e vai ganhar mais, porque cada vez mais as pesquisas apontam ainda mais para um criador. É o
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que nós temos visto o tempo todo em cada complexidade da vida, em cada maquinaria. E claro que é exatamente que
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o Dr. Marcos Ebelin, eu preciso concordar com ele, esse é o ponto em que eles tentam martelar muito, os
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evolucionistas e ateistas de forma geral, que é aquela coisa, é a ciência da aparecência, entendeu? Ah, não. Ah,
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não, mas é o RNA, é o mundo antes de DNA. Ah, não, mas éte, Procarionte. E vocês não veem uma rota evolutiva,
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possível, genética, estatística, matemática sobre nada disso. Prova disso vocês viram aqui a em muitos argumentos
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que não foram respondidos. Por isso que eu continuo sim sendo um criacionista.
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Obrigado, professor Luís Eduardo. Ah, Dr. Alexandro, só tem 4 minutos pro
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senhor eh expor aí o seu pensamento, porque que a
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qual é a melhor visão, qual a melhor resposta para origens, é o criacionismo ou é o evolucionismo? Só tem 4 minutos.
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Fica à vontade, doutor. É, obrigado. Bom, então, obviamente, né, como eu professor evolucionista, sou
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então adepto da teoria da evolução como a melhor explicação para a origem da diversidade e sou adepto, então, das
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hipóteses também da origem da vida. Embora a gente não tenha necessariamente uma teoria geral, né, sobre origem da vida, a gente tem várias hipóteses. Ah,
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mas as hipóteses para mim sobre o origem da vida, elas são bastante convincentes. Claro que existem vários gaps, como a
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gente sempre fala aqui, e muita coisa para ser compreendida ainda. E aqui tá uma grande diferença, né, uma da dentre
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várias outras, né, que a gente poderia citar, mas uma grande diferença entre o que que é ciência de fato e o que que é uma pseudociência, como é o design
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inteligente e preacionismo, tá? nós, tá, da evolução ou cientistas que trabalham
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com origem da vida, nós precisamos o tempo inteiro dar respostas sobre vários
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pontos. Há coisas que a gente consegue dar resposta, há coisas que a gente não consegue. Agora, se eu perguntar pros
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colegas aqui do design inteligente, criacionistas, falar assim: "Como que foi que o design fez?" Ah, não sei. Ah,
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não, isso aí é foi Deus, ele fez e a gente não não estuda esse tipo de coisa.
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Ou vai ser que não sei, ou que ou que eles não não faz parte do escopo estudar, né? Ou seja, é simplesmente uma
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alegação de verdade. Você só tem e aí é uma alegação de verdade. Você alega que foi assim, é muito complexo, é muito
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bonitinho, não sei explicar de outra forma. Então é assim, então é Deus. E aí depois eles negam, continuam falando que
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isso não é o Deus das lacunas, tá? Se isso não é Deus das lacunas, eu não sei
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mais o que que é, tá? Eh, então sim, há uma diferença, um abismo muito grande.
