https://www.youtube.com/watch?v=DCR1uAou16k&list=TLPQMTQwODIwMjVPGy5HDBo2SQ&index=3
O ajuste fino é melhor explicado por um Designer ou causas naturais? Debate: Teístas e Naturalistas
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เฮ
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Shalom galera, boa noite Reirene Tuquiles Cristo Adelfimu. Segue o baile. Estamos aqui com mais uma live daquelas
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que promete com grandes expoentes, estudiosos. Grandes, rapaz. Os caras são, só tem os fera. O único porcaria
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aqui sou eu que faço a mediação desse programa. E assim, tô falando nada mais
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nada menos de Paulo Gottecton, Leonardo, ele mesmo, o polígrafo. Tô falando do
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Jeferson Santos, tederista, e o Roberto Abraão, grande amigo meu, biólogo e tudo
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mais. Galera, estamos o debate que o o tema já tá aí na cara, mas eu eu gosto de falar, o ajuste fino é melhor
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explicado por um design ou causas naturais. O Brito não sabe, ele sabem.
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Debate é entre teístas e naturalistas. E vocês que são cadeira cativa, obrigado. Ósculos Santos, atenção aí, Otâelo
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Luciano, não vou falar o nome de todos porque o tempo segue, mas vocês que são cadeira cativa, muito obrigado. Deixe seu like, compartilhe e se inscreva nos
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nossos canais, tá bom? Eu vou dar um boa noite aqui para os grandes eh estudiosos, cientistas, tá bom? Paulo,
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boa noite, meu querido, tudo bom? Boa noite. Boa noite a todos aqui da da
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bancada. Agradeço penhoradamente pelo convite, pela sessão aqui do espaço, né? É uma
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honra, sempre fui muito bem recebido. Eh, estou respondendo a um convite, um
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subconvite, na verdade, do meu amigo polígrafo, né? E quero parabenizaros aqui a em Defesa da
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Fé Cristã e também, evidentemente, aos nossos interlocutores, né, o Sr. Roberto
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e o Jeferson. Desculpe, porque eu estou num num aparelho aqui de de telefone, eu
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já sou meio velho, já não enxergo direito, pequenininho, pior ainda. E também, evidentemente, a todo o pessoal
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aí da da do chat, um abraço a todos e espero que tenhamos uma interlocução
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proveitosa com essa troca de ideias. Maravilha, Léo, dá o seu parecer aí,
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cara. Boa noite, pessoal. Boa noite, Jefferson Roberto, meu parceiro Geotecton, ah, o
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Brito também, né, que vai mediar a live de hoje. Primeira live que eu tenho mediada pelo nosso amigo Brito. Bom, ao
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chat, sejam todos muito bem-vindos. Mandei a galera para cá também para apreciar esse debate. E é isso. Vamos
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ver o que a galera tem a falar aí sobre essa questão do ajuste fino. Acho que a gente não compartilha o mesmo
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o mesmo chão. Diga, Paula. Eu quero só fazer um adendo aqui, uma parte, na
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verdade. Eh, já aproveitar que o senhor Brito tá aqui. O senhor Brito foi o mediador da do debate da entre a minha
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pessoa e o senhor Sodré. Quero aqui, sempre que eu posso, eu ressalto a
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qualidade dele como mediador, inclusive na parte de totalmente isento, tá? Eh, e
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quero aqui deixar externado isso, né, publicamente e aqui no canal da qualidade do Senhor Brito nesse aspecto.
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E também quero agradecer pelo cientista, embora eu esteja afastado da academia da
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dos centros de pesquisa há mais de duas décadas, tá? Agradeço. Foi uma massagem no ego aqui, mas só para deixar claro. E
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também outro aspecto, eh, já me chamaram inúmeras vezes de professor, eu não sou
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professor, não tenho essa honra, tá? Só para deixar aqui claro. Obrigado.
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Maravilha. Exato. Então, quero só falar, né, que a gente não, os nossos parceiros ali são teístas, eles compartilham um base
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diferente da nossa. Eles trazem o Ajust Fino como uma verdade e isso é discutível, extremamente discutível. E
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eu vi que no debate de ontem do Jefferson, ele acabou entrando um pouco nessa nessa questão, mas a gente deixa
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para falar um pouco mais na introdução sobre isso. Vou deixar que nossos parceiros falem um pouco também. Boa noite a todos.
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Maravilha, Jeferson Santos, fica à vontade, meu querido. Fala com o público, fala conosco.
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Eh, uma boa noite para todos também. Eh, satisfação novamente estar aqui, né?
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Então, espero aí poder contribuir com o debate hoje, né? Que possa acrescentar
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muito aí. Acho que todo mundo tem as suas posições aí bem definidas, mas espero que de alguma forma, se tem
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alguém aí com dúvida, se tem alguém que ainda não sabe aonde ele ache que está a
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verdade, que hoje ele possa aí ter uma noção, né, ter uma uma firmeza aí de que
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lado ele pode escolher, se o ajuste fino ele tem uma causa inteligente ou se o
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ajuste fino ele é justificado pelo naturalismo metodológico. É isso. Uma boa noite a todos também.
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Maravilha, meu amigo Roberto Abraão. Fala aí, grande. Fala conosco, fala com o público
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aí agora, boa noite, é um prazer estar no seu canal. Prazer a todos. professor Paulo,
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eh, o polígrafo, Jeferson, meu companheiro de debate. É um prazer estar com vocês. Eh, gostaria de agradecer o
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canal do Jadson, a você especialmente, Brito, pela sua forma agradável de nos apresentar e já deixar bem claro que a
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minha formação é a biologia, como você mesmo disse. Acredito que se eu fosse um físico eu poderia contribuir mais para
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esse debate. Mas dentro do conhecimento básico sobre o tema, acho que aqui todo
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mundo domina, né, que todo mundo gordeja do tema como entusiasta. E espero que o povo, o leigo, né, que aquele sabe menos
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do que a gente, aproveite, né, tanto o lado criacionista, o lado do design inteligente, como o lado naturalista,
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que consigam pegar as ideias, pegar a essência de cada mensagem e aproveitar
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essa mensagem para a sua própria cosmovisão. Eu acho que o bom dos debates, né, da tese e antitese, né,
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aqui eu vou apresentar uma tese do desen inteligente, Dr. falo, provavelmente uma tese do naturalismo, ou seja, uma
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antítese, a minha ideia, isso forma o que a gente chama de síntese. E quem tem que formar uma boa síntese é você que tá
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vendo essa live. Você deve aprender, né, escutando pontos e contraponto, né, a tese e antitese, para que você não tenha
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uma mente, né, reduzida e possa ter ideias mais amplas,
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né, não ver somente um ponto naturalista ou só um ponto teológico ou um ponto de um design inteligente, mas sabendo
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trabalhar com esses contrapontos para ter um bom aprendizado. Espero que todos aqui contribuam com quem está na live
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assistindo. Maravilha, galera. Eu se tô nervoso, só tem eu, me desculpa, eu vou discordar um
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pouquinho do Paulo, ele vai me, ele vai me entender, mas são mestres, cientistas, sim, professores, sim, e eu
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tô nervo. Mas vamos lá, vamos descer alen que o negócio só tem só tem gigantes aqui, galera. Vamos lá. Eh, eu
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vou começar com a sequência aqui. É o o Léo, tá gente? O Léo, o Jeferson, como a
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gente como foi acordado logo eh de início. Então, o Léo, ele vai ter 5
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minutos. seu momento entruto, né? Cadê aqui, gente? Aqui.
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Isso e naturalista. Ok, ok, ok, ok. Eu acho que é ok. Vamos lá, Léo. Eu posso
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soltar o seu tempo, querida? Você falando, eu libero o seu tempo para suas primeiras eh momentos entrutos,
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OK? Com isso. Então, vamos lá, Léo. É contigo. Introdução. Valendo.
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Bom, boa noite a todos. Boa noite, chat. Boa noite ao meu chat também, né, que eu mandei para cá. Ignorem o bandade na testa. Bom, eh, ajuste fina é um tema
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extremamente interessante. Eu gostaria de falar até pros nossos parceiros que estavam na live de ontem, né? na verdade
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o Jeferson que tava na live de ontem, que acabou defendendo essa questão, que eu vi uma parte da live ali, logo no
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início, eu vi que você e o Andrada compartilhavam ali o mesmo chão. E eu já queria adiantar que aqui eu não
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compartilhei o mesmo chão, eh, a mesma base para fundamentar argumentos com vocês. Vocês partem da ideia de que o
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ajuste finino ele é uma verdade e ele é comprovado. ou parto extremo oposto de
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que a ideia de ajuste fino, ela é altamente problemática e refutável. E
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existem diversos artigos e diversos cientistas que já colocaram coisas do gênero à prova e demonstraram ali que o
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ajuste fino não é exatamente como vocês definem. Ontem, por exemplo, eu assistindo a introdução do nosso amigo
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Jefferson, que eu não conheço, comecei a passei a conhecer desde o debate de ontem, né, que não tinha tido contato
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nenhum, mas eu vi que ele disse que o ajuste fin ele se define por um por um conjunto de parâmetros eh absolutos no
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universo, pois uma leve modificada, qualquer leve modificada, qualquer micromodificada nesses parâmetros
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resultariam em resultados catastróficos para o nosso universo. Ou seja, faria com que nem a matéria, como ele falou
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ontem, né? Matéria complexa. Acho que ele tá falando na questão estrutural da matéria, né? Com o passar do tempo em
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relação à termodinâmica e tal, tal, tal. Acho que ele tá falando desse tipo de questão e ele falou que qualquer mudança
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ocasionaria num problema gigantesco, aonde estruturas não se formariam, aonde
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planetas, estrelas não se formariam. E mais importante que acho que é o o
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só pontinha, a cereja do bolo, que é a vida, né? a vida que eles tentam colocar ali também como uma questão finamente
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ajustada, porque o universo precisa favorecer todos os aspectos desde o seu
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desde o micro ao macro para permitir com que a vida surja. E como eu disse, né,
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parto da perspectiva naturalista, não sou ateu, sou agnóstico e não acho que a
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justifino de forma alguma seja evidência de um deus. E pior ainda, nem acho que a Justifino seja uma ideia que possa ser
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defendida sem que seja criticada e sem que as críticas façam isto isso, essa visão de de ajuste fino, se tornar uma
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coisa extremamente refutável. Refutável. O Paulo, ele tem alguns artigos, eu não
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trouxe todos porque eu acabei de de refazer o meu computador, tive um problema com SSD, então eu tive que re
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baixar tudo, todo o Windows novamente e comprar um SSD novo. Acabei perdendo uma pasta com mais de 60 artigos que está
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aqui, inclusive está nesse SSD que eu vou transformar em um pen drive logo logo,
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mas eu imagino que o Paulo ele vai apresentar bastante coisa em relação à parte mais técnica. E é isso, galera.
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Não tenho muito mais o que falar, não. Quero ver aí o que a galera entende por ajuste fino e se eles entendem de fato
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que o ajuste fino é uma verdade e que pode ser comprovado de que de fato o universo ele está finalmente ajustado
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tanto para as estruturas quanto para outros aspectos, como por exemplo a vida, né? Vamos ver o que eles têm a
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dizer. E é isso. Dito isso, eu desejo a todos um bom debate, ao nosso amigo Roberto, ao nosso amigo Jefferson, que
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estou conhecido agora. Espero que não tenhamos nenhuma nenhum entreveiro que dê para desenvolver as ideias. Muito
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bem. OK. É isso, sem mais delongas. Maravilha, maravilha, maravilha, gente.
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Então, vocês já viram já que o debate promete. Hoje temos só os grandes na bancada.
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Deixa eu olhar aqui minha cola, gente. Vai chegando pra idade. Jeferson, Jeferson é com você? Deixa eu restaurar
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o tempo de 5 minutos. Jeferson Santos. Galera é com o Jeferson agora, viu?
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Tenha o seu direito aos 5 minutos de entruto. Vá lá. Valendo, campeão. Tá. Tá. Primeiramente, boa noite, né, a
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todos. Eh, e a primeira coisa que eu quero já aqui já é entrar na parte da
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definição de ajuste fino. E como, né, o o outro rapaz já pontuou aí sobre o
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debate de ontem sobre o ajuste fino. E no caso eu dei, eu forneci eh, na
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verdade eu forneci parâmetros baseado em acadêm em academia, tá? Em baseados em informações acadêmicas, eu não tirei da
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minha cabeça. Eh, inclusive foi o Martin Ris, né? foi um dos que eu mais citei
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aqui, foi ele. E são ali ele ele fornece números precisos, né, sobre o fino. E
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aqui nessa minha introdução, eu quero fazer uma eu quero fazer um esclarecimento, né, sobre como que eu
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utilizo em termos como que eu utilizo a semântica. Então, quero já desde já aqui
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estabelecer qual que é o meu critério nesse debate. Então, quero que, por exemplo, aqueles que estão debatendo
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para fazer objeções contra mim, que eles entendam como que eu utilizo em termos
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de semântica, né, a terminologia da palavra dessas duas palavras, ajuste
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fino. Então, o ajuste fino, quando eu digo ajuste fino, quando eu
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uso o termo ajuste fino, eu quero dizer sobre o que o ajuste fino descreve.
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Então, eu não estou partindo da premissa daquilo que o ajuste fino eh ele infere
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sobre causas. Qual é a causa do ajuste fino? Eu aqui a primeira coisa que eu estou fazendo é dizendo o que é o ajuste
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fino. Então, como eu disse na live de ontem, e o próprio Antônio concorda com isso, que é sobre eh valores numéricos,
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esses valores eles são altamente precisos. A sua o seu nível de variação
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é extremamente baixo. Nem eu nem eles dissemos que é não existe nenhuma variação. A variação, ela tem um limite
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muito estreito, né? E no caso o Antônio, ele ele ainda disse que as constantes
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não podem mudar. Ele foi até mais rigoroso do que eu na questão de que existem constantes e existem variáveis
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que não mudam, entende? Então nós estamos aqui. Então quando eu falo justifo, eu não estou falando do
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ajustador, né? Porque o que aconteceu no nosso debate de ontem foi que ao usar o
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termo em si, ele foi é como se eu tivesse utilizando ele como um argumento, né? Mas o argumento eu vou
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fazer posteriormente. Então, a primeira coisa que eu estou fazendo é que nós, qualquer pessoa,
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qualquer cientista, usando metodologia para medir, para mensurar eh esses esses
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parâmetros, né, para mensurar, para quantificar a como a nossa existência está
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configurada, eles vão detectar esse ajuste. São esses parâmetros que eles
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são eh muito estreitos. é uma uma faixa muito estreita, né, numérica,
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matemática, tá? E que se configura um ajuste fino, que configura uma natureza
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que ela, como o próprio Antônio disse ontem, ela é constante. Porque e por ela ser constante, ela é também eh você
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pressupõe que isso seja uma lei. Por que que nós dizemos que é uma lei? Porque toda vez que você vai medir, o resultado
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vai ser praticamente o mesmo, não vai mudar. Então, é por isso que nós inferimos que isso é uma lei. Por quê?
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Porque todas as vezes que você fazer a medição vai ser aquele mesmo número, entende? Então isso é que nós vamos
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chamar de constante. Então existem várias constantes, elas não mudam, elas
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são aqueles números. E por elas não mudarem, nós inferemos que são uma lei,
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que são constante. Lei eh descreve aquele fenômeno que ele não vai mudar.
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Agora, quando nós hipotetizamos que ele pode mudar, é aí que entra a
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questão de se mudar vai acontecer um efeito. E justamente eu apresentei ontem
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e o RIS, ele fala que se você tiver uma alteração nesses números, nessa calibragem, o efeito vai acontecer. Como
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eu dei o exemplo do dos buracos negros, né, que dependendo de como tivesse ajustado, o universo ia ser cheio de
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buracos negros. Quer dizer que isso acontece, não acontece, mas quer dizer que baseados nos números que são
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constantes, que são medíveis, por exemplo, eu tenho o número 15. Qual que é o diferente de número 15? 16. Tá? E se
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eu houvesse o número 16, o que aconteceria? outro efeito. O 15 é um efeito, o 16 é outro efeito. É
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basicamente isso. Eh, enquanto no universo observável a gente tem essa
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constante, se houvesse uma alteração ia acontecer outra coisa. A descrição do objetiv fino é isso.
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Maravilha. Maravilha. Tempo exaurido. Obrigado, Jeferson, pela sua pela sua exposição,
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tá? Agora vamos para o nosso querido Paulo Opa, Paulo Geltecton, me perdoa,
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perdão. Paulo, é com você, querido. Vou restaurar aqui o tempo, vou colocar na tela para ficar as claras. Tempo
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restaurado. 5 minutos é com você, querido. Obrigado. Bom, a questão do próprio do
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argumento do fine tuning ou ajuste fino, né? Ele não é unanimidade na comunidade
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física da dos físicos, né? No caso, tanto astrofísico como cosmólogo. Isso
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fique bem claro. Basta dar uma verificada no, por exemplo, no Google Academics ou similares que você vai
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achar contestações diversas, tá? Eh, atenção, isso não é não não está
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imputado aqui nem uma questão de ter de ter sido feito um universo designado
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para é simplesmente que a a definição de find, como eu mencionei, é contestado por
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diversos pesquisadores, tá? Eh, dentro de dentro desse contexto aqui,
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nós vamos procurar, eu vou procurar mencionar ou descrever alguns aspectos, né,
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do que seriam essas constantes, né, eh, que foram mencionadas.
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Ah, ressaltar que essas constantes não são exatas. Quando eu digo exatas, elas
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não têm uma ordem de valor, por exemplo, de X casas depois da vírgula, mas elas
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trabalham em intervalos, tá? A maioria, a imensa maioria delas, tá? E alguns
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outros aspectos que são inerentes a propriedades, a parâmetros físicos. Uma
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delas, inclusive, é chamada interdependência, tá? Vamos procurar, então, explorar esses esses essas
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definições, esses contextos, tá? para dar ao às pessoas que estão assistindo a
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possibilidade de concluírem por aquilo que alg maior parte das pessoas
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que frequentam este canal creem, né, que isso teria um responsável ah consciente
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ou então que pode ser simplesmente um desdobramento deste universo que veio a
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partir do momento de mudança do estado de singularidade, tá? Eh, basicamente é isso, fazer esse aqui
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porque eu acho que será mais interessante no decorrer quando forem apresentados os argumentos propriamente
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ditos. É isso, Brito. Pode. Maravilha. Maravilha. Obrigado, Paulo.
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Agora é com o nosso amigo, meu amigo, tá? O Roberto Abraão. Roberto Abraão,
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tempo já foi aqui restaurado. É isso. Posso liberar seu tempo, né, amigo?
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Introdução valendo. Boa noite a todos. Eu tô aqui em casa,
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tá? Eh, primeiramente gostaria de parabenizar ao ao meu amigo Jeferson pela sua introdução. O seu conceito de
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ajuste fino foi muito interessante. Ele foi bem cirúrgico naquilo que ele tinha que falar do que que era o ajuste fino.
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Ah, também foi já pertinente ele já cortar o primeiro grande espantalho, né? Que obrigarem quem fala em ajuste fino
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ter que dizer quem ajustou. O ajuste fino dentro do design inteligente não trata sobre quem ajustou, apenas se
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observa os parâmetros. Assim como, por exemplo, na física se observa, por exemplo, que a gravidade não seria
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suficiente paraa formação das galáxias como elas são hoje, nem para a formação de estrelas. E se acredita, por exemplo,
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por observações da das ações das próprias leis físicas, de que existe uma tal de matéria escura, né, chamado de
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dark matter. E nunca se viu essa matéria, não se pode diretamente, ela
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nem sequer afeta a movimentação da luz, mas pela observação das leis, ou seja,
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pela observação de como o universo se comporta, como as estruturas do universo se comportam, se considera que essa
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matéria escura existe. Então, também dizer que a matéria de escura não existe
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seria uma falácia. Por que que seria uma falácia? Porque eu não vejo, porque ela é uma entidade invisível, porque ela não pode ser detectada diretamente ela
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física. É uma falácia. Por que seria uma falácia? fala isso porque a matéria escura ela pode ser detectada pelo seu
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efeito. E a mesma fala seria dizer que eu não posso observar o efeito se o universo
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foi criado ou não. O por que que o justo finino é uma ideia muito boa? Porque primeiramente se o
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universo é formado por leis, leis físicas, então acredito que o polígonofo não vai discordar que a física possuem
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leis, né? E tem leis que já foram datadas, por exemplo, na época de Newton, há mais de 300 anos atrás.
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Então, se o universo é feito por leis, essas leis regem que a gente chama de
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leis físicas, o próprio naturalismo trabalha com o conceito de que há leis físicas. Se essas leis físicas elas vão
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gerar as leis químicas, então consideramos que existem também leis químicas que estão derivadas da da
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física. E se a biologia trabalha com a física e com a química e a biologia
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também tem suas próprias leis, além de usar as leis físicas e químicas, então nós temos um universo que conspira, que
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nos diz claramente que é regido por leis. E o ajuste fino, ele trabalha exatamente na primeiras, nas primeiras
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leis, nas leis físicas que vão se estender para as leis químicas de forma sequencial e para as leis biológicas.
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Então você dizer que observar um universo regido por leis e que essas
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leis não demonstram certo nível de sintonia é um argumento um pouco fraco, até
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porque eu não teria física sem as leis. E o grande fundamento da do ajuste fino
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é exatamente haver leis. Se a física agora e se todos aqui da live disserem para mim que a física não é regida por
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leis, ótimo, não existe ajuste fino. Agora, dizer que não há juste fino,
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porque não há quem ajustou o universo é um erro. Se alterar as leis da gravidade vão ter
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consequências. Se alterarmos as leis da
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da de Asten, como por exemplo, que vai regir a gente [ __ ] tá lá ponto da
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língua. sobre a cobatura do espaço-tempo, né? A as aqueles negóci fala a teoria da
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relatividade, ali a leis, ali há observações que são aplicadas. Se você começar a alterar
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esses parâmetros, tudo isso vai se desmoronar. Se cada momento eu tiver um tipo de lei para o mesmo tipo de
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fenômeno, você não haveria no universo uma estabilidade funcional. Então, quando alguém fala que há um ajuste
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fino, significa que o universo ele é funcional e ele é previsível. E por isso
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existe a própria física. A física trabalha com eventos previsíveis. Se toda hora as constantes mudassem,
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não teria como você fazer cálculo, não teria como você fazer projeções. Por isso que dizer que o ajuste fino não é
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aceito, ele não é aceito a única e exclusivamente por critérios de quererem negar que haja alguém por trás,
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possivelmente tendo ajustado, mas eles não podem negar que há leis e essas leis
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rígidas e fixas apontam diretamente como melhor inferência para um projetista.
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Era só isso. Maravilha.
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Introdução feita, galera. O momento entroto de cada um, cada participante foi realizado, tá? Então, o que que
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ocorre? Ã, o o Paulo e o Léo, eles terão
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4 minutos cada um para questionar eh eh eu ia usar o termo refutar, mas enfim, é
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questionar, argumentar em cima da introdução dos seus opositores. OK. Eu posso começar com quem? com o grande
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Paulo, com o grande Léo, com qual dos dois grandes? Deixa o Léo começar.
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OK. OK. Pera aí. Então, só deixa eu só colocar nas claras que debate tem que
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ser nas claras. O só uma questão, é 4 minutos é para ele e
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para mim ou é para ele e quatro para mim? É, é o o esboço passado para mim é que
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cada participante terá 4 minutos para responder a introdução da introdução, tá certo? Eu deixa eu colocar na tela que
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as coisas têm que ser as claras, certinho, tudo justo. Pelo certo, pelo certo. Posso liberar o tempo, querido?
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Sou eu. É o Léo. Ah, sim, eu vou começar. Perdão. Menos que o Paulo queira começar
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por mim. Tá tudo bem. Ok, vamos lá. Ah, ok. Vai, então vai seguir sempre.
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Tá, entendi. Tá entendido. Tá. OK. Gente, perdão. É o erro do pobre do moderador mesmo, que é fuleiro mesmo,
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viu? Vamos lá. 4 minutos, Léo. Vou colocar aqui na tela o seu tempo, tá? Belezinha.
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Aqui tá nas claras. Eu vou, posso liberar? Pode valendo.
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Bom, eh, a fala do dos debatedores já demonstraram ali uma uma questão
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interessante que o nosso amigo, o Jefferson, ele acabou definindo ali o que seria o ajuste fino, porém ele
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defende algumas variações, pelo que eu tô percebendo, só que ele falou que é extremamente preciso e que diversas
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variações não seriam possíveis ou variações muito significativas. E bom, esse pressuposto já é um
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pressuposto que exige atenção, porque você tá partindo de uma verdade que não se sustenta por nenhuma base. E isso eu
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digo porque quando você pega ali alguns proponentes do ajuste fino que acabaram testando, eles mesmo colocam, eles
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mesmos definem muita uma flexibilidade grande nos parâmetros ali que não
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afetaria de de certo o nosso universo. Aí a gente pode ir para outros aspectos
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também, como o nosso, já que aqui é o momento de comentar a fala dos nossos amigos, né, como foi citado ali pelo Roberto, que era para desmontar um
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espantalho, que o ajuste fino não quer dizer que há um criador e mas o universo é finalmente
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ajustado. E eu achei interessante isso daí porque ele começou falando isso e no final ele fala que a galera tenta negar
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o ajuste fino para negar que possa haver um criador por trás. Então eu não entendi exatamente se vocês querem
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defender o ajuste fino como a possibilidade de um criador por trás, que de fato precisa ter uma mente criadora. Ou se vocês querem definir o
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ajuste fino com base em o universo tem leis, ele tem constantes, logo o universo se estruturou de tal forma que
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a gente partindo da inteligibilidade do próprio universo entende que ali há algumas constantes, alguns parâmetros
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que dá para definir que ele segue uma certa ordem, digamos assim. Então, se você tá falando do ajuste fino como uma
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ordem, como uma uma espécie de caus ordenado surgindo na
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escala macro, aí beleza, a gente pode conversar sobre isso porque acho que a gente vai estar em um show comum, porque
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não tem problema você dizer que o universo ele tem suas constantes e ele tem seus padrões. E por conta disso, o
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universo ele tem, ele age, el ou melhor ele se comporta de uma certa forma e a gente consegue entender a forma que ele
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se comporta porque estamos aqui. Agora, se você parte do ponto de vista, eu vou partir pra parte final ali do argumento dele, né? Se você parte do ponto de
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vista de que há um ser inteligente por trás, aí complica bastante. Porque
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quando você fala de ser inteligente por trás e tenta trazer o ajuste fino como algo imutável, algo inflexível, como por
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exemplo Roberto falou ali, né, que se você mudar alguns parâmetros da gravidade você já tem consequências e
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enormes e que impossibilitariam esses temas. E isso, infelizmente, pra galera do Gest Fino, não se constata.
