1 - Os fatos sobre criação e evolução - John Ankerberg e John Weldon - 1993 (versão de 1995)
Pg 7: "O termo evolução é usado em referência à teoria geral de que toda a vida na Terra evoluiu de matéria inorgânica e progrediu para formas mais complexas com o tempo; portanto, "macroevolução" e não "microevolução" ou mudanças menores entre as espécies ilustradas no cruzamento de raças (por exemplo, variedade de cães)."
Pg. 8: "Mas, se for confirmado que a evolução é errada, então tudo o que ela influenciou poderá ter sido afetado de maneira prejudicial, ou até danosa."
Pg. 9: "O biólogo molecular Michael Denton ressalta a dramática influência dessa teoria cada vez mais predominante em outras disciplinas além das ciências naturais: 'O século vinte seria incompreensível sem a evolução darwiniana. As correntes sociais e políticas que varreram o mundo nos últimos oitenta anos teriam sido impossíveis sem a sua sanção intelectual...A influência da teoria evolutiva sobre campos bem distantes da biologia é um dos exemplos mais espetaculares na história de como uma ideia especulativa, pode vir a moldar o pensamento de uma sociedade inteira e dominar a perspectiva de uma era." 6
Pgs. 10/12: "Sir Julian Huxley foi o primeiro Diretor-Geral da UNESCO. Em seus anos formativos, a filosofia básica da UNESCO também orientara a O.N.U. Com relação a isso, Huxley observou no The Humanist: "É essencial que a UNESCO adote uma abordagem evolucionista... A filosofia geral da UNESCO deve, ao que parece, um humanismo científico mundial, global em extensão e evolucionista em seu contexto... Assim sendo, a luta pela existência que sublinha a seleção natural é cada vez mais substituída pela seleção consciente, a luta entre as ideias e a consciência (12)...Poucas pessoas sabem até que ponto Darwin tinha dúvidas sobre a sua teoria, a qual ele confessou ser "penosamente hipotética (14)...até ele admitia não conseguir encontrar qualquer evidência real para a sua teoria (17)...".
"...A evolução ganhou estatura no espaço de trinta anos, não por causa de evidência convincente a seu favor, mas porque o clima intelectual americano já havia sido preparado para uma mudança do teísmo e sobrenaturalismo para o humanismo e naturalismo (19). De fato, o mundo recebeu Darwin de braços abertos por estar pronto para ele."
"...os cientistas evolucionistas modernos ainda não responderam com sucesso aos seus críticos. O registro fóssil permanece inteiramente deficiente de elos intermediários provados, não existe ainda tempo suficiente para a evolução ocorrer, não foi ainda apresentado nenhum mecanismo de transformação evolucionista digno de crédito, e as probabilidades matemáticas e leis científicas, tais como as que tratam da biogênese, termodinâmica, e ciência de informação, tornam a evolução por acaso uma impossibilidade. (20)"
"Conforme observa o biólogo molecular Michael Denton: 'Nenhum dos dois axiomas fundamentais da teoria macroevolucionista de Darwin [i.e., (1) a continuidade evolucionista da natureza ligando todas as formas de vida num contínuo que volta à origem primal, e (2) o planejamento ajustável da vida como resultante de processos cegos, aleatórios] foram validados por uma única descoberta empírica ou avanço científico desde 1959". (21)
pg. 13: "Existem muitas interpretações populares errôneas com relação à natureza da ciência. O filósofo e cientista Dr. J. P. Moreland discute alguns desses mal-entendidos e observa que 'até os cientistas hoje em dia, em contraste com seus colegas de gerações anteriores, estão frequentemente despreparados para definir a ciência, desde que tal projeto é de natureza filosófica". (22)
pgs. 13/14: "Não existe uma definição universal e clara do que é a ciência. Estaremos em terreno mais seguro se definirmos a ciência de maneira geral, notando a sua metodologia; em outras palavras, o método científico. Para nossos propósitos, a definição de ciência de Oxford American Dictionary (Dicionário Americano Oxford) [1982], embora incompleta, é adequada: 'Um ramo de estudo que tem relação com um corpo sólido de verdades demonstradas ou com fatos observados classificados sistematicamente, mais ou menos ligados e apresentados sob leis gerais, e que inclui métodos confiáveis para a descoberta de novas verdades em seu domínio". O trabalho científico envolve coisas como observação, formulação de uma hipótese, testes experimentais para repetir as observações, previsibilidade, controle, etc.:"
"O método científico é aplicado observando e registrando em primeiro lugar certos fenômenos naturais. A seguir, o indivíduo formula uma generalização (hipótese científica) baseada em suas observações. Por sua vez, essa generalização permite que ele faça predições. Testa a seguir a sua hipótese, conduzindo experiências para determinar se o resultado previsto irá ocorrer. Se as suas predições se mostrarem verdadeiras, ele irá considerar então a sua hipótese como verificada. mediante confirmação contínua das predições (por exemplo, dele mesmo e de outras pessoas), a hipótese se tornará uma teoria, e a teoria, com o tempo e os testes, irá alcançar a condição de lei (científica)." (24)
pgs. 14/15: "O que essa definição - geralmente aceita - da ciência e do método científico indica é que embora a evolução se utilize do método científico, a teoria evolucionista em si não é em última análise científica, porque a evolução tem poucas, se é que as tem, 'verdades demonstradas' ou 'fatos observados'. A microevolução ou mudança estritamente limitada entre as espécies pode ser demonstrada, mas isso nada tem a ver com a evolução como geralmente compreendida...Wysong observa: 'A evolução não é uma formulação do verdadeiro método científico. Eles (esses cientistas) compreendem que evolução significa a formação inicial de organismos desconhecidos numa atmosfera ou oceano de composição desconhecida, sob condições desconhecidas, cujos organismos subiram então uma escada evolucionista desconhecida, mediante um processo desconhecido, deixando uma evidência desconhecida". (25)