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Eh, e na evolução, nós temos várias evidências, como eu já disse no início da minha fala, no início do debate, né,
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da embriologia comparada. Eh, hoje nós temos eh áreas, né, que se juntaram,
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inclusive, que dão respostas muito interessantes, né, que é uma junção da embriologia com a biologia molecular,
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que hoje deu origem, por exemplo, né, e a biologia evolutiva, obviamente, que deu origem a uma área que nós chamamos
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de biologia evolutiva do desenvolvimento, que conseguimos inclusive rastrear genes, conjuntos, caixas de ferramentas, né, de genes que
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estão ligadas à construção de características dos organismos, tá? como, por exemplo, o grupo lá do
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genescos e etc, que nos trazem bastante informação sobre esse processo. A gente
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vê esses vestígios, então, no nível embriológico, no nível eh molecular
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dessa ancestralidade. E sim, como eu já disse, existem maneiras de se testar ancestralidade comum. Ah, existem
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artigos do filósofo da biologia chamado, ó Sober, que trata sobre isso vastamente
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e que os colegas aqui provavelmente não conhecem ou não ouviram falar, tá? E enfim, eh nós temos então várias
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evidências, várias evidências da área da genética, da morfologia, enfim, já falamos sobre todas elas aqui. E não tem
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problema nenhum, né, dessa ciência ser uma ciência histórica e fazer inferências ao passado, porque é um
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processo que aconteceu no passado, mas ele não parou, a evolução não parou. E é o que a gente observa inclusive hoje em
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nível populacional, quando vamos estudar a evolução do nível de populações, é o que a gente observa. Aí engraçado que aí
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os amigos criacionistas do pessoal do di, como tem coisas que escancaram muito e aí eles não podem negar porque chega
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um nível de terraplanismo, se eles negarem, são os processos, por exemplo, dentro eh das populações, que é seleção
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natural, eh influência de deriva genética, fluxo gênico, mutações, se bem que eles negam mutações vantajosas, né?
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Então chega nesse nível, enfim, só que alguns pontos eles acabam não negando. E aí o que que eles têm que fazer?
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simplesmente trazer uma restrição de forma arbitrária. Então eles restringem de forma arbitrária. Isso aqui só pode
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dar origem à variedade nesse nível. No outro nível não tem, né? E esquece e esquece que o processo evolutivo ele ah
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não é um processo que ocorre aos saltos, como alguém falou aqui. Isso não ocorre. Nem a teoria daquele pontuado trata de
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saltos também, que é outro erro que eles cometem, tá? Então nós temos as melhores evidências estão do nosso lado e como eu
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já disse, gostaria só aqui de fechar os meus últimos 20 segundos. É o seguinte, para você, meu camarada, que tá
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assistindo essa live, que é cristão, tá? É mentira, tá? É mentira que todos os
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biólogos evolucionistas que estão nas universidades fazendo pesquisas sobre evolução, eles não querem Deus, eles
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odeiam Deus, né? Isso é a maior mentira que contaram para vocês, tá? Isso não é
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verdade. Eu vou falar, eu por acaso eu sou ateu. O que eu meto também é, acredito. Eh, lá na universidade que eu
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trabalho, eu sou o único até da biologia, tá bom? Dos professores, eu sou o único, tá? O resto é criacionista?
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Não, não é criacionista, lamento, tá? Eles são evolucionistas, mas eles levam
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a sério a ciência e levam a sério as evidências, tá? Então essa é a diferença.
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Dr. Alessandro, obrigado. Eh, pessoal, nós vamos caminhar agora para as considerações finais e aí você pode
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pontuar alguma coisa que você deixou passar nesse nesse momento agora e tem
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muita gente assistindo a gente, tá? Eh, eu queria que vocês agora deixassem eh
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redes sociais, o seu Instagram, Facebook, a como é que as pessoas pode te encontrar, um e-mail, alguma coisa, e
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que você coloque agora nas suas considerações finais o que de repente você lembrou agora de falar, tá bom? Eh,
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que que vocês acham? 3 a 5 minutos. Que que vocês acham? 3 minutos.
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3 minutos. Melhor, então. Tá bom. Então, quem quer começar? Quem começou a rodada anterior? Foi eu.
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Foi você. Então eu posso começar se quiser. Então não faz o seguinte, então então o o Dr. Alessandro começa, depois o
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Márcio, depois o Kument e no final o professor Luiz. Eh eh eh Felipe eh Luiz,
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tá bem? Luiz Eduardo, fica à vontade. 3 minutos. Tá bom. Então tá. Eh, bom, pessoal, eu gostaria só aproveitar esse tempo aqui,
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né, para poder agora esfriar um pouco, né, o ambiente. Eh, e agradecer, né,
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agradecer aí a o convite do Jadson. Sempre ele entra em contato, convida, né, para participar aqui dos debates.