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Inclusive, há um número bem grande de universos possíveis aonde a gente tem parâmetros que podem ser modificados em
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escalas astronômicas. Quando digo escalas astronômicas, vou falar, por exemplo, em relação ao Sol, a distância
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entre o Sol e a Terra, ela varia cerca de 1,97%. Por quê? Estamos uma elipse. Todo o
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sistema acaba tendo uma acaba sendo afetado pela gravitação de planetas próximos, por exemplo. Então, há essa
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variação natural. Logo, se você fala que tudo tá finalmente ajustado dentro do próprio universo, a gente tem uma
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dinâmica que demonstra que isso daí é extremamente relativo ao sistema. Não só
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quando foi falado ali também da da física, acho que ninguém vai discordar que a que a física é regida por leis.
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Isso daí tá errado, você tá confundido diversos conceitos. Não é que a física é regida por leis. A física ela é como se
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fosse, eu até vou parafrasear o Heim aqui, uma caixa de ferramentas. E essa caixa de ferramentas tem algumas
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ferramentas para você tentar entender um objeto. Essa que é a questão. Isso são as leis. São ferramentas que a gente
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utiliza na física para identificar alguns padrões para o objeto que estamos estudando. Não, a física não é regida
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especificamente por leis. Acho que a palavra lei é muito forte, por isso que a galera pensa dessa forma. Mas é isso,
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só isso que eu queria muito para maravilha. Obrigado, Léo. Obrigado, galera. Vamos lá, Jeferson. 4 minutos.
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É, é seguindo no rodí. Eu pensei que era dois, depois os dois, mas é, eu entendi melhor. Jeferson.
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Beleza, Jeferson. Eh, quatro minutos, tá? Também para você questionar, né, acima acerca
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da do momento entroto do dos queridos opositores seus, seu tá?
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E do Roberto. Deixa eu só apenas colocar nas claras, querido. Salve, que o PC lento igual igual o moderador é
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é uma bção. Vamos lá. Eh, 4 minutos. Aqui. Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Aqui.
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Restaurado. Posso soltar, querido? Pode. Valendo, viu?
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Beleza. Eh, novamente aqui, né, falando sobre o ajuste fino. E como eu já disse
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na primeira vez, o ajuste fino é no sentido da descrição. Que que o ajuste fino descreve? Ele descreve parâmetros
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de valores numéricos, né? Valores numéricos. Esses valores são altamente precisos. Altamente precisos. Ah, eu vou
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dar um exemplo aqui muito assim muito básico, tá? Eu não vou me aprofundar nos valores. Então, acho que assim, o
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público pode ir lá e pesquisar os valores assim, tipo, cara, isso daqui não é, a gente não tá inventando, esses
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números não estão sendo inventados, tá? Então, por exemplo, a distância média do
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Sol garante temperatura para água líquida. Então, ó, aqui um parâmetro um
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pouco mais perto, efeito estufa descontrolado, como vemos um pouco mais
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longe, água congela permanentemente como Marte. Então isso daqui é um dado, eu
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não tô inventando, ninguém tá inventando isso, tá? É, é um dado matemático, né? Nós, ninguém tira da cabeça isso. Então
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você tem aqui um ajuste. Eu tô falando que alguém ajustou isso aqui a priori. Eu estou dizendo que existem valores
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aqui. E se esses valores eles forem alterados, vai acontecer alguma coisa? É inevitável. Vai acontecer, sabe? Eu não
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tô inventando. Então isso daqui é que nós chamamos de ajuste fino. Se você mudar os valores, alguma coisa vai
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acontecer no sistema e alguma coisa vai acontecer que no caso da distância do Sol pra Terra, vai danificar o sistema
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da Terra, não vai poder ter vida na Terra, entende? Então aqui eu tô fazendo
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usando o ajuste fino, usando ele como uma descrição de ocorrências, né? você
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tem aí uma relação entre corpos celestes e essa relação entre esses corpos
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celestes, dependendo de como essa relação ela é configurada, ela vai produzir algum tipo de efeito. Então,
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existe aqui um ajuste, né? Esse ajuste ele possibilita a vida na Terra. Se você
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alterar esses valores, você não vai ter vida na terra. Então, até o próprio
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Sacani, né, que é ateu, ele usa muito o argumento desse ajustino local, né?
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ostifino eh solar da Via Láctea, que ele é necessário para que haja vida na Terra
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e para que haja vida inteligente. Então, quando eu falo de fino, eu não estou
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falando de alguém ajustou isso. A minha primeira premissa é da descrição, tá? O
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que que é a justifina? É isso que eu falei aqui, é a distância de um corpo celeste pro outro. Dependendo da sua
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distância, esse número, se ele for alterado, ele vai provocar colapso no
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sistema. é simples, tá? Eh, ou seja, o sistema ele é contingente, ele não é
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necessário. Acho que é é uma parte que acho que é meio é difícil do de um naturalista entender, de saber fazer a
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distinção entre algo necessário e algo contingente.
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Eu não sei se vai dar tempo, eu eu quero fazer uma depois uma comparação, uma explicação explicando uma eh dando um
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exemplo de ajuste fino do termo com aquilo que o Dawks vai chamar de design
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aparente. Então você usa o conceito de design e você vai dizer que o design é aparente. Mas o conceito design
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inteligente, ele tá sendo usado para descrever a biologia. Ele descreve sistemas vivos, organismos vivos, eles
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apresentam um design inteligente. Só que o o Dawkins, ele vai dizer que é aparente. É a mesma coisa que eu tô
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fazendo aqui com o ajuste fino. Para mim, o ajuste fino, ele não é aparente. Pro naturalista, esse ajuste fino vai
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ser aparente. Ou então ele vai negar que existe ajuste fino. Então ontem o o
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Antônio, ele estava concordando com o ajuste. Na verdade, ele tava eh eh
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dizendo que o problema é na no argumento que o ajuste quer dizer um ajustador. Então, não existe ajuste fino, mas
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existem os parâmetros, existem as leis, né? Ele concorda que existem essas leis fixas aqui. Não, aqui os nossos
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debatedores estão negando essas leis eh fixas justifam. Maravilha. Maravilha, querido. Tempo
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exaurido. Gel, é com você, Paulo. Eu chamo Paulo. Chamo porque eu
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Pode chamar de Paulo mesmo, não tem problema. Pronto. Maravilha. Paulo, mestre, amigo, é com você. Deixa eu
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colocar aqui, ã, 4 minutos restaurando tempo.
35:19
Tempo na tela. Posso soltar, querido? Pode soltar.
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Maravilha. Muito bem. Então, os nossos queridos contendores ainda não entenderam que nós
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estamos falando do universo onde nós vivemos, tá? E até onde nós sabemos,
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esse universo é único. Não vão entrar aqui em especulação sobre multiversos ou outros. Então, o nosso espaço amostral é
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um. Então tudo que nós estamos fazendo, nós estamos vendo nesse segmento. Só que
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eles, provavelmente, por talvez não conhecerem, por exemplo, um artigo,
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aliás, é um compêndendio enorme chamado The Degree of Fineing Toning in Our
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Universe and Others, do Fred Sea Adams, é de 2019, tá? Ele trabalha, então são
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cerca de 200 e tantas páginas, né, entre de incluindo os referências, justamente
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pegando esses aspectos e elencando a série de entre, digamos assim,
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parâmetros, né, essencialmente, nós estamos falando essencialmente eh cosmológico e suas variações.
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e ele coloca bem claramente o seguinte: com o espaço amostral como está, é óbvio
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que você pode fazer e você vai delinear eh intervalos, né? Porém você daqueles
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que são principais e inclusive ele coloca um aspecto que é ressaltado pelo próprio Laurence Crows, nós não sabemos
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ainda, não temos certeza do quais parâmetros são totalmente independentes, tá? Ou seja, se existe
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uma interdependência entre vários eles, tá? Isso é extremamente importante porque se você tem parâmetros
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interdependentes, tá? Eh, e o fine tan, entre aspas, não precisaria ser feito
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exatamente, por exemplo, para cinco. Se um deles comanda os outros quatro, ajustando, entre aspas, esse ajustando,
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entre aspas, o primeiro já resultaria dos demais. Então, voltando à questão aqui nas simulações, ainda variando
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algumas desses parâmetros, mostrou que as condições finais de vida, vida, vida,
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não vida inteligente, não vida, tá? Podem ser obtido em diversos universos.
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Atenção, não são universos paralelos, são modelagens de outros universos
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advindos logo depois da sequência da mudança de estado numa singularidade, tá? teria então pequenas variações. É
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óbvio que se nós tivermos só considerarmos o espaço amostral deste universo que nós estamos aí podemos
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facilmente incorrer na falácia da poça d'água, tá? Ó que maravilhosa, né? Se a
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água, se essa poça d'água pudesse falar, é interessante como todo o meu contorno está perfeitamente ajustado, óbvio, pois
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esse é o único espaço a mostrar o que ela está considerando, tá? Então temos que colocar, temos que relevar aqui
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desdobramentos de outras possibilidades e somente a isso aí, me perdoem, temos que trabalhar com simulações, simulações
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de diversos tipos. Claro que quanto mais refinado for, maior quantidade de parâmetros independentes puderem ser
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colocados, né? Eh, mais interessante seria, mas o fato é que existem vários
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artigos que demonstram que universos com pequenas variações, tá? diferentes do
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intervalo do que foi aqui do que foram sugeridos, inclusive pelo cavaleiro ali que falou do Martin Reis, né, que ele
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coloca seis principais, tá? Eh, você tem teria universos possíveis com gerar
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vida, tá? Eu posso inclusive colocar como parâmetros inclusive dentro da minha área de geologia, se for o caso,
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tá? Mas como aqui nós estamos falando a nível de universo, basicamente fica
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isso. Essa aqui é a minha primeira intervenção. Maravilha. Deixa eu restaurar o tempo
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aqui de 4 minutos para o nosso amigo Roberto Abraão. Obrigado, Paulo. Roberto, querido, é com você, tá? Você
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tem 4 minutos agora para questionar, argumentar a cerca do da introdução, do
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dos questionamentos, os argumentos. Tá bom? Posso liberar seu tempo, querido?
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Bom, primeiramente eu gostaria de parabenizar o Dr. Paulo pela sua colocação de que só conhecemos um
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universo. Ele nos trouxe a uma realidade previsível. Eh, depois eu gostaria de
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entender que outras leis são essas, se você estaria falando sobre singularidade ou não. Eu gostaria que você explicasse
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sobre isso, porque até onde eu saiba da física, a singularidade ela não pode ser explicada por nenhuma lei precisa, tanto
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que é chamado de evento de singularidade, ou seja, é um estado aonde não se conhece suas propriedades, né? Então você, ao mesmo tempo que você
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refutou a a questão do nosso amigo polígrafo, do multiverso, né, que eu só conheço o multiverso na DC e na Marvel,
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né, desculpa, polígono, você tá falando DC Marvel, não é parte da nossa realidade, né, aquele ficção, né? Então,
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as leis físicas que nós conhecemos são previsíveis, tá? Quem tá aqui escutando,
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as leis são extremamente importantes, elas não podem ficar modificando, elas não se modificam, elas são constantes.
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Inclusive a nossa própria física acredita, né? Não tem como provar, porque nós não podemos estar em todos os
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cantos do universo para testarmos isso, mas acredita-se que as leis que existem em nossa galáxia existam em outras
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galáxias. A leis que existem em nosso espaço amostral existem em outros espaços amostrais. Ou seja, que há uma
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única lei, que a lei seria, de uma certa forma dizendo, universal. Então, por essas leis serem universais e
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previsíveis, por exemplo, o homem pode ir à lua. Ou vocês acham que o homem foi à lua com precisão baseado em quem? Em
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um sistema de leis que ficam se modificando, em leis que não podem ser analisadas, que não são previsíveis?
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Não, a viagem espacial, por exemplo, ela só foi efetivada graças a termos as leis
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fixas, leis que podem ser repetidas, leis que podem ser calculadas, leis que são previsíveis.
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E aí começa uma questão, será que um conceito naturalista aleatório, por meio
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do caos, de um processo vindo de um sistema tipo Big Bang, teria que formar exatamente tais leis físicas fixas em
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todo canto do universo? ou isso é mais um padrão de um sistema que foi gerado e ordenado por inteligência.
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Vamos pensar em uma simulação. Se eu considerasse que,
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e eu acho que eu caí, tá falando, mas t imagem é que deu uma
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sumiu aqui a tela. Imagine que eu estivesse aqui fazendo essa live e que nossa realidade pudesse ser
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simulada. Vamos considerar aqui um um aplicativo que qualquer um que pode ter acesso, que é o tal do universo Sandbox.
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Inclusive o Felipe Heiner, né, fez uma previsão de uma colisão de um asteroide,
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que agora esqueci qual é o nome, com a Terra, né, e se aquele asteroide era ou não um asteroide de verdade ou era uma
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espécie de nave alienígena, com base exatamente em padrões físicos e químicos simulados por esse aplicativo que você
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baixa na própria Steam, né? Não tô ganada com isso, tá? Sim. Ah, então o que acontece? Exatamente por
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serem leis, elas podem ser replicadas até mesmo em um jogo e você pode usar essas leis e implantar em sistema para
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fazer em cálculos. Então, um universo que pode ser programado por leis, ou seja, ser
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simulado por leis computacionais, um universo que seja previsível, isso se
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casa bem com o universo que foi programado. Então, se eu usasse o sandbox, né, não
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vai dar tempo de concluir o argumento, mas se eu pegasse o sandbox e utilizasse qualquer outro padrão de lei, n,
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alterasse as leis, os comportamentos dos objetos nele seriam alterados e esse
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próprio universo, mesmo sendo virtual, poderia entrar em estado de colapso. Então, logo eu não posso trabalhar com
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muitas variantes. Eu tenho variantes que são viáveis e variantes que não são viáveis. Quantas variantes são viáveis?
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Eu sinceramente eu não poderia aqui dizer porque não é minha especialidade, mas certamente há um número limitado
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paraas variantes que seriam que seriam possíveis e nós temos uma variante que
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seja perfeitamente ajustado para que nós existamos. Então, maravilha.
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Se as físicas e químicas nos permitem isso, deve ter alguma causa
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maravilha, querido. Tempo exaurido. Então, agora vamos para o momento de perguntas e que no caso as duplas terão
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se vão se dispor de 3 minutos para realizar, obrigado querido Roberto, para realizar uma pergunta para o seu sua
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dupla oponente, tá bom? Então, galera, vai deixando o like aí, tá bom? O seu like ajuda para caramba nosso canal. E
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deixa eu colocar aqui na tela aqui o temporizador, o cronômetro de 3 minutos.
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3 minutos. Vamos começar com a dupla do Léo, porque a sequência tá Léo, Jeferson, tá? Então vamos começar com a
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dupla de Léo, que é o G ou Paulo, ó, esse nome ficou na minha mente, o Paulo
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e o Polígrafo, tá bom? Paulo e polígrafo, vocês terão 3 minutos para
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elencar. Eh, eu não vou poder colocar um que são dois, né? Vou deixar todo mundo junto aqui para elencar uma uma pergunta
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para a sua dupla oponente, tá certo? Vou colocar só o tempo aqui para vocês verem que está restaurado e eu vou iniciar.
44:50
Tudo bem? OK. Vamos lá,
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polígrafo. Sou eu quem faço a primeira pergunta. Pode fazer. OK. Bom, vamos lá. É, primeiro que vocês
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tá rodando o tempo, só perguntando. Já tá rodando, mas eu vou eu vou restaurar. Eu vou restaurar porque é ficou muito
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entendido, tá? É que o Roberto tava na tela ali, eu achei que era ele. É, eu vou restaurar aqui, ó. Restaurado. Posso soltar?
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Pode. Vai lá. Vamos lá. Eu vou soltar e vou botar vocês todos juntos. Vai lá. Bom, primeiro que sim, eh, Multiversos,
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até onde a gente conhece, só existe no Gibi e lá tem deuses também, né? Inclusive tem o The One Boval na na
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Marvel. Inclusive, esse Deus adivinha, assim como de vocês é criado por humanos. Mas vamos fingir que isso não
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vem ao caso. E vamos conversar agora sobre sobre o assunto em si, porque eu não citei que o multiverso ele é
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necessário para que o nosso universo exista. precisa ter um número de universos que deram errado para que o nosso tivesse dado certo. Não. Quando eu
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digo, igual o Paulo falou ali, porque o nosso universo é o único alcançável, o único que a gente consegue mensurar, é
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porque a gente vive nele. Universos com outras constantes são possíveis. Inclusive algumas outras variáveis,
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algumas variações que não acontecem no nosso universo, como uma variação positiva mínima no berílio, faria com
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que o carbono tivesse ligações mais fáceis. Ou seja, a disponibilidade de
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carbono em outro sistema seria muito maior se o berílio tivesse 0,1%
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de variação para cima, se eu não me engano. Então, partindo desse ponto de vista, quando a gente fala de número
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amostral, a gente tá falando do universo em que a gente vive. E a gente tem que simular, com base no universo que a
46:34
gente que a gente vive, com as constantes que a gente conhece, algumas modificações para trabalhar em cima do
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argumento do Justifino. Dito isso, existem diversos cientistas que eles
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combatem essa ideia, não é nem combater, né, porque não existe a Justifino, mas eles demonstram ali por base de em por
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intermédio de artigos científicos. Eu posso citar o Fred Adams, tem, acho que o mais proeminente é o Fred Adams. Mas
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aí eu pergunto para vocês, como que vocês lidam com um número de
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aproximadamente 10.000 universos com 61% deles permitindo a existência de vida,
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permitindo a existência de estruturas, a existência de planetas em sistemas de golden lock, a existência de água
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líquida. Eu só quero complementar, só quero complementar, polígrafo, com aí
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com 30 segundos o seguinte. Em momento algum eu falei de multiverso,
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tá? Não, não falei de multiverso, não. Universo paralelo, eu estou falando de
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simulação, porque o espaço mostrar nós só temos esse, nós estamos nele, tá? Eu tô falando considerando os diversos
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parâmetros. você pode pegar uma certa quantidade de de de parâmetros eh cosmológicos nas simulações com
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variações desse aqui. Uma parte significativa, inclusive o próprio o próprio polífero já falou, podem
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resultar em vida. É óbvio que nós não, eu não tenho nem eu, nem ninguém tem condições de demonstrar isso na prática,
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tá? Por quê? Porque nós não temos como recriar um universo. Portanto, isso é
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baseado em simulações. E atenção, o que mais me chama atenção é o seguinte, mesmo para um fine turn trabalha-se com
48:14
intervalo. Por que não trabalhar com constantes, tá, ou parâmetros que
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tenham, por exemplo, 20 casas depois da vírgula de precisão e sim intervalos.
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Isso não sugere planejamento. Vocês entenderam minha pergunta? Só para só para saber se vocês lembram da minha
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pergunta. Foi entendida a pergunta para ambos os os queridos opositores dos mestres também. Os mestres então irão
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responder. 5 minutos. Deixa eu colocar na tela também, tá? Então agora é um momento de de resposta que é de 5
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minutos. Ah, tempo na tela.
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Eu posso liberar o templo dos mestres? Roberto e Jeferson.
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Valendo, viu? Ó, valendo. Eu falo, ou você fala, Jeferson?
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Pode falar, pode falar. Então, vou começar a falar o comecinho. Bom, primeiramente eu fico um pouco
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confuso porque o tanto Polígono como Dr. Paulo uma vez começam a falar em múltiplos universos ou múltiplas
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realidades, depois eles mesmos se desmentem sobre isso, depois falam em simulações de universos que não existem.
49:22
Para que você vai simular uma realidade que você nem acredita que exista, né? É como eu queria pensar em uma dívida que
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eu nunca vou obter. Se vocês passam a assumir que não existam os multiversos,
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que não seja viável a existência de multiversos, então vocês não tem por ficar falando sobre cálculos de ajuste
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para outros universos que vocês nem acreditam que existam. Ah, outra equação,
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eh, quando você testa pelo menos os simuladores que são acessíveis, como que eu falei, você não tem uma quantidade de
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60% de precisão. Se você começa a alterar muitos padrões de como força rotacional, eh, ação da massa dos
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corpos, eh velocidade da luz e por aí vai, entra em colapso. O próprio sistema
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do Sandbox começa a entrar em colapso. Então eu não consigo entender da onde vocês tiraram que 60, mudando quase 60%
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de tudo, você vai continuar tendo um universo que é funcional e ainda mais
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capaz de obter vida, até porque a única forma de vida que nós conhecemos é a biológica, ela é extremamente sensível,
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sabe? Então eu acho que isso que vocês estão falando nada mais é do que uma grande falar tentativa, a não ser que vocês possam provar isso, mas como o
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próprio Dr. Paulo falou, isso é apenas teoria computacional, então eu acho que não é muito adequado essa hipótese que
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vocês trouxeram. Ah, sobre que mais que vocês falaram? Bom, que eu
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me lembre só, vou deixar meu outro amigo falar aqui.
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Tá mudo, viu, querido Jeff? Tá mutado, querido. Beleza. Ah, tá. É sobre esses valores
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aí, na verdade, é hipotético, né? É conjectura, assim como o multiverso é
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uma conjectura, né? Eles estão, na verdade, utilizando um recurso para
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cenários hipotéticos, simulação sobre hipóteses, mas é como se fosse um universo aqui de hipóteses, né, de
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simulações dentro de computador, eh, modelos dentro de computador ali para fazer simulações de possíveis formas de
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vida ou de possíveis outras formas de se chegar à vida, né? Então, vocês são esses universos aí simulados o em
51:36
computador, né? São modelos. Eh, no caso, quando se diz sobre multiverso, o
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m, o que que é o multiverso? O multiverso é justamente um recurso heurístico naturalista para tentar
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escapar do ajuste fino. Então, existe sim acadêmicos que se valem do
51:54
multiverso. Por quê? Porque se você hipotetizar o multiverso, você escapa,
52:01
né, desse desses ajustes que nós encontramos na no nosso universo
52:07
observável, no no ajuste local. E então com o multiverso você vai ter muitos
52:13
universos. você vai ter vários tipos de universos com vários tipos de leis diferentes. Então aqui seria só mais um
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entre muitos milhões e milhões e milhões de universos, onde esse daqui coincidiu
52:26
de terem as leis que tem aqui, de ter essas constantes que tem aqui. Então, basicamente, o multiverso, por mais que
52:33
ele seja hipotético, eu não estou dizendo que o que os debatedores aí estão usando esse
52:40
multiverso, esse modelo, eles estão usando outro argumento. Eu estou dizendo que o multiverso é utilizado por
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pessoas, é utilizado por acadêmicos com a com a intenção de tentar lidar com o
52:55
ajuste fino. E no meu caso aqui, quando eu falo ajustino, é ajustino
53:02
é aparente para um naturalista. Para eles nem existe nem a justifino aparente. Por exemplo, o Dawks, ele fala
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em design aparente é justamente para dizer que não é um design real, né?
53:15
Então ele ele ele ele aceita que existem características de design, mas ele por ele negar o designer, o projetista,
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então ele vai negar que esse designer ele é real. É a mesma coisa que você usar a palavra teleonomia para
53:29
substituir teleologia. A teleologia ela vai descrever, né, a vida como um
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eh tendo características que tem finalidades específicas, tem final eh
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objetiva, tem objetivos finais. Na telonomia não. A telonomia telonomia ela
53:50
vai aceitar as finalidades, mas vai negar que existem objetivos finais. acontece por emergência, entende? Então,
53:57
eh, seria mais ou menos isso. Tem que não dar tanto para explicar. Maravilha, querido. Obrigado tempo
54:03
exaurido. Obrigado pela pela resposta. Agora é a vez do contrário, né? Do contra. Eh, os os queridos Roberto e o
54:12
Jeferson vão fazer em três, dentro de 3 minutos uma pergunta para os seus opositores. Tá bom, galera? Vai deixando
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seu like aí ajuda muito. Eu vou botar um, vai ficar um por enquanto na tela só para vocês verem o relógio. Ficar debate
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tem que ser nas claras, né? Quanto melhor possível para que todos os públicos de ambos vejam tudo certinho,
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tá bom, gente? Tudo certinho, né? É melhor. Vamos lá. Eu posso soltar o tempo do Roberto e do Jeferson para
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fazerem suas perguntas para os seus opositores.
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Posso soltar pergunta? Pode soltar o tempo? Pode.
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OK. Tempo liberado. Eu posso eh aproveitar
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eh eh amigo Jefferson, para pedir exatamente que os nossos adversários
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falem exatamente o que você acabou de falar. Parece que tanto polígrafo quanto o Dr. Paulo, eles parece que têm
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vergonha dessa teoria do multiverso de universos paralelos. Eu não sei o por
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que que as pessoas ficam fugindo desse argumento, se essa é a única escapatória que vocês têm lógica para sairem do
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problema do ajuste fino. Inclusive o ajuste fino foi, como o nosso amigo aqui bem colocou, foi proposto exatamente
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como uma forma de fuga da questão das constantes cosmológicas.