"A. E. Wilder-Smith, que possui três doutorados em ciência, observa: 'Conforme Kerkut mostrou [em sua obra Implications of Evolution (Implicações da Evolução)], o pensamento neodarwinista ensina sete postulados maiores. Nenhuma dessas sete teses pode ser provada ou sequer testada experimentalmente. Se elas não forem apoiadas por evidência experimental, toda a teoria dificilmente poderá ser considerada científica. Se os sete postulados principais do neodarwinismo não forem experimentalmente passíveis de teste, então o neodarwinismo deve ser considerado uma filosofia e não uma ciência, pois a ciência se ocupa apenas da evidência que pode ser testada experimentalmente.'" (26)
pg. 17: "Todos os dados verificados nas biociências mostram que a evolução não está ocorrendo hoje, todos os dados reais nas geociências mostram que ela não ocorreu no passado, e todos os dados genuínos nas ciências que se baseiam em fatos físicos mostram que ela não é absolutamente possível. Não obstante, a evolução é quase universalmente aceita como fato em todas as ciências naturais". (33)
pg.s 17/18: "Considere os comentários do erudito canadense Arthur C. Custance (Ph. D. em antropologia)...Em 'Evolution: An Irrational Faith' ('Evolução: Um Fé Irracional"), ele observa: Todos os fundamentos da fé evolucionista ortodoxa mostraram ter validade extremamente duvidosa ou serem simplesmente contrários aos fatos...Tão básicas são essas suposições [evolucionistas] erradas que toda a teoria é hoje largamente mantida a despeito [e com suporte] desses erros e não por causa das evidências...Por ser tanto incapaz de ser provada como também não poder ser questionada, mantém-se virtualmente intocada pelos dados que de algum modo a desafiam. Ela se tornou irracional no senso mais estrito...Informações ou conceitos que desafiam a teoria quase nunca são ouvidos imparcialmente...(34)"
"...Equacionar uma interpretação particular dos dados com os próprios dados é evidência de confusão mental...A teoria da evolução...é prejudicial à inteligência normal e deforma o julgamento". (35)
"Ele conclui: 'Em resumo, as premissas da teoria da evolução são tão inválidas quanto poderiam ser...Se a teoria evolucionista fosse estritamente científica, ela teria sido abandonada há muito. Mas, por ser mais uma filosofia do que uma ciência, não é suscetível ao mecanismo de autocorreção que governa todos os outros ramos da investigação científica". (36)
Pg. Pags. 19-23 - 5 - Os cientistas são sempre objetivos?
"Os cientistas são pessoas. Portanto, a ciência tem a sua dose de ambição, supressão da verdade, preconceito, cobiça, plágio, manipulação de dados, etc. Isso é provado pelo professor de urologia da Faculdade de Medicina de Tel Aviv, Alexander Kohn, em sua obra False Prophets: Frauds and Erro in the Science and Medicine (Falsos Profetas: Fraude e Erro na Ciência e na Medicina) [1986] e por Broad e Wade em Betrayers of Truth: Fraud and Deceit in the Halls of Science (Traidores da Verdade: Fraude e Dolo nos Corredores da Ciência) [1982]
Quando um dos maiores pensadores dos tempos modernos, Mortimer J. Adler da Universidade de Chicago, se referiu à evolução como um "mito popular", Martin Gardner o incluiu em seu estudo de charlatães e fraudes em Fads and Fallacies in the Name of Science (Modismos e Mentiras em Nome da Ciência). Como filósofo e historiador, o Dr. Rousas Rushdoony observa: 'Questionar o mito ou exigir provas é ser considerado como herege moderno e louco.'
Considere o caso do Dr. A.E. Wilder-Smith. Smith obteve três doutorados em ciências. Sua carreira acadêmica notável estende-se por 40 anos, incluindo a publicação de mais de 100 artigos científicos e mais de 40 livros editados em 17 idiomas. Antes de discutir seu próprio caso, ele ilustra com dois outros em que cientistas eminentes foram silenciados por terem ousado duvidar da teoria evolucionista:
'Além disso, a situação é tal hoje, que qualquer cientista que expresse dúvidas sobre a teoria evolucionista é rapidamente silenciado.
Sir Fred Hoyle, o famoso astrônomo, estava bem cotado para receber o prêmio Nobel. Todavia, depois de terem aparecido seus livros expressando dúvidas matematicamente apoiadas sobre o darwinismo, ele foi logo eliminado. Seus livros tiveram uma crítica negativa e ninguém mais falou do seu Prêmio Nobel.
O caso dos métodos de datação pela halo desenvolvidos por Robert. V. Gentry contam a mesma história. Gentry apresentou boa evidência de que a idade da terra, quando medida pelo método de radiação de halo, usando polônio, podia não ser tão grande quanto se pensara quando medida por métodos mais convencionais. Um postulado desse tipo teria roubado ao darwinismo a sua principal arma, a saber, os longos períodos de tempo. Gentry perdeu seus subsídios para pesquisa e o emprego de uma só vez.'
Mediante métodos desse tipo, quase sempre chegando às raias do psicotterror, é que a moderna teoria do flogístico (neodarwinismo) continua ainda sendo incluída em quase todas as publicações científicas de nossos dias.
Eu mesmo fiz a palestra memorial de Huxley na Oxford Union da Universidade de Oxford, em 14 de fevereiro de 1986. Minhas teses foram bem recebidas até pelos meus oponentes no debate que se seguiu à palestra. Mas, até hoje não consegui persuadir nenhum jornal científico bem conceituado a publicar o manuscrito. a resposta é sempre que o texto não se ajusta ao seu esquema de publicações.











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