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Maioria das vezes eu acabo vindo, aceito, às vezes não dá para vir. E agradeço então aí a mediação, né, do
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nosso amigo aí que eu, desculpa, como que é seu nome? Eh, pastor, o pastor é Márcio, pastor. Então, pastor
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Márcio, pela mediação, os outros colegas aqui. Engenheiro Márcio, e, e o seu nome mesmo de azul, esqueci o
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seu nome. É. Não, ele não, ele é o Márcio. Eu sou Ah, ele é o Márcio. Não, você é o
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Carlos. Então, tá, para agradecer. Só queria agradecer primeiro o Carlos pela mediação aí o Márcio. Agora agradeço ao Márcio de Azul aí, o engenheiro Márcio,
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que é o pastor Carlos, engenheiro Márcio e o Luiz, professor Luiz, agradeço. E claro que o Menta aí que é nosso amigo
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aí, colega, né, que ajuda no combate aí à PSUD. E bom, ah, eu tenho um canal
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aqui no YouTube, quem quiser conferir, faz tempo que eu não faço live, eu tentei voltar no ano passado, fim do ano passado já pari de novo por conta de
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trabalho, né? Vamos ver. Ainda toda vez eu falo que eu não abandonei, pretendo voltar e é, enfim. Ah, o canal chama-se
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Evolução Professor Alessandro, tá? Então, quem quiser, mesmo que você seja criacionista, não acredite em nada de evolução, pode ir lá conferir e colocar
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xingamento nos comentários lá, não tem problema, tá? São bem-vindos os xingamentos também. Eh, e eu tenho eh
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também um perfil no TikTok, né, que é no falar o TikTok aqui. É o o YouTube já corta, né?
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É, mas naquela outra chinesa lá eu tenho, então também um perfil Evolução com o professor Alessandro também faço
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as mesmas coisas ali. Eh, e também tem um perfil no Instagram, tá? Então, quem quiser me seguir lá, eh, perfil no
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Instagram chama-se Alessandro da Paleonto, tá? Quem quiser lá eu já não fico tratando muito de questões de
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criacionismo, nem de evolução, eu falo mais curiosidades ou alguma outra coisa.
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E é as duas redes que eu tenho mais estado ativo atualmente são essas duas. Mas é isso, tá? Então, agradeço a
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presença de todos e o convite.
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Maravilha, Márcio, fica à vontade. Então, olha, pessoal, eu agradeço o nível do debate, né? Eu acho que a gente
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teve um debate de alto nível que a gente colocou informações. Eu só lamento pelo chute na canela no final aí, sabe?
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Terraplanismo, pseudagem, né? Eh, eu acho que a gente teve uma uma uma um debate sério aqui
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que a gente colocou argumentos científicos, né? enfim, colocar espantalho.
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Eu ia dar nota 10, mas esse finalzinho aí ficou a desejar. Mas enfim, de qualquer maneira, eu agradeço o o o Dr.
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Alessandro, professor, o engenheiro Fernando pelo debate de alto nível. E o
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que acontece? A gente nós tivemos vários e por o Marcos Ebern, que é o, vamos
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dizer, o da cadeira do TDI Brasil, né? que é o presidente da cadeira do TD Brasil, ele era evolucionista,
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só que ele se rendeu aos fatos, né? Nós temos também a professora Mariana disse aqui, ela e a formação dela é de
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biologia, ela é bióloga evolutiva, ela falava exatamente
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eh esses argumentos em que você colocava. E ela se rendeu aos fatos
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quando ela teve contato com design inteligente, ela se rendeu aos fatos,
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não à crença pessoal, tá? Então é muito importante que isso, então eu convido,
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fica o convite a todos os que estão ouvindo, né, que são ateus, agnósticos, né, que se atenha aos fatos, porque nós
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não temos medo dos fatos. Nós não temos medo de probabilidade, nós não temos medo de de química, nós não temos medo.