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Então eu gostaria que vocês explicassem, né, por que vocês têm medo de aceitar a
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hipótese do multiverso. Qual é o grande problema que vocês dois enxergam na teoria dos multiversos? O que que tem de
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errado na cabeça de vocês para os multiversos? E se vocês não aceitam, eu gostaria que vocês explicassem porque
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que o argumento de vocês é melhor do que o próprio teoria do multiversos.
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quer quer cumprimentar mais alguma eh amigo Jefferson? É, vou fazer uma pergunta, eu vou perguntar eh para pros dois, né? Vocês
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acreditam que o naturalismo metodológico é um reflexo da realidade última ou
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apenas uma ferramenta de investigação para vocês? O naturalismo metodológico,
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ele é um reflexo da realidade última nossa ou ele só é uma forma de investigar a nossa existência, a nossa
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realidade? Eu vou falar aqui, polígrafo.
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OK. Muito bem. Eu vou tentar dizer mais uma vez.
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O nosso espaço amostral de universo é um, nós estamos inseridos nele, tá?
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Muito bem. Para nós podermos entender possibilidade, considerando todos os parâmetros cosmológicos, tá?
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desdobramento dele, nós temos que fazer nós, como nós não podemos reproduzir outros universos, porque não nós não
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estamos falando de multiverso, nós estamos falando de simulações de universos mudando esses parâmetros. Vou
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repetir, não estamos falando de multiverso, por gentileza,
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tá? Eu estou falando de simulações desse considerando os mesmos parâmetros
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com pequenas diferenças de valores. É isso. Fora da faixa que normalmente vocês chamam de ajuste fino, tá? Então,
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por favor, por favor, entendam. Eu não estou aqui defendendo o multiverso como
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um escapismo, tá? Não, eu estou dizendo que como nós só temos o espaço amostral
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de universo, que é o que nós estamos agora, eu não tenho como fazer verificações de possibilidades se for se
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não for simulacional, tá? Por computação, considerando os parâmetros que nós conhecemos. Muito bem. Espero
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que isso esteja agora entendido. Diga, polígrafo. É, eu avisei lá, né, antes de vir paraa
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live, para essa live aqui, eu avisei lá que eles não iriam entender a questão, que eles iriam entender a questão de
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número amostral C1 e da possibilidade de universos possíveis ele iriam levar pra questão de que precisaria ter um
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multiverso. E não é isso, galera. Pelo amor de Deus. A gente tá falando o quê? A gente conhece os parâmetros do nosso
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universo. Para testar a hipótese do ajuste fino, a gente precisa colocar os parâmetros do nosso universo em um
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simulador que não é um universo sandbox. Sinto muito, Roberto, não é o universo sandbox. Universo sandbox tem nada a ver
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com o simulador que é utilizado nas academias científicas. E quando a gente fala de simulação,
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repetindo o que o Paulo tá falando basicamente, né? Quando a gente fala de simulação, a gente tá pegando nossas estruturas, modificando alguns
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parâmetros para ver o comportamento de acordo com essas mudanças. E de acordo
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com essas mudanças, existem inúmeros universos possíveis com números com com
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parâmetros modificados. Ah, então você acredita que existe outro universo? Não, não tem nada a ver com isso. Nada a ver.
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A questão é que o número amostral é um. a gente está nesse universo. Então a
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gente tem que pegar as características desse universo, colocar num simulador, modificar alguns parâmetros para ver se
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há estruturas, se há complexidade, o que vocês chamam de ajuste. Porque daí que
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nem eu falei, em um universo possível, se você ajusta o berílio um 0,1% para
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cima, você tem mais disponibilidade de carbono, multiplicando a possibilidade
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de vida. Então, eh, é, é interessante que vocês não entendam essa questão. Não
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é vergonha nenhuma. Eu não acredito em multiverso e o multiverso não é necessário para que você infira o que a
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gente tá inferindo, para que você demonstre o que a gente tá demonstrando. A questão é o número amostral é um. a gente faz modificação nesse universo que
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a gente conhece, porque o ajuste fino, segundo vocês mesmo, está nesse universo, nesse único universo que a
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gente tem contato, porque a gente está dentro desse universo. Se a gente estivesse dentro de outro universo, a
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gente usaria, faria a mesma coisa, utilizaria os parâmetros dele caso houvesse vida nele e com base nele a
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gente modificaria alguns parâmetros para tentar entender se haveria a possibilidade de haver sistemas
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organizados, como vocês chamam de organizados, né? Basicamente é isso. É o número amostral de um que a gente
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trabalha. Então é é muito louco. E só mais um aspecto, Brito, por
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gentileza, F. E mais um aspecto, tá? O fato de você ter uma regularidade dentro neste
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universo, no espaço amostal que nós estamos, tá? Não significa que não ocorrerá regularidade também numa outra
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simulação, numa da de um do universo com diferente parâmetro, tá? Foi nessa
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simulação que foi feita dentro dessa limite computacional que deu as que eles
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chamam de blocos de parâmetros que podem resultar em vida. Vida como nós conhecemos hoje a base de carbono,
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hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre. O famoso chomps, para
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quem cursou pelo menos o ensino médio, tá? Então, nesse sentido é que foi
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colocado. Então, por gentileza, cavalheiros, por favor, tirem esse espantalho. Ninguém falou em multiverso.
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Multiverso é uma especulação derivado de equações de campo matemático dentro da
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cosmologia, tá? Mas eu não falei de, não falamos aqui de multiverso. Nós falamos
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dentro desse espaço mostral do universo que nós conhecemos, elencando todos os parâmetros, fazendo modificações além da
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faixa que vocês chamam de ajuste fino para ver os desdobramentos. Nesse sentido que essas pesquisas, que esses
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artigos demonstram que existe sim a possibilidade de desembocar em vida, tá?
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Mesmo que não precisa ser 61%. que a gente não tá respondendo, que é a questão do naturalismo metodológico. Se
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ele Ah, sim, tá, eu vou falar aqui, vou finalizar. O naturalismo metodológico é
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só um instrumento, é uma ferramenta, não é uma questão filosófica do sentido de
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base de de análise de vida, tá? De visão cosmogica. Nós temos que trabalhar com, desculpe, eu já encerrei, mas eu vou só
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finalizar o seguinte. Nós temos que trabalhar com as ferramentas que temos aqui. Quais são as ferramentas naturais?
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Tá, se é o nosso, que essa aqui é a parte que se apresenta na natureza. Maravilha. Obrigado, gente. Tem um
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negócio estranho aqui danado. PC tá ficando, tá pedindo já rego. Vamos lá.
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3 minutos para o Paulo e o o o Léo fazerem as suas perguntas para os seus
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oponentes. Tá bom, gente? Eh, 3 minutos restaurando o tempo, colocando na tela.
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Deu um bug doido aqui que só Yesua na minha vida. Na tela. Posso começar,
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queridos? Eu peço perdão, viu, gente? Aqui nessa quem vai fazer a pergunta agora. Eh, vocês agora fazem a pergunta de eh
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para os seus oponentes. Então, então que o Paulo faça a primeira pergunta. Pode ser, Paulo? Eh,
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novamente, é uma pergunta em conjunto. Cada um vai fazer uma pergunta, Brito. Só desculpe para desculpe aí a eu sou
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velho aqui, eu já não lembro de mais nada. Nada. Eh, 3 minutos vai seguindo a mesma
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a mesmo método. 3 minutos para ambos eh tanto você como seu parceiro, eh,
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fazerem perguntas para os seus oponentes, tá bom? Tempo dividido de 3 minutos foi o que foi passado para mim, tá bom?
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OK. Eh, então, a minha pergunta vai no seguinte sentido para para pros dois cavaleheiros. Ah, considerando então as
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os parâmetros cosmológicos, né? Por que que na opinião do do dos senhores acham
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que, por exemplo, vários dos dos físicos, inclusive a maioria deles, acham que esses parâmetros eh ainda não
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se estabeleceu se eles são independentes realmente, tá? Isso se deve ao quê? a
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uma posição deles de um naturalismo, essa parte metodológica, ou porque o
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grau de informação que nós dispomos ainda, por exemplo, na questão da matéria escura, não é suficiente para
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dizermos não, essas esses parâmetros são realmente independentes e isso é
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extremamente importante porque se você, como eu mencionei há uns dois, três blocos atrás de respostas, se tem eh
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questões, por exemplo, se você tem parâmetros interdepend independentes, significa que, na verdade, esse ajuste,
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entre aspas, de que se tiver sete, eles são interdependentes. Se você ajustar, entre aspas um, os demais seguem a
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sequência. Eh, polígrafo, é, eu fiz a questão da pergunta ali,
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como eles lidam com a com a os outros cientistas que acabam colocando esses
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parâmetros em testes e demonstrando que algumas diversas várias,
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uma porrada de constantes de de parâmetros podem ser modificados e ainda
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assim constituir universos. E vocês disseram que são hipóteses, são
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simulações computacionais. E isso é muito muito interessante quando você fala, sendo que o próprio argumento do
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Roberto acabou puxando o Universe Sand Box, que não tem nada a ver com o trabalho acadêmico, embora possa ser
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utilizada como uma base, mas caramba, uma hora a simulação computacional vale, na outra não. E se você tá colocando
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parâmetros diferentes, você tá acreditando na teoria do multiverso. Isso não faz sentido. Então eu gostaria
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de saber de vocês como é que vocês lidam com a questão de que o nosso universo
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não é ajustado para a vida em outros planetas, é só ajustado para a vida
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aqui. Como que vocês lidam com a ideia de que o universo ele teoricamente
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estaria finamente ajustado, porém a velocidade, a distância do Sol em relação à Terra é variável o tempo todo.
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Varia de 1,97%, mais ou menos. E existem artigos que demonstram ali que a variação, a
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proximidade do Sol poderia ser de 2 a 5% maior e ainda assim o nosso sistema funcionaria. Ah, tem alguns impactos,
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tem, só que nosso sistema funcionaria, nosso sistema continuaria, nossa terra continuaria na zona de Golden Lock, tudo
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isso. Então eu quero saber de vocês, né, como é que vocês lidam com essas
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questões, meus queridos. Só isso. OK. OK. OK. OK. Então, antes de
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terminar, foi feita a pergunta certinho? Tudo no tempo, tudo correto? Vai deixando o like aí, galera. Obrigado por serem aí máquina, né? A engrenagem aí do
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canal, tá? televidentes. Obrigado. Então, eh, resposta, 5 minutos vai ser
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colocado aqui. Ah, e ver, cadê pergunta resposta,
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viu Brito, como na resposta anterior eu avancei, só para ficar claro, como
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naquela resposta anterior lá eu avancei uns 15, 20 segundos, pode compensar isso para eles a esses 15, 20 segundos, tá,
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para ficar equilibrado. Maravilha. Maravilha, querido. Vamos lá, então.
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Roberto ou o o Jeferson. Qual dos dois?
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Eu não sei. Eu só vou colocar aqui na tela. Tudo nas claras. Relógio na tela. Posso começar?
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Valendo, viu? Valendo. Começa, Jefferson. Na outra eu comecei, você começa nessa,
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tá? Né? Eh, vou vou no caso do polígrafo, né, que está falando sobre a
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vida, né, a vida a ser possível, né, eh, nessas simulações. Bom, a,
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primeiramente, quando a gente fala de simulações, aqui, quando eu falo de simulação, a gente está falando de um
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escopo, tá? Então, aqui é uma questão de aqui, eu vou usar aqui um termo de lógica, lógica moldal. Então, lógica
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modal trata de possibilidades. Então, cara, mano, eu como uma pessoa que estuda a lógica, eu não tenho nenhum
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problema com simulações e eu eu sei da validade dela, eu sei das aplicações da
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validade das simulações, então não tô negando nada. É tipo, é uma coisa assim meio meio irrelevante, né? Eu sei qual
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que é a aplicação, qual que é a validade das simulações e a utilidade dela, né?
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Então, uma coisa assim meio meio que periférico, né? em termos modais, vai ser válido ou não, você vai ter as
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suas aplicações e você vai fazer lá suas conjecturas e vai chegar em parâmetros.
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A vida poderia surgir em cenário X, beleza? Isso é maldal, cara. É lógica
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modal, normal. Para mim não tem problema nenhum. O problema, no caso aqui, no caso da vida é mais complicado, tá?
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Porque no caso da vida, se você vai pro campo experimental, aí você já não tem mais esse esse escopo modal, tá? você já
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tem um escopo de experimentação direta e, meu amigo, a gente apanha, os acadêmicos apanham lá em laboratório com
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a vida, né? Assim, é, é uma parte, cara, se existe uma parte que arrebenta o
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naturalismo, cara, é a parte da origem da vida. Então, você pode ter qualquer
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cenário hipotético. É válido você ir pro cenário hipotético, paraa simulação, mas se você for pro campo experimental,
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acabou. A vida é um dos maiores problemas pro naturalismo. É um dos
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maiores problemas em termos de ajuste fino. É o pior cenário que vocês têm para tentar lidar é a vida. Você achar
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que a vida ela surge assim? Esse é a vida em termos naturais é milagre. Você
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pode pegar qualquer evolucionista aí honesto, ele vai dizer que a vida ela é um milagre. Ela não possui nenhuma
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constante. Não existe nenhuma constante pra vida. Não existe nenhuma lei que faça a vida se originar. me apresenta
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uma lei paraa origem da vida. Me apresenta, eu queria ver algum aí dos debatedores apresentar uma lei para
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origem da vida. Você não tem lei, sabe o que que você tem? Você tem hipóteses, conjecturas. E dentro dessas
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conjecturas, desse dessas simulações, elas são válidas, mas elas não são aplicáveis no mundo real. Agora, quando
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eu falo de ajuste fino, quando a gente fala de ajuste fino, a gente está falando dos parâmetros que são reais e
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que a a hipótese também de se você alterar eles vai causar efeitos. Por exemplo, o Stephen Hawk, ele fala aqui,
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ele ele é ele foi ateu, né? Ele fala assim: "O fato notável é que os valores
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dessas constantes parecem ter sido ajustadas, ajustados muito finamente
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para permitir o desenvolvimento da vida. Aí ele dá um exemplo. Se a taxa de expansão logo após o big bang fosse
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menor por uma parte em 10 elevado a 14 da potência, o universo teria colapsado
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rapidamente. Se fosse maior por uma por uma se fosse maior por uma parte em 10
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elevado a, né, a grandeza 14, a matéria se dispersaria e as galáxias nunca se
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formariam. Ele também fala outra coisa. Se a carga elétrica do elétron fosse ligeiramente diferente, estrelas não
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queimariam de forma estável e não produziriam os elementos necessários à vida. Quem tá falando isso é o Stephen
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Hawking, não sou eu, tá? Não sou eu que tô falando nisso. Então nós temos aqui valores, valores aqui que você altera.
1:11:17
Se você alterar, você vai ter um efeito. O efeito aqui é o colapso. O efeito aqui é o universo, não sei como ele é. E não
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ter possibilidade de vida, entende? Pode falar.
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Então, eh, aproveitando a fala do meu amigo, nós temos também o chamado número de penose.
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Eh, Roger Penhos ele é nobre de física, né, em 2020. Ele é professor da
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faculdade de Oxford. Ele é uma suidade e ele mesmo propôs em seu livro The
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Imperials of New Mind em 19 que a probabilidade
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do universo ser como ele é, considerando apenas a questão da termodinâmica e da
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entropia, é de 1 x 10 elevado 123.
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Considerando que a quantidade de átomos previsíveis do nosso universo é de 10 elevado a 80, é basicamente impossível
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e ilógico essa fala de vocês que a probabilidade é de um para um, ou seja, que o universo teria que ser exatamente
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isso pen em escala astronômica e ele nem sequer,
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até onde eu saiba, é um cristão.
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Concluído o argumento, né, o nobre Paulo tinha cedido, né, 15 segundos por
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questão de ser questão até nobre, né, de justiça, né, mas concluído o argumento.
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Então vamos lá. O o os queridos eh foi respondido, os queridos vão ter o seu tempo aí de replicar, tá bom? Agora
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vamos adentrar na Vamos adentrar agora na questão mais pergunta, resposta, réplica, tá? Eu acho que a gente não teve réplica,
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hein? Vamos entrar agora nessa, vamos começar agora na rodagem de pergunta, resposta,
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réplica, que a coisa mais dinâmica que já estamos palmilhando para os eventos quase finais, vamos dizer, se por assim
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dizer, tá bom? Tudo bem? Eh, vamos lá. Eh, pergunta, eh, pergunta agora vai
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entrar pergunta, resposta réplica, tá bom, gente? Eh, o nobre, o nobre Léo e o nobre Paulo, os mestres terão agora o
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seu tempo de três minutos na tela colocando o PC. Tá pior do que o
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moderador, eu acho. Mas vamos lá. Posso liberar, querido?
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3 segundos, viu? H 3 segundos. Oia, tô dizendo, tá bugado e eu teclei,
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viu? Vamos lá. Valendo, querido. Bom, agora eu pergunto, é isso?
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Uhum. Isso. OK. Eu quero começar com uma reclamação aqui. Eu perguntei o seguinte: como é que eles justificam num parâmetro de
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ajuste fino que o universo ele seria finamente ajustado pra vida? O universo seria finamente ajustado pra vida, porém
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o universo é extremamente nocivo à vida? Essa foi minha pergunta. A resposta do nosso amigo Jefferson foi que a vida é
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um tiro no pé do naturalismo, porque ele fez algumas citações ali de algumas coisas que que se mudaram, alguns
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parâmetros, acaba não, tipo, cadê a resposta da minha pergunta? Cadê a resposta da minha pergunta? Eu fiquei
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sem resposta e não é a primeira vez, é a segunda vez nessa live que eu fico sem resposta. Mas não tem problema. Só que eu acho que fugir da questão fica chato,
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acaba cerceando o debate. Então eu eu falei, se o universo é finalmente
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ajustado para a vida e a vida e o próprio universo é nocivo a vida em
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diversos parâmetros, como é que existe um ajuste fino? Eu vou insistir nessa
1:14:36
questão e vou deixar com que o Paulo faça uma questão mais profunda. Se quiser, acho que tá na hora de abrir um
1:14:42
artigo também. Daqui a pouco eu vou abrir um, senão o Paulo pode abrir também. Vai lá, Paulo. Tá, vamos lá. O
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Roberto falou sobre o Pan Rose, tá? Ah, ah, ô Paulo, fala também dessa questão de a chance seria de um em um,
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sendo que nós nunca falamos isso. É, então vamos lá. Eh, veja só, então,
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para ficar bem claro, o Jeferson falou sobre a questão de que ele, a questão do modal, enfim, que ele da das simulações,
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beleza? Então ele entende perfeitamente que como o espaço amostrar o nosso é um, ou seja, nós estamos aqui, não há como
1:15:16
eu reproduzir nem escala um por um, tá? Um outro universo. Então eu tenho que trabalhar
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com essas simulações. E essas simulações dentro dos parâmetros escolhidos geram
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então permitem essa a que o universo, pelo menos alguns universos tenham vida.
1:15:33
Eu vou repetir a minha pergunta que eu acho que passou batido. Eu coloquei sobre a interdependência dos parâmetros.
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Como que vocês entendem, tá, este questionamento dos físicos, tá?
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Inclusive o próprio Laurence Cross coloca de que uma vez conhecidos os parâmetros, tá? Eles não são assim tão
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fine por, portanto, porque tem vários deles que têm ainda está eh em aberto se
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eles são realmente independentes ou se há uma interdependência, tá, em alguns
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de algum dos parâmetros. Então, eh o que eu pergunto para os cavalheiros é isso. Como que vocês veem essa questão, tá,
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disso de dessa estar ainda não estar definido? Vocês acham que isso é apenas uma posição eh ideológica do naturalismo
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ou porque tem cons substanciação física, tá, desse indeterminismo ainda no est no
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atual estágio de conhecimento? Maravilha. Pergunta feita então para os
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os queridos Roberto e o Jeferson, tá gente? Eh, e agora eles vão responder
1:16:42
5 minutos. Ah, 5 minutos colocado na tela aqui. Deixa
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eu colocar aqui o Roberto. Roberto agora acredita que ele vai tomar dianteira. Eu acredito assim, senão eu modifico, não
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tem problema. 5 minutos. Posso começar, querido? Pode. Bom, eh, gostaria de pode,
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gostaria de deixar bem claro que eu não consigo entender a mente de um ateu, porque eu já não sou ateu há mais ou
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menos uns 20 anos. Mas uma coisa eu tenho que admitir sobre vocês. Vocês têm muita fé em um modelo
1:17:15
extremamente improvável que vocês tentam defender. Eu vou pegar apenas aqui um ponto, depois eu volto de espaço pro meu
1:17:21
amigo aqui, o professor Jefferson. Eh, existe um problema muito grande sobre a vida em você dizer que é
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possível haver vários universos habitáveis com leis diferentes se nós nem conseguimos explicar como a vida
1:17:33
começou nesse universo. Nem sequer por meio de simulação nós conseguimos produzir vida.
1:17:41
Ou seja, a vida é ainda paraa nossa ciência da fora do nosso limite de replicação. Nós não podemos pegar
1:17:47
química bruta através de processos físicos brutos e transformar-nos em uma estrutura viva. Nós podemos manipular
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coisas vivas e modificarmos coisas vivas a partir dela sua própria existência.
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Nós podemos eh eh inserir nucleotíde de base, nós podemos eh alterar a cadeia
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genética, mas tudo em estruturas que já são funcionais existentes. Nós podemos assim dizendo uma linguagem simples,
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brincar com a vida pronta, mas criar uma vida do zero a partir de elementos físicos e químicos não. Atéonde meu
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conhecimento me leva, nós não conseguimos ainda tal façanha. Pode ser que a ciência avançando consiga. Então
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vocês chegarem aqui numa live na cara de pau que vocês estão fazendo e dizer que é possível outras configurações
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possíveis em simulação para se construir vida, se nós nem conseguirmos replicar a vida nesse próprio universo dentro de um
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laboratório, é uma extrapolação megalossaura.
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Não tem como vocês falarem isso numa live. Isso é um absurdo. Se a nossa ciência não é nem capaz de
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replicar isso no laboratório, como vocês querem usar uma simulação computacional para universos que nem sequer podem ser
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provados? Primeiro vocês fogem do da da hipótese ridícula de multiversos.
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Depois vocês falam que vão usar computacional e apresentam um argumento que nem sequer faz sentido, que é essa
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questão da vida. A vida ainda é um mistério. E o que nós sabemos sobre a vida é que processos físicos e químicos
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por si só não têm propriedades físicas e químicas para a formação da vida. Nós
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nunca observamos a vida se autoforar por processos físicos e químicos, nem sequer
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de forma guiada, ou seja, nem mesmo por inteligência humana, quanto mais por
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processos cegos. Então, por favor, vamos nos ater à realidade e não cair em argumentos falaciosos que não batem com
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a realidade. Professor,
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tá? Eh, não tinha me atentado muito pra pergunta do polígrafo, né, que é do
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ajuste fino e origem da vida. Então, basicamente é isso. Como que pode haver ajuste fino, sendo que o universo, que o
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planeta Terra, né, o ambiente nosso aqui, ele é hostil à vida, né? Então,
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nessa parte, eh, essa questão de que o nosso ambiente ele é hostil à vida,
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ele não refuta os parâmetros que foram aqui demonstrados. Eu eu citei o Ris, eu
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citei o Stephen Hawkings, Hawkins ateu, tá? e eu citei os números que ele dá.
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Então, eu não inventei nada aqui sobre os números. É sobre, por exemplo, vocês
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falam sobre haverem aí eh simulações e nessas simulações você diz que nessas
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simulações você poderia aí ter eh outras formas diferentes e nessas simulações
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você teria vida. Beleza? OK. Só que quando a gente fala que se alterar certos parâmetros, vocês ignoram. Tipo,
1:20:55
se você altera valores, né, como foi citado aqui por Hkins, isso não é
1:21:00
simulação, isso não é hipotético, isso não é conjectura, isso não acontece, isso não vai acontecer. Quer dizer que não é não é verdade que se alterar vai
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acontecer algo. Mas se você tiver simulações que podem aí demonstrar
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outros caminhos hipotéticos de ajustes hipotéticos para que se possa chegar à
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vida, aí beleza, vocês consideram que existem esses caminhos hipotéticos e
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essas simulações. Mas se nós tratarmos aqui de haverem as alterações nesses
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números, nesses valores precisos, eles eh produzirem efeitos que vão colapsar o
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sistema, aí vocês ignoram isso. Isso não, isso é falso, isso é invenção nossa. Não é invenção nossa. O Rees
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inventou, o o RKs, eh, o Stephen Hawk inventou, o Paul Davis, que eu acabei
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não citando aqui, ele inventou, entende? Então é essa questão e a questão da vida
1:21:54
é para vocês é vocês não podem resolver a vida. A vida é o milagre mesmo. Vocês mesmo reconhece mesmo num sistema nosso
1:22:01
aqui, a vida é um milagre. É isso. Nossa, ela é arbitrária,
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é a mais precisa de informação. Agora tem réplica, né? Maravilha. Tem réplica. Tem réplica.
1:22:12
Agora tem réplica. Viu, galera? Entramos para os momentos de réplica e tréplica. Réplica é quantos minutos?
1:22:19
Cinco também. Tudo bem? Belezinha. Se vocês quiserem, se vocês quiserem alterar, vocês que manda mais do que eu
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aqui, tá? Você mando, tá? Belezinha para mim. Acho que 5 minutos dá para brincar.
