Breves considerações sobre existência e variedade por evolução e DI/criacionismo

Os argumentos favoráveis à evolução costumam focar mais em apenas repetir a crença, sem mostrar evidências efetivas, simplesmente impondo a ideia de que variações de adaptação do ser provariam a transição maior entre os seres (nunca demonstrado/verificado), agindo como se os métodos de datação fossem confiáveis para os períodos propostos (não creio que sejam).

e considerando que as semelhanças determinariam origem comum de todos os seres a um ou alguns poucos seres em um passado jamais demonstrado, sendo que semelhanças, a princípio, apenas mostrariam que há padrão estrutural nos seres

e outros seres com características similares a grupos já definidos dois a dois, por exemplo (seres que, se tivessem existido, seriam algo semelhante aos humanos e, ao mesmo tempo, semelhantes aos primatas), apenas mostrariam que há mais variedade do que se considera, necessitando, ainda, da melhor inferência para o caso 

(e se a melhor inferência é a de que os seres foram originados de um Ser capaz de os trazer à existência, de que a origem tem explicação muito melhor nesta ideia, então além de não haver necessidade de evolução, não há viabilidade para crer nela, visto que em todos os pontos há improbabilidades para que exista, e a ideia de que o Ser que desenvolveu o que existe simplesmente fez seres em uma variedade maior que a considerada atualmente continua sendo a melhor opção).


Creio que temos, então (tendo em mente o que aprendi até agora):

(improváveis: basicamente, podemos considerar como impossíveis, como bem observado pelo irmão Roberto Neves)

1 - Origem improvável por meios naturalísticos;

2 - Desenvolvimento e sobrevivência do(s) primeiro(s) ser(es) ao ambiente por meios naturalísticos: improvável;

3 - Mudanças que levariam protocélulas a se desenvolverem tanto que se tornariam seres cada vez mais desenvolvidos, ao ponto de variarem e chegarem a toda a diversidade existente: improvável;

4 - Adaptações/mutações em primatas que permitiriam chegar ao que temos como humanidade: improvável;

5 - Semelhanças entre seres: apenas mostram padrão estrutural, e não que evoluíram de um ou mais seres em um passado de milhões/bilhões de anos;

6 - Seres com características intermediárias: apenas mostrariam/mostram (se existissem/vierem realmente a ser descobertos) que há mais variedade do que se acredita, sendo a opção de terem sido criados/desenvolvidos por ao menos um Ser superior a melhor opção, principalmente tendo em mente que as improbabilidades para o desenvolvimento sem este Ser continuam fortes/instransponíveis.


Logo, creio que o Design inteligente é a melhor opção para a existência do universo, da vida e sua variedade.


A Bíblia é um livro que aponta para isso

os seres foram criados prontos, em grupos específicos (e diversidade já existente na própria criação), e também foram criados com capacidade de adaptação e mudanças ao longo do tempo, mas com limitações em relação à capacidade de variações;

houve um primeiro fator que colaborou com a instabilidade dos seres: Adão e Eva foram expulsos do paraíso e perderam acesso ao que poderia fazer com que não envelhecessem e fossem, basicamente, invulneráveis;

há elementos que permitem crer que os animais também poderiam ter acesso a esse alimento que permitiria isso, e também ficaram sujeitos a instabilidades (mesmo se desconsiderando isso, a instabilidade nos seres dominadores, inclusive levando à caça e outras ações, interferiria em todos os outros seres);

tal instabilidade explicaria a degeneração dos seres, e quanto mais tempo sem a(s) fonte(s) de estabilidade (fruto da árvore da vida, ausência de caça e competição por alimento/vida...), mais mutações deletérias, mais defeitos apareceriam, prejudicando os seres a(em) nível genético, influenciando na estrutura corporal, e outros prejuízos.

Os seres não estariam evoluindo no sentido de, via de regra, agregarem cada vez mais informação genética, mas lutando para sobreviver a tal instabilidade, e as variações mostrariam apenas o potencial genético já existente (e diminuindo com o tempo).


O dilúvio poderia ter ocorrido se considerarmos uma outra configuração do planeta, com predomínio de planícies (além de outras circunstâncias modificadas por um ou mais eventos catastróficos), mas sua existência ou não são secundárias para a ideia de que o relato da criação dos seres realmente ocorreu e é a melhor explicação

A existência de um Ser capaz de criar/transformar/desenvolver tudo (ou quase tudo) o que existe torna perfeitamente aceitável que Ele tenha providenciado a manutenção do que os humanos e outros seres não poderiam fazer (estabilidade da arca, sobrevivência de seres aquáticos, e outros pontos que venham a ser levantados). No entanto, boa parte do que foi levantado até o momento pode ser explicado, ao meu ver, até mesmo sem Sua atuação direta ou indireta.

A verificação da quantidade de animais que caberiam na arca é importante, mas creio ser perfeitamente possível que os que sobreviveram nela possam ter dado origem à variedade que temos hoje: vemos que há um limite de variação, limite que parece aumentar com o tempo, levando ao ponto em que, sendo maior, permitiria mais variação em intervalos menores de tempo, não carecendo de períodos longos para ocorrerem.

Estamos falando em capacidade de variação muito mais viável que a proposta pela teoria evolucionista, visto que mantém um conjunto primário de seres já existentes, ou seja, mantém a limitação de variabilidade, ao mesmo tempo em que reconhece que seria, até um ponto específico, maior no passado, sem precisar de um tempo tão longo que, se aceito, tornaria improvável a existência da vida em nossos dias. Ou seja, a degradação torna os seres cada vez menos aptos a variações maiores, indicando que no passado eram maiores. 

Ao mesmo tempo, reconhece-se um intervalo que permite ajustar a degradação genética ao fato de ainda termos grande variedade de seres no planeta.


A existência do Universo e da vida, portanto:

possui melhor explicação na ideia de ao menos um Ser inteligente desenvolvendo o que se conhece;

possui na Bíblia uma afirmação aceitável cientificamente sobre a vida;

encontra dificuldades posteriores, como o Dilúvio (mas satisfatoriamente explicado, principalmente ao considerarmos que o Ser criador pode perfeitamente agir na manutenção das coisas existentes);

a existência deste Ser é independente da validade do Dilúvio, do fato de ser reconhecido como bom ou mau, da variedade de crenças sobre como seria tal Ser.



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