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Por quê? Porque as evidências apontam o criador. Então, fico muito feliz. Um
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abraço ao Jadson, um abraço ao pastor Carlos aí que que propiciaram esse momento de informação para as pessoas.
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Agora, como pessoa que creio no designer e sei quem é, eu agradeço em nome de
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Jesus Cristo amado a participação. Espero que tenha honrado o nome dele sempre.
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Obrigado que fica à vontade. 3 minutos. Bom, o debate foi bom. Tá, tem algumas
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coisas de quase teimosia insistir num dogma pessoal. Eu tô dando essa chute na
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canela bem feito. Tem coisa que vocês insistem em negar. Não, não tem como
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negar. E pior, em evolução dos seres vivos, o Alessandro vai odiar o que eu
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vou falar. Biologia desde síntese evolutiva,
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ela foi totalmente integrada. A teoria sintética da evolução é a teoria eixo,
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coisa que nem física tem. Química pobre coitada, que nem eu digo, e olha que eu sou lindo da coisa, é na verdade um
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capítulo grande da química. é tão sólida, tão integrada e permanentemente
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submetida ao flagelo da falseabilidade,
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do falseamento, que as hipóteses, as construções dela e principalmente a biologia, é uma grande
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ciência de conceitos. Eu não modelo um elefante, eu conceituo um elefante. Eh,
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o grande Meer colocava bem isso no lado dele de filósofo da biologia, além de um e gigantesco biólogo.
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Ela é uma muralha frente ao qual o negacionismo da teoria da evolução só
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vai causar pulsos quebrados. Não tem como derrubar,
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porque é uma coisa tão sólida, tão gigantesca, tão vasta. A paleontologia
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nos últimos 100 anos deixou de conhecer meia dúzia de sauropópodes da América do
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Norte para conhecer uma vastidão de saurópod ao longo de centena de milhões de anos pelo mundo. A evolução das aves
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explodiu na China, né, Alessandro? E aí vem o seguinte,
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o Alessandro é de um trabalho de ensino e também pesquisa. Eu sou apenas de divulgação.
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A gente não consegue acompanhar hoje. E e aí eu cito uma pessoa, nosso parceiro,
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o Hércules, que é doutor em química, não, a gente não consegue acompanhar os últimos passos de pesquisa de biopoese
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no mundo de tão grande que é a produção. Então vem vindo uma coisa que é
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característica da ciência. Ciência é uma força destrutiva,
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ao contrário do que as pessoas pensam. Ela ela para construir algo, ela ocupa
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um espaço destruindo o que se acreditava. E não vai ser uma hipótese científica,
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infelizmente ruim, porque ela não é científica, que é do design inteligente.
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Design inteligente que vai mudar isso. Então eu vou usar uma frase que é de
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outra pessoa que agora me deu branco. É, são os últimos suspiros de um cadáver em sepulto.
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A visão criacionista de mundo de um elefante surgir miraculosamente a partir do estalo de um ser superior, tá morta
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no pensar humano e morta nos fatos. Não tem como se derrubar isso. Para todos os
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efeitos, procure o meu nome, é mais fácil no Facebook. Só mais um segundinho. Atualmente eu tô publicando
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um artigo de divulgação científica por dia, graças ao poder de complementação
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de texto da inteligência artificial, que é um passo evolutivo civilizatório.