1:22:30
Maravilha. Deixa eu só, eu posso soltar, deixa eu colocar você primeiro para não ficar esse negócio chato de começar.
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Vamos qu Bora, PC. Oxe, meu Deus, esse PC tá só Jesus. Vamos lá.
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Só você é doido, viu? Já basta o moderador não ser bom e não PC pior que
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Vamos lá. Eh, 5 minutos. Posso soltar, querido? Pode soltar. Bom, maravilha. Vamos lá. Vamos começar já quebrando uma
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coisa, né? O universo, ser nocivo à vida, não é um
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argumento contra o ajuste fino. Agora vocês me digam aí em que mundo isso faz
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sentido para vocês. O universo, ser hostil à vida, não é um argumento contra o justiffino. Como? Como é possível que
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o universo a ser hostil à vida não seja um argumento contra o finino? Não faz o menor sentido. Daí agora eu vou começar a abrir artigo, tá? Já que os nossos
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parceiros aí não trouxeram artigo por enquanto, eu vou começar com a brincadeira, tá? Aqui, ó. Esse texto
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aqui é um texto do Fredsy Adams, que ele fez em conjunto, tá? Pode colocar na
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tela, por favor. Alô, alô. Ih, acho que o Brit deu uma saída. Ah, tá aí esse artigo aqui,
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ó. Deixa eu mostrar primeiro o autor, né? Ah, depois eu mostro. é o Fred Adams, que fez diversos artigos em
1:23:48
relação a isso aqui. Ele mostrou com a variação de alguns parâmetros, inclusive mostrando zona habitável de planetas,
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sistemas, eh tamanhos de galáxias, massa diferente, ele demonstrou que os parâmetros do nosso universo poderiam
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ter variado por grandes fatores e ainda permitir estrelas funcionais e planetas potencialmente habitáveis. A força da
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gravitação poderia ter sido 1000 vezes mais forte ou 1 bilhão de vezes mais
1:24:13
fraca. E as estrelas ainda funcionariam como motores de queima nuclear de longa duração. A força eletromagnética, que
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foi citada no chat aí, né, poderia ter sido mais forte ou mais fraca por fatores de 100. Vocês têm noção do
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tamanho disso? As taxas de reação nuclear podem ter variado em muitas
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ordens de magnitude. A física estelar alternativa poderia ter produzido os elementos pesados que compõem a
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matéria-pra baseada básica, perdão, para planetas e pessoas. Claramente os parâmetros que determinam a estrutura e
1:24:42
evolução estelar não são excessivamente ajustados. Muito pelo contrário, há uma
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flexibilidade gigantesca quando a gente fala de parâmetros. Ah, mas você tá
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falando que existem outros universos. Então a gente tem que trabalhar nesse universo. Galera, vocês estão confundindo de novo. A gente tá
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trabalhando com o número amostral e nosso número amostral é um. E quando a gente trata desse número amostral e quer fazer modificações para demonstrar que o
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universo não é finamente ajustado, como vocês pensam, porque existe uma escala de ajuste, sim, só que não da forma que
1:25:13
vocês defendem, porque não faz o menor sentido, aí vocês acabam caindo nesse erro. Ninguém tá defendendo o multiverso. A gente tá utilizando o
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nosso universo com algumas variações para demonstrar que existem possíveis
1:25:24
unidades, como que eu posso dizer? Unidades de medidas que seriam modificáveis para esse universo aqui ainda assim constituir vida.
1:25:32
Ah, mas a vida ninguém sabe como surgiu ainda, não. Beleza, tudo bem, eu concordo com isso. Mas a gente sabe que
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os chomps eram necessários, a gente sabe que temperatura era necessária. A gente sabe também que a densidade do do
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planeta tinha que ser tal, porque se variasse muito para cima ou muito para baixo, a coisa acabaria não acontecendo.
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Então, quando a gente pega essas questões e joga pra simulação, a gente
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não está fazendo uma teoria, uma hipótese, uma uma inferência ou algo do
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tipo. A gente está fazendo ciência, galera. Vocês precisam entender o que é ciência. Simples assim. Vocês não estão
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entendendo o que é ciência. E partindo desse ponto de vista, é impressionante que a única forma de simular outros
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universos seja a partir desses parâmetros. E vocês ainda confundam as questões de que a gente está tentando
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inferir uma fé ateia. Nem ateu eu sou [ __ ] E não precisa ser ateu, não precisa ser naturalista. E é muito
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estranho. Aí o Roberto faz a provocação dele, né, falando que a gente tá falando, tá forçando a barra, tá fazendo
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um monte de falácia e tudo mais e que a gente tem que trabalhar com o que a gente tem, partindo de um cara que diz
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que a nossa terra tem 6.000 anos. Então vamos evitar falar disso e vamos falar
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de ciência porque eu trouxe um artigo. A pergunta é quando vocês vão trazer um Geotecon quer compartilhar alguma coisa?
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Deixa eu aproveitar só para terminar com esse espantalho. É óbvio que por ter o espaço amostral deste universo, nós
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temos que trabalhar a o os parâmetros que nós conhecemos deste universo, tá? E
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eu não disse, ele dá o desdobramento de possibilidade de vida. Isso independe como a vida, se a vida é um milagre ou
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não, tá? Isso aqui, nós estamos falando justamente disso e nós estamos falando de vida conhecendo a esses panos que o
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que o polígrafo falou, inclusive de zona de habitabilidade, presença de atmosfera, densidade, massa e densidade
1:27:29
do do no caso do planeta tem que ser o rochoso, tá? Para gerar vida semelhante à nossa. Então, por favor, eu vou pedir
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mais uma vez e encarcidamente, não passe para atalho de multiverso, tá?
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E nós estamos trabalhando com esse espaço mostral que esse universo que nós temos, variando os parâmetros, tá? Fora
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da zona do que vocês chamam de fine turn. É isso. Só um minutinho. Eh, que eu trouxe ali o
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só para você mostrar para eles. É que é que é que terminou o tempo para só para
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é só para fazer uma, não vou falar nada, só compartilhar aí porque eu peguei a matéria simplificada ali, mas ela é
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baseada nesse artigo aqui, ó. Tá só demonstrando para ele. Stars in other universe. E caso vocês queiram, tem uma
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coisa que vocês não gostam muito, mas tá aqui matemática, né? E tá aqui, ó. Tá tudo demonstrado, tá? A massa diferente,
1:28:18
todos os parâmetros diferentes citados, inclusive o equilíbrio hidrostático. Vocês têm noção o tamanho disso? Pode
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ser diferente, pode ser variável. Vamos lá. Vamos. Eh, depois disponibilize o artigo aí pro
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pessoal, inclusive lá no chat, tá? Vou mandar no privado. Se o Brito puder passar pra galera lá, eu agradeço.
1:28:37
No privado. Ah, tá. Eu aqui no privado do Streamyard. Daí você
1:28:42
manda pra galera ali no chat, por favor. E pode dar 40 segundos a mais aí, Brito, pro pessoal para eles não reclamarem
1:28:48
antes que alguém que tem lá no chat que tá tendo crisezinha de existencial.
1:28:53
Maravilha. Vamos lá. Vamos passar aqui para os queridos nobres amigos. Roberto,
1:28:58
quem vai começar? Roberto ou o Jeferson? Cadê o nobre Roberto? Mestre Roberto.
1:29:04
Então vou passar pro Jeferson. Vou passar pro Jeferson. Ô, ô, vamos lá.
1:29:10
Vamos lá. Vocês decidem aí. Qualquer coisa, eu vou botando um de destaque, tá certo? Eh, é 5 minutos para para nós dois.
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Três. Agora agora vocês vão ter 3 minutos para ambos vocês vão interpolar entre vocês, né? vocês, que vocês que eu
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falo é você, seu parceiro. 3 minutos para eh eh fazer realizar uma pergunta
1:29:29
para os seus oponente, tá bom? Aí eles vão responder e vocês vão ter de igual modo eh 5 minutos para também replicar,
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ok? Posso soltar, querido? Tá bom. Tá bom. Valendo, viu?
1:29:42
Ah, deixa eu pegar aqui. Eh, só um minutinho.
1:29:58
Eh, o naturalismo metodológico, ele se baseia em lei da física para explicar fenômenos. Mas atenção,
1:30:06
epistemologicamente, qual é a explicação naturalista para a existência dessas
1:30:11
leis? Entendeu a pergunta? Epistemologicamente, qual é a explicação naturalista para a
1:30:19
existência dessas leis? Falando de ajuste fino, do que vocês quiserem desses ajustes que vocês citaram, elas
1:30:25
elas são autoexistente? E como justificar isso sem entrar em
1:30:30
circularidade? Então vocês, por favor, me digam. Eh, qual a explicação naturalista para
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as leis e se elas são autoexistentes, né? Não sei se vocês vão entender. Autoexistente, elas existem porque
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existem ou ou se não. É essa a minha pergunta e depois eu vou querer falar aí
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dessa desses modelos aí. Esses modelos. Meu Deus do céu. Tá, cara, depois eu falo aí do modelo.
1:30:54
A arbitralidade que existe nesses modelos. você falar de um modelo aí eh
1:31:00
do, né, dos ajustes, outros ajustes possíveis onde você altera valores e mesmo assim o universo tem colapso.
1:31:07
Depois eu queria falar sobre isso. Vou a palavra pro pro Abraão para fazer a pergunta também.
1:31:13
Só uma questão, o pessoal lá no chat tá dizendo que sobre questão de tréplica. Será que pode reavaliar isso aí? Que
1:31:20
seria tréplica agora? Eu acho que a gente tá sem vai ter réplica depois.
1:31:25
Não temos o modelo de tréplica, não, mas temos o modelo de pergunta, resposta e
1:31:30
réplica. O link dos dos artigos já foram colocados os dois, ambos ambos no chat,
1:31:37
viu, galera? Aqueles que quiserem, viu? Respondendo o querido Gel, o querido Paulo. E eu já parei o tempo, inclusive,
1:31:44
tá? Vou ver essa pequena interpolaçãozinha para informativa, né? Eh, paralisei o tempo. Vou colocar aqui
1:31:50
o o o Roberto para dar prosseguimento com o seu tempo. Querido, fique à
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vontade. Eu paralisei, tá? Deixa eu soltar aqui de novo. Bora, mouse. Bora. Aí, é, agora a minha pergunta pro grupo ou a
1:32:03
conclusão da pergunta? É, vocês é o resto dos seus 3 minutos. Ele fez a pergunta, se você quiser fazer uma também o pontual, entendeu? para os
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seus opos a a meus amigos aqui, o polígrafo, né, e o Dr. Paulo, o nosso
1:32:16
amigo Otângelo, ele tem um livro muito bom que fala sobre o limite de borel em vários tópicos, né, que eu vou perguntar a vocês sobre isso, como vocês enxergam
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o limite de borel com relação ao ajuste fino. É uma coisa que vocês devem falar na live, como é que vocês entendem como
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essas improbabilidades funci funcionam, como um universo único pode ter tantas
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coisas que são improváveis de serem como são, se ele realmente não tivesse um ajuste fino. E quem fala muito isso com
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o livro inteirinho e tá na Amazon, que é o nosso amigo Ootâelo, é o livro Assinaturas do Criador do Cosmo, que ele
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até me deixou aqui algumas citações que não dá tempo de poder aqui falar porque tá acabando o tempo, mas ele faz várias
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citações sobre isso. Eh, então a questão toda é, eu peguei a
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questão do daquele pesquisador tal do Roger, né? Falei sobre a improbabilidade de 10 elevado 123 e ninguém quis falar
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sobre isso. Por que que um cara que é nóbel fala que em o universo ser como é extremamente ajustado é extremamente
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improvável e vocês nem sequerem querem cair nisso. Será que vocês têm medo do ajuste de borel, de entrar nessa questão
1:33:23
do ajuste de borel ou impressão minha? Peguei aí 5 segundos. Desculpa aí.
1:33:30
Mara, tranquilo. Maravilha. Então vamos lá. Foi feita a pergunta, tá? Os queridos terão aí o seu direito de 5
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minutos, cincão aí na tela para realizarem a sua resposta mediante a
1:33:43
pergunta. Léo, pode começar, polígrafo. Tá, eu vou responder a questão ali do
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que foi bem simples até, né? A questão ali do nosso amigo Jeferson, ele perguntou como é que são, como é que
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surgem as constantes no nosso universo, se elas simplesmente autoexistem e não, não é que elas autoexistem. O, e é
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engraçado que essa pergunta ela é muito manjada, mas ela sempre vem em todo o debate, né? Inclusive a lei do Boral também é extremamente manjada, mas por
1:34:10
sorte é uma das mais fáceis de refutar. Então, o problema o problema é que a a
1:34:15
as leis, Jefferson, quando a gente fala de lei em relação à física, a gente tá tratando de padrões, de alguns padrões e
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não ordens dadas ao universo, não? São alguns padrões que a gente estuda, a gente encontra esse padrão, a gente vê
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que esse padrão sofre variações extremamente pequenas ou nenhuma em alguns aspectos. E a partir daí a gente
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chama isso de lei. Por quê? Porque são padrões que não são tão variáveis. A
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velocidade da luz no vácuo é um padrão, mas quando você aplica ela no universo, você percebe que dependendo do que
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acontece ali do do estado que ela tá passando, você tem uma diminuição na velocidade da luz, inclusive na água.
1:34:55
Simples, né? E citar o Ototângelo como fonte, com todo respeito ao Otângelo, é
1:35:00
muito estranho, porque eu acabei de abrir o artigo de um astrofísico e o Roberto me falou para ler para ler o livro do
1:35:06
Otângelo, que para quem não sabe, ele é um desenhista de maquinário industrial e isso não é demérito de forma alguma.
1:35:12
falando em apelo à autoridade, né, porque o meu foi justificado, eu vou falar de um apelo à autoridade não
1:35:18
justificado, que é o da questão do Stephen Hawking. Olha, vocês estão fugindo do Stephen Hawking, os cacetes.
1:35:24
Não, ele demonstrou qual parâmetro ele estava usando para falar sobre o ajuste.
1:35:30
Ele falou sobre o quê? velocidade da taxa de expansão que levaria um colapso se fosse diferente em um aspecto. E ele
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demonstrou ali inclusive matematicamente, que eu acho que vocês tm que tem que entender um pouquinho de matemática também, é importante, ele
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demonstrou ali matematicamente que com a a amost na amostragem que ele utilizou,
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o universo colapsaria na amostragem que ele utilizou. Nossa, mas ele é um
1:35:55
físico, vocês estão fugindo dele. Não, a gente ouviu, a gente ouviu o apelo à autoridade de vocês. O problema ele não
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é o único físico que existe. E outra, ele não trabalha especificamente nessa área. Ele não se aprofundou
1:36:06
especificamente nessa área. E sim, tem físicos sim que defendem que existe uma espécie de ajuste, mas adivinhem? Nenhum
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físico defende o ajuste fino da forma que vocês defendem. Se o Paulo quiser falar agora, seria importante. Fala
1:36:18
sobre borel, Paulo, se for possível. É a questão ali do do limite de borel.
1:36:24
Hã, depende se você tá falando de de que nós podemos chamar de eh parâmetros
1:36:32
condicionados, tá? Se você tem certas situações, por exemplo, como falam aí
1:36:37
tanto que é a questão da origem da vida, né, da questão de que é basicamente de estruturas de reações químicas. Se você
1:36:44
tivesse isolado, situações absolutamente isoladas acontecendo, seriam seria um
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aspecto a ser avaliado. Porém, eh, dado essa esse encadeamento, essa
1:36:57
interdependência, só um instantinho, por favor, deixa eu desligar aqui. Tá bom, vai lá.
1:37:02
Eh, essa interdependência, tá, na verdade, ele não parte de de uma
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situação pretérita anterior, no caso zero. Ele tem já um mínimo de de
1:37:13
ocorrência. Se eu falo isso, por exemplo, numa cristalização, numa frase, numa situação de um magma, tá? Um magma
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que você tem, originalmente todo magma ele é máfico, ou seja, básico, ou seja,
1:37:26
novamente como se fosse um material eh à base, por exemplo, de peridoto, de de eh
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r blenda, de eh com algum outro requerimento, por exemplo, de quartos
1:37:39
acessórios desse material, tá? Dead vem, por exemplo, o granito. O granito,
1:37:44
então, é uma derivação, uma filiação magmática, tá? Então, se fosse assim de
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maneira isolada, o granito, por exemplo, teria que surgir eh em natura, tá? Sem
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essa sem essa derivação. Isso não ocorre, na verdade, tá? Ele ocorre justamente numa base, tá? Dessa
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derivada. Então, ele tem uma condicionante anterior. O mesmo pode ser pra vida. Eu não sou da base de biopoia,
1:38:07
não vou entrar aqui nesse nesse emérito, tá? Mas o fato então de você ter esses limites de matemática, ele seria para
1:38:13
eventos isolados e não intercadeados, tá? Que é onde você tem um background que seria formado anteriormente, tá?
1:38:21
Então, basicamente nesse sentido. Você quer falar mais alguma coisa? O o o por é a questão do limite do de Borel, que é
1:38:27
uma das coisas que acho que o MES tá tendo infarto aí no chat, né? Que é impressionante que a gente vê diversos
1:38:32
aspectos da natureza diariamente que que excedem o limite de borel, mas para vocês são tratados como natural. Daí
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quando uma coisa que vocês nem consideram as variáveis, como por exemplo quimos seletividade no nosso universo paraa estruturação do universo,
1:38:44
vocês dizem que ultrapassa o limite de borel logo não pode acontecer. Engraçado, quando você joga um dado para cima de 100 lados também, você acaba
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extrapolando. E aí, como é que fica? É impossível cair no número, não é, né? Pois é, é só isso. Só para não
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extrapolar o tempo aqui. Tá ótimo. Maravilha. Beleza. Agora é a réplica,
1:39:03
viu? A galera tava cobrando aí, é porque eh vai chegar agora o momento da réplica dos queridos Roberto e Jeferson, tá
1:39:10
gente? Então tá tudo, não tô tão ruim assim, eu acho que não.
1:39:15
Quer a palavra? Vamos lá. Vamos lá. Quem começa? O Roberto ou o
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Jeferson? Abra. Eu começo. Vamos lá. O tempo tá na tela. Calminha.
1:39:26
responder. Eu só vou responder aqui um problema, tá, do meu caro amigo polígrafo, é que o nosso amigo Otângelo é uma
1:39:34
pessoa extremamente dedicada naquilo que ele faz. E o livro que eu citei dele,
1:39:39
ele teve a dedicação de escrever 2000 108 páginas, tá? Ele publicou em 2024,
1:39:47
ele publicou na Amazon, tá? Tá numa livraria de renome conceituada.
1:39:53
E esse livro dele, assinatura do Criador no Cosmo, explorando a origem, o ajuste fim e o design do universo, é um livro
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que tem boa aceitação. Inclusive lá fora já vi pessoas citando o livro dele. Agora, o fato de você não gostar de um
1:40:06
escritor criacionista ou um ou um escritor do inteligente não
1:40:11
desqualifica. E o fato de Oângelo não ser um físico, um químico ou um biólogo e ser o que você falou, ao contrário do
1:40:19
que você tá falando, o qualifica como uma pessoa extremamente esforçada e dedicada a querer aprender uma área a
1:40:25
qual ele sente prazer. Então ele é um entusiasta. E falando em entusiasta, Darwin também não teve formação em
1:40:32
biologia, né? Darwin tinha a formação mais para ser um padre do que para ser
1:40:37
um biólogo, né? O que ele poderia ter concluído, que seria mais próximo era medicina e meter o pé porque não foi
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capacitado. Então, me desculpa, se nós fôssemos usar o mesmo critério, nós não poderíamos citar Darwin, mas Darwin, ao
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contrário, polígrafo, foi uma pessoa extremamente dedicada ao que ele fez, uma pessoa extremamente capacitada, mas
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ele não era um profissional da áre. Ele foi uma pessoa que se dedicou a uma área e se tornou um especialista por
1:41:05
dedicação. Então, se você desconsidera as pessoas que se dedicam, você então tá desconsiderando muitos
1:41:12
grandes nomes, inclusive o próprio Charles Darwin. Então, me desculpa, hoje o naturalismo existe graças a um leigo.
1:41:20
Charles Darwin era o que para vocês hojeam chamado de uma pessoa leiga. Agora, será que ele realmente era
1:41:27
inapto? Não, ele se dedicou, ele pesquisou, ele foi a campo, ele coletou material, ele era uma pessoa capacitada,
1:41:35
mas por autocapacitação. Então não vamos desmerecer as pessoas que se autocapacitam, como no caso do nosso
1:41:42
amigo Lotângelo Graço, tá bom? Porque senão vamos começar a fazer com o mesmo demérito com o próprio Charles
1:41:47
Darwin, que também foi uma pessoa que se autocapacitou. Agora, sobre a questão do limite de borel, é um troço extremamente
1:41:55
complicado que vocês ficam fugindo. Por que que vocês têm medo dessa questão da improbabilidade dos eventos? Porque
1:42:02
parece que vocês falam como assim: "Ah, o universo é facinho de aparecer, vamos fazer uma simulação ali que vai dar tudo
1:42:08
certinho". Não, não é assim. O universo é extremamente ajustado e a e o próprio
1:42:13
brinquedinho do universo box é um trabalho enorme de programação e ajuste.
1:42:20
Mesmo Sandbox não se comparando a esses super computadores que você falou, Polío, ele é extremamente ajustado,
1:42:26
extremamente complexo e ele trabalha com leis extremamente específicas. exatamente que é o ponto central do
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problema, como processos específicos, complexos, poderiam surgir por si só,
1:42:40
como o universo finamente ajustado poderia emergir por si só. Esse é o grande ponto. Se esse universo não fosse
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ajustado, nós não poderíamos estar aqui, porque as leis físicas e químicas permitem a nossa vida. A partir do
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momento que essas leis físicas e químicas não sejam as que elas são hoje, nós não estaríamos aqui.
1:42:59
Se talvez exista uma outra forma, uma outra lei, uma outra física, uma outra química que permita a vida, eu não
1:43:06
conheço, nenhum de nós conhece, mas sabemos que as leis físicas e químicas permitem a nossa vida e elas se
1:43:13
modificaram e não queriam a vida que temos hoje. Isso é um fato. Provavelmente, usando a lógica, não
1:43:19
teríos formas de vida nenhuma. deixar pro meu amigo concluir agora.
1:43:28
Bom, eh, falar da questão do ajuste fino, né, do ajuste fino e da vida e da
1:43:36
da disso ser hostil para a vida. Aí ele diz que é absurdo eu achar que o ajuste
1:43:42
fino e um ambiente hostil à vida não é uma contradição entre ajuste fino e
1:43:48
origem da vida. OK? Só que no meu caso, ô polígrafo, eu eu sou do design
1:43:54
inteligente, então me baseio no ajuste fino naturalista, entende? Dentro de um
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parâmetro, de um cenário naturalista, é lógico que o ajuste fino
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no sentido da vida. Só que quando a gente trata dentro do escopo da teoria
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do design inteligente, a teoria do design inteligente também estabelece ajuste fino para a vida. Não é só o
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ajuste fino eh local, o ajuste fino do universo, é o ajuste fino pra vida também. E ele é necessário e até vocês
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têm que apelar para algum ajuste, né? Porque não tem como você eh chegar à vida sem requisitos, né? Para que possa
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se chegar à vida. Maravilha. Maravilha. Ô Brito, Brito, como nós consumimos 30
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segundos aquela hora, pode dar mais 30 segundos aí que eu é justo. OK. completo o argumento, querido.
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Então, é que eh na questão, né, de que eles falaram que a vida para ele existir, você tem que atender uma série
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de uns uma série de critérios, mesmo dentro de modelos eh naturalistas, eles vão ter que obedecer critérios
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específicos. Isso configura irredutibilidade, entende? Mesmo dentro de cenários
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naturalistas. E para nós que somos do design, nós temos eh ajustes
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arbitrários. Esses ajustes, eles são ajustes de uma mente inteligente, de uma
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mente de uma causa adequada que vai além de matéria e física, que é a única coisa que o materialismo tem, é química,
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física, eh matéria e energia. É tudo isso. Emerge disso, emerge de matéria,
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emerge de física, emerge de partículas e só é isso que materializa tem.
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Maravilha, querido. Eu botei de ciclo, não se assustem, não. Foi só para ter o norte. Eh, maravilha.
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Obrigado, querido Jeferson. Vamos lá, deixa eu restaurar aqui o tempo, tá? Gente, nós chegamos no momento de dar
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uma atenção pra galera do super chat, tudo bem? 3 minutos para cada dupla responder a galerinha.
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Ã, vamos botar aqui logo o clon. Vou deixar logo aqui o de três. O de três já tá
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aqui. Então vamos seguindo, gente. Obrigado pela teleevidência de você, por
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televidenciarmos aí, nos televidenciar e e pelo super chat, tá galera? Temos 14,
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gente. Eita, é o somebody love. Vamos lá. Eh, temos o primeiro super chat
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doisão aqui do fé e ciência. Obrigado, querido. Shalom para você. O ajuste fino
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é explicado porque Deus existe. TDI wins. Tá, não foi uma pergunta, mas é
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lido por respeito, né? Obrigado pelo super chat, viu, querido. Eh, temos aqui agora,
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ã, Calandrinocesar. Vamos lá, doisão. Obrigado, querido. Sem
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quant sem quanta, o ajuste podemos afirmá-lo. Quem quer quem quer começar
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sem o qu? para eles. É para eles, porque eles não quantizam, eles não fazem a quantificação desse ajuste, né? E eles
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ainda acham que eles podem utilizar isso daí como argumento. Maravilha. Então, vou soltar aqui 3 minutos para o Roberto e o querido
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Jeferson eh responderem. Valendo.
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Eh, eu falei do ajuste fino. O ajuste fino ele é sobre mensurabilidade, mano.
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Meu Deus do céu, cara. Pô, quando a gente fala sobre ajuste fino, eu falei no começo da live. Quando eu utilizo o
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ajuste fino, eu estou falando do quê? Eu estou falando de parâmetros. Esses parâmetros são mensuráveis. O ajustifino
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é sobre isso, é sobre esses parâmetros. Então, foi citado lá os números, né? E aqueles números eles são realistas e as
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alterações são hipotéticas, são conjecturas. Se você altera um número tal, vai acontecer coisa tal. O número
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em si, ele é mensurável, ele é quantificável. Então, o ajuste infino é sobre algo quantificável.
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Entendeu? Acho que meu é tão fácil de entender isso. A gente fino é sobre números, sobre números quantific é sobre
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algo quantificável. E esse essa coisa que é quantificável, por que que ela é
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desse jeito? Entende? Por que que ela não é de outro jeito? E se ela fosse de outro jeito, o que aconteceria?
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Basicamente o nosso argumento é esse. Eu, no caso, eu vou dizer que eles foram ajustados por uma força externa, foi
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ajustado por um design, designer inteligente. Ele quem ajustou. É um, foi
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uma algo arbitrário, né? Não emergiu da matéria de energia. O ajuste fino para nós não é aparente. Não foi a energia
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matéria, matéria energia física que fez o esses ajustes de emergirem. surgiu
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porque surgiu pelo movimento, uma matéria energia, matéria energia em movimento acaba se configurando e acaba
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criando planetas, estrelas porque vai se formando, vai se movimentando e vai se expandindo a expansão do universo e tudo
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vai se formando, tudo vai se criando, entende? vai se criando porque você tem lá reações dentro do universo emergindo.
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Então é aí tem uma aparência de ajuste. Dentro de um argumento naturalista existe uma aparência de ajuste fino, mas
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não existe ajuste fino nenhum para um naturalista. Para nós existe. Passo pro Roberto.
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Exatamente. Eh, é como olhar para um copo, né? Você pode ter um copo pela
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metade, você pode dizer que ele está meio cheio ou está meio vazio.
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Depende daquilo que você quer ver. Quando você olha pro universo e você olha todas essas constantes que nós aqui
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estamos debatendo, você pode considerar isso e ignorar os dados, inclusive dados
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que ultrapassam o próprio limite de borel. Ou você pode olhar para esses dados e considerar isso como uma prova
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de que existe um ajuste fino. Lá no comecinho da live, né, existem problemas
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com relação à questão da gravidade, à formação de estrelas e até mesmo de sistemas e galáxias. E eles usam a tal
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da matéria escura para explicarem isso. Ninguém vê a matéria escura, mas se
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aceita pelo efeito dela. Agora, quando se cai para uma entidade, o único objetivo deles é negar.
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Maravilha, querido. Obrigado pela resposta. Obrigado pelo super chat de doisão aí, tá? Eh, vamos aqui o
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Aristóteles. Aristótes também é cadeira cativa, viu, gente? Obrigado, Aristóteles. Doisão. Excepcional noite,
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galera. Eh, deixa eu colocar meus queridos aqui. Vai excepcional noite, galera. Léo Paulo, vocês são top. Foi um
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elogio aí, viu? Aí, ó. É o público aí fazendo presença aí, viu? Vamos lá. Jess
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Godinho também aí. Cadeira cativa gente aqui é amigos cincão. Obrigado, amigos.
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Desafiem os debatedores, deixem perguntas difíceis no super chat. Então, é uma dica aí, sugestão, apoiando aí o
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canal. Obrigado. Eh, vamos lá, vamos lá, vamos lá. Fé e ciência.
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Eh, qual é a natureza da causa que levou a 26 constantes do ajuste serem como são
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para a vida? Aleatoriedade, sorte, acaso ou inteligência superior? Olha aí a
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pergunta feita aí. E aí, 3 minutos aí para quem quiser, quem vai começar, quem vem, quem vai
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quer começar falando, Paulo? Então vou lá rapidamente. Bom, eu vou gastar só 20 segundos aqui.
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Improbabilidade é diferente de impossibilidade, tá? Então, eventos que são que são difíceis não são
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impossíveis. Só para continuar aqui. Então, agora, bom, como nós só temos esse universo, nós mais uma vez o
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espaço, esse espaço amostral, tá? Nós só podemos aventar, nós só podemos hipotetizar com simulações dentro do que
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nós conhecemos, dos parâmetros que existem nesse próprio universo, tá? Com isso, com essas variações, é que se
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chegou a conclusão que existe a possibilidade de vida. A possibilidade de vida. Eu não tenho outra alternativa,
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tá? Eu, você pode até dizer que tenha sido intencional, OK? para mim não há problema nenhum, mas para dizer eh não,
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eu não, como eu não tenho outro outros universos para fazer essa essa avaliação do que você está dizendo, fé e ciência,
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tá? Nós só podemos trabalhar com essas simulações. Se existe possibilidade com variações fora do que chama de find tune
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da possibilidade de gerar vida, tá? Então me leva numa questão de parcimônia, aplicando a navalha de me
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dizer que isto é um elemento natural e não houve nada de teleologia, não houve
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nada de planejamento. Diga lá, polígrafo. É, isso daí é bem simples, né? ele faz
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ali uma simplificação em relação às constantes, trazendo as 26 como ajustes. E algumas delas, inclusive, como eu já
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citei, elas podem ser variáveis dependendo do meio que elas estão interagindo. Não que elas não sejam eh
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constantes ainda no vácuo, mas quando a gente varia, por exemplo, a constante de
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estrutura fina e a carga do elétron, a gente ainda permite a química estrutural. Então, como assim as constantes não podem ser modificadas?
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É uma simplificação muito muito ruim, na minha opinião, quando você traz essa questão e não explica absolutamente nada
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sobre ela. Eu só queria avisar os senhores novamente que eu compartilhei
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um artigo na tela. Eu demonstrei ali parâmetros que ó, de novo lendo, a força
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da gravidade poderia ter sido 1000 vezes mais forte ou 1 bilhão de vezes 1 bilhão
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de vezes mais fraca e as estrelas ainda funcionariam como motores de queima nuclear de longa duração. E a força
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eletromagnética poderia ter sido mais forte ou mais fraca por fatores de 100.
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Quando eu citei isso, ninguém citou nada. Os parâmetros variam e universos ainda
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são possíveis. Essa que é a questão. Não existe. E eu
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quero, tá, tá fazendo não com a mão. Então eu quero que você, por favor, me explique o que que tem de errado nesse artigo aqui, caso seja possível. Aonde
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que o nosso amigo aqui, o Fred Adams, ele errou. Me explica aí. lê ali, já que
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você falou que sabe mensurar as coisas, aproveita, compartilha aí para mim que eu tô no meu tempo de resposta ainda.
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Esse, esse, esse seu exemplo que você deu aí, é, ele é não, não, a minha meu tempo de resposta. Calma aí.
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Não, não, não, querido. É o tempo do polígrafo, viu? É, é, rapidinho, eu quero que você demonstre aqui, ó, quando a gente faz
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aqui a matemática, como é que você faz para quantificar essa questão que
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você está falando? Os parâmetros aqui é de densidade. Como que você fala aqui? O que que tá errado aqui nesses parâmetros
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de densidade apresentados por Fert e Adams? Pode explicar agora. Eu te dou meu tempo. Fica à vontade. Vou até dar
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um aqui para você. Fala. É que na verdade é que na verdade acabou, acabou agorinha.
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É que são, é que são ajustes arbitrários. Um minuto, se ele quiser ler aí, tá? São ajustes arbitrários, não são
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realistas. Não são, não é totalmente realista, é parcial,
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tá? O que você tá apresentando a escala de 1 bilhão mais fraco é parcial, meu amigo. Ó, maravilha. Ó,
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ó, ajustes arbitragos são inevitáveis quando se tenta salvar a habitalidade de universo, muito diferente, porque é
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preciso compensar muitos efeitos desconhecidos.
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Existem efeitos desconhecidos ou não tem? Você tem que compensar tudo aí é arbitrário, meu querido. Tô falando
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agora, mas é óbvio que você tem que fazer as variações para poder simular e ver as consequências. Você quer que faça como?
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Ah, não pode ser de forma arbitrária, meu querido. Não, ele não fez de forma arbitrária, tá aí no texto.
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Não, os ajustes tem que ter ajustes arbitrários. Não, não é ajustes. São, veja só, o fine
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turunning, o fine sugere ou um número preciso ou um intervalo. O que o cidadão
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fez foi fora dessa faixa, tá, ver os desdobramentos para ver se gerava a
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possibilidade de algum universo que tenha, que a gente conhece das condições de gerar vida. É só isso.
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Universo hipotético. É universo hipotético. Hipotético porque ele ele quer que você crie um universo
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novo. Você quer que eu crie um universo? Não, não, não, não, não, não. Eu estou falando do modelo e da hipótese desse
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modelo. É uma simulação onde você tem os parâmetros que estão no universo cosmológico. Veja, eu ali não vi o
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artigo todo, mas são os parâmetros cosmológicos. alguma coisa inclusive de natureza até de menor escala, por
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exemplo, de galáxia e de sistemas solares, tá? Ele fez isso aqui e fez essas variações fora do que se chama do
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fine Tunning para ver os desdobramentos. É óbvio que tem que ser dessa maneira. Nós não nós não temos como recriar um
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universo real. mudou o equilíbrio hidrostático. Ô, ô, polígrafo, o que
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você não consegue fazer nessas nessa, nesses nesse, nessas simulações e
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não, deixa eu só falar pro polígrafo. Polígrafo, o que você não pode fazer nessas simulações é excluir design
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inteligente. Você não consegue. Você consegue. É óbvio, mas ninguém tá preocupado com o design
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inteligente. Jeferson, você não entendeu ainda. A simulação
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arbitrária. A simulação. Deixa eu pedir, deixa eu pedir uma licença aqui para vocês, meus amigos.
1:57:13
Mas tem problema. Eh, eh, passou até, passou,
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passou até dois minutinhos que foram foram dados um minuto para vocês responderem. Eh, passou até um pouquinho
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mais, só que vamos retornar aqui pro pro super chat. Questão de dinâmica, a galera tá esperando também, tá certo?
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OK. Tá, vamos lá. Eh, já tinha, já passou até mais de 2 minutos aqui. Vamos, vamos lá. Deixa eu, deixa eu voltar aqui, tá bom?
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Eh, o Roberto quer pontuar sobre essa pergunta, correto, Roberto?
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Eh, qual é a pergunta? Lei de novo que fizeram uma bagunça que só Não, mas
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qual é qual é a Oi, falou o que, querida? Essa pergunta foi pra gente na passada,
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foi para eles e a gente não teve tempo para responder. Você não, você respondeu e botou o
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artigo, lembra? Polígrafo, deixa ele responder. Deixa
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ele responder. Não, entendi. Entendi. É outra para mim, por isso que eu puxei. É outra, é outra, é outra questão. Isso
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mesmo. Desculpa, perdão. A Terra, a Terra tá se afastando do Sol.
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Obrigado, querido. Naoseomita dois. Obrigado, viu, querido. A Terra tá se afastando do Sol. É ajuste fino mesmo.
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Aí acho que já é mais direcionado para, né, os nobres. Eh, Roberto e o Jeferson.
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Fica com vontade, querido. Bom, ele tá fazendo um dado que eu não
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sei se é real ou não. Sou sendo sincero com você, eu nunca ouvi falar sobre a questão da Terra tá se afastando do Sol.
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Eu já ouvi falar que a luz tá se afastando da Terra, mas não que a Terra está se afastando do
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Sol. Então, para mim é novo, eu não vou falar algo que eu não sei, hein, Roberto? Aproveite e use a própria
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lua, então, que a lua se afastando, você vai alterar uma série de parâmetros aqui na Terra. E daí?
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Então, uma vez eu fiz essa pergunta sobre a a Lua se afasta da Terra no modelo de vocês. A minha pergunta ficou
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sempre perguntando assim: "Qué como é que a Lua tava tão perto da Terra e a força da gravidade nunca fez a Lua colidir com a Terra?"
1:59:20
Como é? Pergunta, eu não tenho, eu não tenho, eu vou ser sincero contigo, Dr. Paulo, eu não tenho a especialidade para
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poder chegar e concluir uma afirmação. Eu tô falando como leigo. Se a lua estava tão aberta, era em relação direto
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à massa, como a lua não se colidiu com a terra? Quer que eu responda isso daí? Ô, po,
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po, responder, da lua da terra. Deixa eu falar aqui, deixa eu falar aqui
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rapidinho, ó. Parar o tempo rapidinho aqui, gente. Ó, eu parei o tempo, tá?
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Vamos fazer o seguinte, ó. Como tá para para que a resposta seja dada na sua
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conclusão, vamos deixar os 3 minutos para cada um responder sem interpolação, tá certo? Eu parei o tempo aqui, deixa o
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Roberto eh responder aí, a vez que for do eh da dos dos oponentes, eles terão
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também o seu tempo, a dupla de responder sem interpolação para poder não, né, não não bagunçar um pouquinho. Tá bom? Vamos
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lá. Vou soltar de novo, Roberto. Valeu, querido. Eh, vamos lá. Primeiramente, né, tava
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indo tão bem na live, né, com a moderação tranquila, né, cada sem ninguém interpolar um ou outro. De repente, não sei porque o polígono
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começou a interpolar em cima dos outros. Dr. Paulo aproveitou também tá interpolando. Isso não é legal paraa live. Eh, vamos lá. Como eu falei no
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comecinho, eu não posso falar sobre a questão do afastamento da Terra do Sol, mas sabemos que essas questões de afastamento a nível cosmológicos gera um
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desajuste e vai gerar consequências. Por exemplo, se a luz estiver mais perto da Terra, isso alteraria, por exemplo, as
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maréis. As mareles ficariam mais altas. O que é um questionamento é que se realmente a lua no passado estava
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próxima à Terra, então como eram essas maréis? Será que elas realmente permitiriam a vida? Será que haveriam
2:01:03
continentes? Bom, eu não sei porque isso tudo é hipotético, teria que fazer tudo por meio de simulação. Agora nós sabemos
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que a lua está infuncional, as maréis funcionais, nós sabemos que a distância atual da Terra do Sol permite o clima.
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Inclusive, a própria rotação da Terra, né, nesse ciclo de basicamente quase 24
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horas, permite que a temperatura seja regulada, a humidade seja favorável para
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que a vida exista, ou seja, a distância da Terra com o Sol, o que a composição da nossa biosfera, a existência dos
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oceanos, a própria existência de mar, ou seja, todos os processos que hoje estão
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funcionam para permitir com que a vida se mantenha. Qualquer mudança, até mesmo
2:01:46
na vegetação, impactaria todo o clima terrestre, todo o ecossistema. Logo, a
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melhor inferência para um sistema tão frágil e funcional como a vida na Terra
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é um ajuste fino, um agente criador que trouxe todo esse processo com propósito,
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que se encaixa melhor com um agente inteligente do que com processo cego e aleatório, que inclusive, não sei porque
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vocês gostam tanto de defender isso, uma vez que não há nenhuma evidência de que processos cegos por si só consigam gerar
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esse nível de ordem e sintonia. que nós encontramos em nosso planeta.
2:02:26
Maravilha. Vamos para Vamos para adiante. Vamos adiantando. H,
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temos aqui o o o mesmo amigo aqui mandou eh outro doizão. Obrigado, Jeferson.
2:02:39
Mostra que tem dado para caramba. Parab.
2:02:45
Enfim, não foi uma pergunta. Eh, obrigado pelo doisão, viu, cara? Eh, Roberto, aqui, ó. Acho que desrespeitoso
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isso, né? Eu não tinha, eu não tinha. Eu peço até perdão. Eu acho que ele tá falando que você não apresentou dados. Eu acho que não foi
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malicioso. Eu acho. Não, não é, é trocadilho. Eu não, eu, eu, eu, eu confesso, eu
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confesso que se foi, eu confesso que se foi na maldade, eu é que vou até pedir perdão, tá? Que eu não eu não maldei, eu
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não foi, não foi, não é do meu caráter fazer isso aqui como moderador de desrespeitar vocês aqui jamais, tá?
2:03:16
Então, se foi uma coisa que eu não moldei agora que eu peguei lei assim, né, naturalmente, pensando que era até
2:03:22
uma pergunta de novo, então peço perdão a você, viu, Jeferson? Me perdoe, tá? Se foi uma coisa que que foi lhe direcionado com desrespeito, tá bom?
2:03:30
Gente, vamos aliviar, galera. Roberto, eh, Roberto, simular é para aprender.
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Exemplos, não exemplos na aviação, meteorologia,
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eh, geologia, biologia, etc. Isto é para criar modelos melhores. Você, Roberto,
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perdão, viu Jeferson, não foi maldade não, tá? Não, juro a você que não foi, não foi pergunta não. O cara da frase
2:03:54
não foi o cara que mandou. Eh, agora eu posso falar falar. Bom, realmente, né, realmente a
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simulação é para prever, é para simular, é para ajudar a sociedade. Concordo com você plenamente. E exatamente por isso
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nós podemos simular processos, inclusive esses processos de turbulência, ainda que seja difícil serem feitos. né? Quem
2:04:15
estuda essa questão de turbulência sabe como é imprevisível os processos de formações, por exemplo, de eh de furacões, de eh tornados e etc. Mas as
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simulações são importantes paraa ciência, são importantes paraa sociedade. E as simulações só existem
2:04:32
porque nós trabalhamos com leis e padrões que se repetem. A ciência depende de padrões, a ciência depende de
2:04:39
leis. E quando você traz um tema como a juste fino, o que você tá evocando é a ciência. Você tá invocando as leis, você
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tá invocando a constância, a previsibilidade. E aonde você consegue replicar esses
2:04:52
processos? Processos de simulação. Processo de simulações, você consegue transformar de forma previsível. Imagine
2:04:58
se alguém pegasse um simulador de qualquer coisa e ficasse toda hora alterando as constantes no meio do processo. Qual seria a utilidade desses
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desses desses processos? Nenhum. Seria imprevisível. Então, um universo que ele é previsível, que ele possui constantes
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ou como aqui a gente tá usando o termo, que ele possui um ajuste, é melhor explicado por uma inteligência.
2:05:19
Ou você vai considerar que as leis são perfeitas e funcionais paraa vida sem
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nenhum propósito, o que é extremamente improvável, como eu já citei o artigo da
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de Penhose aqui, que inclusive foi prêmio Nobel e a probabilidade da
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realidade nossa atual, somente dentro da termodinâmica a qual Pense traz, é de 10
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elevado 123. E o limite de borel, ou seja, o limite da lógica que vocês estão
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aqui ignorando o tempo todo, né, é de 10 elevado 50. Ou seja, qualquer número que
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ultrapasse 10 elevado 50 é estatisticamente impossível de se falar,
2:05:59
de ocorrer. E como é que vocês não consideram isso isso? Porque se vocês considerarem o limite de borel como um
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valor real, que é real, que tá dentro da ciência, simplesmente tudo que vocês
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dois estão fazendo aqui, tanto o Dr. Paulo quanto o polígrafo, é inútil, porque todas as probabilidades são
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extremamente baixas quando se fala no universo e na vida. Tanto o universo
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como a vida demonstram extremamente ajustado, extremamente eh sintonizado.
2:06:29
O próprio sistema genético, a própria improbabilidade de uma formação de vida ocorrer, de uma organização molecular
2:06:35
aleatória que ocorrer e formar a vida, mesmo que seja uma estrutura hipotética e reduzida, é basicamente zero,
2:06:43
entendeu? É muito maior do que o próprio limite de borel, muitas e muitas vezes maior do que o limite de borel, mas isso
2:06:48
ninguém quer falar. Por que que não querem falar? Porque vocês trabalham com algo que é estatisticamente impossível.
2:06:56
Agora, o fato de haver um consenso entre vocês que não é impossível por uma questão de crença pessoal, isso é o
2:07:03
respeito, mas é apenas crença de vocês, não é ciência.
2:07:09
Maravilha. Obrigado, Roberto. Não, Jef, eu sei que você naquela hora não se dirigiu a mim, mas eu eu por ser minha
2:07:15
obrigação também preservar a a imagem de você no não ser desrespeito todo, se
2:07:21
houve ali naquela hora uma conotação pejorativa de maldade, eu eu que a minha
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obrigação era pelo menos não ter colocado, tá? Não foi por maldade. Tá bom, eu peço perdão a você.
2:07:31
Sem problema, viu? É só eu sei que você não se dirigiu a mim, eu sei, eu compreendo. Tá bom.
2:07:37
Eh, Jeferson e Roberto, o Léo tava noutra live que vocês não sabem lidar
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com números. Eh, eu não sei o que se trata aí com vocês, vocês sabem mais. Vocês poderiam
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mostrar que ele está errado resolvendo essa equação aqui, ó, que tá na tela. Eh, é o que tá colocado aqui. Eu vou,
2:07:57
deixa eu colocar o tempo aqui, gente. Restaurar o tempo. Valendo, querido, você e Roberto, viu?
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Roberto, Roberto. Oi, tudo bem? Eu nem consigo ler, você vai ter que
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ler. Qual é a equação que ele colocou?
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X² - 5x + 6 = 0.
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Isso eu também tô, tá? E se refere ao quê?
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Eu eu juro que eu não eu não não entendo o contexto da situação dessa outra live.
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Eu só tô pegando lendo, trazendo uma informação. Primeiro que eu sou formado em biologia, não em física e nem sou
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professor de matemática. Ele me traz uma pergunta de dentro da área da matemática, sem apresentar o contexto
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que ele quer abordar para eu começar a responder algo que eu nem sei do que que ele tá dizendo e não é nem minha
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especialidade. Literalmente isso nem deveria trazero para uma live. Mas falando em matemática, aproveitando
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a deixa da matemática, eu quero saber dos meus amigos ateus como vocês vão lim
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trabalhar com o limite de borel, porque até agora vocês vão trabalhar com as improbabilidades matemáticas da que
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aparecem com relação às constantes. Se vocês considerarem, continuarem
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dizendo simulação ou que o universo é um para um, porque só conhecemos um, então é assim, pronto,
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não há o que se discutir, porque todo processo específico, uma vez
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projetado, a razão vai ser de um para um. Se eu criar, por exemplo, o universo do Super Mario, só existe a realidade do
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Super Mario. Se eu criar o universo do Donkey Kong, só existe a realidade do universo do Dok Kong. Se eu criar a
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realidade do universo do Minecraft, só existe a realidade do universo do Minecraft. Aí vocês vão dizer: "É um para um,". Mas quantas realidades
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possíveis são possíveis de ser feitas por criação? E outra, não conheço nenhum universo criado que não usasse
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inteligência por trás. Não há nenhum processo de simulação que não existe uma inteligência guiada por trás. Não existe
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nenhum game que saiu por um processo aleatório do caos e seja organizado e divertido para se jogar. No dia que
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vocês chegarem para mim me apresentarem qualquer universo virtual de games que foi produzido por processos cegos aleatórios e que alguém queira jogar
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ele, talvez eu até brinque com ele, considere que a evolução faça algum sentido. Mas enquanto todo o processo de
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construção de realidade, inclusive simulações para diversão, forem feitas por inteligência, a maior prova é que
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quando você encontra especificidade, complexidade e um sistema ajustado, finamente, há uma causa inteligente.
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Porque nós quando fazemos isso, produzimos os mesmos efeitos. Isso é ciência, isso não é especulação. Falar
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contra isso é falar contra a ciência, falar contra a lógica é falar contra os dados. Então, se vocês têm algum dado de
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algum processo aleatório tenha surgido ou até mesmo, como o amigo trouxe aqui, uma matemática, não sei calcular, possa
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surgir sozinha, OK? Vocês estão provando alguma coisa. Até lá estão falando apenas bobeira.
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Nossa, maravilha, gente. Ele, mas ele fez uma pergunta. Posso acabar com esse negócio de limite de borel logo
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rapidinho, 15 segundos? É, é porque é porque e eu vou o o maior
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criticado é o maior criticado de rodada final. Deixa na rodada final.
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É porque assim, o sabe como é que é, né? Ah, tá puxando p, tá puxando. Eu já conheço como é que é.
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Tá bom. Não pode não. Mantém, mantém a estrutura do que foi acordado. Ô, BR.
2:11:32
Não, se ele quiser um minuto. Quer um minuto? Eu quero. Eu quero menos, na verdade. Não, pode ser. Pode ser. Eu, eu gostaria
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eu gostaria de interagir com vocês dois. É, por 15 segundos, no máximo. Eu só vou perguntar e eu quero saber. Vocês sabem o que é escala local e escala universal?
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Eh, isso é uma pergunta. É lógico. Não, não. Eu, você queria responder.
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A gente tá falando do limite de boral. Não, tudo bem. Mas isso tem a ver com o limite de boral. Vocês sabem o que é escala local, escala universal? Você
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quer só falar não, cara. Você queria responder uma coisa. Tá, a resposta é não. Tá tranquilo. Do
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chat, tá? Resposta é não. Não, calma. Eu vou responder a questão do chat. Calma. A
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questão é: vocês vocês conhecem o efeito de múltiplas tentativas na na lei de Borel? Quer
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não, também, né? Sabe qual que é o problema? Que a lei do Borel ela foi utilizada, inclusive ela é bem bem, como que eu posso dizer? Ela é
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bem debatida, porque existem muitos parâmetros, inclusive na nossa no nosso limite local, que
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aumentam aumentam não, né? São maiores. Eu tô tentando respeitar, na verdade, por isso que eu não tô falando. É por
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isso que eu não tô falando. Tô tentando respeitar, entendeu? O espaço é só isso. Não, não é não. Você sabe disso. Vai, pode continuar. Eu não vou responder
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mais, rapaz. Eu tô falando com com microfone mudo. Misericórdia. Ô, Léo, me me me
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desculpa, eu vou interpolar, vou vou parar aqui, ó. Como não houve uma uma concordância tanto do seu lado do de sua
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parte dos amigos, vamos continuar o perfeito
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o a ordem, tá? Tá bom. Porque é bom assim que tipo assim, você propôs uma coisa e os oponentes eles concordam.