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Já dou meu boa noite. Obrigado, que ô professor Luís Eduardo,
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fique à vontade. Isso aí. Muito obrigado à mediação, aos
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colegas aí que debateram conosco e também ao pessoal do chat. Eu particularmente preciei bastante o
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debate, gosto muito de falar sobre sobre tudo aquilo que se correlaciona, né, com
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as nossas origens, com o universo, ó, que nem fomos paraa cosmologia, nem fomos paraas galáxias elípticas do
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Sacani, né, tantas outras coisas. Ah, parte filosófica que eu gosto muito de debater e para mim é uma alegria tá
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fazendo isso com o meu parceiro aí, né, Márcio? Valeu, muito, muito bom. Tenho certeza aí que vai ser te render
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bastante coisa. Ah, e só para avisar vocês, na quinta-feira que vem eu vou
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ter uma live com o Dr. Marcos Erb lá no canal dele, quinta-feira que vem. Então, acompanha lá, a gente vai falar sobre algumas coisas, provavelmente falar
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alguma coisa aqui do debate também, acho que foi bem proveitoso. Ah, não, não, não me preocupo por canelada, sem
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problema, tá? Canelada, canelada não é problema, porque eu já tô com caneleira.
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Então, então, principalmente no debate do biólogo Henrique. Pode ver lá que eh
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o pessoal fala, foi muito tranquilo pelo nível ali dos palavrão e tudo que ele usou, infelizmente. Lamento ali, mas eu
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gosto quando tem assim, ó, um debate que embora tem umas provocações ou outras, mas a gente consegue desenvolver os assuntos. Isso aí é isso aí é bacana. E,
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cara, eh, e o que que o que que a gente tem percebido diante de tudo isso? Ah, você vê muita gente aí, ó, inclusive os
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nossos colegas falando de hipóteses que, na verdade, não são hipóteses científicas, são muito mais suposições e
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criatividade do que qualquer outra coisa. Vulcões, chaqueonas, mundo RNA, sem rotas evolutivas plausíveis e
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calculadas. Ah, muita involução sendo provada no lugar disso, como está no
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livro. É só essa particular colamento. Eu vejo que meus oponentes não leram, não estudaram. o principal oponente da
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visão de vocês, que é o Dr. Marco Birre. Ah, por isso que eu fiz questão de citar principalmente esses dois livros dele,
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né? Ó, Caixa Preta de Darwin, a evolução de Darvin, já devorei muitas vezes esse livro aqui. Então, ah, recomendo para
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quem realmente tá procurando aí informações e explicações, pesquisa
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esses livros. E não apenas isso, como eu falei, tem links, pessoal às vezes fala: "Ah, TDI não tem artigo". Tem um link
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ah, com 100 artigos lá. Eh, não sei se são alguns ali são escritos também, não são artigos publicados, mas muitos ali
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são revisões por pares. Então tem sim. Ah, e gente, pesquise embriologia, qualquer argumento que tá aqui, eu
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desconheço, sério mesmo, Alessandro que o Méço qualquer argumento que vocês trazem aí que já não tem alguma reflutação básica, no mínimo de tudo que
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vocês já falaram, tá? É sério mesmo. Eh, você vai ver, pesquisa e você vai ver que a a TDI está reflutando tudo isso.
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TDI, galera, chegou para ficar. Ah, e sim, isso aqui a gente não pensa em quem
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é o designer, a gente fala na justamente por isso que a gente traz para pro nível
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científico. Se eu falar quem é o designer e pensar em como ele criou, como alguns aí criticaram, eh eu já
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estou eliminando a priori a hipótese metafísica. a gente não nem nem tá desprezando ela, nem incluindo ela.
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Então, ah, isso sim tem implicações filosóficas e teológicas interessantes.
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Por isso que eu acho bacana assim a TDI não incluir quem é o designer na na nas suas pesquisas e até porque realmente me
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parece que já há evidências muito interessantes que a gente já traz aí pra filosofia, para quem seja o designer.