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Como não houve até o que até então não tá aparecendo que não houve a concordância em Sim e e sim de
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continuarmos com o super chat. Vamos continuar, viu, querido? Me desculpe. Tá bom, sem problema. Não, imagina. Fica em paz.
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Vou continuar só com com o que foi acordado aqui, tá bom? Vamos lá. Super chat, galera. Eh, bom, pronto, tá
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beleza, doisão. Obrigado de novo aí, participante aí ativo no super chat. Roberto, você poderia me ajudar na
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segunda lei de Newton? É pro Roberto. Querido. Roberto,
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pode falar. É com você. 3 minutos.
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Bom, eu não sei porque tá me perguntando como se eu fosse um físico experiente em física, né? O tema aqui não era sobre
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como apresentar cálculos de física, mas tudo bem. Eh, Brito, eu vou pedir um favor para você na live que você
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silencie sempre o polígrafo, porque ele fica cortando as falas das pessoas o tempo inteiro. Fala dele apenas quando
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tiver na hora dele para poder falar, tá? Porque ele não fez isso uma nem duas não tem, mas tá fazendo isso de forma repetitiva. Seu parceiro, deu tempo,
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Roberto, professor Jeferson, do Jeferson, e tá atrapalhando o meu raciocínio, tá? Isso é o modo operante
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dele, isso é muito feio, que ele tá fazendo a live. Eh, com relação, eu já fui bem claro, eu não sou físico, eu não sou matemático. Eh, se vocês quiserem
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fazer uma pergunta para mim dentro do contexto geral que foi aqui abordado, do que nós falamos, eu poderia responder
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com todo o carinho. Agora, a questão das leis em si, a lei em si, toda a lei, ela
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segue padrão. Não importa que lei que você vai trazer para perguntar, eu posso nem saber qual lei que você está
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perguntando, mas ela vai ter um padrão. E qual é o padrão? Ela vai tender a ser universal. A partir do momento que uma
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lei fica se oscilando, mudando o tempo todo, você não tem nela previsibilidade, você também não tem uma lei. Então a sua
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própria pergunta de me evocar um cálculo, uma lei ou qualquer outra coisa que você queira tá dizer, mesmo que eu
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não saiba do que você se trata ou mesmo que eu não saiba calcular o que você tá falando, você apenas está confirmando
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que o universo é regido por leis e são leis complexas. Então, quanto mais complexa for a sua pergunta, quanto mais
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difícil for para mim, que sou uma pessoa normal, que não sou físico, sem saber responder, mas fica evidente de que os
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processos que estão por trás de nossa realidade são complexos. A minha formação, que é biologia, é extremamente
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complexa, é extremamente específica. Talvez a área mais complexa, específica. mesmo nas áreas em que eu me aprofundei
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demais, eu talvez não saiba 10 ou 20% daquilo. E outras pessoas que são da mesma área sabem até menos do que eu,
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dependendo da área que tá sendo falado. Ou seja, a biologia extremamente vasta. Então, quando você lida com estruturas
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complexas, específicas, com informação muito detalhada, com múltiplas variáveis, o que ocorre na biologia, ao
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contrário da física, que as variáveis são menores, já que as constantes tendem a ser mais fixas, são poucos os casos
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aonde existe uma dificuldade de se fazer algum nível de previsão, né? Como por
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exemplo, na física quântica, a qual a previsibilidade ela é reduzida, você trabalha com probabilidades
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e você trabalha com especificidade. Então, quanto maior a especificidade de uma estrutura, ou seja, quanto mais
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complexo específico for uma estrutura, mais improvável se torne trás um ajuste
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fino ou uma inteligência por trás dela. Como exemplo, eu posso citar a minha área, que não é que tá me trazendo aqui,
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mas a minha área de formação à biologia. E quando você vê, por exemplo, o código genético extremamente implicado, extremamente complexo, e você começa a
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calcular o limite de borel dentro disso, você começa a ver que é extremamente improvável, basicamente uma alucinação,
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acreditar que a cadeia de genes funcionais tenha surgido por si só, porque a física e a química não produzem
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tal nível de informação. Logo, processos cegos aleatórios são uma
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resposta literalmente incabível. Mara, maravilha, querido. Obrigado pela resposta, gente. Roberto, pronto. Agora
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temos aqui, ó, rapaz, o irmão aqui, obrigado, viu? Jogou uma sequência aqui
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bravo aqui. A origem da vida é um mistério, mas foi o design, não é uma
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pergunta, mas eu agradeço. Vou ler, né? Foi respeitoso. Obrigado aí, viu, Naose Omita, né, galera do do do
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Léo, né, chegando junto aí. Eh, 1.3 milhão cientistas discordam do ajuste fino. Não é a pergunta, mas tô lendo por
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educação e por obrigação, né? Super chat aí. Obrigado, viu? Esses parâmetros são falsos.
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Aí esses esses parâmetros aí, eles são ó pode responder essa foi pergunta não. Não foi pergunta não.
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Já é porque não foi uma pergunta. É que não, é que não foi uma pergunta, não teve.
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Esses é que esses números eles não são realistas. É isso que eu tô falando. Não são realistas. Não são realistas. Quando for uma
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pergunta mesmo aí vocês dá para poder tirar Vamos um lá não existe aqui, ó, outro aqui. Não existia grade grade de
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biologia na época grade grade é grade de na época de biologia na época do Darvin.
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Tô com a visão fuleira, viu? Não existia grade de biologia na época de Darwin. E acho que foi relacionado e um argumento,
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né, que falou que Dar também não era formado. Vamos lá, Brito. Roberta, não, não vou. Me desculpe, viu? Eu não vou
2:18:24
que for falta desrespeito nem com nem com outro aqui, tá gente? Tá. Eh, o ajuste fino não ajudou a inteligência de
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alguns, não sei para quem. Eh, vamos lá. Eh, deixa eu ler primeiro, viu? É melhor
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eu ler primeiro meu ponto de equação aqui, ó. ele explicando aqui. Meu ponto
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cinco. Obrigado. Meu ponto com a equação é argumentar que se vocês não sabem de
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matemática, parece parece leviano que tragam probabilidade de matemática com o
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argumento do x qu- 5 x. Foi essa a questão, tá? Não é uma
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pergunta também, mas eu vou agradecendo. Vou lendo, né? Tem um aqui que eu não vou, viu? Me desculpe nó essa questão do
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de no tanto por cento para ser desrespeitoso não me me compreendo, tá?
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Eh, Roberto, a de
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é a de Omne não não é nem para um, nem para outro aqui. Eh, Roberto, se você não sabe de física,
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como seria eh pertinente estudar física para entender melhor o próprio ajuste
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ajuste fino que você tanto defende? Uma pergunta. Mas aqui tudo bem. Eh, uma
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pergunta cabível, eh, não é desrespeitosa, é apenas indagação. Roberto, se você não sabe de física, eh,
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não seria pertinente estudar física para entender melhor próprio a justifi que você tanto defende? Roberto, você tem
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seu direito de resposta com você? Eh, vamos lá. Bom, a intenção aqui da
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desse super chat, esse rapaz, é me descredibilizar. OK, faz parte. Você é um apecibilizar quem discorda de você.
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Isso é pertinente. Isso é previsível. Isso é uma questão comportamental, operante, que você tem partido, que eu,
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no meu ponto de vista, ele é infantil, não vai te levar a lugar nenhum. Eh, não tô querendo te desrespeitar, mas isso é
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literalmente tá te limitando, porque você não consegue ver por outros padrões. Eh, com relação à minha
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formação, a minha formação é biologia, tá? A minha área de especialização foi para área de educação integrativa em
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saúde. Eh, eu fiz pós-graduação em diabetes de complicações crônicas e pós-graduação em fitoterapia, o que não
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tem nada a ver com a física. Mas por um acaso, quando eu tava fazendo a minha formação em ciências biológicas, eu fiz
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um curso livre, tá? Eh, para receber horas extras curriculares, que foi feito
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pelo Observatório Nacional e foi um curso em astrofísica geral, tá? Eu fiz esse curso nacional em astrofísica
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geral. Na época eu estava escrevendo o meu livro sobre criação em pecado, enquanto eu fazia esse estudo. E na
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época, isso há uns 10 acho que uns quase uns 10 a 12 anos atrás, isso era um tema
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que eu lia mais. Eu não sou o maior entusiasta, né, nas lives sobre ajuste
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fino. Vocês podem abrir todas as minhas lives, vocês vão ver que eu pouco falo sobre ajuste fino. Eu falo mais sobre a
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questão do design inteligente, da complexidade específica, da complexidade irredutível. são os temas que eu mais
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abordo. E sim, eu estudo física como amador. Eu eu assisto até canais de Ateus como do do Heimer, a qual eu
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peguei aqui um exemplo, né, da questão do universo andox, a qual o nosso amigo Polío tá querendo sacanear aqui na live,
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mas o próprio Felipe Rim tava trazendo o sandbox para dentro das lives. Eu não vi ninguém acreditar o Felipe Rin com a
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simulação do Sand box, tá polígrafo. Ninguém fez crítica por fazer crítica.
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Fala aí. Eu acho interessante isso, né? Porque o Felipe R pode fazer só porque é ninguém
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de vocês ou falar sobre simulação dentro do Sand Box.
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Tudo bem? Então, quando você pega e possui ferramentas, né, como tava aqui
2:22:00
falando, universo box para você criar cálculos e simulações, mesmo que eu não entenda, já que esses programas são
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feitos para amadores, como é o meu caso, você começa a ter pelo menos uma noção
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aonde o processo tá sendo aplicado. Então, sim, eu estudo física e química dentro do nível educacional. Eu estudei
2:22:18
física sim na faculdade, mas para dar aula até a oitava série, porque eu fiz formação de professores, a minha
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formação em biologia me tem que aprender na grade um pouco de física, porque a física no ensino fundamental, né, no
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ensino fundamental ela também pode ser dada por biólogos, assim como como físicos também podem dar aula de
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ciências biológicas, né? Então, físico, químico e biólogo, a nível de ensino fundamental tem que conhecer uma área do
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outro, porque a grade curricular, né, do ensino fundamental faz com que haja esse intercâmbio. Mas é tudo muito básico, é
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tudo a nível de nível fundamental que a gente aprende, não é nada de nível especializado, vamos dizer assim, eu não
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estudei física como o Rim tem estudado, entendeu? Então eu acho que certas perguntas você não não vai conseguir
2:23:04
achar respostas nem por mim, nem com Paulo e para nem com Paulinho, que nenhum deles aqui também são físicos. Ô
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Brito, você me permite um minuto? Porque eu fui citado duas vezes, inclusive citado como uma pessoa que tentou sacanear. Eu queria só me defender
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disso. Sério, sem sacanagem. Eu vou fazer Roberto tá induzindo, o Roberto tá induzindo público contra mim sem eu fazer nada, literalmente.
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Deixa eu fazer o seguinte, Léo. Deixa eu fazer o seguinte, ó. Como, ó, como agora a gente vai dar dar, dar
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prosseguimento, vou lhe dar quatro, o 4 minutos primeiro é seu. O 4 minutos primeiro é seu. E aí a gente vai fazer uma rodada de 4 minutos cada um para
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elencar aquilo que ficou faltando, argumento que deixou de de ser exposto,
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provas e tudo mais. E aí depois são 4 minutos de finalização de momentos finais. Eu já vou iniciar com você, tudo
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bem? 4 minutos de cada pra gente seguir o script direitinho para depois não ficar a pedrada em cima do moderador.
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Moderador que mais sofre, mais apanha é o moderador. Tá beleza? Vamos lá. falar aqui. Então, seginte,
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primeira vez foi feita uma pergunta para mim do rapaz fé e ciência. Eu abri o artigo aqui, o Jeferson falou que era
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arbitrário, ele quis falar em cima da minha fala, eu que tava respondendo. Então eu não, eu não passei acima de
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ninguém. Eu permiti que o Jeferson falasse no meu tempo, não foi, Jeferson? Você pode até confirmar. Daí depois o
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Roberto falou do limite do Borel e falou: "Quero que eles expliquem". Daí eu desabilitei meu microfone e perguntei: "Posso explicar?" Então só
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isso, não falei mais nada. Daí depois ele pediu para que você me mutasse porque eu estava sacaneando com a live. Seja homem, Roberto. Aprende a ser
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gente, pô. Vamos lá. Seguinte, vamos brincar com o Roberto, então, o nosso querido biólogo, né? Falou ali da
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questão do limite de borel, coisa que ele tá repetindo a live inteira como se a gente já não tivesse abordado. Por que que eu perguntei o que que é escala
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local e o que que é escala universal? Porque o limite de boral não é aplicado em escalas que não são locais. Até
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escala local tem grandes problemas. Então você não sabe do que você tá falando, não fica cobrando dos outros como se você soubesse alguma coisa. Se
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qualquer um de vocês quiser desmutar aí para explicar o que é escala local e universal, por favor, só que não vão.
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Por quê? Porque vocês não têm a resposta. Daí, beleza, quando a gente começa a aplicar a questão do limite do borel para múltiplas, por que que eu
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perguntei de múltiplas tentativas? Porque quando a gente fala de universo, a escala de tentativas para eventos é
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muito maior. Ó, o limite de borel, isso daqui eu eu marquei antes da live para vocês terem noção, porque eu sabia que
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isso daí ia vir, a gente tava comentando lá no meu canal. O limite de Borel foi pensado para eventos improváveis na
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Terra com 10 elevado 50 tentativas ou menos. Se o universo ou multiversos aqui
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eu tô falando de simulações, não da teoria de multiversos, tem que explicar, né? Impressionante. Se
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o universo ou multiversos oferece 10 elevado a 120 tentativas, esse limite é
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tão relevante como, sei lá, colocar pista e leis da de trânsito em Marte. Ou
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seja, não faz o menor sentido. Não sabe o que é limite de borel e quer cobrar dos outros. é extremamente
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manipulador, tá tentando manipular a live, né, para me colocar aqui como vilão. Sendo que nos meus tempos eu falei, permiti que o Jefferson falasse
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no meu tempo e depois que você falou e você citou meu nome, inclusive eu tentei
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interferir para tentar me defender, porque você está fazendo o que você sempre faz em toda a live, se fazendo de coitado. Se você não sabe absolutamente
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nada, inclusive uma uma questão simples de matemática, como M colocou no chat, então não fala, cara. Não fala. Quando
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eu trouxe aqui, e o único que trouxe artigo aqui, galera, fui eu, tá? Quando eu trouxe aqui o artigo de Freds e Adams, eu demonstrei ali que a variação
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de parâmetros, como por exemplo, da gravidade, pode ser enorme, enorme e
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ainda assim permitir estruturas. Ou seja, a justifina, ah, se mudar alguma coisa vai mudar já. Ah, se fizer alguma
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coisa, já vai mudar. Cara, do que que vocês estão falando? Do que que vocês estão falando? Vocês ignoraram o artigo que eu coloquei na tela. Não falaram
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absolutamente nada. Quando pediram para mensurar o ajuste fino, ninguém citou nada. Por quê? Porque vocês não
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apresentaram um cálculo, um só, um sequer cálculo. Ah, mas o Sol ele não pode estar dois dois 1% perto da Terra,
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já acabaria a vida. De onde você tirou isso, Jeferson? Sendo que a órbita, a elipse, por força gravitacional dos
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outros planetas, o Sol varia cerca de 1,7%
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a sua rotação, a sua proximidade, perdão, da Terra. E não tá acabando a vida.
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Eu fui ignorado em tudo que eu falei. E é isso. Não vou estender muito mais o que isso, não. Tá ótimo. Espero que o
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Paulo represente melhor aí depois. Maravilha. Então, obrigado, galera.
2:27:32
Vamos continuar agora. Agora vai ser assim o o o Léo, o Jeferson, aquela mesma sequência, tá, gente? Eh,
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deixa eu fazer uma pergunta aqui, gente. Eh, eh, eu vou direcionar vocês. Eu estou sendo parcial ou entendido como
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parcial. Vocês todos, ateus e teístas. Não, acho que quando acontece em citações,
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não, Breto. Breto, não, não esquente a cabeça. Às vezes há um ruído, há uma tem
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uma pequena desentendimento, mas isso é normal, isso é ter todo, todo e qualquer, ainda mais um assunto assim,
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eh, vibrante como esse. Tá bom. Só para só para deixar claro que eu vi o eu vi comentado,
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principalmente na minha na minha honra, que foi que eu tô tentando bagunçar o debate, coisa que eu não tentei fazer em momento nenhum, aí eu acho que você
2:28:19
deveria, como moderador, dar o direito de eu responder, porque isso daí não é justo. Eu não fiz isso e eu demonstrei
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aqui com o próprio Jefferson como exemplo. Eu não fiz isso e eu nem tô afim de fazer isso. Com todo respeito a
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todo mundo da live, isso daí, só para deixar claro, Brito, quando o próprio Jeferson deu um tempinho ali para o para o o
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polígrafo responder. Mas gente, vamos passar essa página e vamos vamos em prát
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quem é agora? Paulo eh o Jeferson. Jeferson, deixa eu restaurar o tempo aqui, gente. É porque
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eu vi um comentário ali no chat, né? Ah, o moderador é parcial. Eu tô me, eu tô aqui tentando, eu não sou perfeito, tá
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gente? Eu sou apenas um ser humano, tá? Eu Brito, só só um pouquinho antes do
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Jefferson começar, só fique claro o seguinte, o estabelecimento, a sequência das regras também ficou um pouco
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confuso, sabe? Ali aquela sequência, nós temos que discutir um pouquinho melhor, né, das pessoas que vão participar para
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definir, porque ali fica um pouquinho, por exemplo, fazer uma pergunta em dois fica assim às vezes um pouco dúbido, tá? Só para deixar aí. É,
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desculpa aí te interromper aí, Jeferson. Tranquilo. Aí, da próxima vez a gente pode parar até umas 2 horas, mais uma
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hora, a uns minutos a mais pra gente ajustar melhor alguns problemas. Exatamente. Entramos meia hora antes,
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ajustamos tudo e depois fica assim para não ter esse problema. E atenção pessoal aí, um certo um certo entrever, uma
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certa discussão é sempre normal, sabe? Isso aí não tira o brilho da da da do
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debate. Uhum. É verdade, é verdade. É, é debate, é debate. É calor, humano. É isso. Vamos
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lá, vamos lá. Ô, Jeferson, querido, vamos lá. Vamos continuar. 4 minutos é com você, viu?
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Tá beleza. Eh, primeira coisa é assim, eh,
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eu já até participei ontem desse debate do ajuste fino e ontem eu falei que eu não sou físico, né? Então, eu não sou
2:30:11
físico, eu não tenho nenhum problema com isso. Eu sou uma pessoa que eu também gosto de biologia, então é uma é uma
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área que eu consumo muito e é uma área onde eu me dou melhor. Não não vai ser
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nessa parte de física, mas dentro do possível eu procuro compreender, eu
2:30:30
procuro ter uma base epistemológica daquilo que eu vou daquilo que eu vou tratar. E é obviamente que eu não vou
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tratar como um físico trataria, mas acho que isso não é demérito nenhum. Isso é só uma falácia de apelo à autoridade e
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uma falácia de eh intelectualista, né, de você querer eh restringir o
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conhecimento, a capacidade intelectual de alguém a ela entender toda uma matéria, toda uma disciplina. Nesse
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caso, ninguém poderia falar de nada. Teria que todo mundo ter formado em tudo
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para falar de alguma coisa. não passa de uma falácia, eh, uma falácia
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praticamente um homem, né, para querer invalidar o argumento do adversário, eh,
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se valendo da formação dele. Isso não diz nada sobre a capacidade e a
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racionalidade de uma pessoa, né? No caso aqui, eu apresentei alguns números, eu
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não não tem como num debate desse eu pegar e apresentar um monte de coisa. vai desfocar muito, são muitos números,
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muitos detalhes. E o que eu queria falar do modelo que o polígrafo ele apresenta,
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né, quando ele fala que existem aí, né, simulações
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onde poderiam ter, você teria aí universos, né, e também
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respeitando, eu não tô falando de multiverso, eu tô respeitando a premissa dele, desses universos hipotéticos. E se
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essas esses valores fossem alterados, isso não faria com que o que a premessa
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do ajuste fino diz que aconteceria, né? A premessa do ajuste fino diz que se você alterar x valor vai acontecer x
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coisa. O que o polígrafo apresentou foi: "Não, você não existe isso. Existe uma
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forma de você fazer simulações. Essas simulações desmentem o que eu disse, né?
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Eu disse que o ajuste fino prova que se você fazer uma alteração, isso vai provocar algo. Ele falou: "Não, isso não
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acontece". E ele me ele disse que na live ele colocou um artigo científico. Eu não tenho como, eu não tenho acesso a
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ele agora, tá? Mas eu sei, cara, eu sei que esse artigo que você apresentou, ele
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não é absolutamente realista. Ele não é, quando eu falo que ele não é
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totalmente realista, é porque ele não é totalmente eh materialista, ele não é totalmente naturalista. E quando eu falo
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esse modelo que você apresenta, ele ele é arbitrário nos seus ajustes. Ajustes
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são feitos, né, n todo essa essa simulação que é feita, ela é feita
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fazendo ajustes. E esses ajustes é justamente para lidar com os problemas que poderiam surgir.
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Então é por isso que acaba funcionando no modelo simulatório, porque nesse
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modelo simulatório ele não é 100% realista. Ele é arbitrário e acontecem ajustes
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dentro desse modelo. Eu queria falar aqui de uma premissa do design inteligente para o ajuste fino em si.
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Aqui, nesse caso, eu vou ignorar que eles ignoram o ajuste fino. Então, vou partir da premissa do ajuste fino, não
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mais eh me importando com o naturalismo. Eu vou eu vou basear na premissa do
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design inteligente. Pro design inteligente, sendo o ajuste fino verdadeiro, não apenas uma aparência,
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ele apresenta todas as características típicas de sistemas que exigem uma causa
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com intenção, potência, racionalidade, ou seja, uma mente. Então, o ajuste
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fino, ele entra dentro do critério de design inteligente pelas suas características, né? Então ele exibe e
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características. Essas características fazem ele ser enquadrados dentro de design inteligente.
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Maravilha, querido. A eh o tempo exaurido, né? Vamos seguir certinho aqui. Ã,
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Paulo, querido Paulo, você? Pois não.
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Eh, Paulo que Roberto é Roberto quer falar Roberto
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sobre não seu tempo, seus 4 minutos. Quer falar? Sim, vou falar. Robertoão.
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Gente, gente, e e quem falou agora foi o Jefers, então é o Paulo depois que é o Roberto, tá? É o Paulo.
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Ah, então tá bom. Então me desculpe aí, Roberto, eu não queria lhe atrapalhar. Boa fala, Dr. Paulo.
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Obrigado. Pera aí, vamos lá. Que que qu eu voltei para o izador de 4 minutos
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aqui. Vamos lá. Eu me preocupo porque Vamos lá.
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4 minutos. Paulo é com você, querido. Pode começar. Pode começar. Bom, eu vou gastar aqui 30 segundos fazendo o
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seguinte. Ah, publicações, tá? de pessoas que não são da área, eles não
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têm relevância científica. Ou seja, se não for um artigo ou um livro publicado
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com pay review, hã, pay review e dentro de uma de uma ou por uma por uma editora
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que seja notadamente científica ou então se for artigo que não seja por revista
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indexada, tá? tem pouca ou nenhuma validade no na atual no atual contexto
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epistemológico em termos de ciência, de demarcação, tá? Eh, então, nesse sentido, por exemplo, na minha área,
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teve um cavalheiro que é, por exemplo, colocou um livro magnífico sobre geologia, mas com conceitos
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completamente equivocados, tá? que é um que é um criacionista inclusive que participou ali do congresso de vocês.
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Então não é assim, não é apenas por querer ser, tem que ter formação sim
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para o aspecto que está sendo abordado. Aqui nós estamos sendo generalista, aqui nós somos quatro que não são formados em
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nós não somos cosmólogos. Então, trazemos o aporte da da do das informações científicas, né, com um
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pouquinho um pouquinho dessa da de dessas informações que nós podemos contribuir com experiência. Muito bem,
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dito isso, volto a insistir, a questão ali do que foi colocado do artigo, ele
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traz as informações de variações dentro do que nós conhecemos como os parâmetros
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cosmológicos, tá? Então sim, ele tem validade plenamente, pois você levaria
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fora da faixa do que se chama de fine tun e vê os os desdobramentos, tá? E
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esses desdobramentos e a pessoa ali concorda, por exemplo, que boa parte dos universos não teria possibilidade de
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gerar vida e outro tem. Então ele é válido. Obviamente que não posso extrapolar isso paraa realidade
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objetiva, porque o nosso espaço amostral, por definição e por limitação,
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é o universo que nós temos aqui. Então, só podemos fazer isso com simulação computacional, tá? Por fim, há questões
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ali que foi colocadas, eh, essas questões de ajustes, tal, de essa de de
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um de uma mente inteligente, aí eu sempre aí eu fico me perguntando, tá bom? Feito tudo isso, por que que o por
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que que o sol vai se expandir e se transformar, por exemplo, numa gigante vermelha? Por que que existem, por
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exemplo, explosões de de estrelas de neutros com jatos que são que varrem completamente a possibilidade de vida em
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certos postos, certos lugares? Por que que o sol, a lua se afastando, não vou
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dizer o sol, a lua se afastando, que vai eh impossibilitar a a vida daqui um prazo de, digamos,
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aproximadamente 1 bilhão de anos. E principalmente, eu pergunto o seguinte, se a vida essa cinta essa tão essa
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magnífica dessa eh nessa medição, tá? O que falar das cinco grandes distinções
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que ocorreram apenas no fanerozóico, sem considerar pelo menos mais duas, tá? eh,
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que ocorreram no pré-cambriano, tá? O primeiro deles, inclusive, com a chegada maciça de oxigênio na atmosfera, que
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praticamente eliminou quase todas as formas devidas a anaeróbicas, tá? Essa
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então que se coloca, então esse ajuste fino não é tão fino como falo, tá? E tão
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aí as cinco super extinções, ao contrário do que muita gente pensa, o tempo geológico, tá? Ele é muito bem
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definido e não apenas por datações radiométricas, mas por entendimento de processos coligados na área de geologia.
2:38:30
E isso eu posso falar um pouquinho mais do que os que estão por aqui, porque eu sou geólogo. É isso aí. Muito obrigado.
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Maravilha, maravilha, maravilha. Obrigado, Paulo. Agora o Robertão aí. Roberto, você também mesmo tempo. Eh,
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deixa eu só apenas redefinir aqui, tá? Restaurar o tempo. Paramos. Já é, é para
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o final. Eh, não, agora é 4 minutos que foi
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acordado aqui no script de argumentar cada um algo que ficou em falta de todo
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o debate e depois teremos uma rodada de 4 minutos para finalização, tá bom? Momento de finalização. Valendo,
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querido. Eh, eu vou deixar aqui alguns pontos que eu achei um pouco preocupantes.
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Eh, primeiro, né, que as pessoas estão aqui tentando me criticar, porque eu citei o Otângelo Graço, que é um membro
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do design inteligente e é um criacionista reconhecido, que a formação dele não é, por exemplo, a biologia.
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Mas o Dr. Ângelo, Otângelo Graço, ele é um cara que se dedicou ao conhecimento da biologia e eles entende muito sobre
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biologia. até muitos aspectos que eu que tenho formação na área não tenho domínio e não tenho nenhuma vergonha de dizer
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sobre isso. Eh, é claro que ninguém sabe tudo de tudo. Qualquer livro acadêmico
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que você lê publicado por qualquer pessoa, por melhor que ela seja, vai existir falhas. E isso não é desmérito
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nenhum, isso é parte do processo, tá? E essa ideia que o Dr. Paulo trouxe aqui,
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ela é um pouco perigosa, Dr. Paulo, porque você tá querendo fazer uma demarcação da ciência. A ciência ela tem
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que ser aberta. A partir do momento que você queira demarcar a ciência, o que você tá querendo gerar é uma espécie de
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monopólio, aonde uma patotinha a vai dizer aquilo que as outras pessoas devem pensar. Isso é contra a liberdade de
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expressão, isso é contra a liberdade de pensamento, isso é improdutivo pra própria ciência, porque a pluralidade de
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conhecimento, seja ela vindo dos meios acadêmicos ou leigos, ela tem a sua
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importância. Dr. Paulo, como eu bem citei, Davigo e olha a importância que ele teve pro
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naturalismo que o senhor hoje defende. Então, quando você pega uma pessoa leiga e diz que ela não tem direito de fala,
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isso é extremamente preocupante, porque nós estamos vivendo hoje um país aonde o direito de fala tá sendo censurado,
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aonde as estruturas estão cada vez mais sendo demarcadas. Talvez em 5 ou 10 anos as pessoas não vão poder falar sobre a
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sua própria fé. o direito de expressão da fé, daquilo que elas creem, vai ser censurado. Talvez você mesmo, Dr. Paulo,
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futuramente, se tiver uma opinião discordante da grande massa ou do grande sistema de controle, talvez as suas
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próprias fases sejam censurados, sejam elas nos nível científicos, até mesmo político ou ideológico. Porque quando
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você pensa algo fora da bolha, da bolha ideológica, você se torna um subversivo.
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E é muito ruim quando a sociedade começa a considerar e taxar as pessoas como subversivos dentro do sistema. E eu sou
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extremamente contra isso. Eu posso ser uma pessoa, por exemplo, que defende um modelo padrão comum, a maioria do
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sistema, mas eu posso ter pontos a qual eu discordo de modelos padrões do grande sistema. E isso é positivo que haja na
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sociedade para que haja liberdade de expressão. Eu acho que nós, como pessoas da ciência, nós devemos tomar muito
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cuidado, mas muito cuidado mesmo quando queremos um sistema científico totalmente demarcado, porque nós estamos
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dando um tiro no próprio pé, retirando a nossa própria liberdade de pensamento. E isso não é produtivo como sociedade,
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isso não é produtivo como ciência. Pensem bem, se essa demarcação que você
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acabou de propor, Dr. Paulo, existisse, Darvin não teria nem direito de fala, porque ele era um leigo.
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Quem dominava na época era o sistema teológico, que não fez essa limitação.
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Agora você que diz que vim de um sistema que era para ser um sistema aberto, quer um sistema delimitado, quer um sistema
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fechado. E eu fico muito preocupado com isso. E não por você, Dr. qualquer porque você é uma pessoa muito educada,
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mas com muitas outras pessoas que são radicais, extremistas, tá? Infelizmente, muitas pessoas que escutam essas lives,
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que vem para esse debates são extremistas. Elas não conseguem olhar o perigo que é você ser extremamente eh
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taxativo contra algo que você não acredita. O fato de eu não crer no político, nas falas dele, numa questão
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desse universo gerado por um caos, sem lógica e sem homem, não significa que eu não vá respeitar o direito dele de
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discordar de mim. Por mais que eu discorde todos os meus opositores em todos os pontos, eu tenho que admitir
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pelo menos um ponto. Vocês têm direito e a obrigação de terem a fala de vocês respeitadas. Porque a partir do momento
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que eu perder, vocês perderem o dia de fala, eu vou dar o direito também de tirar a minha fala. E isso como
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sociedade extremamente perigoso. Maravilha. Ô, eu fui citado, eu gostaria só de falar
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rapidamente. Ele foi citado como censurador, tá? Não é pouca coisa não.
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Eh, vamos lá. Eu só não quero que gere um ciclo. Vamos lá. Eh, não, não, não, não, não. Eu vou ser bem.
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Ô, Roberto, abre aqui a tela. Só quero falar contigo, por favor.
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Roberto, veja só. Em momento algum disse que vocês não podem se manifestar.
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Eu não. Em momento algum eu digo que você que eu disse que vocês não devem se manifestar. por favor, eu sou contra
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censuro. Se você buscar aí nos canais em que eu participo, eu inclusive digo, eu
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não concordo com a linha, por exemplo, de quem acha que a terra é jovem, de que a terra que houve dilúvio, mas eu sou
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absolutamente o contrário para calar vocês em qualquer segmento, aliás, não
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só vocês, qualquer pessoa. A livre manifestação deve ser mantida, sem dúvida alguma. Claro, dentro da do que a
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gente chama eh da das leis da República Federativa do Brasil. Eu sou um liberal, tá? Eu eu acredito em plena liberdade de
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expressão, mas eu não posso, infelizmente, colocar eh eh
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eu não posso colocar o meu pensamento, temos que seguir a regra. Então, esse é o primeiro ponto. Segundo, existem
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critérios e demarcações, existem, tá? Eles podem ser mudados, podem eventualmente com o avanço do
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conhecimento, o avanço da própria da própria base filosófica que é a epistemologia. Isso pode ocorrer, sem
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dúvida alguma. Agora eu vou terminar ao meu ponto, eh, Roberto, na área de
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geologia. Geologia não é feita por voluntarismo, tá? Ao contrário do que
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tem, por exemplo, tem um cidadão aí no chat que acha que faça que ele consegue rejeitar a geologia. Geologia tem um
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embasamento, tá? Eh, não só do ponto de vista que ele se utiliza da física, da
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química e da matemática, tá? E ele tem subares que são todas elas interligadas.
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Então, quando alguém diz assim: "Ah, eh, ocorreu tal coisa e tal coisa". Eu
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inclusive teve um colega seu, eh, Roberto, que eu interpelei, tá, para esquecer o tempo geológico num, no, no
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contexto que nós estávamos discutindo e pedir para ele fazer a interpretação dentro do modelo dele e ele simplesmente não conseguiu, pelo menos ele foi
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honesto dizendo que ele não sabia. Beleza? Então, ô Roberto, quando eu falo isso, não é como um argumento de autoridade, é um argumento de que tem
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que ter um background, tem que ter um conhecimento prévio, tá? Tem que ter também uma experiência tanto de campo
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quanto de laboratório para fazer certas afirmações e isso em todas as áreas da ciência. E nesse aspecto eu digo com
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toda tranquilidade, não enverede na área da ciência como tem alguns cavalheiros que estão fazendo,
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tá? Na área da ciência, desculpe, não, na área da geologia como alguns cavaleiros estão fazendo. Eles estão completamente equivocados. Não que eles
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não tenham informações que são realmente científicas, mas estão descontextualizadas e não sabem fazer
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interpretação, tá? Então, Roberto, por gentileza, eu não quero de maneira
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alguma se eu soei que eu faria algum cerceamento de liberdade de expressão, não. Eu sou totalmente favorável, mesmo
2:46:25
que eu não concorde, e digo mais com um pouco de arrogância, se for o caso, que os dados de campo e laboratório não
2:46:32
coadune com vocês, mas vocês têm toda a liberdade de se expressar, que eu fique deixo bem claro.
2:46:42
OK. OK. OK. eh explicado o direito de resposta, né, foi pedido. Eh, maravilha.
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Eh, vamos para os 4 minutos de finalização, gente. Eh, debate, né? Eh,
2:46:57
o Roberto e é e eu não sei se foi dado uma, gente, vou te explicar
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aqui. Foi dada uma sequência, uma sequência, não, não é qualquer sequencinhazinha, não, uma sequência grande de super chat,
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eh, com uma mesma pergunta, não vejo por repetir. Aquela hora de ler. Eh, eh,
2:47:15
inclusive o Roberto, ele tinha respondido se ele era biólogo, ele era, mas que não necessariamente, né? Acho
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que não não teria que ter especificação em uma em outras áreas como física,
2:47:27
química e tudo mais, matemática e tal, mas assim, como foi feita uma sequência grande até de super chat, eu não vejo
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como uma pergunta juncosa, uma algo pejorativo.
2:47:39
Essa eu vou ler aqui. Tudo bem, Roberto? Se você é sempre Se você é biólogo,
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tudo bem aqui, ó. Não é não é não é te desrespeitando, não. Eu não, pelo menos
2:47:51
eu não tô lendo assim, senão eu tiro na hora. Eu vou responder. Vou responder em um
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minuto. Bom, primeiramente você tem que entender que biologia, formação em biologia é uma coisa, ser biólogo é
2:48:02
outra, tá? existe uma certa confusão. Eh, não tendo normalmente debater com as pessoas porque pelo conhecimento leigo
2:48:08
quem se forma em biologia é biólogo. E eu considero isso como vário dentro do conceito lego. Mas quando você vai pro
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conhecimento técnico, pra área técnica, o biólogo, além dele ter que ter a formação, ele precisa fazer o registro
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no Conselho Regional de Biologia para exercer a biologia, por exemplo, para gerar um laudo de um laboratório, por
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exemplo, de de sangue, esses tipo de coisa, para trabalhar num numa área de
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pesquisa dentro de uma empresa. Então, ele tem que tirar, né, o registro dele do conal de biologia para trabalhar.
2:48:37
Então, assim como o médico, por exemplo, que se forma medicina, tem que ter o registro da medicina para ser de fato médico, porque você sai da formação como
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formado em biologia. Para você exercer a profissão, você tem que pagar o conselho para receber o nome de biólogo e o
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médico de médico. Mas isso é mais uma questão para quem tá exercendo a profissão. Como eu não trabalho como
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biólogo, né, eu não trabalho, eu nunca exerci biólogo diretamente, apenas como educador, ou seja, escrever livro, não
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preciso pagar Conselho Regional de Biologia para fazer isso, tá? Mas é claro que se um dia eu for trabalhar na
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área, como eu inclusive pretendo trabalhar talvez esse ano como biólogo, eu vou sim fazer o registro de biologia
2:49:18
e vou poder usar o título de biólogo por est pagando o conselho. Então eu sou formado em biologia, sou pós-graduado em
2:49:24
diabetes com aplicações crônicas e sou pós-graduado em fitoterapia, mas não posso me chamar de biólogo, ainda que eu
2:49:31
tenha formação em ciências biológicas, porque eu não pago o conselho negócio de biologia. Isso é uma questão apenas normativa, técnica da profissão, que não
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é só em biologia que acontece isso. Em todas as profissões ocorrem isso, tá bom?
2:49:45
Tá bom, bom. OK, né? Ok, ok, ok. Eh, tem uma outra
2:49:50
aqui que é do querido Fé e Ciência. Se é formado em biologia, é o quê? Físico ou
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biólogo? Não, eu acho que não foi nem pro Roberto em si. Eu acho que foi um
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super chat em contra resposta, em contra pergunta ao nobre aí, o nobre que fez
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uma sequência aqui na Ozomita. Obrigado pelo cinco, pelo cinco, viu? Uma sequência da mesma pergunta, né?
2:50:15
Repetindo. Então, aí deixa eu falar uma coisa em defesa aí do Roberto. Então, é o seguinte, a pessoa quando ela é
2:50:22
graduada, ela tem ela obtémulo, uma titulação, tá? Então, para qualquer efeito ou o Roberto é biólogo, tá? é que
2:50:30
existe uma confusão ali interface, é que no Brasil existe uma legislação secundária de normatização de profissão,
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que você tem que daí estar inscrito num conselho regional, se ele existir, tá?
2:50:43
Para qualquer efeito, por exemplo, eu vou fazer um aqui na minha área, vários colegas meus são professores, tá? Com
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mestr, quase todos eles com doutorado ou pósdoc, tá? E eles não estão inscritos
2:50:56
num conselho regional, tá? No entanto, eles são geólogos plenamente são pesquisadores, tá? Então, só precisa
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tomar um pouquinho de cuidado esse devo usar esse argumento, né? Para que tentar desqualificar a pessoa. Então, é a única
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coisa só que eu digo o seguinte, eh biólogo, geólogo, engenheiro, uma vez
2:51:15
que tem o título, OK? Tá, dê preferência daí como atividade profissional, ou
2:51:21
seja, para ter aind normalmente. Aí precisa ter o conselho regional, tá? Eh, eh, eu, eu não, eu não concordo com isso
2:51:28
porque eu acho que tem inclusive estrutura corporativa, mas do outro lado eu também entendo porque senão eh se não
2:51:35
houver um filtro, não houver uma qualidade, pode acontecer problemas, né, principalmente certas áreas. É isso aí.
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Eu posso dar só uma conclusãozinha aqui. Existe um ponto ainda mais preocupante,
2:51:47
porque a partir do momento que a gente não sabe essas normas jurídicas, a gente pode ser processado em se apresentar
2:51:54
como o senhor, por exemplo, o senhor é geólogo por formação, mas não tá pagando o conselho regional. Aí alguém pergunta
2:52:00
e o senhor na forma lega fala: "Eu sou geólogo, sim." Alguém pega a sua frase, descontextualiza e diz que o senhor tá
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exercendo a profissão sem direito e aí gera um processo criminal. Tanto que
2:52:12
hoje mesmo que eu pague, eu tô sendo sincero, mesmo for eu pagar o conselho de biologia, eu não quero mais usar o
2:52:18
meu título como a palavra biólogo, porque se eu pagar hoje, escrever um livro, que eu sou biólogo, daqui a dois
2:52:23
meses eu pago de pagar o livro, o livro me vira uma arma contra mim. Ou seja, eu produzi o livro quando eu
2:52:29
era biólogo registrado. Eu parei de pagar, eu tenho que chegar no livro e apagar isso. Então, hoje no Brasil,
2:52:35
Roberto, mas Roberto, veja só, eu vou te dar um conselho. Ah, no CREIA, por exemplo, que
2:52:41
é onde estão os geólogos, você pode pedir uma paralisação durante um período, tá? Você pode começar a pagar,
2:52:47
pede uma paralisação por coisa que ele ele ele ele ele existe essa previsão legal. Então você não estaria irregular
2:52:54
nesse sentido. Ah, claro, ó, vamos deixar bem claro. Por exemplo, você daí não pode, se você está com ele
2:53:00
paralisado, você não pode se fazer uma uma assinatura de responsabilidade técnica, tá? Então, só nesse contexto é
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que é que existe justamente isso, existe essa essa nuvem obscura que por por
2:53:12
norma infralegal, no caso dos conselhos, só pode usar o título se estiver se
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estiver eh regularmente inscrito, tá? e em dia lá com anuidade. Então eu entendo
2:53:23
essa questão, por isso tem dessa da profissão. E por isso que eu vou reiterar aqui que
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qualquer pessoa que tá vendo na live que se formar evite de usar o título, porque se um momento você parar de pagar, isso
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pode erar um processo legal contra você. É melhor você dizer formado. Todos os meus livros agora eu não esti a palavra
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biólogo. Formado em biologia ou formado em licenciatura em ciências biológicas
2:53:47
com pós-graduação e blá blá blá. Por quê? Assim, eu não caio nessas normatividades legais que podem ser
2:53:54
aplicadas. Infelizmente eles usam isso, tá? Usam isso, vão
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atrás, te perseguem, tá? E você tem que haver que se retratar na justiça. Então,
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quem tem formação acadêmica e não tá pagando o conselho de eh regional, não use. E se você tá pagando, tome cuidado,
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porque se você deixar de pagar, isso pode gerar contra você uma uma prisão, ainda mais se você é um divulgador de
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qualquer tipo de conteúdo. Só só para finalizar, minha, eu prometo não atrapalhar mais ninguém. Só para
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finalizar, ah, se você estiver num ambiente acadêmico, por exemplo, você pode utilizar a titulação sem problema
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nenhum, tá? porque você não está exercendo ele como uma atividade, por exemplo, eh, remunerada no sentido de
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prático lá pro pro mercado. Agora, na titulação, e isso tem inclusive é um
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motivo de discussão, inclusive no no pelo menos na minha área, o pessoal questiona isso também. Tem gente que
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acha que o a mesmo a um pesquisador numa universidade, por exemplo, federal, que são a maior parte, ou estaduais, que são
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os meus amigos e colegas, né, do mestrado e doutorado, eh eles que são professores, eles acham que deveria
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pagar. Isso é uma discussão tanto quanto obscura aí, só para ficar isso aí.
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Maravilha. Exatamente. Pesquisador não precisa pagar nem professor, tá? A licenciatura
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também é parte. Quem é licenciado é a parte também. É bom deixar isso. Se você tem
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licenciatura, como é o meu caso, que eu sou licenciado, eu não preciso ter esse problema, mas mesmo assim eles
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perseguem, porque basta fazer algo fora a licenciatura, fora a área educacional que vai entrar
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problema. Então, às vezes é melhor mesmo licenciado não usar o termo.
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Maravilha. Não, tranquilo. Eu acho que eu eu peço desculpa ali por interromper, é que só achei importante fazer esse
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esclarecimento, porque existe uma questão da da titulação em ambiente universitário e depois tem uma norma
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outra, né, infralegal, que é que tem que trata nos nos conselhos regionais aí. E claro, tem profissões, por exemplo,
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que não tem conselho regional, então ele daí ele não deixaria de ser uma profissão, né? Só para ser claro.
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É cada cada qual no seu. É isso mesmo. Cada ponto no Boa. Muito, muito bem esclarecido pelo por ambos, viu? Show.
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Vamos lá. Vamos voltar. Vamos voltar. Obrigado, gente. Vamos voltar. Vamos voltar. 4 minutos. Polígrafo.
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Finalização. Lógico, pode argumentar. Você tem o tempo é seu para finalizar, para divulgar canal é o mínimo que a
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gente faz, tá? Seginul canal, divulgar livro isso aí, né? Todo mundo me conhece aí, o canal Polígrafo. Se quiser se
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inscrever, se inscreve lá. E sobre o debate de hoje, acho que ficou bem claro, né? A única pessoa que que
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apresentou alguma coisa foi o nosso grupo. De fato, quando a gente apresentou, foi dito que o artigo era arbitrário, que é impressionante. Mas,
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ó, só para finalizar aqui, então, esses são os artigos que eu utilizei. Se puder compartilhar, por favor,
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tá? Vou ir modificando a tela aqui, ó. Esse, esse,
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esse e esse, tá? Vou mandar todos eles para
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vocês. Aí tá minha base argumentativa. Vou mandar todos eles para vocês daqui a pouco. Quando o Jadson permitir no
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WhatsApp, eu envio tudo para ele, porque eu acho que é assim que se faz uma argumentação científica, né, utilizando
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ciência e não inferências. É, acho que a inferência é interessante até para criar uma intuição, mas quando a gente fala de
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ciência, a gente tem que apresentar dados e não simplesmente falar que você acha alguma coisa ou que você entende de
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alguma forma. Quanto a questão aí da do do Otângelo,
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né, quando a gente citou o Otângelo ali, a gente não quis de forma alguma tirar com a imagem do Otângelo, até porque eu
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citei a profissão dele e falei que é uma profissão que ele tem que ele tem por mérito e não porque ele é um canal nem
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nada do gênero. Para mim, ele tem a profissão dele de designer industrial, design eh desenhista industrial, né, por
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mérito. E isso não é demérito nenhum. Agora, quando se fala que não se pode cerciar a ciência, eu trago uma notícia
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aqui para vocês, que a verificação por pares, ela é feita para analisar a
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metodologia, tá galera? É a metodologia, o objeto de análise, não o argumento de quem tá escrevendo. Então, todo mundo
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que for do TDI aí, por que que vocês não fazem? Por favor, façam, produzam e
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publiquem. Coloquem em pe review, porque ah, não vai passar. Isso daí é discurso de quem
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não quer fazer ciência, com todo respeito. Se vocês têm alguma coisa de fato, se vocês acham que a Terra tem 6.000 anos que tinha dinossauro andando
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na Terra, que o dilúvio aconteceu há sei lá poucos anos atrás, cara, é só vocês
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publicarem com a física aplicada todos esses eventos. Ninguém faz. Vocês acham
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isso daí de vocês acham isso daí normal, galera? Não é normal. Por quê? A galera mesmo do TDI não cita o o Rajandra Gupta
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lá que fez o artigo de de que o universo pode ser duas vezes mais velho do que
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ele realmente é até o momento. Ele fez o artigo. Isso daí é extremamente
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eh escanteado na academia porque é muito muito muito problemático. A metodologia
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tá corretinha, tá certinha a metodologia ali, as contas fazem o tal sentido. E ele traz ali o a proposta dele
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científica é aceita na academia? Não, porém ele publicou, se tiver corroboração posterior, vai ter
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corroboração posterior e vão começar a olhar com mais carinho o artigo dele. Então, galera, pelo amor de Deus,
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ciência não é feita de forma dogmática, como foi, tentaram colocar aqui. Não existe um sistema
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falando que você pode ou não publicar, até porque senão a gente não teria o modelo de timecape quando a gente fala
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de Big Bang, né? A gente não teria, por exemplo, modelos que desconsideram a matéria escura que o Roberto citou para caramba aqui, né? a gente não teria
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modelo que a isotropia nem é analisada, nem é parte do modelo. Por quê? Porque
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existem diversas teorias que se seguir a metodologia vai passar. É assim que funciona a ciência. Vocês têm alguma
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coisa, publiquem. Vocês querem entrar num debate? Apresentem. Vocês querem citar a lei do lei de Borel, o limite de
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Borel, por favor, citem aí o limite de Borel, mas expliquem qual que é o limite, o limite local.
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E o limite universal, como é que você aplica uma coisa, como é que você aplica outra? Tudo isso daí tem que ser falado,
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galera. E infelizmente mais um debate que eu participo aqui e a única pessoa que apresentou algo científico fomos
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nós. De novo, não tirando mérito de quem falou aí do Jefferson que eu tô
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conhecendo agora. Tenho absolutamente nada contra o Jeferson. O Roberto, eu sei que não tem carinho nenhum por mim,
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eu também não ligo. Mas sinceramente quando vocês vierem, venham com dados, venham com artigos, façam igual eu fiz.
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Não custa nada. Pronto, é só isso. Muito obrigado, Brito. Você moderou bem para caramba, meu irmão. Valeu. Obrigado, cara. Eu sou tô
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aprendendo. Vamos aprendendo juntos. Obrigado pelo debate. Foi top. Mas não acabou ainda. Não, vou ter uns 4 minutos
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aqui agora do Jeferson. Jeferson. Jeferson. E peço perdão, galera do chat, galera da bancada. Eu não sou perfeito.
3:00:47
Eu tô muito longe disso. Sou apenas. Você tá andando bem demais. B. Esquentais.
3:00:52
Um meris mortal e leigo ainda por cima. Vamos lá. Vamos lá, vamos lá, vamos lá. Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá.
3:00:58
Eh, o PC ainda não ajuda, né? Vamos lá. 4 minutos. Jefers com você.