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Fato é que se eu for falar do meu cristianismo, aí sim saindo da parte científica, entrando aqui, gente, não é
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só isso. Argumento calã de Dr. William Len Craig cosmológico. Pessoal tenta explicar com mecânica quântica. Tô para
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fazer uma live com o Dr. Kelson lá no meu canal. Vocês vão ver que não é bem por aí, entendeu? a mecânica quântica
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para tentar explicar que viemos eh talvez ali de uma eh de uma flutuação quântica ou que seja uma singularidade
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com alguns tentam colocar que na verdade é um ponto denso, tendendo infinito, no qual as leis da física deixam de
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existir, já deixa de ser uma explicação científica, como Ravi Zacarias já falava. Ah, nós temos, além disso, no
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cristianismo, toda a corroboração da historicidade de Cristo, 10 fontes, não
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eh 10 fontes não cristãs atestando. Então, assim, se eu trazer o meu cristianismo, aí os argumentos aumentam,
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né? Mas aí a gente falou de ciência, vamos discutir outro momento, filosofia e cristianismo. Faça isso no meu canal.
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Então, ó, tem o canal Teólogos, onde eu falo de todos esses assuntos, cada um no seu lugar, sem misturar as coisas. E às
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vezes a gente mostra como uma coisa tem interdisciplinariedade com a outra, mas respeitando aí cada um seu escopo.
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Então, eh, convido você a fazer parte do meu canal Teólogos e acompanhar, porque tem muita coisa bacana para vir aí.
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Aguardem. Tem algumas que eu não posso falar ainda, mas vai sair uns debates muito legais, muita coisa interessante pra gente conversar. E é o que eu sempre
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digo, ã, eh, a gente fez um curso de TDI, né, Márcio? Eu eu não sou especialista na área, mas acho que já
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deu para ver que é só você estudar aquilo. Eu eu não eu não eu não entro na área dos outros, mas trato aquilo que no
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escopo interage comigo e com os assuntos que me interessam. E nesse escopo eu vejo e percebo que até mesmo um aluno da
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TDI refluta mestre, refluta doutor, refluta outras pessoas que negam o óbvio. Negam o óbvio. Por quê? Porque eu
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também estou baseado, não tô inventando, eu estou baseado em doutores, eu estou baseado em outras pessoas que também já
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estudaram o assunto e trouxeram a verdade. Então é fácil ganhar. Eu não tô pensando em ganhar, mas é fácil ver onde
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está a verdade. É muito fácil você defender a verdade. E por isso que eu fico muito em paz quando eu tô estou em
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debates. Eu sei, eu sei que estou defendendo aquilo que são fatos e
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verdades. E claro, a gente não tem resposta para tudo, como já foi colocado aí, mas o pouco que nós temos e talvez o
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muito ou pouco, dependendo da do padrão aí de comparação que a gente faz, eh, cara, já é a melhor inferência ao
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design. Nós temos a melhor inferência ao design. Muito obrigado. Obrigado, professor Luís Eduardo.
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Obrigado, eh, engenheiro Márcio. Obrigado, a K, eh, Kumento,
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eu ia falar que aumento. Obrigado, Kumento? Pois é. Obrigado, Dr. Alessandro. Gente,
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vocês foram, olha, dos debates que eu assisti nos últimos dias aí, ah, eu vi
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muitos debates vechatórios, um xingando o outro e se fosse um debate
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político até até cadeirada. Ainda bem que é online, né? cada um no seu canto, mas graças a Deus que o debate aqui foi
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bastante ah eh explicativo, bastante didático, dinâmico. Eu sei que se
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deixassem que vocês iam ficar aqui horas e horas explicando um único artigo, mas valeu muito a pena ouvir o Kumento,
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ouvir o Dr. Alessandro, ouvi o Márcio e ouvi o professor eh Luís Eduardo. Muito
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obrigado a vocês. E vocês que estão assistindo no canal a Defesa da Fé Cristã do Jadson, muito obrigado a vocês
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todos. Vocês que estão no meu canal, muito obrigado. Deus abençoe a todos vocês, tá bom? Tenham uma ótima noite
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aí. E eu aqui já tô na madrugada, tá? Um abraço para vocês. Sigam o canal do pessoal aí. Boa noite. Fiquem com Deus.
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Boa noite. Até mais. Obrigado, pessoal.
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Ah.
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