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Beleza. Eh, então, eh, falando sobre essas questões aí de ciência, né, essa
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questão de produzir material científico, eles são produzidos, existem acadêmicos muito bons, por sinais, são acadêmicos
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da teoria do design inteligente. Isso existe. É claro que nós temos um paradigma vigente na ciência, né? Eh, e
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nós temos um compromisso prévio do de muitos acadêmicos com o naturalismo
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metodológico. Isso daqui é uma questão filosófica, é uma questão de posicionamento de cosmovisão que existe
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nas pessoas e que existe na academia. Existe um paradigma, né? Então, e essa
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questão de eh review, isso é uma questão, eu já conheço, eu conheço essa questão de review já há muito tempo, o
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argumento, né, de paper de revisão por pares e você dizer que você não publica,
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por que que você não vai lá e não publica sobre design inteligente, né? Isso daí é é um eh eh e esse argumento,
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né, de que você não o que que você não publica. Eh, já foi feito isso, né, com
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eh acadêmicos do design e não passa. Se você usar o termo design inteligente e
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você fazer a inferência, não vai passar, porque a metodologia vigente, o
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paradigma, ele se limita a causas naturais. E ele já, por definição diz
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que o design inteligente ele ultrapassa essas causas naturais. Então, nós temos
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aqui um um viés confirmatório. Nós temos aqui uma restrição, uma demarcação materialista para você fazer pubs, né,
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para você eh publicar artigos, ainda que as revisões sejam as cegas, né, duplo cego, essas coisas, eh, a metodologia,
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né, que é que é é o duplo cego, enfim, toda toda aquela metodologia de revisão por pares. É, só que não passa, né? Não
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vai passar, mas mesmo assim, ainda que não passe por esse por essa por esse
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espectro materialista, né, naturalista, baseado em naturalismo metodológico, que
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ele também por si passa-se por neutro, mas não é, ele é envieszado também, né?
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Ele reduz toda a investigação a causas naturais, né? Então, e depois quer
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passar como uma metodologia que não é envzada e que não é viciada. né, na sua investigação
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aí demonstrando possuir eh limites epistemológicos, né, reduzindo tudo a
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causas naturais, como se a nossa existência fosse pudesse ser vista,
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pudesse ser investigada e apresentassem apresentasse apenas eh causas naturais.
3:03:43
Nós mesmos estamos aqui e nós estamos aqui fazendo bate-papo e nosso bate-papo ele transcende toda essa questão de
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física, de toda essa questão de química. Existe uma interação entre nós aqui.
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Existe uma terceira dimensão aqui entre nós. É uma dimensão metafísica. O naturalismo ele ignora por completo toda
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dimensão metafísica. Tudo emerge de matéria e energia, né? Então, o que que eu tava querendo dizer aqui sobre o
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ajuste fino, defendendo o ajuste fino, é que o ajuste fino ele não é suficiente.
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A sua explicação não pode ser explicada de forma suficiente pelo naturalismo. O
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naturalismo não explica por si só, porque o universo é como ele é. Vocês
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apenas descrevem como o universo é. Todas as todas as matérias, todas as
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disciplinas, elas vão servir para descrever o universo, descrever como ele
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funciona, mas não porque ele funciona assim. É uma descrição de relação de
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como o universo é e não do porque ele é assim, por ele surgiu, entende? E por
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que eu tenho que me restringir ao naturalismo para explicar a origem do universo, a origem da existência, né?
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Então fica eh complicado eu ter que me reduzir
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apenas a à tese naturalista para explicar algo justifo.
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Maravilha. Acho que acho que meu tempo acabou. Eu não deu. Queria falar mais, mas
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é, acabou, acabou acabou. Para que o moderador que mais apanha finalizar
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é pouco. Obrigado, querido. Obrigado. Valeu, você é gente boa, meu irmão. Fala bem para caramba. Estamos junto.
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Agora é o Paulo. Momentos de finalização, né? 4 minutos. Pode
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divulgar livro, trabalho. É o mínimo que a gente faz aqui com vocês para repor, né? Agradecer. Fica com você, querido.
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Pode falar. Obrigado. Então, vamos lá. Começou. Começou. Muito bem. Ah, eu acho que tem
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que trocar ali o Jefferson. Não, agora não é a estrela
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aí. Muito bem. Então, é o seguinte. Ah, foi foi feita ali uma série de elencadas
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questões, não é? Começou com, eu vou entender como sendo um um ruído
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inicialmente sobre a questão lá de multiverso e e não uma desatenção proposital, tá? Esclarecido isso, foi
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deixado aí bem claro também que nós não temos como simular um universo em escala
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um por um, ou seja, fazer um outro universo, porque nós não temos recursos para isso. Então, só pode só só podemos
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fazer via computação, tá? Isso foi demonstrado com os artigos ali que foi publicado, publicado, desculpe,
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mostrados pelo pelo polígrafo, tá? E eu que tenho uma que eu vou colocar aqui depois porque tô nessa coisa aqui desse
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telefone aqui, fica difícil para passar, mas depois eu vou disponibilizar. também mostrando dessas variações do do de
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vários parâmetros cosmológicos, né, que dá a possibilidade de gerar uma parte do
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desse desses dessa dessa ressimulação de universo em eh possibilidade de vida.
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Agora aqui no especificamente sobre a questão aí do do di, né? Eh, eu não
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tinha nem abordado esse esse aspecto específico, mas vou colocar agora aqui na minha área, já que falaram inclusive
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questão epistemológica e de base na geologia, eh questões como dilúvio, terra jovem,
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eh ou então explicações como são feitas por certos cavalheiros, não tem nenhuma
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base, nenhuma, zero, nem do do ponto de vista observacional do que nós chamamos
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hoje da dessa geologia odierna e nem como ciência histórica, que são o quê?
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As rochas. As rochas são parte da ciência histórica. Nós estávamos lá para ver, né? Então, nesse nesse contexto,
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sem dúvida alguma, por isso que eu recomendo aos cavalheiros que têm, esqueçam terra jovem, tá? Esqueçam
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dilúvio e esqueçam qualquer outro processo que essas pessoas querem passar. Não existe tectônica de placas e
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nem nunca existiu com uma taxa de deslocamento 47.000 1 vezes maior, né,
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do que tem hoje. Isso simplesmente porque tem propriedades físicas como o fluxo térmico e a parte de reologia, ou
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seja, a o comportamento de material sobre tensão e sobre esforços, né? Eh,
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que não são compatíveis com esse com esse modelo, que, aliás, digas de passagem, não existem modelos eh
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matematizados, simplesmente não tem, tá? E digo mais, nenhum deles, mesmo que
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fizesse, não são capazes de fazer nenhuma predição. Tanto é que se usa um modelo de geologia tectônica de placas,
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por exemplo, para localização de jazidas minerais, tá? E é essa aqui. E
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eu tenho isso a desapontar para vocês. As demais áreas na cosmologia, na
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paleontologia, eu nem vou meter no meu bico porque não estão ali, não, não é do meu domínio, mas na minha no meu
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segmento, com todo respeito, não dá para fazer ou que ou as as ilações, eu digo
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quase ililação, essas essas sandícias, essas asneiras e com todo respeito, tá?
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Então essa tem um arcabolso, um encadeamento de conhecimento, tá? que não é isolado. Um geólogo não vai ao
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campo e pega uma amostrinha lá. Ah, vou pegar essa amostrinha aqui e vou de um
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areninito e vou ver, vou tirar aqui, fazer a decaimento radioativo, vou fazer geocronologia. Não, porque arenitos não
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tem marcadores para tanto, tá? Então não batam em espantalhos, tá? Na geologia
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cerdarão mal, tá? Na geologia é uma ciência extremamente bem consolidada,
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tá? e simplesmente eh refuta todas essas ideias de terra jovem, questão de
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dilúvio e outra dis tectônica de placas catastrofista, tá? Então gente, então se
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vocês quiserem, eu posso até fazer uma live aqui depois se permitirem, eu vou dar o histórico da onde surgiram essas
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sandíices, desde a hidroplacas lá atrás, tá? Até coisas mais recentes, como
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tectônica verticalista que tem um cidadão que tá defendendo. Não que não exista, ela existe como processo, mas
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não como principal, tá? até a tectônica de placa catastrofista. E eu quero só terminar o seguinte, estendendo a mão a
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todos, agradecendo enormemente pela pelo pela interlocução que eu tive aqui com o
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Jeferson e com o Roberto, tá? O o Roberto já conheço de um pouco mais
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tempo, o Jeferson é a primeira vez. Eh, normal nós termos algum tipo de entrever, algum tipo de rusga. É, aqui é
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normal, afinal de contas, estamos aqui eh discutindo aspectos que também têm
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parte das nossas convicções, sem dúvida alguma, né? E com isso eu quero então agradecer o próprio canal e ao Brito
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como excelente moderador. Brito, você foi excelente. Não se apegue a questões menores. Ninguém é perfeito, tá? Nem nas
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pessoas que vocês acredit nós acreditamos, eu já fui cristão uma época, né? Eh, não existe perfeição,
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pelo menos não nesse contexto. Agradeço a todos então pela possibilidade de participação. Agradeço principalmente
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também o polígrafo, porque eu era um, ele me convidou aqui para participar, mesmo com o meu conhecimento ultra
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limitado na parte de cosmologia, tá? E também agradeço a todos aí o pessoal do chat. Espero que tenham todos um final,
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um ótimo final de de de Bom, nós falta 13 minutos para terminar quarta-feira, uma excelente quinta-feira e e certo
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mesmo as pessoas que tão haters m também tem uma ótima noite para vocês e suas
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famílias. Muito obrigado. É isso aí. Maravilha. Obrigado. Nós que agradecemos o debate top galáxias. Obrigado.
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Obrigado. Eh, Robert, agora o o Robertão. Robertão,
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Robertão é com você, querido. Deixa eu restaurar o tempo.
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Agradeço quem conseguiu assistir essa live longa de 3 horas, né, 11. Você tá
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de parabéns. Você conseguiu assistir essa live, né? deve ter gostado muito de ter ficado até aqui. Eh, agradecer ao
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Dr. Paulo pela sua forma educada de agir, inclusive pela sua apoio na fala
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que eu tinha falado sobre a questão de conselho. Roberto, Roberto, não me chame de doutor, por favor, senão ainda,
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lembra-se, eu sou mestre, senão ainda vão me acusar de de falsidade ideológica,
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tá? Não sou nem professor, nem doutor. Obrigado. Tá OK. O senhor Paulo, né? Agradeço ao
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senor Paulo. Eh, gostaria de que todas as pessoas do lado oposto fossem com o
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mesmo comportamento que o senhor Paulo. Ele, apesar de ter um posamento forte sobre a linha dele de visão, ele sabe
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separar os pontos, né? Aonde ele deve ir, aonde ele não deve ir. Eh, eu sou uma pessoa muito aberto à questão da
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informação. Eu acho que todas as pessoas têm direito de de de se apresentar, de falarem. Eu sou contra a censura,
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inclusive a censura acadêmica. pessoal bem claro sobre isso. Eu vejo isso uma forma de controle de viés de informação,
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tá? Inclusive na área que eu me especializei, que é sobre diabetes complicações crônicas, eu vejo muito
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esses problemas de viés de confirmação. Vejo que muitas pesquisas, tão sendo aqui sendo sincero, elas são conduzidas
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a fim de que parece que não querem dar uma solução ou apresentar a melhor forma
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que tá na tá evidente que aquilo é melhor caminho, mas parece que há uma espécie de bloqueio para que aquilo não
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seja muito difícil. parece que há outros interesses por trás. E, infelizmente,
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né, a realidade da da humanidade, ela é envolvida por interesses. E quando algo não está dentro dos interesses daqueles
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que governam, que controlam o sistema, você vai ter certos embaraços para atravessar uma informação. Mesmo que
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essa informação não seja cientificamente embasada, mesmo que as evidências sejam todas favorá, todos os resultados
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favoráveis, se não for favorável a a a regra do sistema, aquilo não tende a ir
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à frente. Eh, Brito, eu não sei quanto tempo não tô vendo aqui o relógio. É, eu deixei um material com o Jadson, tá,
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sobre um artigo que fala sobre o Dr. Williamson, um astrofísico, que ele vai
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falar que exatamente o universo ele é finamente ajustado, o universo ele é
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matematicamente elegante, tá? Eu apresentei esse artigo, infelizmente eu mandei para você, ô ô, Brito, mas você
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não tem caído na sua caixa postal, não sei se você mudou o telefone, tá? Mas eu mandei para você, mechei também com o Jackson, né? Talvez o
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Jackson mande para você. para ser fixado na live depois. Então essa questão artigo, eu tenho aqui mais ou menos uns
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quatro a cinco artigos. Eu não vou ficar falando de artigos que eu não vou explicar, eu acho isso muito feio, tá? Eu não vou poder explicar o
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artigo, não tive tempo, não usei meu tempo para explicar o artigo. Então eu acho uma falta de honestidade. Quando
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você vem numa live, você mostram 10 artigos e fala: "Eu vim trazer artigo, mas não explicou nenhum artigo". Então é
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melhor você falar daquilo que você falou e se vai apresentar um artigo que você abra o artigo na íntegra e leia ele de Y
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a Y, ou seja, de A à Y, desculpa, do começo ao fim, porque senão é uma
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falácia argumentativa de trazer um artigo que você não leu, que você não explicou e que provavelmente você mesmo não entende o artigo, tá? E outra
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questão, eu não sou aqui arrogante em dizer que eu entendo de física profundamente para falar tudo de física.
3:15:01
a minha formação em biologia, até na biologia, como todo profissional, tenho minhas limitações de conhecimento e não
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há nenhuma vergonha nisso, apesar de que também não tenho nenhuma vergonha de estar aqui debatendo sobre física ou de
3:15:12
estar debatendo sobre química ou teologia ou qualquer outro argumento, porque nós temos a liberdade de debater aquilo que a gente quiser. Vamos errar?
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Vamos, vamos falar, grosélia, vamos, mas vamos poder falar, vamos ter liberdade
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para poder falar. Se toda live que eu fosse assistir fosse de grandes especialistas, eu acho que eu não
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estaria vendo nenhuma, porque a maioria das lives que eu vi na internet não são de grandes especialistas. É raro inclusive ver uma pessoa que realmente
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domina uma área, tá ali falando. E o canal do Jad, ao contrário da maioria desses canais atos que eu fico vendo, é
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um dos poucos canais que trazem, de fato pessoas especializadas para falarem as suas especializações. E infelizmente não
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há especialistas que se apresentem tão voluntariamente em todas as áreas, porque senão certamente aqui no canal do
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Jads estariam aqui dando sua voz para poder falar. Então, obrigado a todos, obrigado pela live e espero que tenham
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gostado. Ô, Brito, só um minutinho, cara. É de
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novo, eu eu que fui o único que trouxe o artigo. Eu abri o artigo, eu li o artigo, eu demonstrei o que tinha no
3:16:13
artigo, eu mostrei acabou o tempo. Erai o
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Roberto, Roberto, Roberto, só uma, só uma questão, Roberto, só uma questão.
3:16:24
Roberto, só uma questão. Roberto, só uma questão. Eh, põe a mão na consciência e pensa o seguinte,
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seria plausível abrir o artigo e ler de cabo a rabo? Não, mas tá aí. faz o
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seguinte, ele passou as ele passou as referências, leia e numa próxima oportunidade se encontra e discute o
3:16:42
artigo. O que que vocês acham? Não é uma boa? Vamos marcar, vamos marcar, vamos agendar várias vezes já fizemos essa proposta de
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falar agora só um minutinho, já que não concluído. Já houve essa proposta das lives se trabalharem dentro de artigos.
3:16:55
Eu pergunto, toda vez que fala que vai se fazer uma live para se debater um artigo, a live não ocorre,
3:17:01
entendeu? Eu já cansei, inclusive até com prova Vinícius Sena, que que ele tiver na live, ele é testemunha. Vamos
3:17:07
debater um livro, OK? Vamos debater um livro. Alguém apareceu para debater o livro? A live foi confirmada? Não.
3:17:14
Então, bom, Roberto, eu vou falar por mim. Eu eu nunca fui nunca fui convidado para um
3:17:21
aspecto como esse. Não, foi falando Vinícius Sena, Vinícius Sena, tá? Eu eu foi uma das poucas
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pessoas que debateu o artigo em live diretamente. Um foi com o que eu até não
3:17:33
fui muito bem que foi com o Fabiano Menegido, que era a área do familianoido. Então eu vim debater a
3:17:40
área do Fabiano e deixei ele falar a live quase toda, entendeu? E o outro que foi debatido um artigo basicamente
3:17:46
inteiro, eu fiz com o Jesus Giovani,
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que também esse já foi mais parelho. Os dois lados falaram cada um seu argumento, da sua própria linha, que foi falado dentro de um artigo inteiro, foi
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alado inteira sobre aquele artigo. Ou seja, sou uma das poucas pessoas que realmente abriram o artigo, falaram do
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artigo, terminaram o artigo e concluíram toda a live fazendo artigo sem fazer espantalho.
3:18:11
Aí é [ __ ] Toda hora, toda hora que o cara me cita, ele me cita como espantalhoso, como a pessoa que apresentou as coisas e nãoou.
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Você não tem que falar meu nome. A única pessoa que que apresentou artigo fui eu, Roberto. Eu também apresentei agradecer os
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outros. Você não é homem, cara. Seja homem. Seja homem. Vamos lá. Calma, calma, cara.
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Eu não vou te tratar bem por você ser um otário comigo. Eu não falei mal de você. Por que que você vai me chamar de desonesto, rapaz?
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Vamos lá. Vamos. Seja homem, [ __ ] Vamos fazer o seguinte. Vamos fazer o seguinte, ó. Eu eu vou falar, deixa eu passar aqui uma
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situação. Eu o Roberto para mim não foi enviado, cara. O o Jarison ou ele não
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conseguiu fazer o envio há tempo. É, eu te mandei no seu privado. Eu tenho
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aqui, deixa eu ver. Ah, não vou falar, não pode falar na live, mas eu mandei. Não tá realmente dando como enviado,
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fica só um pontinho. É isso. Não tem não. Não chegou não. Senão eu de prontidão eu teria salvo
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aqui no no notebook numa boa. Eh, gente, eu mandei hoje da live, eu mandei fotos,
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eu mandei gente, veja só, isso tá passado. Isso é o passado. Vamos fazer o seguinte,
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isso virou, vamos virar a página, tá? numa outra, numa outra, dentro de uma possibilidade, se põe o dois, três
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artigos, aí vem as pessoas, pode cada um trazer um ou dois artigos de cada um. Aí
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temos que ver se vamos ler de cabo a rabo que tem, por exemplo, o que eu tenho aqui são 224 páginas, é um livro,
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tá? Quer dizer, não tem não tem como. Então a gente pode selecionar ou um e e
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debatemos, tá? E aí destrinchamos isso sem problema nenhum. De um lado ou de outro, não há problema. A única coisa
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que a gente não adianta a gente ficar aqui eh, né? A única coisa só, Roberto, que eu acho que veja, você precisa pôr a
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mão na consciência porque eh literalmente impossível você pegar um artigo e ler de cabo a rabo, né? Mas tá
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aí disponibilizado. Então vamos ler e depois vamos discutir. A gente pode agendar, a gente pode numa
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boa agendar pode ser até de dupla. Agora, lógico, eh, selecionar artigo,
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não sei se tem como, não sei, mas de uma forma mais condensada, sintetizada, parte do DNA, um computador quântico. Ô,
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ô, ô, ô, Roberto, você tem como mandar pro meu Telegram? Você tem Telegram? Telegram para mim, acho que é mais
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fácil. Eu não sei porque você não consigo me É o mesmo número.
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Eu não tenho, mas você tem, você tá no meu grupo lá, naquele grupo lá do di. Pronto, tá pronto,
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tá. Me me marque aquele seu do que você tá lá naquele grupo. Funciona?
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Eu acho que tá funcionando ainda. Eu tô me afastado das redes sociais, mas eu acredito que tá funcionando, que eu não vi com nada como encerrado quando eu
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abri hoje o zap, não. Nem tá. A única coisa então que que a gente deve
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só delimitar é escolhe o tema, escolhe um artigo, leremos, tá? E aí vamos contrapor cada
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um com seus aspectos. Eu acho que é o mais equilibrado. Diga, polí. Ó, só para demonstrar aqui o que eu fiz.
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Eu demonstrei ali o os artigos. Eu peguei as partes que eu apresentei no meu argumento e na hora que eu mostrei
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os quatro artigos, foi porque foram eles que eu usei como base para meus argumentos. E se vocês quiserem que eu
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leio o artigo, aparece na live. Amanhã nós leu o artigo inteiro. Não tem problema nenhum. Eu não tenho problema com isso. Eu leio artigos todos os dias.
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Eu eu, cara, eu sou viciado. Eu sou viciado em ler rascunhos. Eu leio rascunhos todo
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santo dia. Não tenho problema nenhum com isso. Nenhum. É, vamos interpretar polígrafo. Como
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houve um ruído ali, houve uma um houve um ruído da parte Roberto. Vamos deixar esclarecido isso. Então, para exemplo
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para uma outra, gente, com todo respeito. Chamei desonesto nenhuma vez. Beleza.
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Não te chamei de desonesto nenhuma vez. Não te chamei de mentiroso nenhuma vez. Não te chamei de absolutamente nada que
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fosse ofensivo nenhuma vez. Quando eu bati, eu bati no argumento. Col tá querendo fazer recorde para alguma live. Não é possível, cara.
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Quando eu bati, eu bati no argumento, cara. Eu só só tipo pediria o mesmo. Record. Não é possível, cara.
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Você quer fazer algum recorte? Não é possível. Só pode ser isso, pessoal.
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Pessoal, cavalheiros, quem que é, ô Brito, quem que é o mais velho dessa live aqui? Ah, vai dar o cu,
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Roberto. Vai se [ __ ] seu vai se [ __ ] babaca do [ __ ]
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Não, aí aí o ficou literalmente, eu literalmente tava falando que eu não ofendi e que eu não gostaria de ser
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ofendido também, porque ele chama desonesto. Mas aí um palavrão muito pesado. Vamos,
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vamos parar. Vamos parar por aqui. Tentar mais uma bancada com o Roberto. Só isso. Futuros debat.
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Uma boa noite para todos vocês ali. Refrescem a cabeça. Eu vou sair para jantar. Um abraço para vocês aí. Pessoal
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do chat até polígrafo. Depois a gente conversa um pouquinho mais para trocar ideias. Tchau pessoal. Um abraço aí para
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todos. Vamos descansar que amanhã é dia de trabalho, tá? Porque eu não sou milionário. Tchau.
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Vivaciência. Vamos. Vamos. Senão não vai não vai parar assim. Vai vai vai continuar. Eu deixei
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o tempo de um responder, de um falar, se sentir ofendido, o outro eu deixei para depois não dizer: "Ah, é o moderador que
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mais apoia". Eu deixei Brito, calma, Brito. Isso aí você não tem nada a ver com isso. São são ruídos que são criados. Aí já tá esclarecido e
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vamos vamos formatar um um jeito de vamos escolher um artigo para não ficar
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tão aberto, tão tão tão eh tão flexível. Aí a gente se limita e consegue
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detalhar, tá? Eh, eu não sei se eu vou participar porque eu mal conheço um pouquinho sobre pedras, o resto eu sou
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um zero à esquerda. Desculpe aí, polígono que foi mal aí. Isso, tudo certo. Mandou bem. Ô, ô, Geotteon,
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eu que peço desculpas aí porque como eu disse, né, a única coisa que eu peço desculpas ao aí que com certeza vai me
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xingar para [ __ ] mas a questão aqui é que eu não xinguei ninguém, eu não ofendi ninguém e eu não tenho interesse de ofender ninguém. Eu tô aqui para
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debater ideias e é para isso que eu fui chamado. Como eu disse antes, os artigos utilizados aqui, inclusive vocês podem
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ler eles na íntegra e caçar ali meu argumento, todos eles vão estar dentro dos artigos. Vou mandar pro Jadson e vou pedir para ele disponibilizar na na
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descrição da live, caso seja possível, porque é isso que se faz em um debate científico. Valeu. Ah, Brito. Só para só para só para
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colocar o que o que eu tava me baseando para falar, eu vou repetir aqui dentro do meu inglês macarrônico, The degree of
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Turning in Ourse and Others, tá? Que é do Adams, tá? E que tá que tem ali uma
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coisa gigantesca que foi publicada lá em 2019, tá? É isso aí, gente. Até mais. Agora eu vou mesmo. Obrigado. Desculpe a
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Catilenária. Desculpe ali se eu ten coisa, a intenção não era realmente nem nem
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nem fazer qualquer coisa de de Acho que eu não ofendi ninguém, né? Ah, e e
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certas desteranças no debate são normais. Gente, muito obrigado por tudo. Conversamos. Roberto, foi um prazer.
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Jeferson, prazer. Polígrafo, muito obrigado pelo convite. Prito, parabéns para sua moderação. Já enfatizo e
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novamente ressalto, assim como você fez lá quando eu bati com o seu André. Obrigado ao Jatson aqui pelo dono do canal que me permitiu subir. Pessoal do
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chat, tenham todos aí um ótimo final. Já estamos na quinta-feira, então uma ótima quinta-feira para todos você e suas
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famílias. Um abraço. Até mais. Valeu, Paulo. Um abraço, irmão. Estamos junto. Maravilha. Maravilha. Então é isso aí, galera. terminando o debate, vamos ver
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depois aí uma uma mais ajustado aí um debate sobre em cima de artigos, tá bom? Roberto, obrigado,
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Paulo, obrigado. Não tem nadaito, a gente tem fazer tudo
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aqui na paz sempre que possível, né? Um abração a todos aqui da live, a você também, muito obrigado. E Paulo, tu foi
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um cara uma boa noite para todos aí, tá? Tenho nada contra você, irmão. A gente não precisa ter essa postura não, cara.
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Jun ter, cara, não tem motivo para ter nada contra aqui. É só argumento. Então foi nisso que eu bati [ __ ]
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Tudo ótimo. Vamos lá então. Maravilha. Abraço, Roberto. Tamos junto. Maravilha. Jeferson também. Então é
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isso, galera do chat. Eu Jefferson, perdão, esqueci de você. Abraço, irmão. Meu caro, um abraço.
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Valeu, Jeferson. Valeu, Léo Polígrafo. Valeu, Roberto. O debate foi top das galáxias. Valeu você que tá aí. É você
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no chat aí pelo like, pela presença, por tudo.
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Amém. Tchau, tchau. Valeu, galera.
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